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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Marvão considerada uma das 25 vilas secretas da Europa

RTP

2010-06-08

09:49:36

 

 

Dois Guias de Viagem na Internet consideram Marvão como um dos dez melhores segredos do Mundo e uma das 25 Vilas Secretas da Europa.

 

O número de turistas tem vindo a aumentar, mas a vila do norte alentejano queixa-se da falta de promoção por parte das autoridades centrais.

 

 

♦ ♦ ♦

 

VER:

 

QUINTA-FEIRA, 5 DE FEVEREIRO DE 2009

Junta de Freguesia da Beirã - Marvão 03 - O Megalitismo

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/80934.html

:
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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

Professor António Barreto comenta A PORDATA

SIC

Plano Inclinado

17/05/2010

 

 

Mário Crespo, João Duque e Nuno Crato convidam o Professor António Barreto para conversarem sobre a PORDATA.

 

A PORDATA e uma Base de Dados de Portugal Contemporâneo, foi organizada pela FFMS, Fundação Francisco Manuel dos Santos.

 


 

 

Ver:

 

SÁBADO, 31 DE JANEIRO DE 2009


Opinião - António Barreto - Habituámo-nos a Tudo

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/70506.html

 

 

♦ ♦ ♦

 

TERÇA-FEIRA, 23 DE FEVEREIRO DE 2010


Pordata permite perceber a evolução do país nos últimos 50 anos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/172536.html

 

 


 

 

 

Pordata

 

PESQUISE DÉCADAS DE INFORMAÇÃO EM 3 OU MENOS CLIQUES

 

 

http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=12

 

 

 


 

 

 

Quer saber Quem Somos?

 


Consultei as páginas da PORDATA


http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=12

 

 

que constitui uma óptima fonte de informação sobre os mais diversos temas, desde a Saúde, Educação, População, Emprego, Habitação, Justiça, Contas Nacionais e do Estado, Ciência e Tecnologia... que através de Indicadores... Contadores... nos permite conhecer mais sobre Portugal com confiança e rigor.

 

A FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS está de PARABÉNS pelo trabalho de extrema utilidade ali desenvolvido.


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Bomsensoamiguinhos


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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Pordata permite perceber a evolução do país nos últimos 50 anos

 

Pordata

permite perceber a evolução do país

nos últimos 50 anos

 

 

 

:
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

Praias Fluviais com Apoio do ISN

 

 

 

Fragas de S. Simão

 

retirado da internet

 

 

 

 

Aldeia Ana de Aviz

 

retirado da internet

 

 

 

 

Louçaínha

 

 

retirado da internet

 

 

Portugal

 

Coimbra

 

 

 

 

 

Distrito de Leiria

 

 

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Socorros a Náufragos - Só Figueiró dos Vinhos e Penela Pediram Apoio

 

SOL

19-JUL-2009

 

Socorros a náufragos
Câmaras ignoram apoio do ISN
 
Por Emanuel Costa
 

Só os municípios de Figueiró dos Vinhos e Penela pediram apoio, este ano, ao Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), para preparar a época balnear, revelou ao SOL Nuno Leitão, porta-voz da da instituição, numa notícia publicada esta sexta-feira na edição impressa. Neste domingo houve mais uma vítima

 

 

Em Figueiró dos Vinhos, concelho a norte de Leiria, a câmara municipal pediu ao ISN uma auditoria a duas praias fluviais, a das Fragas de São Simão e a de Aldeia Ana de Aviz. Já Penela, no distrito de Coimbra, quis que a praia da Louçaínha fosse integrada no arranque da campanha nacional do ISN, ‘Verão campeão’, de sensibilização para a segurança na prática balnear.
 
