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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Segunda-feira, 18 de Abril de 2011

Economistas denunciam agências de "rating" por crime de manipulação de mercado

Negócios Online

 

 

Economistas denunciam

agências de "rating"

por crime de manipulação de mercado

 

 


“Neste momento, as três mais importantes agências de notação financeira (...) noticiam e divulgam, diariamente, classificações de ‘rating’ que, com manifesto exagero e sem bases rigorosamente objectivas, penalizam os interesses portugueses, estimulando uma subida constante dos juros da dívida soberana”. Daqui decorrem “comportamentos presumivelmente criminais”, indiciadores, nomeadamente, do crime de manipulação do mercado.

O alerta vem de quatro economistas - José Reis e José Manuel Pureza, da Universidade de Coimbra, e Manuela Silva e Manuel Brandão, do ISEG – que vão apresentar uma denúncia ao Procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, no início da próxima semana. Os alvos são a Moody’s, a Fitch e a Standard and Poor’s.

O documento, a que o Negócios teve acesso, sustenta que “a actuação destas agências de notação financeira tem configurado violações ao dever de apresentação objectiva e imparcial de recomendações de investimento a que estão obrigadas”. E enuncia alguns exemplos, entre as várias descidas de ‘rating’ dos últimos tempos, em que “a actuação destas agências de notação financeira tem configurado violações ao dever de apresentação objectiva e imparcial de recomendações de investimento a que estão obrigadas”.

O objectivo da denúncia, explica José Reis em declarações ao Negócios, é alertar o PGR. Afinal ”há que ter em conta que se as taxas de juro não são justas, mas sim influenciadas, daqui decorre um poderoso mecanismo de transferência de recursos dos cidadãos nacionais para investidores internacionais”.

Sendo que, lembra o economista, pelo menos duas das agências de ‘rating’ em causa são detidas por um mesmo fundo de investimento. E, prossegue a denúncia, “não pode permitir-se que ajam de forma a alterar o preço dos juros, direccionando o mercado para situações em que elas próprias ou os seus clientes tenham interesse e retirem benefícios”.

Os economistas consideram que há “um conflito de interesses na actividade destas agências de notação financeira, em particular quando baixam os ratings a estes países [Portugal, EspanhaGrécia ou Irlanda, entre outros], fazendo aumentar os juros das suas dívidas e influenciando a evolução de um mercado em que actuam os fundos financeiros que são seus proprietários”.

Em Espanha e nos Estados Unidos foram também já desencadeados processos semelhantes, mas ainda não há qualquer decisão judicial transitada em julgado. A actuação das agências de ‘rating’ tem sido, aliás, alvo de várias polémicas, tendo o próprio FMI alertado já para o facto de que “estas agências usam e abusam do poder que têm”

Ainda que sublinhando que, feita a denúncia, os procedimentos que eventualmente venham a desenvolver-se cabem à PGR, José Reis não exclui a possibilidade de ser pedido um “ressarcimento de danos” às três agências de ‘rating’.

Recebida a denúncia, Pinto Monteiro decidirá se há ou não matéria de facto que justifique a abertura de um inquérito. 

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:51
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

"10 milhões não se deixarão ir ao fundo"

 

 

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

António Pedro Ferreira

 

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)

8:00 Terça feira, 4 de Janeiro de 2011

 

A entrevista com Henrique Medina Carreira foi marcada no pressuposto de que se falaria essencialmente dos aspetos positivos do país.

ex-ministro das Finanças aceitou, escudou-se nos números para rebater a fama de pessimista e disse que Portugal tem solução.

http://aeiou.expresso.pt/10-milhoes-nao-se-deixarao-ir-ao-fundo=f623870

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Pedro Lino, CEO da Dif Broker

Jornal de Negócios

 

30 Dezembro 2010 | 10:54

Ana Laranjeiro

alaranjeiro@negocios.pt

 

 

"O principal desafio em 2011

vai ser a emissão de obrigações"

 

 

 

Pedro Lino, CEO da Dif Broker, fala sobre a transacção do petróleo nos mercados internacionais e sobre o comportamento dos juros da dívida pública portuguesa depois do anúncio do IGCP. Veja aqui o vídeo.

 

Pedro Lino defende que o "grande desafio" para o próximo ano "vai ser a emissão de grande parte destas linhas de obrigações".

 

Particularmente, "num ambiente onde vai haver grande concorrência europeia", uma vez que, a Europa "vai emitir cerca de 270 mil milhões de euros" em títulos de dívida.

