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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sábado, 12 de Março de 2011

Portugal - novas medidas de austeridade

 

 

Comissão Europeia e BCE

apoiam novas medidas de austeridade em Portugal

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:20
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

"10 milhões não se deixarão ir ao fundo"

 

 

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

António Pedro Ferreira

 

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)

8:00 Terça feira, 4 de Janeiro de 2011

 

A entrevista com Henrique Medina Carreira foi marcada no pressuposto de que se falaria essencialmente dos aspetos positivos do país.

ex-ministro das Finanças aceitou, escudou-se nos números para rebater a fama de pessimista e disse que Portugal tem solução.

http://aeiou.expresso.pt/10-milhoes-nao-se-deixarao-ir-ao-fundo=f623870

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Prós e Contras com 3 ex-Presidentes da República

RTP

2010-10-11

 



http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/

RAMALHO EANES. MÁRIO SOARES. JORGE SAMPAIO.


A voz dos presidentes no momento crítico da vida do país.

O Prós e Contras entra na Universidade de Lisboa na comemoração do seu Centenário.

O Reitor António Nóvoa, o Concelho Geral, Alunos e Professores juntam-se ao maior debate da televisão portuguesa.

A Política.

A Sociedade.

A importância do Ensino Superior e da Investigação 
na formação de lideranças e cidadania.

por: Equipa Prós e Contras.


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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Sábado, 7 de Agosto de 2010

Eurosondagem mostra o que os portugueses não gostam

SIC

Eurosondagem

mostra que portugueses

não gostam

do que se conhece

da revisão constitucional

 

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:59
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

 

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/213100.html

 

Dylan,

Agradeço o seu novo comentário.

Concordo com o mesmo,  especialmente quando diz:


"Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias político-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra"

 

de facto a situação em que o país se encontra não é a melhor...

 

 

Em 30 DE DEZEMBRO de 2008

 

bomsensoamiguinhos antevendo o agravamento da situação em que o país se encontrava... publicou um "pensamento de momento" em Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos.


onde dizia 

 

"...Portugal, terá certamente que se ajustar... Definir um Rumo Muito Claro a Bem das Gerações Futuras…"

 

 

 

Em  3  JAN 2009 publicou outro


 

onde dizia

" Neste fase da história de Portugal,  seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial. ...

Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente... daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos... que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis..."


Este é o momento em que Portugal e a Europa precisam de Grandes Estadistas!

 

 

 

Dylan, os seus comentários e observações... são muito bem vindos neste espaço

 

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

 

 

Bomsensoamiguinhos

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

José Sócrates Contra o Negativismo / Boletim Económico - Verão 2010

Jornal de Negócios

 

 

 

Sócrates
"A economia portuguesa
foi a que melhor resistiu à crise.

Basta olhar para os números"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro-ministro exultou a revisão em alta do crescimento económico de 0,4% para 0,9% em 2010 por parte do Banco de Portugal, mas desvalorizou o alerta do supervisor em relação ao efeito recessivo que as medidas do PEC podem ter em 2011.


A comunicação social foi a principal visada pelas críticas de José Sócrates por só falar do que se vai passar em 2011 e nada dizer das boas notícias para 2010. O primeiro-ministro deixa mais uma vez como conselho olhar para os números.

A economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise. Basta olhar para os números”, sublinhou.

Sócrates apelidou ainda de ideia “infantil e politiqueira” os que dizem que só Portugal enfrenta uma crise profunda.

 


 

 

 

Boletim Económico - Verão 2010

 

Texto de Política e Situação Económica | Verão 2010

http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Paginas/BoletimEconomico.aspx

 

 

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2010-2011

Projeções para a Economia Portuguesa: 2010-2011
pdf 951 Kb

 

 


DN Economia

Hoje

PREVISÃO

Portugal ameaçado por nova recessão em 2011

Boletim de Verão do Banco de Portugal diz que há mais de 50% de hipótese de o País registar um crescimento negativo

 

 

Há uma hipótese superior a 50% de Portugal voltar a entrar em recessão já em 2011. É esta uma das principais conclusões do Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal (BdP), ontem divulgado, e que revê em baixa a evolução económica do País para 2011, admitindo mesmo um cenário de crescimento negativo. Segundo o documento, as expectativas de crescimento do PIB para o próximo ano fixam-se nos 0,2%, contra os 0,8% avançados pela instituição, agora presidida por Carlos Costa, no Boletim anterior.

 

"Uma variação negativa do PIB em 2010 tem uma probabilidade inferior a 15%, mas sobe para um valor acima de 50% em 2011", pode ler-se no Boletim do BdP, que assinala que há 63% de "probabilidade de o crescimento do PIB ficar abaixo das actuais projecções. Apesar do cenário negro traçado para o próximo ano, o BdP reviu em alta as previsões de crescimento para este ano, de 0,7 para 0,9%.

 

Segundo o Boletim de Verão, o aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA deverá aumentar a inflação em 0,4% em 2010 e 2011. "Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais", esclarece o banco central no primeiro estudo emitido sob a liderança de Carlos Costa. As contas da instituição central apontam para que, em 2011, a maioria das variáveis do PIB analisadas esteja em terrenos negativos: o consumo deve cair (-0,9%), assim como investimento (-1,6%). Já as exportações deverão crescer, mas ainda assim irão perder força face às estimativas adiantadas para 2010, avançando apenas 3,7% em 2011, reflectindo um arrefecimento generalizado da procura externa relevante dirigida ao País.