«Nós podemos fazer estas auditorias, formações ou campanhas de sensibilização em qualquer lado. Estamos disponíveis», explica o comandante Nuno Leitão, mas lembra que nas zonas onde o ISN não tem jurisdição, só deverá ou poderá actuar «após pedido».
A jurisdição sobre as praias fluviais portuguesas é complexa e muito dispersa, pois o ISN, instituto dependente da Marinha, só controla as zonas costeiras e as praias dos principais rios: Minho, Douro, Tejo (até Vila Franca de Xira) e Guadiana, que representam cerca de 130 km. As restantes estão sob a tutela das cinco administrações das regiões hidrográficas, do Serviço de Protecção da Natureza, da GNR, e ainda das câmaras municipais. Estas praias podem estar ou não aprovadas pelos Ministérios da Defesa e do Ambiente – 48 foram licenciadas este ano –, mas isso não implica que as recusadas estejam interditas a banhistas.
Por outro lado, o ISN é o órgão regulador que define e apresenta «as regras gerais da prática balnear, costeira ou fluvial», e «a única entidade que  forma os nadadores salvadores», destaca Nuno Leitão. O bom funcionamento das zonas de praia fluvial, quer a nível de condições e segurança da água e areal, quer relativamente à existência e qualidade dos apoios de primeiros-socorros, dependem das regras estipuladas pelo ISN. É esta entidade que tem as melhores meios para avaliar todos estes factores.
Uma maior aproximação ao ISN é defendida também pelo vice-presidente do Instituto da Água. Segundo Rocha Afonso, «essa aproximação é fundamental, pelo que as formas de colaboração devem ser aprofundadas face aos acontecimentos que se vão verificando». O mesmo responsável afirma ainda que os concessionários das praias também têm de ser responsabilizados.
Prevenir acima de tudo
Nuno Leitão afirma que a campanha de sensibilização do ISN deste ano terá abrangido 70 mil crianças nas escolas. O patrocínio da operadora móvel Vodafone permitiu também dotar as praias de telemóveis e bóias com um número de emergência. Mas apesar destas campanhas chegarem também a pessoas que frequentam praias fluviais, o porta-voz do ISN recorda que os perigos de uma praia fluvial «são completamente diferentes» . As lamas, os obstáculos escondidos no fundo, a profundidade da água, a pouca flutuação por ser água doce e até a temperatura mais fria da mesma, são características para as quais a sensibilização deve ser feita de forma diferente.
Quanto a nadadores salvadores, este ano o ISN formou mais 2 mil, o que eleva o número total para 6 mil nesta época balnear, embora existam muito poucos nos rios portugueses. Apesar do aumento gradual do número de vigilantes, Nuno Leitão prefere destacar a sensibilização como melhor arma de prevenção de acidentes ou mortes, porque «é humanamente impossível garantir a presença de vigilantes em todo o lado e a segurança passa muito pela atitude e conhecimento das pessoas» .
 
emanuel.costa@sol.pt
♦ ♦ ♦
 
Fragas de São Simão
 
foto retidada da internet

 

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Guimarães - Capital Europeia da Cultura em 2012

RTP

2009-07-15 14:24:54 

 

Guimarães
espera mais de um milhão e meio de
Visitantes
 
 
 
O projecto "Guimarães - Capital Europeia da Cultura 2012" foi ontem apresentado à cidade. A programação vai ter perto de 500 eventos culturais.
 
⇔⇔⇔

 

 

 

⇔⇔⇔

 

ver

 

Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

 

 

 Portugal - Guimarães - Berço de Portugal

  

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/43245.html

 

 

 

 
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Reis de Portugal - Apresentação

 

 Vídeo

Apresentação da Colecção

Reis de Portugal

 

 

 

 

 

Magnífica série em 36 DVD, com assinatura do Prof. Veríssimo Serrão, comentários de D. Duarte de Bragança e uma apaixonante apresentação do Coronel Fernandes Henriques. Uma colecção obrigatória editada pela Filmes Unimundos II.
 

 

 

 ♦♦♦

 

 

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Portugal - Guimarães - Berço de Portugal

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Vídeo - Historia de Portugal em 7 minutos
 Historia de Portugal

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/84519.html

 

 

Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Vídeo - Grande Portugal
 HISTÓRIA

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/84407.html

 

 

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Vídeo - Descobrimentos

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/69524.html

 

 

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Uma das Maravilhas de Portugal
 MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/44072.html

 

Sábado, 24 de Janeiro de 2009
Portugal - Viana do Castelo - Santa Luzia

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/59935.html 

  

 
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
Megalitico - Portugal
Evora, Alentejo 

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/81227.html

 

 

 PESQUISE NO BLOG

 

 

 

 ♦♦♦
 

 

 

 

 
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Madredeus - O Pastor

 

Madredeus

 

O Pastor

 

 

 

From album Existir (1990)


Ai que ninguém volta
ao que já deixou
ninguém larga a grande roda
ninguém sabe onde é que andou

Ai que ninguém lembra
nem o que sonhou
(e) aquele menino canta
a cantiga do pastor

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
deixa a alma de vigia
Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
acordar é que eu não queria
.

 

 

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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Fundação Calouste Gulbenkian - LISBOA

 

Fundação Calouste Gulbenkian

 

 

Fundação Calouste Gulbenkian

 

www.gulbenkian.pt/index.php

 

 

Fundação Calouste Gulbenkian
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa

Telf: 21 782 3000
Fax: 21 782 3021

info@gulbenkian.pt

Horário de funcionamento:
De segunda a sexta-feira das 9h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30

Transportes públicos:
Metro: S. Sebastião (linha Azul)
Autocarros: 16, 718, 726, 742, 746, 56


Gabinete de Comunicação:
Tel: + 351 21 782 3217
Fax: + 351 21 782 3027
 

Actividades Educativas:

DESCOBRIR…
Programa Gulbenkian Educação para a Cultura
Informações e Reservas para todas as actividades educativas
(mais novos e adultos)
De Segunda a Quinta-feira das 10h30 às 12h30 e das 15h00 às 17h00
Tel: +351 21 782 3800
Fax:  +351 21782 3014
Email: descobrir@gulbenkian.pt e descobrirmarcacoes@gulbenkian.pt

 

 

Serviços Centrais
centrais@gulbenkian.pt

Belas Artes
bartes@gulbenkian.pt

Música
musica@gulbenkian.pt

Saúde e Desenvolvimento Humano
saude@gulbenkian.pt

Ciência
ciencia@gulbenkian.pt

 
Educação
educa@gulbenkian.pt
 
 
 