 

 

 

 

 

admite que "no mercado cambial" a "surpresa vai ser o euro-dólar" sobretudo "a partir do 3º trimestre"

 

 

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=460723

 

http://www.dif.pt/web/pt_pt/home#

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 19:00
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Sábado, 6 de Novembro de 2010

Primeiro dia da visita oficial a Portugal do presidente da China

SIC

6-11-2010

 

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:20
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Prós e Contras com 3 ex-Presidentes da República

RTP

2010-10-11

 



http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/

RAMALHO EANES. MÁRIO SOARES. JORGE SAMPAIO.


A voz dos presidentes no momento crítico da vida do país.

O Prós e Contras entra na Universidade de Lisboa na comemoração do seu Centenário.

O Reitor António Nóvoa, o Concelho Geral, Alunos e Professores juntam-se ao maior debate da televisão portuguesa.

A Política.

A Sociedade.

A importância do Ensino Superior e da Investigação 
na formação de lideranças e cidadania.

por: Equipa Prós e Contras.


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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

 

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/213100.html

 

Dylan,

Agradeço o seu novo comentário.

Concordo com o mesmo,  especialmente quando diz:


"Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias político-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra"

 

de facto a situação em que o país se encontra não é a melhor...

 

 

Em 30 DE DEZEMBRO de 2008

 

bomsensoamiguinhos antevendo o agravamento da situação em que o país se encontrava... publicou um "pensamento de momento" em Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos.


onde dizia 

 

"...Portugal, terá certamente que se ajustar... Definir um Rumo Muito Claro a Bem das Gerações Futuras…"

 

 

 

Em  3  JAN 2009 publicou outro


 

onde dizia

" Neste fase da história de Portugal,  seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial. ...

Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente... daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos... que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis..."


Este é o momento em que Portugal e a Europa precisam de Grandes Estadistas!

 

 

 

Dylan, os seus comentários e observações... são muito bem vindos neste espaço

 

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

 

 

Bomsensoamiguinhos

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

José Sócrates Contra o Negativismo / Boletim Económico - Verão 2010

Jornal de Negócios

 

 

 

Sócrates
"A economia portuguesa
foi a que melhor resistiu à crise.

Basta olhar para os números"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro-ministro exultou a revisão em alta do crescimento económico de 0,4% para 0,9% em 2010 por parte do Banco de Portugal, mas desvalorizou o alerta do supervisor em relação ao efeito recessivo que as medidas do PEC podem ter em 2011.


A comunicação social foi a principal visada pelas críticas de José Sócrates por só falar do que se vai passar em 2011 e nada dizer das boas notícias para 2010. O primeiro-ministro deixa mais uma vez como conselho olhar para os números.

A economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise. Basta olhar para os números”, sublinhou.

Sócrates apelidou ainda de ideia “infantil e politiqueira” os que dizem que só Portugal enfrenta uma crise profunda.

 


 

 

 

Boletim Económico - Verão 2010

 

Texto de Política e Situação Económica | Verão 2010

http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Paginas/BoletimEconomico.aspx

 

 

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2010-2011

Projeções para a Economia Portuguesa: 2010-2011
pdf 951 Kb

 

 


DN Economia

Hoje

PREVISÃO

Portugal ameaçado por nova recessão em 2011

Boletim de Verão do Banco de Portugal diz que há mais de 50% de hipótese de o País registar um crescimento negativo

 

 

Há uma hipótese superior a 50% de Portugal voltar a entrar em recessão já em 2011. É esta uma das principais conclusões do Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal (BdP), ontem divulgado, e que revê em baixa a evolução económica do País para 2011, admitindo mesmo um cenário de crescimento negativo. Segundo o documento, as expectativas de crescimento do PIB para o próximo ano fixam-se nos 0,2%, contra os 0,8% avançados pela instituição, agora presidida por Carlos Costa, no Boletim anterior.

 

"Uma variação negativa do PIB em 2010 tem uma probabilidade inferior a 15%, mas sobe para um valor acima de 50% em 2011", pode ler-se no Boletim do BdP, que assinala que há 63% de "probabilidade de o crescimento do PIB ficar abaixo das actuais projecções. Apesar do cenário negro traçado para o próximo ano, o BdP reviu em alta as previsões de crescimento para este ano, de 0,7 para 0,9%.