 

No documento, o Banco de Portugal adianta ainda que o rendimento disponível real das famílias deverá cair 1,3% já este ano e abrandar para 0,8% em 2011. Isto após se ter verificado um aumento de 1,9% no ano passado. De acordo com a instituição, esta queda do rendimento disponível real deverá ser provocada por um "ajustamento dos salários reais às condições adversas no mercado de trabalho".

 

 


 

OJE

ECONOMIA

12/07/10, 15:04
OJE/Lusa

 

 

Primeiro boletim económico de Carlos Costa

sai na terça-feira

 

 

O Banco de Portugal divulga esta terça-feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois de o Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

No último boletim económico o ex-governador e agora vice-presidente do Banco Central Europeu reviu em baixa as perspectivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.

 

 

As estimativas do banco em Março apontavam para um crescimento de 0,4% este ano e de 0,8% no próximo.


Esta revisão vinha em linha com as declarações de Vítor Constâncio, por ocasião da divulgação do Boletim Económico de Inverno, em que admitiu uma revisão em baixa do crescimento em 2010 para perto de metade dessa previsão.


No Relatório de Orientação da Política Orçamental (ROPO) o Governo manteve a sua previsão de crescimento de 0,7% em 2010, mas reviu em baixa a previsão para 2011, de 0,9 para 0,5%.


O Boletim Económico de Verão que será apresentado esta terça-feira fica ainda marcado por ser o primeiro sob a liderança de Carlos Costa, que tomou posse como governador do banco central no dia 7 de Junho.


O documento, além de revelar as projecções detalhadas para este ano e para o próximo, contém também textos de política e situação económica. Vítor Constâncio recordou antes de sair de governador, mas já com a confirmação do seu novo posto, que quando voltou ao banco, em 2000, teceu duras críticas à política orçamental do Governo da altura, que considerou demasiado expansionista, no último boletim do ano.


As projecções entre as diferentes organizações têm ficado marcadas por um maior contraste no que diz respeito aos números apontados a 2010, sendo mais semelhantes nos respeitantes ao próximo ano.


Para 2010 o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 0,3%, já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) projecta um crescimento de 1%, e a Comissão Europeia de 0,5%.


Para 2011 a variação nas projecções é menor: FMI prevê um crescimento de 0,7%, igual à da Comissão Europeia, e a OCDE de 0,8%.

 

 


Visão

Lusa - Esta notícia foi escrita
nos termos do Acordo Ortográfico
14:04 Segunda feira,
12 de Jul de 2010

 

 

Banco de Portugal: Primeiro boletim económico de Carlos Costa publicado terça feira

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.


No último boletim económico, o ex governador e agora vice presidente do Banco Central Europeu, reviu em baixa as perspetivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.


As estimativas do banco em março apontavam para um crescimento de 0,4 por cento este ano e de 0,8 por cento no próximo.

 


 

Exame Expresso

Lusa

9:35 Segunda feira,

7 de Junho de 2010

Carlos Costa assume Banco de Portugal

Economista Carlos Costa deixa a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento para suceder a Vítor Constâncio no cargo de governador do  Banco de Portugal.

 

Carlos Costa sucede a Vítor Constâncio

na liderança do banco de Portugal

Alberto Frias

 

Carlos Costa é hoje indigitado como novo governador do Banco de Portugal pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sucedendo a Vítor Constâncio na liderança do supervisor. A cerimónia de tomada de posse já decorre no salão nobre do Ministério das Finanças.

 

O economista Carlos Costa, que saiu da vice-presidência do Banco Europeu de Investimento onde estava desde outubro de 2006, foi nomeado pelo Governo a 23 de abril para suceder a Vítor Constâncio, que deixou a liderança do Banco de Portugal, depois de 10 anos em funções, para assumir por sua vez a vice-presidência do Banco Central Europeu.

 

Carlos Costa, 60 anos, licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto em 1973, tem uma vasta experiência no setor bancário e na integração de Portugal na Comunidade Europeia.

 

Foi também membro do conselho de administração e diretor executivo da Caixa Geral de Depósitos entre 2004 e 2006 e ocupou idêntico cargo no Banco Nacional Ultramarino (BNU) e no Banco Caixa Geral (Espanha).

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:40
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

José Saramago: Falsa Democracia

 

 

Economía contra Democracia

 

José Saramago - falsa democracia


:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:25
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

05-04-2010 12:44

 

 

Blogger

 

 

 

 

 

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

Paulo Pinto

 

 

O “rating” de Portugal baixou. Quem teve poder para isso foi a Fitch que o passou de AA+ para AA-. Através do seu responsável para os Mercados Emergentes, a Fitch afirmara recentemente que a comparação entre Portugal e a Grécia era demasiado simplista e o “rating” de Portugal significativamente superior.

 

As grandes agências de “rating” são americanas mas a Fitch é controlada pelos franceses da Fimalac.