 

 

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Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Portugal - Porto - Património

 

Porto

 

 

 

 

Cidade do Porto (2008)
http://jorgetavares.planetaclix.pt 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagens da Internet
 
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Vídeo - Historia de Portugal em 7 minutos

 

 

 

Historia de Portugal

em 7 minutos e 17 segundos

 

 

 

turbolento

www.youtube.com/user/turbolento

  

apesar do som não estar as melhores condições

Vale a pena perder 7 minutinhos

 

 

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Vídeo - Grande Portugal

 HISTÓRIA

 

Grande Portugal

 

 

 

 

Alguma da historia de portugal.
"O pequeno Grande País q DEU o Mundo ao Mundo!"

os meus agradecimentos ao imperialguard e ao cagonisso pois sem eles nao seria possivel. Obrigado :) SpringField911
23 de julho de 2008
Categoria:  Entretenimento
 
 

 

 

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Megalitico - Portugal

Portugal

Evora, Alentejo

 

 

 


Visited twice with olive harvest group.
From Wikipedia:
 

The Almendres Cromlech megalithic complex near Guadalupe, Évora, Portugal, is one of the earliest public monuments. It is the largest existing group of structured menhirs in the Iberian Peninsula, and one of the largest in Europe.
 

This megalithic monument originally consisted of more than one hundred monoliths, some of which have been taken away for other uses. A recent dig showed that the complex had undergone several building phases during the neolithic period (5000 - 4000 b.c.).
It was found rather late, in 1964.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Junta de Freguesia da Beirã - Marvão 03 - O Megalitismo

 

O Megalitismo

 

 

 

 

 

♦ ♦ ♦

 

 

O Megalitismo Alentejano

 

 

Imagem retirada de

 

megapaisagens.blogspot.com/

 

 

 

 

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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Portugal - Aveiro - A Veneza de Portugal

 

 

Aveiro

 

A Veneza de Portugal

 

 

 

 

 

 

 

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Portugal - Aveiro - Praia

 

Portugal

 

Aveiro

 

 

 

 

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Aveiro - mapa

 

Aveiro

 

 

 Imagens da Internet

 

 

Imagens da Internet

 

 

Imagens da Internet

 

 

 

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Portugal - Aveiro

 

Portugal

 

Aveiro

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Poema - FLORBELA ESPANCA - Árvores do Alentejo

 

 

 

Árvores do  Alentejo

 

 

Horas mortas... Curvada aos pés do Monte
A planície é um brasido e, torturadas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a benção duma fonte!

E quando, manhã alta, o sol posponte
A oiro a giesta, a arder, pelas estradas,
Esfíngicas, recortam desgrenhadas
Os trágicos perfis no horizonte!

Árvores! Corações, almas que choram,
Almas iguais à minha, almas que imploram
Em vão remédio para tanta mágoa!

Árvores! Não choreis! Olhai e vede:
Também ando a gritar, morta de sede,
Pedindo a Deus a minha gota de água!

 

 Florbela Espanca

 

 
  
Fotos retirada da Internet
 

 

 

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Alentejo - Concessão do IP8 entre Sines e Beja

 

Correio da manhã

01 Fevereiro 2009 - 00h30
 

Alentejo
 
Concessão do IP8 entre Sines e Beja
 
 
640 milhões para novas estradas
 
 

A concessão da estrada que vai cortar o Baixo Alentejo na horizontal foi ontem assinada em Ferreira do Alentejo.

 

Até Janeiro de 2012, 344 quilómetros de novas vias – incluindo o IP8, com perfil de auto-estrada e portagens, entre Sines e Beja – serão construídos, com um custo total de 690 milhões de euros.

Ao longo de 36 meses, a adjudicatária, Estradas da Planície, consórcio composto pela Edifer, Iridium, Dragados, Tecnovia e Conduril, vai aplicar verbas vindas de financiamento bancário, incluindo o Banco Europeu de Investimento e das Estradas de Portugal.

 

 ♦♦♦

 

Sines

 

 

Imagens retiradas da internet

 

 

 

 Beja

 

 

  

 

Imagens retiradas da internet

 

 

 

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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

FADO - MARIZA

 

MARIZA

 

 

Fado of portuguese fado singer mariza's new album "Transparente"

 

 

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Portugal - Que Misão! (Eurico Ribeiro)

 

 

 

Eurico Ribeiro

March 20th, 2008

www.grifo.com.pt/index.php
 
 
 
A época sombria em que vivemos tem sido paradoxalmente um motor de esperança e virtude do aparecimento de muitos indícios que levam à redescoberta do país onde nascemos, dos nossos antepassados e das verdadeiras potencialidades que possuímos.
 
Como portugueses que somos, descendentes da “ínclita geração”, espero que sejamos merecedores de levar por diante a missão à qual por destino nos encontramos ligados.
 
Estou de acordo quando se fala da letargia e da falta de esperança que tem assolado o povo Português, eu próprio passei por esse sentimento que durou alguns anos, cujos efeitos espero saber ultrapassar. Esse foi o tempo necessário até compreender o que realmente somos e valemos como povo milenar.
 