 

Segundo o Boletim de Verão, o aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA deverá aumentar a inflação em 0,4% em 2010 e 2011. "Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais", esclarece o banco central no primeiro estudo emitido sob a liderança de Carlos Costa. As contas da instituição central apontam para que, em 2011, a maioria das variáveis do PIB analisadas esteja em terrenos negativos: o consumo deve cair (-0,9%), assim como investimento (-1,6%). Já as exportações deverão crescer, mas ainda assim irão perder força face às estimativas adiantadas para 2010, avançando apenas 3,7% em 2011, reflectindo um arrefecimento generalizado da procura externa relevante dirigida ao País.

 

No documento, o Banco de Portugal adianta ainda que o rendimento disponível real das famílias deverá cair 1,3% já este ano e abrandar para 0,8% em 2011. Isto após se ter verificado um aumento de 1,9% no ano passado. De acordo com a instituição, esta queda do rendimento disponível real deverá ser provocada por um "ajustamento dos salários reais às condições adversas no mercado de trabalho".

 

 


 

OJE

ECONOMIA

12/07/10, 15:04
OJE/Lusa

 

 

Primeiro boletim económico de Carlos Costa

sai na terça-feira

 

 

O Banco de Portugal divulga esta terça-feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois de o Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

No último boletim económico o ex-governador e agora vice-presidente do Banco Central Europeu reviu em baixa as perspectivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.

 

 

As estimativas do banco em Março apontavam para um crescimento de 0,4% este ano e de 0,8% no próximo.


Esta revisão vinha em linha com as declarações de Vítor Constâncio, por ocasião da divulgação do Boletim Económico de Inverno, em que admitiu uma revisão em baixa do crescimento em 2010 para perto de metade dessa previsão.


No Relatório de Orientação da Política Orçamental (ROPO) o Governo manteve a sua previsão de crescimento de 0,7% em 2010, mas reviu em baixa a previsão para 2011, de 0,9 para 0,5%.


O Boletim Económico de Verão que será apresentado esta terça-feira fica ainda marcado por ser o primeiro sob a liderança de Carlos Costa, que tomou posse como governador do banco central no dia 7 de Junho.


O documento, além de revelar as projecções detalhadas para este ano e para o próximo, contém também textos de política e situação económica. Vítor Constâncio recordou antes de sair de governador, mas já com a confirmação do seu novo posto, que quando voltou ao banco, em 2000, teceu duras críticas à política orçamental do Governo da altura, que considerou demasiado expansionista, no último boletim do ano.


As projecções entre as diferentes organizações têm ficado marcadas por um maior contraste no que diz respeito aos números apontados a 2010, sendo mais semelhantes nos respeitantes ao próximo ano.


Para 2010 o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 0,3%, já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) projecta um crescimento de 1%, e a Comissão Europeia de 0,5%.


Para 2011 a variação nas projecções é menor: FMI prevê um crescimento de 0,7%, igual à da Comissão Europeia, e a OCDE de 0,8%.

 

 


Visão

Lusa - Esta notícia foi escrita
nos termos do Acordo Ortográfico
14:04 Segunda feira,
12 de Jul de 2010

 

 

Banco de Portugal: Primeiro boletim económico de Carlos Costa publicado terça feira

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.


No último boletim económico, o ex governador e agora vice presidente do Banco Central Europeu, reviu em baixa as perspetivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.


As estimativas do banco em março apontavam para um crescimento de 0,4 por cento este ano e de 0,8 por cento no próximo.

 


 

Exame Expresso

Lusa

9:35 Segunda feira,

7 de Junho de 2010

Carlos Costa assume Banco de Portugal

Economista Carlos Costa deixa a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento para suceder a Vítor Constâncio no cargo de governador do  Banco de Portugal.

 

Carlos Costa sucede a Vítor Constâncio

na liderança do banco de Portugal

Alberto Frias

 

Carlos Costa é hoje indigitado como novo governador do Banco de Portugal pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sucedendo a Vítor Constâncio na liderança do supervisor. A cerimónia de tomada de posse já decorre no salão nobre do Ministério das Finanças.

 

O economista Carlos Costa, que saiu da vice-presidência do Banco Europeu de Investimento onde estava desde outubro de 2006, foi nomeado pelo Governo a 23 de abril para suceder a Vítor Constâncio, que deixou a liderança do Banco de Portugal, depois de 10 anos em funções, para assumir por sua vez a vice-presidência do Banco Central Europeu.

 

Carlos Costa, 60 anos, licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto em 1973, tem uma vasta experiência no setor bancário e na integração de Portugal na Comunidade Europeia.

