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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Portugal pode ou não entrar em bancarrota?

O Emigrante / Mundo Português

 

 

 

 

Segunda-Feira, 18 Janeiro de 2010

 

Afinal Portugal pode ou não

entrar em bancarrota?

 

 

Quando um Estado gasta mais do que aquilo que obtém com as suas receitas gera-se nas suas contas aquilo que se chama um défice.

 

Para equilibrar as suas contas e poder continuar a garantir um certo nível de bem estar aos seus cidadãos, tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, como fazem os particulares os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis são atractivos porque rendem a quem os compra uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se um determinado banco ganha o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.


Entretanto, há um mercado activo onde todos os dias o comprador de obrigações pode vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.

O espectro da bancarrota

É por esta razão que as taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações.

 

Existem dois riscos numa dívida do Estado.

 

Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece muito raramente.


Portugal, por exemplo, declarou bancarrota apenas em 1892 e de então para cá tem sido um estado exemplar a cumprir as suas dívidas. A Grécia teve uma bacarrota em 1893 e a Alemanha em 1932. Nessas alturas os Estados deixam de cumprir as suas obrigações com as consequências daí inerentes.


Em segundo lugar, outro risco grande existe quando o Estado para fazer face às suas obrigações resolve imprimir dinheiro, acabando por gerar inflacção. Embora a quantia a pagar pelos produtos seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia-o frequentemente, e por isso, quando o Estado português pedia dinheiro emprestado (ao FMI por exemplo), acabava por pagar uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada a outros países.

Uma questão de confiança

Um dos grandes problemas é que a economia das nações, tal como a das pessoas hoje em dia, assenta na confiança e naquilo que “os investidores pensam” que possa vir a acontecer, e o que é facto é que a partir de 2008 os investidores internacionais punham uma probabilidade séria de Portugal poder via a entrar entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar dinheiro a Portugal, o que forçaria medidas “terríveis” para eliminar totalmente o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos da despesa, tendo que reduzir drasticamente os salários dos funcionários públicos, e segundo mesmo alguns economistas o rendimento social de inserção. Ora isto são de todo medidas altamente impopulares do ponto de vista político que nenhum governo ousa tomar por iniciativa própria.

Crise financeira e contágio

Embora Portugal não esteja a viver um cenário real de bancarrota, nem nas previsões mais pessimistas, os riscos existem sempre e para já fazemos parte de um conjunto de países a enfrentar algumas dificuldades acrescidas por via do aumento da dívida externa. Somos aqui companheiros da Espanha, Irlanda e da Grécia.


Ora ao falarmos de bancarrota o “primeiro candidato” seria precisamente a Grécia que tem, apesar de tudo, uma dívida pública maior do que Portugal em grande parte devido ao descontrolo das contas públicas por causa dos Jogos Olímpicos e a construção do novo aeroporto de Atenas, que endividaram o país em grande ritmo.


Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal.


Pode prever-se com toda a certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio.

Varrer o lixo para debaixo do tapete

Como sempre, quando o problema é sério, surge sempre alguém a varrer o lixo para debaixo da tapete, assobiar para o ar e fingir que não é nada. Grave é quando é o próprio governo a fazer isto e a dar aos cidadãos um optimismo fácil mas falso. Claro que Portugal sendo um país da zona euro, os ricos poderão vir sempre em nosso socorro financeiro, mas isso não permite concluir que os riscos não existam. Se os alemães ou os franceses pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão certamente sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe como são e como custam as medidas para pôr as contas em ordem.

 

Bancarrota: sim ou não?

Provavelmente não entrará mesmo, no entanto é bom que os portugueses tenham consciência que há uns anos atrás a probabilidade de isso poder acontecer era pouco superior a zero e hoje já é bastante mais alta e já estamos publicamente a discutir o assunto.


Quando uma pessoa está afogada em dívidas restam-lhe dois caminhos. Ou passa a ganhar mais dinheiro para pagar as dívidas, ou passa a gastar menos para ficar com mais rendimento disponível para fazer face aos seus compromissos. Ora com os países passa-se a mesma coisa, mas no caso português ganhar mais dinheiro não parece ser solução viável porque há uma década que Portugal não cresce. Também não parece fácil o caminho do simples corte na despesa, mas é o caminho possível para já.


Uma coisa é certa não vale a pena gritar que a culpa tem de ver com os desmandos dos últimos vinte anos. O que tem de ser feito imediatamente é dar um sinal visível que tranquilize os nossos credores, com medidas claras de controlo das finanças e se possível medidas que promovam também o crescimento económico. A não ser assim todos terão de entender que permaneceremos à beira do precipício já a levantar o pé para o “grande e decisivo passo em frente”.



José Manuel Duarte
jduarte@mundoportugues.org

 

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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

António Barreto na Grande Entrevista da RTP

RTP

2011-01-28 13:49:57

 

Se Não Houver uma Grande Reforma

nos Próximos Tempos,

Portugal Corre o Risco de Sofrer uma Revolução

 

 

A opinião é de António Barreto, que ontem esteve na Grande Entrevista da RTP.