É importante começar por referir que este sentimento não é de agora, refiro mesmo que é cíclico: a melancolia e o fatalismo. Curiosamente ou talvez não, o nosso país desde a sua fundação tem apresentado ciclos de queda que põem em causa a sua soberania como nação independente aproximadamente de 200 em 200 anos: 1383 - Crise do Interregno, 1580 – Dinastia Filipina, 1800 – Invasão Francesa e a Guerra Peninsular e 1986 – Adesão à CEE. Mínimos vibratórios, matematicamente falando, durante os quais a alma portuguesa é obrigada a uma longa hibernação… emergindo nessas alturas a “sua mística” pelos nossos utopistas, filósofos e poetas: foi assim com Bandarra, com Luis Vaz de Camões, com o Padre António Vieira, com Fernando Pessoa, com o Agostinho da Silva, bem como muitos outros.
 
Não podemos ocultar o facto de que a adesão à CEE, cuja designação passou por CE e hoje é UE, tem sido uma falácia traduzindo-se na pratica, no princípio do fim das soberanias Europeias, concomitantemente a nossa, com a ratificação do recente Tratado de Lisboa. A mudança da designação acompanhou a alteração de paradigma dado que inicialmente de comunidade de países soberanos, passámos a uma união onde se perfilam já os contornos de regiões. As regiões advêm do provável fraccionamento de alguns países pelas suas idiossincrasias étnico-culturais latentes, que desta feita irão imergir, lutando na defesa da comunidade pela sua autodeterminação cuja força é agora possível face ao enfraquecimento das soberanias nacionais, e o distanciamento de poderes transferidos para Estrasburgo. Mais, a livre circulação de pessoas, no espaço comunitário, com a atracção das melhores inteligências nos locais mais desenvolvidos do ponto de vista económico, irá provocar a médio prazo a miscigenação dos povos com a perda de identidade e o empobrecimento regional ao nível do valor humano.
 
Neste aspecto é relevante a unidade do povo português continental e insular, de modo a que as fronteiras do berço da portugalidade se mantenham inalteráveis em todo o processo que se venha a desenhar. É necessário que se tomem medidas de manutenção e fixação dos melhores indivíduos, na prestação de serviços à sua comunidade, bem como políticas culturais baseadas na história e na missão Portuguesa, a fim da tradição ser de tal modo demolidora que quem decidir ficar entre nós, terá não só de aprender o português, como ter acesso aos nossos costumes e respeitar os nossos valores, tal como acontece nos países nórdicos. Essa unidade só será possível através de um líder natural que se torne o símbolo de união, relembrando a nossa história, projectando-a no futuro.
 
O povo português sofre de atavismos próprios de quem já foi grande… a queda no abismo leva à melancolia e à depressão, esse saudosismo que o Pessoa refere como sendo do Futuro, reflexo de um passado incompleto! O nosso Fado…
 
Contrariamente ao que é referido, o povo Português não é ingovernável (e quando assim se torna, emerge o princípio paradigmático de auto-preservação e de auto-regulação, subjacente a uma sabedoria ancestral de egrégora que funciona como um subconsciente colectivo, tal como o cardume que se movimenta quase por instinto face a um perigo externo), nem se pode dizer que não se pode esperar muito dele! Há um dizer em Sintra que expressa: “Nascer em Portugal ou por missão ou por castigo!” É um facto que o povo Português não nasceu para cumprir as regras dos outros, mas para “andar à frente do mundo”, para dar “novos mundos ao mundo”. Dêem uma missão impossível ao Português e ele é eficiente, dêem-lhe uma rotina e ele desinteressa-se e torna-se improdutivo. Gostaria de pedir aos governantes e gestores para que conheçam o povo que governam ou os trabalhadores que dirigem antes de implantarem as técnicas e métodos desenvolvidos noutros quadrantes pelos gurus da moda, que se têm mostrado ser comprovadamente ineficazes quando aplicados a um povo sobranceiro e milenar como o nosso! E não é com repressão ou pela força que se tira o melhor de cada um – medidas aliás que têm conduzido sempre a convulsões revolucionárias, como que se de um tumor maligno o povo se quisesse ver livre. Tira-se partido deste povo conhecendo e potenciando tão-somente a corda sensível que o projecta e o transcende. Tal foi a capacidade estratégica de São Bernardo de Claraval, levada a cabo pela Ordem do Templo, única potência estratégica que soube como nenhuma outra, levar o povo Português às suas reais potencialidades.
 
É certo que o português gosta de conhecer as novidades porque se posiciona numa perspectiva de descoberta, porque é um povo aberto para o mundo: é filho da original casta Lusitana, mas também do celta, do fenício, do árabe, do judeu e do cristão! É aberto às novidades, mas odeia ser obrigado a viver pelas regras dos outros, porque criou a sua própria paidéia triplamente transmitida pela terra onde nasce, pelos genes dos seus antepassados e pela oralidade dos poetas. O português tem tanto de Vasco da Gama, quanto de D. Henrique quanto de Velho do Restelo. E todos são úteis: o aventureiro que quer dar novos mundos ao mundo, o sonhador e estratega que concebe e planeia, e o ponderado que embora refractário e reactivo o faz por defesa da sua terra natal. No entanto sendo constituídos conceptualmente pelos três, tornamo-nos seres inquietos, pelo paradoxo de que somos reflexo.
 