 

Foi também membro do conselho de administração e diretor executivo da Caixa Geral de Depósitos entre 2004 e 2006 e ocupou idêntico cargo no Banco Nacional Ultramarino (BNU) e no Banco Caixa Geral (Espanha).

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:40
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Sábado, 3 de Julho de 2010

Entrevista ao responsável pelo Tribunal de Contas

Entrevistas Antena 1

2010-07-02

 

Entrevista a Guilherme d`Oliveira Martins


 


 

 

A jornalista Maria Flor Pedroso entrevista o presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins.

 

O responsável pelo Tribunal de Contas afirma que aceita o recurso à ‘golden share' do Estado na PT, tendo em conta a importância da participação da operadora portuguesa na brasileira Vivo.

 

Guilherme d'Oliveira Martins defende ainda a responsabilização dos projectistas de obras públicas nos casos em que haja erros no projecto, que levem a derrapagens.

 

 

VÍDEO COM A ENTREVISTA:

 

http://tv1.rtp.pt/antena1/?t=Entrevista-a-Guilherme-dOliveira-Martins.rtp&article=2126&visual=11&tm=16&headline=13

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Sábado, 22 de Maio de 2010

Crédito malparado bate recorde de 3,89 - Incumprimento das famílias agrava-se ainda mais este ano

 

SIC

21/05/2010

 

Especialista em sobreendividamento prevê que situação piore nos próximos 2 anos

 

 

 

Publicação

21-05-2010

21:36

Crédito malparado bate recorde de 3,89 mil milhões de euros

O crédito malparado ao consumo subiu para valores recorde.

Os especialistas prevêem que o incumprimento das famílias ainda vai agravar-se mais este ano.

3,89 milhões de euros é o valor que os consumidores portugueses deixaram de pagar aos bancos, até Março. Isto significa que 2,8 por cento dos empréstimos concedidos pela banca é crédito malparado, ou seja, tem cobrança duvidosa.

Se compararmos Março com o mesmo mês do ano passado, o crédito vencido nos particulares aumentou 18 por cento, a mesma coisa é dizer cerca de 600 milhões de euros.
O caso é mais grave no crédito ao consumo, onde o incumprimento tem aumentado nos últimos dois anos, mas agora atinge o nível mais elevado desde o final de 1997, com cerca de 7 % do valor dos empréstimos em malparado. Os especialistas acreditam que a situação vai piorar por causa do aumento dos impostos.


 

Este gráfico com base em informação do Banco de Portugal mostra que o consumo das famílias não parou de crescer nos últimos meses, passando valores de início de 2008 ou mesmo de 2007. Ou seja, a tendência dos portugueses tem sido a de continuar a comprar, também com recurso ao crédito, como se não houvesse crise.
...

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Credito+malparado+bate+recorde+de+389+mil+milhoes+de+euros.htm

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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

05-04-2010 12:44

 

 

Blogger

 

 

 

 

 

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

Paulo Pinto

 

 

O “rating” de Portugal baixou. Quem teve poder para isso foi a Fitch que o passou de AA+ para AA-. Através do seu responsável para os Mercados Emergentes, a Fitch afirmara recentemente que a comparação entre Portugal e a Grécia era demasiado simplista e o “rating” de Portugal significativamente superior.

 

As grandes agências de “rating” são americanas mas a Fitch é controlada pelos franceses da Fimalac.

 

As agências de “rating” já ameaçaram os Estados Unidos, como o fizeram com Portugal e outros países da Europa, mas com os EUA vão ficar só pelos ameaços. O que as agências de “rating” pedem aos Estados Unidos é o mesmo que pedem a Portugal, ou seja, que gastem menos.

 

Imagino que os países que compram a incessantemente crescente divida americana, e assim se tornam seus credores, também devem querer que os Estados Unidos gastem menos. A pergunta que fica é: porque é que então os Estados Unidos não gastam menos e ao contrário cada vez gastam mais?

 

Como cidadão responsável, gostaria de não ter que ver uma baixa no “rating” dos Estados Unidos porque isso traria certamente o caos aos mercados financeiros. Os EUA são o maior devedor do mundo. Devem, inclusive, mais que todos os outros países juntos. Os impactos colaterais são incalculáveis, talvez o fim do mundo como o conhecemos, mas estar dependentes das agências de rating... A notoriedade e relevância das agências de “rating” é totalmente imerecida, pelo que não é uma questão de regulamentação que pode resolver o problema, dado que é todo o modelo de negócio que é malicioso muitos dirão corrupto.