O sociólogo aponta graves deficiências no funcionamento da justiça e considera fundamental uma "fortíssima união" entre o Presidente da República e o governo.

http://rtp.pt/play/?tvprog=1436&idpod=50908

 

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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Fórum Económico Mundial - Soluções para a Crise da Dívida na Europa

SIC

26/01/2011

 

 

Fórum Económico Mundial arrancou em Davos com crise da moeda única na agenda

 

A reunião de 2011 do Fórum Económico Mundial arrancou hoje na estância de inverno suíça de Davos. É um local de reflexão sobre soluções para a crise da dívida na Europa, as guerras cambiais e o risco de convulsões sociais.

 

O Fórum de Davos teve hoje início com o debate das novas dinâmicas do poder na economia global, que, no entender da organização e dos participantes, está a deslocar-se para o Oriente e para os países do Sul.

"O que está a acontecer, na realidade, é um desacelerar do mundo Ocidental ao mesmo tempo que os mercados emergentes estão a crescer. É uma mudança completa nos equilíbrios de poder", disse Azim Premji, presidente da tecnológica indiana Wipro.

"Em dez anos, a economia dos países emergentes será igual ou um pouco maior que a economia dos Estados Unidos", acrescentou.

No mesmo painel, o mais alto funcionário chinês no Fundo Monetário Internacional, Zhu Min, defendeu que a recuperação económica mundial está a ser conduzida sobretudo pela China e pela Índia.

"Para os mercados emergentes, o crescimento é muito forte. A China ainda vai conseguir ter cerca de nove por cento, a Índia terá cerca de oito por cento", acrescentou Zhu, antigo vice-governador do banco central chinês.

Martin Sorrell, presidente executivo da WPP, o segundo maior grupo publicitário mundial, resumiu a posição do painel: "Não é só uma passagem de poder do Ocidente para o Oriente, mas também" do Ocidente para o hemisfério Sul.

"Esta é década da América Latina, com o Brasil a organizar o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. E, na Ásia, não é só a Índia e a China, mas também países como o Paquistão, o Bangladesh e a Tailândia".

Fórum arranca à sombra dos atentados de Moscovo

O presidente da Federação Russa, Dmitri Medvedev, afirmou hoje que os organizadores do atentado de segunda-feira no aeroporto de Moscovo pretendiam colocar a Rússia "de joelhos" e frustrar a sua pretensão de captar investimento estrangeiro direto. 

 

 

Mas, "calcularam mal" disse Medvedev ao fazer o discurso de abertura da reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça.

O Presidente russo disse aos líderes governamentais e empresariais reunidos na estância de inverno que o ataque "apenas reforça a vontade (da Rússia) de encontrar uma efetiva proteção internacional contra o terrorismo".

O ataque bombista no aeroporto Domodedovo, o maior dos três que servem a capital russa, matou 35 pessoas e feriu mais de 100 e levou os investidores estrangeiros a questionarem-se ao sublinhar os persistentes problemas de segurança na Federação Russa.

Medvedev enumerou razões pelas quais os investidores devem investir no maior pais do mundo, em termos de território, apesar de a economia se confrontar com corrupção e uma grande dependência do petróleo e dos recursos naturais.

"Estou convencido de que a democracia continuará a desenvolver-se, graças à modernização económica", considerou.

Medvedev admitiu que algumas das críticas da comunidade empresarial internacional feitas à Federação Russa eram "merecidas", enquanto outras eram mal dirigidas.

"Estamos dispostos a receber conselhos amigos, mas não precisamos de lições", acrescentou.

O encontro de Davos, com o tema "Normas Partilhadas para uma Nova Realidade", decorre entre 26 e 30 de janeiro.

 

 


 

Reunião em Davos

destaca importância dos países emergentes

para o crescimento global

 

 

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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

"10 milhões não se deixarão ir ao fundo"

 

 

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

António Pedro Ferreira

 

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)

8:00 Terça feira, 4 de Janeiro de 2011

 

A entrevista com Henrique Medina Carreira foi marcada no pressuposto de que se falaria essencialmente dos aspetos positivos do país.

ex-ministro das Finanças aceitou, escudou-se nos números para rebater a fama de pessimista e disse que Portugal tem solução.

http://aeiou.expresso.pt/10-milhoes-nao-se-deixarao-ir-ao-fundo=f623870

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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

João Lopes comenta a estreia de "A Verdade da Crise" e outras novidades nas salas e em DVD

SIC

Notícias Cultura

11/11/2010

 

 

 

 

 

 

 


 

A Verdade da Crise

 

 

 

Estreias: Inside Job - A Verdade da Crise, RED - Perigosos, Jackass 3D e mais!

Estreias:

Inside Job - A Verdade da Crise, RED - Perigosos, Jackass 3D e mais!