 

As agências de “rating” já ameaçaram os Estados Unidos, como o fizeram com Portugal e outros países da Europa, mas com os EUA vão ficar só pelos ameaços. O que as agências de “rating” pedem aos Estados Unidos é o mesmo que pedem a Portugal, ou seja, que gastem menos.

 

Imagino que os países que compram a incessantemente crescente divida americana, e assim se tornam seus credores, também devem querer que os Estados Unidos gastem menos. A pergunta que fica é: porque é que então os Estados Unidos não gastam menos e ao contrário cada vez gastam mais?

 

Como cidadão responsável, gostaria de não ter que ver uma baixa no “rating” dos Estados Unidos porque isso traria certamente o caos aos mercados financeiros. Os EUA são o maior devedor do mundo. Devem, inclusive, mais que todos os outros países juntos. Os impactos colaterais são incalculáveis, talvez o fim do mundo como o conhecemos, mas estar dependentes das agências de rating... A notoriedade e relevância das agências de “rating” é totalmente imerecida, pelo que não é uma questão de regulamentação que pode resolver o problema, dado que é todo o modelo de negócio que é malicioso muitos dirão corrupto.

 

Os escândalos começaram no início do milénio com a Enron, a empresa que a revista “Fortune” apelidou de “a companhia americana mais inovadora”, durante seis anos consecutivos. Em 2000, cotava a 84 dólares, e um ano depois estava a 26 cêntimos. Foi à época a maior falência da história da América com activos de 65 mil milhões. As agências de “rating” foram acusadas de serem muito lentas a actuar, porque só o fizeram no último mês de vida da empresa, tendo argumentado com o factor “prudência”.

 

E foram-no em 2002 quando se deu o caso Worldcom, a segunda maior empresa de telecomunicações dos Estados Unidos. Em Abril, as agências de “rating” começaram a falar; em Maio, começaram a baixar o “rating”; em Julho, estava falida. Estava batido o recorde da maior falência da história com 104 mil milhões de activos.

 

Ainda em 2002, as agências de “rating” fizeram uma alteração aos seus conceitos-base, que se tornou muito importante na análise aos bancos.

 

Passou a ser considerado como valor para os bancos a noção de que os governos e os bancos centrais  (com a designação de intervenção externa)  não poderiam deixar cair os bancos mais importantes. Nesta peugada, os bancos dos diferentes países viram o seu “rating” melhorado. Nem tudo o que fizeram foi errado, porque, neste ponto, como se sabe estiveram absolutamente certas, houve efectivamente intervenção dos Governos. Onde estiveram erradas foi ao não terem previsto que alguns bancos poderiam vir a ser maiores que os bancos centrais dos respectivos países. Tal resultou na falência, por exemplo, do Banco Kaupthing Islandês, que era bem maior que o Banco Central da Islândia. Não serviu de nada o Kaupthing ter o maior “rating” possível AAA, a falência foi o caminho.

 

2003 foi o ano em que as agências de “rating” descobriram a verdadeira mina que era o “subprime”, ao colocar o seu selo de “aprovado”,  enquanto transformavam produtos financeiros medíocres em produtos AAA. O prémio Nobel Joseph Stiglitz, professor na Universidade da Columbia, chegou a afirmar que via as agências de “rating” como o factor principal da crise produzindo a alquimia necessária para transformar produtos de investimento modestos em produtos de “qualidade”. Segundo ele, os bancos não poderiam ter feito o que fizeram sem a cumplicidade das agências de “rating”.''


 

Poderíamos falar da Fannie Mae, da Freddy Mack, empresas que segundo a Reserva Federal estavam bem capitalizadas em Julho de 2008 e ‘’nacionalizadas’’ a 8 de Setembro, mês e meio depois. A seguradora AIG foi o episódio seguinte.

 

Não deixa de ser surpreendente que depois de mais de dois anos a tentar encontrar remédios para a crise em que vivemos nada ainda tenha acontecido a estas empresas de “rating”. Não deixa de ser surpreendente que desde o início do ano retomem um protagonismo despudorado com incidência na divida soberana Europeia.

 

A pergunta que se deve fazer, creio, é simples: estamos todos preparados para o futuro que nos espera sem o contributo das agências de “rating”, ou seremos complacentes o suficiente para continuar a ser vítimas de sociedades de “rating”, que vivem de um estatuto que claramente não merecem, independentemente do que nos possam dizer?

 

Subilnhado / negrito

do Bomsensoamiguinhos

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:45
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Ricardo Sá Fernandes / Caso Bragaparques Desencadeou Conflito entre Juízes e Advogados

 

 

Ricardo Sá Fernandes

 

Indignado

 

Critica o Estado da Justiça

 

por sua vez

Associação Sindical de Juízes

Não Gostou das Críticas

e Admite em Última Instância que a

Ordem dos Advogados Seja Extinta

RTP
2010-04-23 20:21:51

Caso Bragaparques Desencadeou Conflito entre Juízes e Advogados

O Tribunal da Relação absolveu um empresário do crime de tentativa de corrupção, apesar de ter ficado provado que o empresário tentou pagar a um autarca para favorecer um negócio.

Ricardo Sá Fernandes criticou a absolvição deste empresário, mas a Associação Sindical de Juízes não gostou das críticas e admite em última instância que a Ordem dos Advogados seja extinta.