 

Os escândalos começaram no início do milénio com a Enron, a empresa que a revista “Fortune” apelidou de “a companhia americana mais inovadora”, durante seis anos consecutivos. Em 2000, cotava a 84 dólares, e um ano depois estava a 26 cêntimos. Foi à época a maior falência da história da América com activos de 65 mil milhões. As agências de “rating” foram acusadas de serem muito lentas a actuar, porque só o fizeram no último mês de vida da empresa, tendo argumentado com o factor “prudência”.

 

E foram-no em 2002 quando se deu o caso Worldcom, a segunda maior empresa de telecomunicações dos Estados Unidos. Em Abril, as agências de “rating” começaram a falar; em Maio, começaram a baixar o “rating”; em Julho, estava falida. Estava batido o recorde da maior falência da história com 104 mil milhões de activos.

 

Ainda em 2002, as agências de “rating” fizeram uma alteração aos seus conceitos-base, que se tornou muito importante na análise aos bancos.

 

Passou a ser considerado como valor para os bancos a noção de que os governos e os bancos centrais  (com a designação de intervenção externa)  não poderiam deixar cair os bancos mais importantes. Nesta peugada, os bancos dos diferentes países viram o seu “rating” melhorado. Nem tudo o que fizeram foi errado, porque, neste ponto, como se sabe estiveram absolutamente certas, houve efectivamente intervenção dos Governos. Onde estiveram erradas foi ao não terem previsto que alguns bancos poderiam vir a ser maiores que os bancos centrais dos respectivos países. Tal resultou na falência, por exemplo, do Banco Kaupthing Islandês, que era bem maior que o Banco Central da Islândia. Não serviu de nada o Kaupthing ter o maior “rating” possível AAA, a falência foi o caminho.

 

2003 foi o ano em que as agências de “rating” descobriram a verdadeira mina que era o “subprime”, ao colocar o seu selo de “aprovado”,  enquanto transformavam produtos financeiros medíocres em produtos AAA. O prémio Nobel Joseph Stiglitz, professor na Universidade da Columbia, chegou a afirmar que via as agências de “rating” como o factor principal da crise produzindo a alquimia necessária para transformar produtos de investimento modestos em produtos de “qualidade”. Segundo ele, os bancos não poderiam ter feito o que fizeram sem a cumplicidade das agências de “rating”.''


 

Poderíamos falar da Fannie Mae, da Freddy Mack, empresas que segundo a Reserva Federal estavam bem capitalizadas em Julho de 2008 e ‘’nacionalizadas’’ a 8 de Setembro, mês e meio depois. A seguradora AIG foi o episódio seguinte.

 

Não deixa de ser surpreendente que depois de mais de dois anos a tentar encontrar remédios para a crise em que vivemos nada ainda tenha acontecido a estas empresas de “rating”. Não deixa de ser surpreendente que desde o início do ano retomem um protagonismo despudorado com incidência na divida soberana Europeia.

 

A pergunta que se deve fazer, creio, é simples: estamos todos preparados para o futuro que nos espera sem o contributo das agências de “rating”, ou seremos complacentes o suficiente para continuar a ser vítimas de sociedades de “rating”, que vivem de um estatuto que claramente não merecem, independentemente do que nos possam dizer?

 

Subilnhado / negrito

do Bomsensoamiguinhos

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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

TOLERÂNCIA ZERO PARA A CORRUPÇÃO

 

SAPO Notícias

 


publicado por Henrique Monteiro às 04:03

TOLERÂNCIA ZERO PARA A CORRUPÇÃO

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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Dívida externa 'custa' 396 dias

DN

Economia

02 Jan 2010

Hipotecados
Dívida externa 'custa' 396 dias

por Rudolfo Rebêlo
 
Dívida externa 'custa' 396 dias
 
 
Os portugueses precisavam de trabalhar, em Setembro do ano passado, um ano e 31 dias para liquidar a totalidade da dívida do País ao estrangeiro. Mais dois meses do que em igual mês do ano anterior. Ou seja, Portugal está cada vez mais "hipotecado" e vive à custa de poupanças externas, já que os empréstimos pedidos ao estrangeiro excedem em 8,6% o produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo país.

A culpa para o endividamento está, sobretudo, nos excessos de gastos do Estado, mas também das famílias e empresas, que estão sobreendividadas. Nos primeiros nove meses de 2009, a dívida externa era de 108,6% do PIB, utilizando cálculos conservadores. Ou seja a factura ascende a 177,3 mil milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal, contraída na forma de empréstimos e em títulos do Estado, adquiridos pela banca internacional.