Quinta, 11 de Novembro de 2010

 

 

Inside Job - A Verdade da Crise


As razões que levaram ao surgimento da crise económica, que rebentou em 2008, são enumeradas uma a uma neste trabalho assinado pelo documentarista Charles Ferguson. Com narração do actor Matt Damon, Inside Job - A Verdade da Crise pretende desvendar a "verdade da crise", enumerando as suas causas através de entrevistas a conceituados economistas, políticos e comentadores.

 

No ar fica a ideia de que tudo poderia ter sido evitado.


Veja aqui o trailer do filme Inside Job - A Verdade da Crise

 

 

 

http://aeiou.escape.expresso.pt/muito-bom-cinema/estreias-inside-job-a-verdade-da-crise-red-perigosos-jackass-3d-e-mais:30-1184993

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Sábado, 6 de Novembro de 2010

Primeiro dia da visita oficial a Portugal do presidente da China

SIC

6-11-2010

 

 

 

 

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Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

Carlos Moreno e Ventura Leite: Grandes Empresas Continuam a ser Beneficiadas

SIC

4-11-2010

Carlos Moreno e Ventura Leite

dizem que as grandes empresas

continuam a ser beneficiadas

 

 

 

 

"Não é admissível que um Estado tenha uma clausula de GARANTIA DE LUCROS aos accionistas da EDP no caso dos Portugueses reduzirem o consumo para se defenderem.

Há uma clausula que permite aumentar o tarifário para compensar.

Isto é uma coisa absurda! "

Ventura Leite

 

 

♦ ♦ 

 

 

SIC

Negócios da Semana

04/11/2010

 

Situação Financeira e

Parcerias Público-Privadas

 

 

(entrevista completa)


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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010

António Horta Osório - Entrevista exclusiva à SIC

SIC

3-11-2010

 

 

Entrevista exclusiva a

António Horta Osório

 

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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

ANTONIO BARRETO E MIGUEL SOUSA TAVARES SOBRE ORÇAMENTO

SIC NOTÍCIAS

21-10-1O

 

 

 

ANTONIO BARRETO

MIGUEL SOUSA TAVARES

 

 

ORÇAMENTO

 

 

 

 


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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

CARLOS MORENO DEFENDE SANÇÕES PARA OS RESPONSÁVEIS

SIC

 

 

 

 

 

◊ ♦ ◊

 

 

 

«Como o Estado Gasta o nosso Dinheiro», de Carlos Moreno


«O juiz Carlos Moreno fez mais de 100 auditorias no Tribunal de Contas. Ao longo de duas décadas alertou sucessivos governos para o despesismo público. Agora apresenta todas as contas, todos os números. E as conclusões que tirou»

http://diariodigital.sapo.pt

 


http://diario.iol.pt

28-10-201011:43h

Redacção / Carlos Enes

Alerta:

«Parcerias público-privadas vão custar 2 mil milhões por ano»

 

 

Carlos Moreno,

juiz jubilado do Tribunal de Contas,

diz que problema tem de ser resolvido rapidamente

 

 

Carlos Moreno

 

 

A partir de 2013, os contratos de parceria público-privada previstos pelo Governo vão custar mais de dois mil milhões de euros por ano. Ou seja, uma despesa anual superior ao corte nos salários e ao aumento de impostos anunciado para 2011.

 

Carlos Moreno, juiz jubilado do Tribunal de Contas, considera urgente desactivar esta autêntica bomba relógio que ameaça as contas públicas.


«Entre 2013/2014 e 2024, só com parcerias público-privadas, penso que isto vai passar os dois mil milhões de euros, e sempre para cima, em média anual durante um período de pelo menos dez anos», disse em entrevista à TVI.


Ora, dois mil milhões de euros é o valor dos cortes salariais na Função Pública e do aumento de impostos proposto pelo Governo. Uma renda anual nesse valor é incomportável, sem contar com os juros envolvidos, cada vez mais altos.


«Parar neste momento com todas as parceiras público-privadas (PPP), aconselha o bom senso», advoga Carlos Moreno.


O Orçamento de Estado para 2011 esconde grande parte destes encargos futuros, mas não é credível: «Há aqui um défice de transparência dos reais encargos com as PPP. Eu, enquanto técnico e professor de Finanças Públicas, acho que é imprescindível que o povo saiba, antes de fazer sacrifícios, quanto é que deve, quanto é que o país deve e durante quantos anos vai ter de pagar quanto por ano».


Carlos Moreno foi nove anos juiz no Tribunal de Contas Europeu, mais 15 anos no Tribunal de Contas português. Por isso não se deixa enganar, o que nos espera é muito pior do anunciado pelo Governo.

 

 

 


DESTAK

13 | 10 | 2010   09.13H

 

Juiz Carlos Moreno

defende sanções aos responsáveis

por má gestão do dinheiro público

 

Após assinar mais de 100 auditorias do Tribunal do Contas marcadas por “sistemáticos” e “tremendos” desvios nas obras públicas, o juiz Carlos Moreno defende, num livro a apresentar hoje, que a Constituição preveja sanções por má gestão do dinheiro público.