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 19:30
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

TOLERÂNCIA ZERO PARA A CORRUPÇÃO

 

SAPO Notícias

 


publicado por Henrique Monteiro às 04:03

TOLERÂNCIA ZERO PARA A CORRUPÇÃO

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:01
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Sábado, 10 de Abril de 2010

Deputada Estadual Cidinha Campos fala sobre os ladrões da ALERJ

 

 

Cidinha Campos

 

Deputada Estadual

 

 

 

Dia 24-03-2010 a Deputada Cidinha Campos fala sobre os ladrões da ALERJ

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010

Deputados abdicam de voos de luxo

SOL

04 ABR 10

 


Deputados Abdicam de Voos de Luxo

Polémica sobre as viagens continua no Parlamento. Agora há deputados a abdicar de viajar em executiva

 

 

Enquanto a ‘novela’ sobre as viagens de Inês de Medeiros não tem fim, um grupo de deputados do PS decidiu abdicar de viagens de avião em classe executiva para poupar dinheiro e abrir a porta à revisão das regras dos abonos e subsídios dos deputados.


«No contexto económico em que nos encontramos, entendo que devemos dar o exemplo», afirmou ao SOL a deputada Odete João, considerando oportuno que se «discuta de forma mais alargada» o actual regime de ajudas de custos.

 

Também Jorge Seguro, que já viajou a Paris em representação da Assembleia da República em económica, considera «normal que se opte por um transporte mais económico e mais consentâneo com as exigências de contenção».

 

Os deputados têm direito a dois tipos de ajudas de custo: da residência à Assembleia da República e para as deslocações ao seu círculo eleitoral. Todas as viagens que fazem, quer seja para ir a casa (caso dos deputados eleitos pelas regiões autónomas) ou em representação da Assembleia, são em classe executiva.

 

«Não pretendo fazer doutrina, é uma opção pessoal. Achei que devia poupar alguns euros ao Parlamento. Não me custa nada», explicou, por sua vez, o deputado João Galamba, que se estreou em classe económica numa recente viagem a Madrid.

 

Continua...

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=168168



Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:02
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Código de Conduta Ética para Políticos / Guião de Boas Práticas para a Classe Política

JN

00h00m

 

Passos Coelho

Propõe Código de Conduta Ética para

Políticos


foto ARLINDO CAMACHO/GLOBAL IMAGENS
Passos Coelho propõe código de conduta ética para políticos

 

 

ALEXANDRA MARQUES

Propostas de demarcação do PS e da anterior Direcção aprovadas no próximo fim-de-semana

 

O congresso do PSD em Carcavelos deverá ser - é essa a expectativa - "uma convenção à americana", de consagração ao líder eleito.

 

Para marcar a diferença, Passos Coelho tenciona desafiar PS a viabilizar no Parlamento um guião de boas práticas para a classe política.

 

 

Continua ... http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1535996

 

 

◊ ♦ ◊

 

"Guião de Boas Práticas para a Classe Política"

 

 

 

Parece Complicado

...

 

mas

 

Agrada !

 

 

"Propõe Código de Conduta Ética para Políticos"

 

 


Afinal


por enquanto a fase é


"Propõe"

 

 

Há que ter Esperança nos nossos Políticos!


 

bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

 


 

 

Ver

 

QUARTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2009


Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?

 

 

A mentira é geralmente aceite de forma inconsciente. No entanto, é de forma consciente que mais tarde se detectam... talvez por isso se diz que:

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/tag/ética

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:58
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo

 

Presidente da República

aponta motivos de

Preocupação Económica

 

 

 

O desemprego, os efeitos da crise económica, os gastos do país e o desequilíbrio das contas públicas poderão levar Portugal para uma "situação explosiva", afirmou o Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo.
2010-01-01 21:34:08
 
 
Discurso de Cavaco Silva:



Boa noite,

No início deste novo ano, saúdo todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, e desejo-lhes as maiores felicidades para 2010.

Há precisamente um ano, quando falei ao País, referi que 2009 iria ser um ano muito difícil.

Acrescentei, na altura, que receava o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.

E disse também que Portugal gastava em cada ano muito mais do que aquilo que produzia.

Quando proferi estas palavras, não o fiz com um propósito político. Enquanto Presidente da República estou acima do combate político e partidário.

Falo aos Portugueses quando entendo que o interesse do País o justifica e faço-o sempre com um imperativo: nunca vender ilusões nem esconder a realidade do País.

Em nome da verdade, tenho a obrigação de alertar os Portugueses para a situação difícil em que o País se encontra e para os desafios que colectivamente enfrentamos.

Ao longo do último ano, o desemprego subiu acentuadamente, atingindo, no terceiro trimestre, 548 mil pessoas. Quase 20% dos jovens estavam desempregados.

A todos aqueles que, no último ano, perderam o seu emprego ou não conseguiram retomar uma actividade profissional, quero deixar uma palavra de conforto, mas também de esperança. Não percam a coragem.

Mas o desemprego não é o único motivo de preocupação.

A dívida do Estado tem vindo a crescer a ritmo acentuado e aproxima-se de um nível perigoso.

O endividamento do País ao estrangeiro tem vindo a aumentar de forma muito rápida, atingindo já níveis preocupantes.

Acresce que o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim.