O português sendo aventureiro e missionário, não pode ser materialista no seu espírito, porque o risco de uma epopeia ou missão, implica o desapego completo, com o limite da sua própria vida! O espírito de desapego do português é tal que nas épocas de governação estrangeirada, desconhecendo a sua ancestral missão ligada à do país onde nasceu, o leva a raiar a traição, tal se encontra motivado a ser um cidadão do mundo. Desse mal padecem as classes governativas e intelectuais infectadas pelo jacobinismo, pelo positivismo da revolução francesa de 1800 cuja continuidade atravessou dois séculos até ao europeísmo actual.
 
Do “ser português original” excluo obviamente o indivíduo mesquinho e de visão curta, que se alimenta da corrupção, porque parasitas os há em todos os quadrantes e latitudes e não respeitam nenhuma terra que pisam. Excluo o novo-rico com as suas manias e preconceitos que o manterá para sempre tão pobre e desligado interiormente como nasceu. Tem vergonha da sua condição, projectando a sua inferioridade no povo de que faz parte, mas que não reconhece. Refiro-me sim aqui ao português de alma e coração: desde o inovador cosmopolita, mas conhecedor da sua missão, ao português profundo enraizado na terra dos seus antepassados, o indivíduo estreitamente ligado à terra, ao ser autêntico, rude de mãos e caras fendidas temperado pelo sofrimento, pelas alegrias e pelos elementos, mas com um conhecimento empírico tal, que muitas vezes mancha o manto sobranceiro do académico.
 
O Português é um Homem livre, preparado para a incógnita, para o desconhecido que o empolga, que o agiganta e que em suma o liberta, não para a rotina, para o conhecido, para as regras dos outros que o aprisionam, o asfixiam e o condenam a uma morte lenta… A sua reacção no presente é claramente de renúncia às regras impostas, ao sentimento de saudosismo, na esperança de ver renascida das cinzas, projectada no futuro a missão vanguardista de quinhentos que foi somente sua.
 
Deste modo, Portugal reúne todas as possibilidades de cumprir a profecia do Quinto Império: estamos a entrar numa nova Era, que levará a sociedade à imaterialidade. Este aspecto já é vislumbrado por variadíssimos indícios, se podem resumir em dois paradigmas, um respeitante ao Homem (lembro aqui da 3ª vaga de Alvin Tofler…), e outro ao meio em que vive – o Ecossistema.
 
No primeiro vem-me à memória a sucessão dos sectores de actividade que nos acompanham desde os primórdios do homem sobre a Terra: o sector primário com a caça, pesca e agricultura que é já uma actividade de transição ao sector secundário que aparece mecanizado nos finais do século XIX com a revolução industrial. O sector secundário é uma actividade de transformação efectiva da natureza, cuja necessidade proveio inicialmente da conservação dos produtos perecíveis do sector primário e da criação de novas ferramentas e utensílios auxiliares à actividade do Homem. O sector terciário aparece na segunda metade do século XX que se destina aos serviços, sendo alavancado pelos sectores anteriores, os quais transitam de uma produção alicerçada nos produtos a uma aproximação cada vez maior às necessidades de mercado dos indivíduos. Actualmente vivemos no sector quaternário que se caracteriza pela Era das tecnologias da informação e conteúdos, que cumprem as necessidades de uma sociedade global. Do futuro espera-se que isto venha a suceder na Era quinquenária do “Wellfare” ou do bem-estar. Os impérios da história acompanharam todos estes sectores, e impuseram paradigmaticamente a mudança.
 
As organizações seguiram esta tendência, tendo actualmente o primado das marcas, das ideias, dos conteúdos e da informação. Substituiu-se a materialidade empresarial centrada no produto e nas organizações rígidas do tipo familiar ou estatal, cujos activos (corpo material) se vêem disseminados por um conjunto indefinido de novos donos, accionistas. A personalidade e identidade, em suma a alma destas organizações, reside agora só e apenas na marca, cuja mobilidade é tal que pode mudar de corpo, e de donos.
 
A Internet tem substituído a materialidade dos livros, das bibliotecas, dos suportes multimédia e as empresas. Grande parte do trabalho é hoje executado em suportes imateriais, cada vez mais o trabalho do homem reside nas ideias, na criatividade e na mudança, mais balanceado para o pensar e menos para o fazer…
 
No segundo paradigma, o do Ecossistema, tem-se verificado e propagado aos quatro ventos que os três primeiros sectores de actividade, são extremamente lesivos ao equilíbrio dos recursos naturais, daí que a actividade económica tenha de transitar rapidamente ao plano das ideias e da alta finança, saindo do âmbito do plano físico. Desde que se articulem estratégias sustentáveis de manutenção das necessidades básicas de subsistência das sociedades, a actividade ou o negócio do Homem transitará para o mundo criativo das ideias, suportado através de meios virtuais, que colidam o mínimo possível com o ecossistema.
 