Os gastos
Como foi possível chegar a este estado de coisas?
 
Nos últimos anos, o apetite voraz das famílias pelos empréstimos para consumo (carros e equipamento) e compra de habitação levou a um excesso de endividamento das famílias. Em média, o total da dívida dos consumidores contraída à banca significa 135% do salário anual, já descontados os impostos. Sem poupanças internas, este volume de empréstimos obrigou a banca a pedir dinheiro ao exterior - a outros bancos.

Em Setembro último, a dívida da banca ao estrangeiro era igual a 47% do PIB, uma redução face aos 55% observados em igual mês de 2008. Um corte explicado pela crise - mais desempregados, menos rendimentos e menor confiança no futuro - e maior exigência da banca na concessão de créditos.

Também as empresas, obrigadas a emitir títulos no exterior, estão a contribuir para o aumento da dívida ao estrangeiro. Devem 20 mil milhões de euros, quando em 2008 o saldo externo era positivo em 700 milhões de euros.

Mas se as famílias já estão a moderar o consumo e empréstimos - o défice externo caiu para 6,8% do PIB graças à queda das importações e do défice da balança de rendimentos -, o Estado está a pressionar cada vez mais as contas externas em alta. O motivo é o mesmo: a crise obrigou a aumentar o défice orçamental. Os apoios sociais, combate ao desemprego e os estímulos à economia levaram a mais despesas, enquanto, do lado das receitas, a anemia económica trava as receitas de impostos.

 Nos primeiros três trimestres do ano, as necessidades de financiamento do Estado atingiram os 8,6% do PIB. Um défice que vai pressionar a dívida pública , obrigando a contrair mais empréstimos externos. No total, em Setembro, a administração pública já devia 86,4 mil milhões de euros ao estrangeiro, 53% do PIB, um aumento de 16% em relação a 2008.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo

 

Presidente da República

aponta motivos de

Preocupação Económica

 

 

 

O desemprego, os efeitos da crise económica, os gastos do país e o desequilíbrio das contas públicas poderão levar Portugal para uma "situação explosiva", afirmou o Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo.
2010-01-01 21:34:08
 
 
Discurso de Cavaco Silva:



Boa noite,

No início deste novo ano, saúdo todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, e desejo-lhes as maiores felicidades para 2010.

Há precisamente um ano, quando falei ao País, referi que 2009 iria ser um ano muito difícil.

Acrescentei, na altura, que receava o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.

E disse também que Portugal gastava em cada ano muito mais do que aquilo que produzia.

Quando proferi estas palavras, não o fiz com um propósito político. Enquanto Presidente da República estou acima do combate político e partidário.

Falo aos Portugueses quando entendo que o interesse do País o justifica e faço-o sempre com um imperativo: nunca vender ilusões nem esconder a realidade do País.

Em nome da verdade, tenho a obrigação de alertar os Portugueses para a situação difícil em que o País se encontra e para os desafios que colectivamente enfrentamos.

Ao longo do último ano, o desemprego subiu acentuadamente, atingindo, no terceiro trimestre, 548 mil pessoas. Quase 20% dos jovens estavam desempregados.

A todos aqueles que, no último ano, perderam o seu emprego ou não conseguiram retomar uma actividade profissional, quero deixar uma palavra de conforto, mas também de esperança. Não percam a coragem.

Mas o desemprego não é o único motivo de preocupação.

A dívida do Estado tem vindo a crescer a ritmo acentuado e aproxima-se de um nível perigoso.

O endividamento do País ao estrangeiro tem vindo a aumentar de forma muito rápida, atingindo já níveis preocupantes.

Acresce que o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim.

Se o desequilíbrio das nossas contas externas continuar ao ritmo dos últimos anos, o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, ficará seriamente hipotecado.

Quando gastamos mais do que produzimos, há sempre um momento em que alguém tem de pagar a factura.

Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva.

Portugal tem de juntar todas as suas forças para inverter esta situação.

Não podemos continuar a ser ultrapassados, em termos de nível de desenvolvimento, por outros países da União Europeia.

De acordo com os indicadores mais recentes, Portugal já baixou para a 19ª posição, estando apenas à frente de oito países da Europa de Leste que aderiram há poucos anos à União.

Tempos difíceis são tempos de maior exigência e de elevada responsabilidade. Para todos, é certo, mas ainda de maior exigência e responsabilidade para os detentores de cargos públicos.

O exemplo deve vir de cima.