Se o desequilíbrio das nossas contas externas continuar ao ritmo dos últimos anos, o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, ficará seriamente hipotecado.

Quando gastamos mais do que produzimos, há sempre um momento em que alguém tem de pagar a factura.

Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva.

Portugal tem de juntar todas as suas forças para inverter esta situação.

Não podemos continuar a ser ultrapassados, em termos de nível de desenvolvimento, por outros países da União Europeia.

De acordo com os indicadores mais recentes, Portugal já baixou para a 19ª posição, estando apenas à frente de oito países da Europa de Leste que aderiram há poucos anos à União.

Tempos difíceis são tempos de maior exigência e de elevada responsabilidade. Para todos, é certo, mas ainda de maior exigência e responsabilidade para os detentores de cargos públicos.

O exemplo deve vir de cima.

O País real, que quer trabalhar, que quer uma vida melhor, espera que os agentes políticos deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas.

É tempo de nos concentrarmos naquilo que é essencial, com destaque para o combate ao desemprego.

Não é tempo de inventarmos desculpas para deixarmos de fazer o que deve ser feito.
Estamos perante uma das encruzilhadas mais decisivas da nossa história recente. É por isso que, em consciência, não posso ficar calado.

Em face da gravidade da situação, é preciso fazer escolhas, temos de estabelecer com clareza as nossas prioridades.

Os dinheiros públicos não chegam para tudo e não nos podemos dar ao luxo de os desperdiçar.

Recordo o que tenho vindo insistentemente a defender.

Nas circunstâncias actuais, considero que o caminho do nosso futuro tem de assentar em duas prioridades fundamentais.

Por um lado, o reforço da competitividade externa das nossas empresas e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira.

Por outro lado, o apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise.

É uma ficção pensar que é possível conseguir uma melhoria duradoura do nível de vida dos portugueses sem o aumento da produtividade e da competitividade da nossa economia.

O reforço da competitividade depende, desde logo, da confiança e da credibilidade das nossas instituições, nomeadamente do sistema de justiça e da Administração Pública.

Devemos apostar, por outro lado, em políticas públicas que promovam uma educação exigente e uma formação profissional de qualidade, que fomentem a inovação, que incentivem os investimentos das empresas no sector dos bens e serviços que concorrem com a produção externa.

Cerca de noventa e cinco por cento das nossas empresas têm menos de vinte trabalhadores.

Sendo esta a estrutura do nosso tecido produtivo, o contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País.

Às instituições financeiras, por seu lado, exige-se que apoiem de forma adequada o fortalecimento da capacidade das pequenas e médias empresas para enfrentarem a concorrência externa.

Se o Estado tem a responsabilidade de garantir a estabilidade do sistema financeiro em períodos de turbulência, os bancos têm a responsabilidade social de garantir que o crédito chega às empresas.

Nos últimos tempos, temos ouvido muitos apelos para que o Presidente da República intervenha activamente na vida política.

No entanto, na lógica do nosso sistema constitucional, não compete ao Presidente da República intervir naquilo que é o domínio exclusivo do Governo ou naquilo que é a actividade própria da oposição.

Portugal dispõe de um Governo com todas as condições de legitimidade para governar, um Governo assente numa maioria relativa conquistada em eleições ainda há pouco realizadas.

O novo quadro parlamentar, aliado à grave situação económica e social que o País vive, exige especial capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa, a que deve corresponder, por parte da oposição, uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade.

Os Portugueses compreenderiam mal que os diversos líderes políticos não se concentrassem na resolução dos problemas das pessoas e que não empenhassem o máximo do seu esforço na realização de entendimentos interpartidários.

Neste contexto, a difícil situação das nossas contas públicas lança um desafio de regime aos partidos representados no Parlamento.

Os custos da correcção de um desequilíbrio das finanças públicas podem ser dramáticos, como o demonstram os exemplos de outros países da União Europeia.

Importa ter presente que Portugal tem já um nível de despesa pública e de impostos que é desproporcionado face ao seu nível de desenvolvimento.

Assim, seria absolutamente desejável que os partidos políticos desenvolvessem uma negociação séria e chegassem a um entendimento sobre um plano credível para o médio prazo, de modo a colocar o défice do sector público e a dívida pública numa trajectória de sustentabilidade.

O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política, que, com sentido de responsabilidade de todas as partes, sirva o interesse nacional.

Não devemos esperar que sejam os outros a impor a resolução dos nossos problemas.


Portugueses,

Neste ano de 2010, iremos celebrar o centenário da República.

Vamos fazê-lo numa conjuntura que é de grandes dificuldades. Mas, precisamente por isso, temos de perceber que a nossa crise não é apenas económica.

É, também, uma crise de valores.

Há que recuperar o valor da família. O esbatimento dos laços familiares tem sido um dos factores que mais contribuem para agravar as dificuldades que muitos atravessam.

Devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana. A ética nos negócios, nos mercados e na vida empresarial, mas também na vida pública, tem de ser um princípio de conduta para todos.

Temos também de restaurar o valor da confiança nas instituições e na justiça. Os Portugueses têm de acreditar que existe justiça no seu País, que ninguém está acima da lei.

Sei que a grande maioria dos magistrados se empenha, séria e discretamente, em fazer bem o seu trabalho.