Deste modo, a harmonização dos dois paradigmas prevêem a salvaguarda do equilíbrio Natural e a sustentabilidade das Sociedades do Homem que, sem as obsessões actuais, se tornam num cumprimento absoluto das Leis do Equilíbrio – ou Leis Divinas. Devo contudo referir, que mais nefasta que a poluição física dos ecossistemas, é a poluição mental dos Homens, ou melhor a falta de Amor Incondicional, do Amor Verdadeiro que é a única Força agregadora e criativa do Universo.
 
Contudo, penso que a real defesa da nossa identidade terá de passar, nesta conjuntura em que se perfila uma amálgama miscigenada de povos, pelo pragmatismo, seguindo o caminho possível. Vejo a aposta na indústria do turismo, a possibilidade de salvaguardar os locais patrimoniais de referência, da nossa história, bem como os usos e costumes. O turismo de habitação pode alavancar o redescobrimento das aldeias históricas e das vilas acasteladas, da agricultura biológica (com as práticas de subsistência ancestrais) e esta da nossa restauração típica e tradicional, bem como dos produtos regionais demarcados com embalagens biodegradáveis. A indústria já não faz sentido porque é onerosa e extremamente poluente, em especial como vimos, numa época paradigmática das tecnologias de informação, que tende a evoluir para o “Wellfare”, mas a agricultura biológica, apesar de ser do primeiro sector, fará sempre parte do futuro (quanto mais não seja pela necessidade básica) caso seja sustentável e não lesiva ao ecossistema, tal como eram os métodos tradicionais utilizados pelos nossos antepassados. Penso deste modo que o caminho de defesa da nossa identidade poderá ser perfeitamente consubstanciado com os paradigmas da sucessão dos sectores de actividade que vimos atrás em harmonia com o ecossistema.
 
«Considerem agora os Portugueses, e leiam tudo o que daqui por diante formos escrevendo com este pressuposto e importantíssima advertência: que, se alguma cousa lhes poderia retardar o cumprimento destas promessas, seria só o esquecimento ou desconhecimento do soberano Autor delas, quando por nossa desgraça fôssemos tão injuriosamente ingratos a Deus, que ou referíssemos os benefícios passados, ou esperássemos os futuros de outra mão que a sua.
 
Prometeu Deus de livrar os filhos de Israel do cativeiro do Egipto, como tinha jurado aos seus maiores, e de os levar e meter de posse da terra da Promissão; (…) se buscarmos no Texto Sagrado as causas deste desvio e dilação (a qual durou quarenta anos inteiros, sendo a distancia do caminho breve, e que se podia vencer em poucos dias) acharemos que foram, três. Agora nos servem as duas, depois diremos a terceira. A primeira causa foi atribuírem a liberdade do cativeiro a Moisés; (…) A segunda, e ainda mais ignorante (sobre ímpia e blasfema), foi atribuírem a mesma liberdade ao ídolo que de seu ouro tinham fundido no deserto. (…) Basta, povo descortês, ingrato e blasfemo! Que Moisés e o vosso ídolo foram os que vos livraram do cativeiro do Egipto?! (…)
 
Mas antes que passemos às outras utilidades, que ficarão para os capítulos seguintes, justo será que fechemos este com a terceira causa do castigo que ponderávamos, a qual refere o Texto Sagrado no cap. XIV dos Números, e pode ser de grande exemplo para outra casta de gente, que são os que a Escritura chama filhos da desconfiança.»

Padre António Vieira em História do Futuro, Cap. II Vol. I
 
Voltando a Portugal, e segundo o P. António Vieira, três aspectos podem impedir que a profecia se cumpra: destruição da concepção do Princípio Divino, anulação do ideal da aristocracia natural e perda de fé do indivíduo em sim mesmo.
No primeiro pode haver o risco das novas gerações perderem a noção da dependência das Leis Naturais (Lex Natura), pela ignorância ou pela arrogância. O falso conhecimento pode levar ao caminho divergente da verdadeira Luz com adoração a falsos profetas e deuses menores da ciência, da política, da finança e dos “media”.
 
Na segunda, a criação e adoração de “bezerros de ouro”: os bens materiais que conduzem ao hedonismo numa sociedade virada somente para o prazer e futilidade. A procura do ter, mais e melhor do que o outro, a ostentação de sinais externos de riqueza, o sentimento de que a sociedade do Homem tem ferramentas prontas a resolver todos os problemas e o autismo com que os privilegiados encaram a sua vida e viram a cara à miséria dos excluídos, sem direitos aos frutos da prosperidade.
 
Na terceira, o eterno recalcamento depressivo a que o português é sujeito desde a infância, levando-o ao complexo de inferioridade pelo nascimento, a desacreditar em si próprio, a pensar que é menos capaz que todos os outros, que é atrasado e que nunca chegará à linha dos povos da frente. O sentimento desde o berço de que nasceu num país pobre e pequeno, e que é filho de um povo atrasado e medíocre. Bombardeado pelos “media”, passando pelo estabelecimento de ensino, à empresa onde trabalha e às conversas de circunstancia, não lhe é permitido que o seu espírito germine e que erga a cabeça. Para isso tem de imigrar, para um sítio onde não seja identificado e anatematizado por ser tão só Português!
 