O País real, que quer trabalhar, que quer uma vida melhor, espera que os agentes políticos deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas.

É tempo de nos concentrarmos naquilo que é essencial, com destaque para o combate ao desemprego.

Não é tempo de inventarmos desculpas para deixarmos de fazer o que deve ser feito.
Estamos perante uma das encruzilhadas mais decisivas da nossa história recente. É por isso que, em consciência, não posso ficar calado.

Em face da gravidade da situação, é preciso fazer escolhas, temos de estabelecer com clareza as nossas prioridades.

Os dinheiros públicos não chegam para tudo e não nos podemos dar ao luxo de os desperdiçar.

Recordo o que tenho vindo insistentemente a defender.

Nas circunstâncias actuais, considero que o caminho do nosso futuro tem de assentar em duas prioridades fundamentais.

Por um lado, o reforço da competitividade externa das nossas empresas e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira.

Por outro lado, o apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise.

É uma ficção pensar que é possível conseguir uma melhoria duradoura do nível de vida dos portugueses sem o aumento da produtividade e da competitividade da nossa economia.

O reforço da competitividade depende, desde logo, da confiança e da credibilidade das nossas instituições, nomeadamente do sistema de justiça e da Administração Pública.

Devemos apostar, por outro lado, em políticas públicas que promovam uma educação exigente e uma formação profissional de qualidade, que fomentem a inovação, que incentivem os investimentos das empresas no sector dos bens e serviços que concorrem com a produção externa.

Cerca de noventa e cinco por cento das nossas empresas têm menos de vinte trabalhadores.

Sendo esta a estrutura do nosso tecido produtivo, o contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País.

Às instituições financeiras, por seu lado, exige-se que apoiem de forma adequada o fortalecimento da capacidade das pequenas e médias empresas para enfrentarem a concorrência externa.

Se o Estado tem a responsabilidade de garantir a estabilidade do sistema financeiro em períodos de turbulência, os bancos têm a responsabilidade social de garantir que o crédito chega às empresas.

Nos últimos tempos, temos ouvido muitos apelos para que o Presidente da República intervenha activamente na vida política.

No entanto, na lógica do nosso sistema constitucional, não compete ao Presidente da República intervir naquilo que é o domínio exclusivo do Governo ou naquilo que é a actividade própria da oposição.

Portugal dispõe de um Governo com todas as condições de legitimidade para governar, um Governo assente numa maioria relativa conquistada em eleições ainda há pouco realizadas.

O novo quadro parlamentar, aliado à grave situação económica e social que o País vive, exige especial capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa, a que deve corresponder, por parte da oposição, uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade.

Os Portugueses compreenderiam mal que os diversos líderes políticos não se concentrassem na resolução dos problemas das pessoas e que não empenhassem o máximo do seu esforço na realização de entendimentos interpartidários.

Neste contexto, a difícil situação das nossas contas públicas lança um desafio de regime aos partidos representados no Parlamento.

Os custos da correcção de um desequilíbrio das finanças públicas podem ser dramáticos, como o demonstram os exemplos de outros países da União Europeia.

Importa ter presente que Portugal tem já um nível de despesa pública e de impostos que é desproporcionado face ao seu nível de desenvolvimento.

Assim, seria absolutamente desejável que os partidos políticos desenvolvessem uma negociação séria e chegassem a um entendimento sobre um plano credível para o médio prazo, de modo a colocar o défice do sector público e a dívida pública numa trajectória de sustentabilidade.

O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política, que, com sentido de responsabilidade de todas as partes, sirva o interesse nacional.

Não devemos esperar que sejam os outros a impor a resolução dos nossos problemas.


Portugueses,

Neste ano de 2010, iremos celebrar o centenário da República.

Vamos fazê-lo numa conjuntura que é de grandes dificuldades. Mas, precisamente por isso, temos de perceber que a nossa crise não é apenas económica.

É, também, uma crise de valores.

Há que recuperar o valor da família. O esbatimento dos laços familiares tem sido um dos factores que mais contribuem para agravar as dificuldades que muitos atravessam.

Devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana. A ética nos negócios, nos mercados e na vida empresarial, mas também na vida pública, tem de ser um princípio de conduta para todos.

Temos também de restaurar o valor da confiança nas instituições e na justiça. Os Portugueses têm de acreditar que existe justiça no seu País, que ninguém está acima da lei.

Sei que a grande maioria dos magistrados se empenha, séria e discretamente, em fazer bem o seu trabalho.