 

Destak/Lusa | destak@destak.pt

 

“A nível de revisão constitucional devia tornar-se a boa gestão financeira obrigatória quando se decide gastar dinheiro, sobretudo somas mais avultadas, para que quem não seguisse este princípio pudesse ser sujeito a sanções, porque o dinheiro é hoje um bem escasso e caríssimo”, afirmou o autor da obra “Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro” em entrevista à agência Lusa.

 

O novo livro de Carlos Moreno é hoje apresentado oficialmente em Lisboa, pelo presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), João Duque.

 

Juiz conselheiro do Tribunal de Contas (TC) durante 15 anos, Carlos Moreno defende que a divulgação de “toda a verdade sobre as finanças públicas portuguesas” é uma “obrigação do Estado”, mas considera que a “perspetiva política” se tem sobreposto “à verdade técnica, se calhar porque esta é mais dolorosa”.

 

Contudo, sustenta, “a decisão financeira anual não pode deixar de ter em conta a verdade toda do ponto de vista técnico e a projeção desta verdade no futuro”.

 

Carlos Moreno diz que “se não fizermos estes cálculos bem feitos, as gerações futuras, sobretudo a partir de 2014, arriscam-se a que os orçamentos de Estado fiquem quase limitados a orçamentos de gestão de tesouraria”.

 

Após ter assinado mais de 100 relatórios de auditoria do TC que analisaram, entre outros, os gastos com a Expo 98, as SCUT, os estádios do Euro 2004, a Casa da Música, o Túnel do Rossio ou o terminal de contentores de Alcântara, Carlos Moreno diz ter “sistematicamente” concluído por “tremendos erros, falhas e desvios em relação ao que estava anunciado”.

 

“Tudo aquilo que se chama de boas práticas de gestão do dinheiro público não foram tidos em conta. Mas, como a lei não cobre isto, a responsabilidade dilui-se”, disse.

 

Segundo o juiz jubilado, “atualmente não são apuradas responsabilidades” porque a lei orgânica do TC e a própria Constituição apenas atribuem a este órgão fiscalizador do Estado a capacidade de sancionar ilegalidades e não a má gestão.

 

“Em todos estes casos, as auditorias que fiz são de boa gestão e isso não é sancionável pelo TC, só a ilegalidade”, sustenta.

 

Na sua opinião, “quando há derrapagens injustificadas de custos e prazos em parcerias público privadas [PPP] ou em obras públicas deveria não só apurar-se se há ilegalidades, mas também se há desleixo, erros ou falhas graves, e punir os responsáveis com multa ou com reintegração nos cofres do Estado dos prejuízos causados”.

 

Como maus exemplos, aponta as “acentuadíssimas derrapagens” nas PPP (parcerias público-privadas) rodoviárias, ferroviárias e de saúde.

“A Lusoponte foi anunciada como uma PPP a custo zero e tem uma derrapagem de 400 milhões de euros; o Metro do Sul do Tejo tem encargos acumulados para o Estado de 350 milhões; as SCUT já têm encargos acumulados de 15 mil milhões”, alerta.

 

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Cavaco Silva Defende Valorização de Portugal na Cerimónia Militar do 10 de Junho, que decorre em Faro

 

 

SOL
10 de Junho
Cavaco Silva
Defende Valorização de Portugal
«em várias frentes»

O Presidente da República defendeu hoje a valorização do potencial de Portugal «em várias frentes», incluindo a militar, alertando que a redução da capacidade das Forças Armadas tem historicamente coincidido com o aumento das vulnerabilidades

 

 

«Nos tempos que correm, a segurança e a afirmação de um Estado não podem ser prosseguidas de forma isolada. Exigem, no quadro das alianças internacionais, uma aposta crescente na segurança cooperativa e na diversificação das dependências, mas não dispensa a valorização dos recursos, capacidades e competências que lhe são próprios», afirmou o chefe de Estado, Aníbal cavaco Silva, na cerimónia militar do 10 de Junho, que decorre em Faro.

 

Por isso, sublinhou, deve-se «valorizar o potencial do País em várias frentes, incluindo a militar».

 

«Importa ter presente que a redução da capacidade das Forças Armadas tem historicamente coincidido com o aumento das vulnerabilidades nacionais e o enfraquecimento da voz de Portugal no concerto das nações, como Estado soberano e independente», salientou, considerando que «a preservação da operacionalidade das nossas Forças Armadas é, sem dúvida, um superior interesse da Nação».

 

Lusa/SOL

 

 


 

RTP

2010-06-10

14:34:51

Cavaco Silva

diz que sacrifícios devem ser repartidos

Na sessão solene do Dia de Portugal, em Faro, o Presidente da República dirigiu-se ao poder político, a empresários e a trabalhadores de empresas para o estabelecimento de um "contrato de coesão nacional".