Neste primeiro dia do ano, importa reafirmar o valor da esperança. Repito aos Portugueses o que lhes disse há precisamente um ano: não tenham medo.

Possuímos uma longa História de que nos orgulhamos, porque no passado não tivemos medo.

E aqui estamos hoje, um Estado democrático que faz parte de uma Europa Unida.

Aqui estamos hoje, em 2010, porque acreditámos em nós próprios e num destino chamado futuro.

Em nome desse futuro, temos de continuar a lutar.

O combate que travamos por Portugal é feito em nosso nome e em nome dos nossos filhos.

Eu acredito em Portugal. Por isso, continuarei a lutar pelo futuro desta nossa terra.

No meio de tantas incertezas, os Portugueses podem ter uma certeza: pela minha parte, não desistirei e nunca me afastarei dos meus deveres e dos meus compromissos.

A todos, um Bom Ano de 2010.
 
 
 
 
♦♦♦
 
Ver:
 
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento
 
http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html
 
SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2009

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

"Temos um défice assustador"

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Domingo, 13 de Setembro de 2009

TVI tem várias leituras políticas

 SIC

05/09/2009

 Situação da TVI

tem várias leituras políticas e trouxe à discussão

Liberdade de Expressão

 

 

 

 O Presidente da República

espera que não esteja em causa liberdade de expressão

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Pensamento - Baptista-Bastos

 

 

 

"Há qualquer coisa de podre,

há qualquer coisa de decadente e de vil neste tempo.

 

Repare-se no rosto dos que estão no poder, e no daqueles que estão preparados para os substituir.

 

Sempre aquelas caras que pouco se alteram.

 

Sempre os mesmos hábitos.

 

Sempre o mesmo sarro da aldrabice, da dissimulação, do desdém por todos nós."


Baptista-Bastos, Jornal de Negócios, em 2009-02-27

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:30
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Provérbio Popular - Quem paga a Crise?

 

Pergunta:

 

 

QUEM

 

Paga esta e outras Crises ... ?

 

Bomsensoamiguinhos

 

 

Resposta:

 

  

 

"Paga o Justo pelo Pecador"

 

 Provérbio popular

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

AR: PS questiona ministro das Finanças sobre aquisição de acção da Cimpor pela CGD

RTP

 

 

AR:
PS questiona ministro das Finanças
sobre aquisição de acção da Cimpor pela CGD
 
 
Lisboa, 20 Fev (Lusa) - O deputado socialista Vera Jardim questionou hoje o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sobre a aquisição de acções da Cimpor pela Caixa Geral de Depósitos acima do valor de mercado.

 

 

Em requerimento hoje entregue na Assembleia da República, Vera Jardim interroga o Governo se "o accionista Estado teve conhecimento prévio da operação efectuada".

 

 

Em caso afirmativo, o deputado socialista quer saber "o que justifica tal transacção", sublinhando que foi noticiada "a aquisição pela Caixa Geral de Depósitos a um investidor privado por um preço por acção superior à cotação média das últimas semanas e com uma cláusula de direito da recompra das acções, no prazo de três anos".

 

 

Também o PCP e o BE já tinham questionado o Governo sobre esta operação, em que a CGD terá comprado 10 por cento do capital da Cimpor 25 por cento acima do valor de mercado, pagando mais 62 milhões de euros.
 
Hoje, o grupo parlamentar do PCP requereu a audição urgente do presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, Faria de Oliveira, na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças.
 
O PCP argumenta que "nos últimos tempos" a CGD tem sido chamada a intervir "na salvação de alguns bancos do sistema bancário" e que "tem tido intervenções incompreensíveis no apoio a alguns grupos económicos e financeiros".
 
Os deputados comunistas querem esclarecimentos sobre as opções estratégicas da CGD, referindo casos de "negociações leoninas de empréstimos" feitos entre empresários como Manuel Fino, Teixeira Duarte, Joe Berardo e José Rendeiro.
 
SMA/SF/ATF.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Pacote anti-crise do PSD

 

Pacote anti-crise do PSD

 

Ferreira Leite

apresenta plano com 20 medidas

de efeito imediato

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Crise económica - Belmiro de Azevedo

 

 

 

 

 

 Líderes sindicais têm feito

 

discursos demagógicos”,

 

diz Belmiro de Azevedo

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Portugal tem que evitar tentação da despesa excessiva

Jornal de Negócios

Publicado 19 Fevereiro 2009  00:01

 

Economia

Fórum para a Competitividade

 
Portugal
tem que evitar tentação da
despesa excessiva
 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo.
 
 
A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.
 

Susana  Domingos
sdomingos@negocios.pt


 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo. A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.

"Portugal dispõe de um orçamento reduzido e de fraca capacidade de endividamento e, por isso, não deve embarcar em quaisquer aventuras despesistas, tão habituais em anos de eleições", afirmou ontem Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade.

O economista Vítor Bento também se mostra preocupado com a insistência de diversos agentes económicos, sobre a "necessidade de aumentar a despesa". "Temos a ilusão de que é o aumento da despesa que nos vai tirar da crise" e essa ideia "é errada", defendeu .