Para que Portugal possa liderar, por direito próprio, num futuro próximo, o avanço da Humanidade como o fez desde o século XII ao XVI, terá que saber transmutar os agentes internos que se mantêm presos a ideologias e interesses que o aprisionam nestes três aspectos.
 
No primeiro, penso que terá de se mudar o paradigma, criando em todo o português um ideal superior, místico, uma missão, um leitmotiv, uma Paidéia segundo Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa, Agostinho da Silva, António Quadros bem como muitos outros! Terá de seguir uma estratégia de vida que obedeça às Leis Naturais ou Divinas.
 
Na segunda, a educação não para a igualdade castradora, taylorista, mas para a natural separação de indivíduos por capacidades e potencialidades, de tal forma que os que se encontram à frente se tornem nos ideais a projectar nos que estão mais a trás, pelo abnegável exemplo, pelos princípios e em suma pelo valor e não pela falsa imagem que leva os indivíduos das classes inferiores a questionarem os das classes mais privilegiadas. Temos de colocar líderes naturais, equilibrados pela ética natural e pela mais valia técnica e humana, a fim de servirem de força de tracção a toda a sociedade.
 
Na terceira, perceber e mostrar que o povo Português é naturalmente superior ou igual aos outros povos e se não se consegue avançar pelo caminho dos outros é porque ele não nasceu para o fazer, como já referi. Ele nasceu para criar os seus próprios caminhos para lá do impossível, tornando-se no vanguardista, no descobridor, no navegador que dá novos mundos ao mundo!
 
O povo Português, para sobreviver como identidade própria, tem de conhecer exactamente a sua história e perceber sem reactividades nem vinganças, de que a sua raça, a “milenar raça portuguesa” foi condenada desde 1535 à lenta extinção, pela ignorância, castração e amnésia. Paradoxalmente, todos esses movimentos têm, ao contrário do que se possa pensar, tido início dentro da nossa casa. A crise que levou à 1ª união ibérica de 1580 a 1640 e ao império dos Habsburgo, não foi provocada por nenhuma invasão, nem devido ao facto muitas vezes adiantado pelos nossos historiadores ou de idiossincrasias políticas, de que não havia pretendentes ao trono vago, após a morte de D. Sebastião, rei que afinal morre encarcerado nos Limoges em França! A decisão foi consentida pelos iberistas da época, que aproveitando-se da crise política, emergiram o país numa crise financeira a fim de justificarem ao povo a união com Espanha. Desta feita preferiam o rei Filipe II de Espanha (futuro Filipe I de Portugal) a D. António I, neto de D. Manuel I ou a D. Catarina da Casa de Bragança, cujo neto D. João II futuro El Rei D. João IV viria curiosamente a restaurar a independência. Mais, todos os inícios dinásticos das Reais Casas portuguesas se deram através de filhos ilegítimos: na Casa de Borgonha, suspeitando-se que D. Afonso Henriques possa ter sido filho de D. Egas Moniz perfilhado pelo Conde D. Henrique por incapacidade física do filho natural, a Casa de Avis aparece com D. João I, filho ilegítimo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, e por sua vez a Casa de Bragança com o 1º Duque Afonso filho ilegítimo de D. João I e de Inês Pereira. Desta feita qualquer argumentação sobre a legitimidade das sucessões, cai por terra, num país que desde o início em 1149 até 1910 teve uma monarquia muito própria, cuja sucessão era baseada não só com base na hereditariedade, mas no princípio da aclamação popular e das cortes.
 
Assim, a destruição da nossa paidéia por dentro, por uma classe de portugueses “sem berço”, foi consumada através da Espanha que trouxe com ela a Igreja e a Inquisição, pela França de Napoleão que trouxe o racionalismo castrador, pela Inglaterra que se tentou aproveitar do estatuado da “Oldest Ally” e da circunstância da ingovernabilidade do país no período que se seguiu, a consanguinidade e miscigenação estratégica das casas reais europeias que toldaram a nossa missão, enfraquecendo e condenando posteriormente os Braganças (Casa Real periférica e com perigo de afirmação contrária aos interesses europeus que levaram aos dois grandes conflitos mundiais), as forças ocultas e destabilizadoras por detrás da 1ª República – movimento que não reflectia os desejos do povo português na sua maioria alheio a tudo isso, os poderes mundiais materializados pelos EUA e URSS na instabilidade forçada que levou à independência antes do tempo das nossas colónias e finalmente a CEE/CE/UE com o perigo que mais uma vez se avizinha da dissolução total da identidade e independência de um povo milenar. É preciso saber que em todas as épocas de perda de soberania da nossa história, esse processo foi sempre levado a cabo por dentro.
 