 



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Sábado, 29 de Maio de 2010

Manifestação Nacional

SIC

29/05/2010

Trabalhadores

dizem que os salários são baixos e

estão cada vez mais curtos

 

 

 

 

 


 

RTP

2010-05-29 19:20:16

País

CGTP contou 300 mil participantes em manifestação

 

 

O protesto foi convocado pela central sindical. A maioria dos manifestantes são trabalhadores da Administração Pública, que se consideram os mais penalizados pelas medidas do aprovadas pelo Governo.

 


RTP

2010-05-29 20:22:18

País

UGT admite acções de rua caso sejam exigidos mais sacrifícios a trabalhadores

 

 

A união sindical, que esteve reunida em congresso em Aveiro, demarcou-se do protesto da CGTP. Considera que o caminho ainda é pelo diálogo social, mas que se as respostas não surgirem, a luta pode passar pelas acções de rua.


SIC

29/05/2010

Ministra do Trabalho

apela ao diálogo e compreensão dos parceiros sociais

 

 

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Sábado, 22 de Maio de 2010

Crédito malparado bate recorde de 3,89 - Incumprimento das famílias agrava-se ainda mais este ano

 

SIC

21/05/2010

 

Especialista em sobreendividamento prevê que situação piore nos próximos 2 anos

 

 

 

Publicação

21-05-2010

21:36

Crédito malparado bate recorde de 3,89 mil milhões de euros

O crédito malparado ao consumo subiu para valores recorde.

Os especialistas prevêem que o incumprimento das famílias ainda vai agravar-se mais este ano.

3,89 milhões de euros é o valor que os consumidores portugueses deixaram de pagar aos bancos, até Março. Isto significa que 2,8 por cento dos empréstimos concedidos pela banca é crédito malparado, ou seja, tem cobrança duvidosa.

Se compararmos Março com o mesmo mês do ano passado, o crédito vencido nos particulares aumentou 18 por cento, a mesma coisa é dizer cerca de 600 milhões de euros.
O caso é mais grave no crédito ao consumo, onde o incumprimento tem aumentado nos últimos dois anos, mas agora atinge o nível mais elevado desde o final de 1997, com cerca de 7 % do valor dos empréstimos em malparado. Os especialistas acreditam que a situação vai piorar por causa do aumento dos impostos.


 

Este gráfico com base em informação do Banco de Portugal mostra que o consumo das famílias não parou de crescer nos últimos meses, passando valores de início de 2008 ou mesmo de 2007. Ou seja, a tendência dos portugueses tem sido a de continuar a comprar, também com recurso ao crédito, como se não houvesse crise.
...

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Credito+malparado+bate+recorde+de+389+mil+milhoes+de+euros.htm

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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Subsídio de Desemprego foi Criado há 35 Anos

RTP

2010-03-31 19:24:22

Economia

O Subsídio de Desemprego foi Criado há 35 Anos

 

Hoje são abrangidas mais de 350 mil pessoas sem trabalho, o que corresponde a mais de metade dos inscritos nos centros de emprego.

2010-03-31 19:24:22

 

Em Portugal são abrangidas por esta prestação social 357 mil pessoas. Este número corresponde a um pouco mais de metade do total de inscritos nos centros de emprego do país.

2010-03-31 13:36:25
Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:10
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo

 

Presidente da República

aponta motivos de

Preocupação Económica

 

 

 

O desemprego, os efeitos da crise económica, os gastos do país e o desequilíbrio das contas públicas poderão levar Portugal para uma "situação explosiva", afirmou o Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo.
2010-01-01 21:34:08
 
 
Discurso de Cavaco Silva:



Boa noite,

No início deste novo ano, saúdo todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, e desejo-lhes as maiores felicidades para 2010.

Há precisamente um ano, quando falei ao País, referi que 2009 iria ser um ano muito difícil.

Acrescentei, na altura, que receava o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.

E disse também que Portugal gastava em cada ano muito mais do que aquilo que produzia.

Quando proferi estas palavras, não o fiz com um propósito político. Enquanto Presidente da República estou acima do combate político e partidário.

Falo aos Portugueses quando entendo que o interesse do País o justifica e faço-o sempre com um imperativo: nunca vender ilusões nem esconder a realidade do País.

Em nome da verdade, tenho a obrigação de alertar os Portugueses para a situação difícil em que o País se encontra e para os desafios que colectivamente enfrentamos.

Ao longo do último ano, o desemprego subiu acentuadamente, atingindo, no terceiro trimestre, 548 mil pessoas. Quase 20% dos jovens estavam desempregados.

A todos aqueles que, no último ano, perderam o seu emprego ou não conseguiram retomar uma actividade profissional, quero deixar uma palavra de conforto, mas também de esperança. Não percam a coragem.

Mas o desemprego não é o único motivo de preocupação.

A dívida do Estado tem vindo a crescer a ritmo acentuado e aproxima-se de um nível perigoso.

O endividamento do País ao estrangeiro tem vindo a aumentar de forma muito rápida, atingindo já níveis preocupantes.