Para o economista Daniel Bessa, com esta crise "saiu a sorte grande ao Governo", que no curto prazo "tem as costas largas devido à crise internacional" para adoptar medidas que "podem sacrificar a economia no longo prazo". O ex-ministro da Economia, considera contudo que "seria suicidário ter uma política fiscal mais expansionista" e "não deveríamos aceitar uma situação de défice superior à dos outros" países da UE, apesar da margem de manobra concedida por Bruxelas. Nesta crise, "o nosso problema só é maior do que o dos outros porque o nosso défice é muito superior. Por isso, defende, "a prioridade absoluta de Portugal só poderá ser exportar".
 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Jorge Sampaio Analisa a Crise

SIC

 

Jorge Sampaio analisa a crise

 

 

 

Jorge Sampaio fala da crise na UE

 

 

 

Ex-PR diz que há risco de “destruirmos o que construímos nos últimos 50 anosA estabilidade do sistema financeiro internacional passa pela realização de uma nova Conferência de Bretton Woods, para que dessa iniciativa saia um "novo quadro institucional", defendeu hoje em Lisboa o ex-Presidente da República Jorge Sampaio

 

O "novo quadro institucional" que deverá sair da conferência "deverá reflectir de forma apropriada os interesses dos países industrializados e também das economias emergentes e das populações mais nobres e que garanta o efectivo apoio ao desenvolvimento", salientou Sampaio, que exerce actualmente funções de Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

As conferências de Bretton Woods estabeleceram em Julho de 1944 as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo, tendo em 1946 sido estabelecidos o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

Jorge Sampaio, que intervinha na conferência de encerramento das celebrações do 25 aniversário do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP), da Universidade Católica Portuguesa, citou o discurso que o vice-Presidente norte-americano Joseph Biden proferiu sábado em Munique, Alemanha, para sustentar que, "sem desenvolvimento para todos, não há paz nem segurança sustentáveis no mundo".

"Por isso, mais do que nunca, importa prosseguir na via do multilateralismo porque enfrentamos problemas de dimensão global que só podem ser resolvidos através de mais e melhor cooperação internacional", disse.

A opção pelo multilateralismo visa aproveitar as "lições da história".

"Tal como em outros episódios passados de recessão, as opiniões associadas ao nacionalismo e ao populismo parecem ganhar novo fulgor e força", alertou.

Jorge Sampaio, que intitulou a sua conferência de "Sinais dos Tempos", sustentou que na actual crise, ao apostar-se no "reforço da cooperação" e na "concertação multilateral", importa começar pela construção europeia, "sob pena de destruirmos o que construímos nos últimos 50 anos".

"De facto, neste tempo de crise aguda, é necessário, mais do que nunca, que os governos não secundarizem as políticas de boa governação da diversidade cultural sob pena de estarmos a criar condições para uma explosão social de consequências políticas imprevisíveis", frisou.

A conferência de Jorge Sampaio encerrou as comemorações do CEPCEP, iniciadas em Fevereiro de 2008 com o cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e prosseguiram em Dezembro passado com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

Com Lusa

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Obama escreve a Cavaco, quer trabalhar em conjunto para edificar "mundo mais seguro"

SAPO NOTÍCIAS

 
 
PR: Obama escreve a Cavaco,
quer trabalhar em conjunto para edificar
"mundo mais seguro"
 
15 de Fevereiro de 2009, 13:37

 

Lisboa, 15 Fev (Lusa)
 
O Presidente da República recebeu esta semana uma mensagem do Presidente dos Estados Unidos, em que Barack Obama reconhece a importância do relacionamento com Portugal e manifesta o desejo de trabalhar com Cavaco Silva para
 
"edificar um mundo mais seguro".
 
"Estou confiante em que poderemos trabalhar em conjunto, nos próximos quatro anos, num espírito de paz e amizade, com vista a edificar um mundo mais seguro. É meu desejo trabalhar com Vossa Excelência nesse esforço e na promoção das boas relações entre os nossos países", lê-se na missiva a que a Lusa teve hoje acesso.
 
Na mensagem, Barack Obama agradece também as felicitações enviadas por Cavaco Silva a 05 de Novembro, quando o novo Presidente dos Estados Unidos foi eleito, manifestando-se muito sensibilizado com a missiva que apreciou "particularmente".
 
Na carta agora enviada ao chefe de Estado português, Barack Obama reconhece ainda existir "um quadro de desafios", que poderão ser melhor enfrentados em conjunto.
 
Por outro lado, salienta ainda o Presidente dos Estados Unidos, também existem "excelentes oportunidades que, se abordadas com eficácia, poderão contribuir para promover os objectivos da nossa aliança".
 
"Ao darmos início à nossa colaboração, estou absolutamente convicto da importância fundamental do nosso relacionamento", acrescenta ainda Barack Obama.
 
Na mensagem enviada por ocasião da eleição de Barack Obama como Presidente dos Estados Unidos, Cavaco Silva tinha também manifestado a convicção de que os "laços de amizade" que unem Portugal e os Estados Unidos e a "estreita cooperação" que caracteriza a relação bilateral entre os dois países nos mais diversos domínios "encontrarão novas oportunidades para se reforçarem e expandirem".
 
Na missiva que enviou no início do Novembro, o Presidente da República tinha igualmente sublinhado o "papel da significativa comunidade de portugueses e luso-descendentes residentes nos Estados Unidos da América", considerando tratar-se de um importante elo de ligação entre os dois países.
 