Atrevo-me a pensar que as forças destruturantes que se acercaram do nosso país desde 1535, se deveram ao facto da missão portuguesa se encontrar muito à frente da capacidade e mentalidade do mundo nessa época e oposto ao materialismo que se desenvolve alguns séculos depois. Era necessário travar os Portugueses, era necessário que depois de D. Manuel I (que apercebendo-se do fim, se apressa a registar para épocas mais propícias a missão portuguesa nos sólidos livros de pedra do manuelino), a missão nunca mais fosse restaurada, era necessário matá-la de vez, impedindo que D. Sebastião regressasse a casa… Era necessário em suma que o projecto Templário planeado pelo visionário São Bernardo de Claraval – o Porto do Graal – soçobrasse de vez!
 
Deste modo, é de todo necessário que as condições mundiais se deteriorem de tal modo que Portugal volte a ser o centro do mundo material, porque se encontra no centro do “mapa mundi” (posição logística estratégica) e em esperança espiritual, porque é o único país verdadeiramente universalista reflectido no seu povo amistoso e nas armas da sua bandeira.
 
Para isso teremos de estar preparados, para essa eventualidade: essa é a nossa missão! Esse deveria começar a ser o leitmotiv político dos futuros líderes nacionais.
 
 
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Mapa - Lagos - Sul de Portugal

 

LAGOS

 

 

 

Imagens retiradas da Internet

 

 

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Lagos: Centro Ciência Viva recria época dos Descobrimentos

SAPO NOTÍCIAS

 

Lagos
 
Centro Ciência Viva recria época dos Descobrimentos
 
29 de Janeiro de 2009, 22:21
 
Lagos, Faro, 29 Jan (Lusa) - O Centro Ciência Viva de Lagos foi hoje inaugurado, tornando-se no único espaço interactivo dedicado aos Descobrimentos existente em Portugal, onde é possível assistir a uma ponte entre as descobertas do passado e do presente.
 
Dividido em três áreas temáticas, "Os Instrumentos de Orientação e de Navegação", "A Vida a Bordo" e "Comunicações à Distância", o espaço em funcionamento há dois meses e hoje inaugurado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, realça a "forte" ligação daquela cidade algarvia à epopeia das Descobertas.
 
Aquele espaço retrata a importância de Lagos do século XV, como ponto de apoio na busca do desconhecido pelos navegadores portugueses e como "cais" de partida de embarcações que iniciaram a exploração da costa de África.
 
Foram também lacobrigenses - naturais de Lagos -- que aperfeiçoaram as técnicas de construção naval e de navegação.
 
Aquele espaço interactivo, cuja construção foi iniciada há cerca de dez anos, está implantado num edifício de dois pisos, antigo solar setecentista, de traça pombalina, junto à Avenida dos Descobrimentos, com vista privilegiada sobre a Baía de Lagos.
 
O Centro de Ciência Viva de Lagos, é o terceiro do Algarve, a seguir a Faro e Tavira, e o décimo oitavo do País, tendo a sua construção orçado em cerca de 1,5 milhão de euros, financiada em partes iguais pela autarquia com recurso a fundos comunitários.
 
Constituído por vários módulos interactivos, expositivos e de actividades, o centro permite compreender a complexa arte de "orientação", como o quadrante, astrolábio e sextante até ao actual Sistema de Posicionamento Global, vulgarmente conhecido por GPS.
 
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que presidiu à inauguração, destacou a importância dos Centros de Ciência Viva, como espaços essenciais para o desenvolvimento futuro do país.
 
"Estudar mais, designadamente ciências e apreender tecnologias, é essencial para o desenvolvimento", observou o ministro.
 
Acrescentou que Portugal atingiu "finalmente níveis de desenvolvimento científico, o que nos faz ombrear com outros países europeus, como a Espanha", realçando que "isso significa muito mais responsabilidade para o futuro".
 
Segundo o governante, o centro além de espaço de aprendizagem, é também uma oferta de turismo cultural de Portugal, para mostrar "o nosso nível educativo, cultural, científico e organizativo".
 
No centro, os visitantes aprendem a navegar longe da costa, sem perder o rumo, manobrar um navio a vapor, velejar ou testar as suas capacidades para manobrar pequenos barcos telecomandados, a fazer nós utilizados pelos "homens-do-mar" bem como, técnicas de construção de faróis, ponto de orientação para os navegadores.
 
Existem ainda espaços polivalentes, com computadores com ligação à Internet de acesso livre, um jardim e um pequeno auditório ao ar livre.
 
A Caravela Boa Esperança, réplica da embarcação utilizada por Bartolomeu Dias, para dobrar o Cabo das Tormentas, em 1488, propriedade da Região de Turismo do Algarve, actualmente atracada na cidade, faz parte do programa de visitas do centro, onde os visitantes ficam a conhecer actividades da vida a bordo no tempo dos Descobrimentos.
 
O Centro Ciência Viva de Lagos resulta de uma iniciativa conjunta da Ciência Viva, da Universidade do Algarve e da Câmara Municipal de Lagos, com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
 
JPC.
Lusa/fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:58
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Vídeo - Descobrimentos

 

 

Descobrimentos

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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