Acresce que o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim.

Se o desequilíbrio das nossas contas externas continuar ao ritmo dos últimos anos, o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, ficará seriamente hipotecado.

Quando gastamos mais do que produzimos, há sempre um momento em que alguém tem de pagar a factura.

Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva.

Portugal tem de juntar todas as suas forças para inverter esta situação.

Não podemos continuar a ser ultrapassados, em termos de nível de desenvolvimento, por outros países da União Europeia.

De acordo com os indicadores mais recentes, Portugal já baixou para a 19ª posição, estando apenas à frente de oito países da Europa de Leste que aderiram há poucos anos à União.

Tempos difíceis são tempos de maior exigência e de elevada responsabilidade. Para todos, é certo, mas ainda de maior exigência e responsabilidade para os detentores de cargos públicos.

O exemplo deve vir de cima.

O País real, que quer trabalhar, que quer uma vida melhor, espera que os agentes políticos deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas.

É tempo de nos concentrarmos naquilo que é essencial, com destaque para o combate ao desemprego.

Não é tempo de inventarmos desculpas para deixarmos de fazer o que deve ser feito.
Estamos perante uma das encruzilhadas mais decisivas da nossa história recente. É por isso que, em consciência, não posso ficar calado.

Em face da gravidade da situação, é preciso fazer escolhas, temos de estabelecer com clareza as nossas prioridades.

Os dinheiros públicos não chegam para tudo e não nos podemos dar ao luxo de os desperdiçar.

Recordo o que tenho vindo insistentemente a defender.

Nas circunstâncias actuais, considero que o caminho do nosso futuro tem de assentar em duas prioridades fundamentais.

Por um lado, o reforço da competitividade externa das nossas empresas e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira.

Por outro lado, o apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise.

É uma ficção pensar que é possível conseguir uma melhoria duradoura do nível de vida dos portugueses sem o aumento da produtividade e da competitividade da nossa economia.

O reforço da competitividade depende, desde logo, da confiança e da credibilidade das nossas instituições, nomeadamente do sistema de justiça e da Administração Pública.

Devemos apostar, por outro lado, em políticas públicas que promovam uma educação exigente e uma formação profissional de qualidade, que fomentem a inovação, que incentivem os investimentos das empresas no sector dos bens e serviços que concorrem com a produção externa.

Cerca de noventa e cinco por cento das nossas empresas têm menos de vinte trabalhadores.

Sendo esta a estrutura do nosso tecido produtivo, o contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País.

Às instituições financeiras, por seu lado, exige-se que apoiem de forma adequada o fortalecimento da capacidade das pequenas e médias empresas para enfrentarem a concorrência externa.

Se o Estado tem a responsabilidade de garantir a estabilidade do sistema financeiro em períodos de turbulência, os bancos têm a responsabilidade social de garantir que o crédito chega às empresas.

Nos últimos tempos, temos ouvido muitos apelos para que o Presidente da República intervenha activamente na vida política.

No entanto, na lógica do nosso sistema constitucional, não compete ao Presidente da República intervir naquilo que é o domínio exclusivo do Governo ou naquilo que é a actividade própria da oposição.

Portugal dispõe de um Governo com todas as condições de legitimidade para governar, um Governo assente numa maioria relativa conquistada em eleições ainda há pouco realizadas.

O novo quadro parlamentar, aliado à grave situação económica e social que o País vive, exige especial capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa, a que deve corresponder, por parte da oposição, uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade.

Os Portugueses compreenderiam mal que os diversos líderes políticos não se concentrassem na resolução dos problemas das pessoas e que não empenhassem o máximo do seu esforço na realização de entendimentos interpartidários.

Neste contexto, a difícil situação das nossas contas públicas lança um desafio de regime aos partidos representados no Parlamento.

Os custos da correcção de um desequilíbrio das finanças públicas podem ser dramáticos, como o demonstram os exemplos de outros países da União Europeia.

Importa ter presente que Portugal tem já um nível de despesa pública e de impostos que é desproporcionado face ao seu nível de desenvolvimento.

Assim, seria absolutamente desejável que os partidos políticos desenvolvessem uma negociação séria e chegassem a um entendimento sobre um plano credível para o médio prazo, de modo a colocar o défice do sector público e a dívida pública numa trajectória de sustentabilidade.

O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política, que, com sentido de responsabilidade de todas as partes, sirva o interesse nacional.

Não devemos esperar que sejam os outros a impor a resolução dos nossos problemas.


Portugueses,

Neste ano de 2010, iremos celebrar o centenário da República.

Vamos fazê-lo numa conjuntura que é de grandes dificuldades. Mas, precisamente por isso, temos de perceber que a nossa crise não é apenas económica.

É, também, uma crise de valores.

Há que recuperar o valor da família. O esbatimento dos laços familiares tem sido um dos factores que mais contribuem para agravar as dificuldades que muitos atravessam.

Devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana. A ética nos negócios, nos mercados e na vida empresarial, mas também na vida pública, tem de ser um princípio de conduta para todos.

Temos também de restaurar o valor da confiança nas instituições e na justiça. Os Portugueses têm de acreditar que existe justiça no seu País, que ninguém está acima da lei.

Sei que a grande maioria dos magistrados se empenha, séria e discretamente, em fazer bem o seu trabalho.

Neste primeiro dia do ano, importa reafirmar o valor da esperança. Repito aos Portugueses o que lhes disse há precisamente um ano: não tenham medo.

Possuímos uma longa História de que nos orgulhamos, porque no passado não tivemos medo.

E aqui estamos hoje, um Estado democrático que faz parte de uma Europa Unida.

Aqui estamos hoje, em 2010, porque acreditámos em nós próprios e num destino chamado futuro.

Em nome desse futuro, temos de continuar a lutar.

O combate que travamos por Portugal é feito em nosso nome e em nome dos nossos filhos.

Eu acredito em Portugal. Por isso, continuarei a lutar pelo futuro desta nossa terra.

No meio de tantas incertezas, os Portugueses podem ter uma certeza: pela minha parte, não desistirei e nunca me afastarei dos meus deveres e dos meus compromissos.

A todos, um Bom Ano de 2010.
 
 
 
 
♦♦♦
 
Ver:
 
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento
 
http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html
 
SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2009

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

"Temos um défice assustador"

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Venda de casas cai 50 por cento

18 Agosto 2009 - 00h30

Correio da Manhã

 

Estudo da Cushman & Wakefield

 

Há menos compradores
Natália Ferraz 
Há menos compradores

 

 
Venda de casas cai 50 por cento
 

De Janeiro a Junho, o volume das transacções imobiliárias caiu quase para metade. Nos primeiros seis meses do ano, o valor das transacções no sector encolheu para apenas 154 milhões de euros, um valor consideravelmente inferior ao registado no mesmo período do ano anterior (308 milhões).

Os dados foram ontem revelados pela consultora Cushman & Wakefield, que traça um cenário ainda mais preocupante para o conjunto dos países do Ocidente, onde o volume de investimentos no 1º semestre ultrapassou os 12 mil milhões de euros, muito inferior aos valores de 2008 (25,6 mil milhões de euros).

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Presidente critica falta de ética dos agentes políticos e económicos

SIC

 

Presidente da República

 
Critica falta de Ética dos Agentes Políticos e Económicos

 

 

 ♦

 

 

Ver

 

Pensamentos do momento de Bomsenamiguinhos:

  • Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

 

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

 

≈≈≈

 

  • Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento :
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html 
 
Neste fase da história de Portugal
 
seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.
  
Contudo, lamentavelmente,
não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.
 
Desde 1997
a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...
 
É de facto preocupante.
Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações
 
atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.
  
Será que a maioria dos portugueses
  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?
Nos últimos anos tivemos
juros a taxas reduzidas como nunca...
 
No entanto,
em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
   
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)   
 
3 de Janeiro de 2009, 01:17 
 
 

≈≈≈

  • Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?
 
ÉTICA E MENTIRA
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html  
 
 
≈≈≈

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Sábado, 9 de Maio de 2009

Debate Europa - Conselho Superior da Antena 1

 

DEBATE  EUROPA

 

Conselho Superior da Antena 1

   

Foto

 

  img.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php

 

 

 

 

A Antena 1 arranca esta sexta-feira, 8 de Maio, véspera do Dia da Europa, a Operação Eleições Europeias 2009.

Todas as sexta-feiras, a jornalista Maria Flor Pedroso irá moderar um debate.

O primeiro debate reúne os elementos do Conselho Superior da Antena 1:

Maria de Belém,

Bagão Félix,

José Manuel Pureza,

Octávio Teixeira e

José Miguel Júdice

 
2009-05-08
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:15
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Bagão Félix - prevê recessão «bastante gravosa»

TVI 24

Artigos de Economia

Por: Redacção /RPV  
14-04-2009  17: 07
 
 
Bagão Félix
prevê recessão «bastante gravosa»
 
Efeitos serão muito fortes em especial para desempregados
 
 
Trabalho:Bagão Félix fala em propostas negativas
 
O economista Bagão Félix antecipou esta terça-feira uma recessão «bastante gravosa» e «sobretudo para os desempregados», após previsões do Banco de Portugal de contracção de 3,5 por cento da economia e queda de 14,2% das exportações.
 
«A contracção de 3,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) é um valor bastante acentuado e que representa uma recessão bastante cavada. E em termos de curto prazo é sobretudo gravosa para os que perdem emprego», disse à agência Lusa o ex-ministro das Finanças, Bagão Félix.
 
Desemprego é epicentro da crise
 
O economista considera que esta contracção, associada à descida de 14,2% das exportações e de 14,4% do investimento, devido ao ambiente de adiamento de consumo de bens duradouros «vai repercutir-se brutalmente no desemprego».
 