"Estou certo de que a acção de Vossa Excelência constituirá um contributo determinante para a necessária coordenação de esforços a nível internacional a que obrigam os desafios com que o mundo se confronta. Só assim seremos capazes de ultrapassar os problemas que se nos colocam e de tirar partido das oportunidades que se nos oferecem", lia-se ainda na mensagem enviada por Cavaco Silva ao Presidente dos Estados Unidos.
 
Desde que tomou posse como Presidente da República, em Março de 2006, Cavaco Silva esteve nos Estados Unidos duas vezes: em Setembro de 2008, em Nova Iorque, por ocasião da Abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, e em Junho de 2007, quando abriu em Washington a exposição "Abraçando o Globo: Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII".
 
Nesta altura, em 2007, o chefe de Estado deslocou-se a Boston, Massachusetts, onde se encontrou com o Governador Deval Patrick, reuniu-se com a secção dos EUA do Conselho das Comunidades Portuguesas e visitou as comunidades lusas em Hudson, Fall River e New Bedford (todas no estado de Massachusetts) e, ainda, em Newark, no estado de Nova Iorque.
 
Enquanto primeiro-ministro, Cavaco Silva esteve na Casa Branca, no âmbito de visitas oficiais aos EUA, a convite de três Presidentes norte-americanos: Ronald Reagan, George H. Bush e Bill Clinton.
 
O encontro com Bill Clinton aconteceu pouco tempo antes de os representantes da comunidade luso-americana terem, pela primeira vez, sido recebidos na Casa Branca por um Presidente norte-americano.
 
VAM.
Lusa/fim
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:30
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G7 volta a apelar a estratégia global e reforço do sistema bancário

RTP

Domingo, 15 de Fevereiro 2009

 

 

G7
volta a apelar a estratégia global e
reforço do sistema bancário

 

 

 

Imagem da reunião de Roma, com o presidente do Banco Central Europeu em primeiro plano

Mario de Renzis/EPA

A reunião de Roma do G7 foi desenhada como uma etapa preparatória da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres

 

 

 

O G7 comprometeu-se no comunicado final da cimeira de Roma trabalhar em conjunto para apoiar o crescimento e o emprego e investir num reforço do sistema bancário mundial. O agravamento da crise mundial, responsável pela escalada do desemprego e reflexos proteccionistas, foi o ponto central da agenda dos ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do Mundo, reunidos durante dois dias na capital italiana para definir linhas comuns de acção face à actual conjuntura.

 

"As economias desenvolvidas estão em forte recessão e não há sinais visíveis sobre a eventualidade de em 2009 poder vir melhorar", alertava na véspera Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI.

No final dos trabalhos, os responsáveis das Finanças dos países mais ricos fizeram eco das palavras do chefe do Fundo Monetário e voltaram a insistir na prossecução de uma estratégia global face à crise internacional.

Nesse sentido, a reunião de Roma do G7, desenhada como uma etapa preparatória antes da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres, sublinhou a necessidade de um consenso no encontro que sentará à mesa os países ricos e as principais economias emergentes em busca das grandes linhas para reformar o sistema financeiro internacional.
 

 

Declaração final sublinha curva descendente em 2009
 

Com a promessa deixada no ar para uma estratégia conjunta de apoio ao crescimento, à criação de emprego e ao reforço do sistema bancário, a declaração final da reunião de Roma não esconde que a situação económica deverá continuar a desenhar-se numa linha descendente durante grande parte deste ano.

"A estabilização da economia global e dos mercados financeiros continua a ser a nossa mais alta prioridade", sublinha a declaração dos mais altos responsáveis das Finanças do G7, que acrescentam uma advertência para a tentação de cada país pôr em prática medidas proteccionistas que colocarão em perigo as economias dos países em desenvolvimento e levará, consequentemente, a que sejam as pessoas mais pobres os principais alvos da crise mundial.

Seria também nesse sentido que, na senda de um duro comunicado emitido pelo G7 no Outono, o grupo lançou um apelo à China para que permita a valorização da sua moeda de forma a amenizar os desequilíbrios comerciais internacionais.

Prioridade para o reforço do sistema bancário internacional

O comunicado desta reunião, que marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, apoia ainda os esforços de recapitalização dos bancos levado a cabo pelas autoridades britânicas e norte-americanas no sentido de reforçar o sistema bancário.

O G7 adverte também que deve ser encontrada uma forma de lidar com os activos tóxicos dos bancos, sem contudo indicar qualquer solução para o problema.

A criação de uma estrutura que pudesse absorver os activos tóxicos dos bancos seria "a solução mais simples entre as várias soluções técnicas" para o problema, afirmou Dominique Strauss-Kahn, director do FMI, depois de o fundo monetário ter definido como uma prioridade estas preocupações com o sistema bancário global.

"Deve explicar-se que é preciso voltar a pôr de pé um sector financeiro que funcione, não certamente para salvar os accionistas mas porque a economia moderna precisa de um sector financeiro que funcione", declarou Strauss-Kahn, para deixar um aviso: "Os bancos que não são viáveis deverão ser tomados por outros ou encerrados".

 

Paulo Alexandre Amaral, RTP
2009-02-14 17:36:41

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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