Neste primeiro dia do ano, importa reafirmar o valor da esperança. Repito aos Portugueses o que lhes disse há precisamente um ano: não tenham medo.

Possuímos uma longa História de que nos orgulhamos, porque no passado não tivemos medo.

E aqui estamos hoje, um Estado democrático que faz parte de uma Europa Unida.

Aqui estamos hoje, em 2010, porque acreditámos em nós próprios e num destino chamado futuro.

Em nome desse futuro, temos de continuar a lutar.

O combate que travamos por Portugal é feito em nosso nome e em nome dos nossos filhos.

Eu acredito em Portugal. Por isso, continuarei a lutar pelo futuro desta nossa terra.

No meio de tantas incertezas, os Portugueses podem ter uma certeza: pela minha parte, não desistirei e nunca me afastarei dos meus deveres e dos meus compromissos.

A todos, um Bom Ano de 2010.
 
 
 
 
♦♦♦
 
Ver:
 
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento
 
http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html
 
SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2009

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

"Temos um défice assustador"

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Bento XVI na Encíclica - com 82 anos de idade, publicou a 7 de Julho o “Caritas in Veritate” (“Caridade na Verdade”), com 150 páginas

 

O Declínio na Ética

 

“pode levar a que as leis do mercado colapsem”

 Tema apresentado pelo então cardeal Joseph Ratzinger num ensaio em 1985

 
 
Jornal de Negócios  Online
negocios@negocios.pt

 

O secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, disse que a economia de mercado livre legitimizou a ganância, citando o filme "Wall Street", de 1987, e o seu protagonista, o investidor Gordon Gekko.

“O mercado da ganância substituiu o mercado livre”, afirmou hoje Bertone num discurso junto de senadores italianos em Roma. “A ganância é uma coisa boa, a ganância é correcta”, disse Bertone, citando uma das frases mais populares de Gekko no filme realizado por Oliver Stone, ao salientar o conteúdo da encíclica do Papa Bento XVI, que apela a uma nova ordem financeira.

O sumo pontífice, com 82 anos de idade, publicou a 7 de Julho o “Caritas in Veritate” (“Caridade na Verdade”), com 150 páginas.

 

As reflexões do Papa sobre o capitalismo foram escritas ao longo de dois anos e neste documento podemos também encontrar análises sobre as formas de sair da pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, salienta a Bloomberg.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
                              

 

 “Quando o lucro se torna no objectivo exclusivo, se for produzido de forma imprópria e sem o bem comum como propósito final, arrisca-se a destruir a riqueza e a criar pobreza”,

escreveu Bento XVI na encíclica.


Bertone, que é o segundo maior responsável no Vaticano, sublinhou a mensagem do Papa aos legisladores italianos. Desde a década de 1970, referiu, as nações desenvolvidas “expuseram as suas economias reais aos caprichos das finanças” e convenceram os consumidores a gastarem além das suas possibilidades.

 

Em Novembro passado, o ministro italiano das Finanças, Giulio Tremonti, afirmou que o Papa tinha feito uma “profecia” num ensaio que escreveu quando era ainda cardeal.

 

Em 1985, o então cardeal Joseph Ratzinger apresentou um ensaio intitulado “Economia de Mercado e Ética”, onde referia que um declínio na ética “pode levar a que as leis do mercado colapsem”.

 

Dois anos mais tarde, Michael Douglas ganhou um Óscar pelo seu desempenho da personagem Gekko. A personagem acabou por simbolizar os excessos de Wall Street cometidos na década de 80.
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 05:30
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Banco Central Europeu baixa taxas de juro para valor recorde

 

RTP

2009-05-07 19:33:07

 

Economia

 

 

 

Um corte de 0,25% levou as taxas para o mínimo histórico de 1%, mas o presidente do BCE admitiu que este valor pode vir a ser ainda mais baixo.

 

Esta decisão faz parte de um pacote de medidas para enfrentar a pior recessão económica desde a Segunda Guerra Mundial.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Videos - Contemporâneos - Inquérito: Crise?

 

 

 

 
VIDEO
 
 
Contemporâneos
 
Inquérito: Crise?...
 
 
 
 
 
http://www.youtube.com/watch?v=fZ98abgXMYk
 

 

 

 

 

♦♦♦

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Provérbio Popular - Quem paga a Crise?

 

Pergunta:

 

 

QUEM

 

Paga esta e outras Crises ... ?

 

Bomsensoamiguinhos

 

 

Resposta:

 

  

 

"Paga o Justo pelo Pecador"

 

 Provérbio popular

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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