«O epicentro da crise é o desemprego. Estas previsões representam perdas significativas de postos de trabalho e terão repercussões nas despesas sociais. Os que já não têm emprego, vão continuar a não ter, além dos outros que também vão perder», afirmou Bagão Félix.
 
Apesar da queda das exportações, que considera «brutal», Bagão Félix lembra que está prevista uma depreciação do euro, o que pode contribuir para «algum estímulo» às vendas no exterior.
 
«Nas outras recessões que passaram por Portugal, as exportações estiveram sempre a níveis confortáveis, quando contrariando até a tendência geral. Mas esta crise tem a particularidade de ser generalizada e ocorrer numa economia que é bastante vulnerável e aberta», afirmou.
 
Quanto à inflação, que segundo as previsões deve ser negativa em 0,2%, o ex-ministro das Finanças sublinhou ter ficado surpreendido, já que esperava um crescimento de 0,3/0,4%, mas afasta contudo o cenário de deflação, atribuindo a situação a uma descida temporária de preços condicionada pelos preços dos combustíveis, à semelhança do Banco de Portugal.
 
«Pode é vir a ser uma acendalha para a própria recessão», admitiu Bagão Félix.
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:30
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Banco Central Europeu baixa taxas de juro para valor recorde

 

RTP

2009-05-07 19:33:07

 

Economia

 

 

 

Um corte de 0,25% levou as taxas para o mínimo histórico de 1%, mas o presidente do BCE admitiu que este valor pode vir a ser ainda mais baixo.

 

Esta decisão faz parte de um pacote de medidas para enfrentar a pior recessão económica desde a Segunda Guerra Mundial.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS...?

 Post publicado por

bomsemsoamiguinhos

em 14 de Janeiro de 2009

 

ÉTICA E MENTIRA
 
 
A mentira é geralmente aceite de forma inconsciente. No entanto, é de forma consciente que mais tarde se detectam... talvez por isso se diz que:
 
"A MENTIRA TEM PERNA CURTA"
 
 
 
Nos últimos tempos,
sinto que alguns sectores da sociedade já estão a despertar para as questões da ÉTICA.
 
Porque será que a sociedade...o povo em geral...está a sentir alguma desconfiança em relação várias áreas da vida Social, Económica, Política, Financeira ... ?
 
O caso Madoff, de certa forma, é um dos casos extremos...
 
  • Qual o limite para a  mentir?
 
Se "os mentirosos habilidosos são frequentemente mais bem sucedidos na vida do que aqueles que mentem menos ou com menos eficácia."
 
Se "os que são capazes de mentir melhor são geralmente mais populares, têm os melhores empregos e mais sucesso com o sexo oposto... porque são capazes de manipular as percepções dos outros sobre si."
 
Se "os que se regem por alguma verdade são considerados ingénuos"...
 
  • Que valores transmitir às nossas crianças?
  • Dizemos-lhes:
"...Filhotes uma mentirinha não faz mal a ninguém..."
 
"... Vale mais Parecer do que Ser ..."
 
"... a Verdade é Bonita mas é Dura e Não Compensa..."
 
  • Até que limite é Éticamente correcto utilizar a Mentira?
     
 
MENTIRA E ÉTICA
QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?
 
 
 
Que Saudades das aulas de Ética.
13 de Janeiro de 2009
Anilady

 

 

 bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Descontentamento levou 200 mil pessoas à rua

TVNET

20:36 (GMT) de Sexta, 13 de Março de 2009

 

Descontentamento levou 200 mil pessoas à rua



Cerca de 200 mil trabalhadores juntaram-se esta tarde em Lisboa. Segundo a CGTP, foi a maior manifestação da intersidical até hoje. Os trabalhadores reivindicam melhores salários, mais direitos e melhores condições de trabalho.
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:58
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Sábado, 7 de Março de 2009

Penhoras aos milhares - NO LIMITE DAS DÍVIDAS - DN

 

Diário de Noticias

Sábado,7 de Março de 2009
Edição Papel

 

NO LIMITE DAS DÍVIDAS
ANA TOMÁS RIBEIRO

 

 

Penhoras aos milhares. Os três D, como lhe chamam os solicitadores de execução, doença, desemprego e divórcio, explicam muitas das situações de rotura de famílias endividadas. Mas não justificam a maioria dos casos de penhoras, aos milhares, por dívidas de privados a privados. A maior parte tem por base o não pagamento a operadoras de telecomunicações, a empresas de crédito ao consumo e aos bancos e resultam muitas vezes de passos mal dados, além dos limites das capacidades financeiras. E ainda há os devedores profissionais. Recuperar o que todos devem é que se tornou tarefa cada vez mais difícil.

Quase sempre os devedores ignoram as cartas de aviso
 
 
Continua:
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Crise e Crime - SIC

 

 Crise e Crime

Serão naturezas que se alimentam mutuamente?

 

 

 

A análise em "Aqui & Agora"

05/03/2009

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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