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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011

É o Goldman Sachs que manda no mundo?

 

 

"Sou um banqueiro a fazer o trabalho de Deus"

É a forma como o presidente do maior banco de investimento do mundo vê a sua missão no comando do Goldman Sachs

 

ECONÓMICO

Afinal, o Goldman Sachs manda no mundo?

 

Rui Barroso   
21/10/11 19:30

Coloca ex-funcionários nos lugares de topo que decidem o rumo da economia global, o que leva muitos a dizerem que domina o mundo.

 

"Sou um banqueiro a fazer o trabalho de Deus". É a forma como o presidente do maior banco de investimento do mundo vê a sua missão no comando do Goldman Sachs. Mas na opinião de um número cada vez maior de pessoas, o "trabalho de Deus" do Goldman Sachs é a encarnação do lado negro da força em Wall Street. E há até quem defenda que é este banco que manda no mundo e não os governos.
"Eu concordo com a tese de que os bancos, e especialmente o Goldman Sachs, se tornaram demasiado poderosos na medida em que influenciam a nossa política, a nossa economia e a nossa cultura", referiu o autor de "Money & Power: How Goldman Sachs Came to Rule the World", William D. Cohan, ao Outlook. E o poder do Goldman Sachs nos centros de decisão política até lhe valeu a alcunha, dada por banqueiros concorrentes , de Government Sachs. O banco liderado por Lloyd Blankfein conta com um exército de antigos funcionários em alguns dos cargos políticos e económicos mais sensíveis no mundo. E o inverso também acontece, o recrutamento de colaboradores que já desempenharam cargos de decisão.

 

"Não há dúvida que Wall Street tem uma força cada vez mais poderosa no governo americano. Não são apenas os milhões que vão para os bolsos de políticos atrás de políticos para ajudá-los a ganhar as eleições, mas os banqueiros de Wall Street são frequentemente escolhidos para posições de poder na Casa Branca, no Tesouro, na SEC [regulador dos mercados financeiros] e noutros reguladores", observa William D. Cohan, que passou 16 anos a trabalhar na banca de investimento antes de se dedicar ao jornalismo de investigação.

O banco reconhece no seu site que os antigos colaboradores contribuíram para a rica história e tradição da empresa e "orgulhamo-nos de muitos continuarem activamente ligados. Isto não ajuda apenas a validar a nossa cultura mas também a fornecer um valor real e tangível que transcende uma geração". E não é só nos EUA que ex-Goldmans dão o salto para altos cargos políticos e económicos. Um dos exemplos é o futuro presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que desempenhou o cargo de director-geral do Goldman International entre 2002 e 2005, levando-o mesmo a ser questionado no Parlamento Europeu sobre as ligações do banco de investimento à Grécia.

Duas crises de proporções épicas, duas epopeias de escândalos

 

O mundo enfrentou duas das maiores crises das últimas décadas em quatro anos. E, tanto na crise financeira de 2008 como na tragédia grega, o Goldman Sachs foi alvo de acusações de actuações menos correctas.
Começando por Atenas, o Goldman Sachs ajudou, a partir de 2002, a Grécia a encobrir os reais números do défice, através de ‘swaps' cambiais com taxas de câmbio fictícias, o que na prática permitiu a Atenas aumentar a sua dívida sem reportar esses valores a Bruxelas. Segundo o "Der Spiegel", o banco cobrou uma elevada comissão para fazer esta engenharia financeira e, em 2005, vendeu os ‘swaps' a um banco grego, protegendo-se assim de um eventual incumprimento por parte de Atenas. No início de 2010, os analistas do Goldman recomendaram aos seus clientes a apostar em ‘credit-default swaps' sobre dívida de bancos gregos, portugueses e espanhóis. Os CDS são instrumentos que permitem ganhar dinheiro com o agravamento das condições financeiras de determinado país. "É um escândalo se os mesmos bancos que nos trouxeram para a beira do abismo ajudaram a falsear as estatísticas", referiu a chanceler alemã Angela Merkel.

 

As autoridades europeias e a SEC abriram investigações ao logro das contas gregas, mas isso não impediu que Petros Christodoulou, um antigo empregado na divisão de derivados do Goldman, assumisse em Fevereiro de 2010 o cargo de director da entidade que gere a dívida pública grega. Além disso, o Goldman tem ajudado o Fundo Europeu de Estabilização Financeira a colocar dívida para financiar Portugal, Irlanda ao abrigo do programa de assistência financeira. O FEEF justifica a escolha com o alcance global do banco. Além do Goldman, também o BNP Paribas e o Royal Bank of Scotland costumam ser escolhidos para liderar estas operações.

O escândalo grego levou alguns deputados europeus a questionarem o futuro presidente do BCE sobre a sua independência para assumir o cargo. Queriam saber se teve conhecimento das operações feitas com a Grécia e se o cargo no Goldman não poderia afectar a percepção sobre a sua integridade para substituir Trichet. Draghi negou as ligações aos negócios com Atenas e defendeu o seu registo em alertar para os riscos que o sector financeiro estava a tomar.

 

Manifestações à porta do Goldman apesar de ameaça de prejuízos


 

Mas é nos EUA que há mais sinais de raiva contra o Goldman Sachs. Esta semana, o movimento dos "Ocupas" de Wall Street manifestou-se à frente do banco. A fúria contra o banco deve-se à actuação do Goldman durante a crise financeira. O banco chegou mesmo a ser condenado por fraude pela SEC por estar a apostar contra instrumentos ligados ao mercado imobiliário, ao mesmo tempo que vendia esses mesmos instrumentos aos seus clientes. Além disso, recorreu a fundos públicos e foi acusado de ser beneficiado com o resgate da AIG, coordenado pelo Tesouro dos EUA, liderado na altura por um antigo presidente do Goldman. "Os banqueiros e 'traders' de Wall Street foram recompensados por tomarem riscos elevados com o dinheiro de outras pessoas. Como consequência, os bancos foram salvos e os banqueiros receberam os seus bónus de milhões de dólares. É difícil de acreditar que foram recompensados pelo seu falhanço, mas foi o que aconteceu", defende William D. Cohan.

Uma das respostas aos que acusam o Goldman de dominar o mundo financeiro é que, afinal, o banco também sofre com a crise. Os analistas de mercado esperam que o banco tenha registado o segundo prejuízo trimestral da sua história entre Julho e Setembro. Isto depois de ter lucrado mais de mil milhões de dólares no segundo trimestre. Em 2010 e 2009, conseguiu receitas de 39,2 mil milhões de dólares e de 45,2 mil milhões de dólares, respectivamente. Mais de 35% destes valores foram utilizados para pagar bónus aos seus empregados. O salário e bónus do presidente do banco, Lloyd Blankfein, situou-se em 13,2 milhões de dólares no ano passado.

 

O homem que denunciou o Goldman em directo

Alessio Rastani, um 'trader' em 'part-time', defendeu em directo na BBC que não eram os governos que mandavam no mundo, mas sim o Goldman Sachs.

 

 

VÍDEO: 

Alessio Rastani Trader na BBC Londres.

Investimentos na Bolsa de Valores

 

Alessio Rastani transformou-se num fenómeno. O 'trader' em 'part-time' surpreendeu tudo e todos numa entrevista à BBC. Além de vários cenários catastrofistas sobre a crise, Rastani defendeu que "este não é o momento para pensar que os governos irão resolver as coisas. Os governos não mandam no mundo, o Goldman Sachs manda no mundo". Bastaram pouco mais de três minutos para tornar Rastani num fenómeno na Internet. O vídeo tornou-se viral e levantou a controvérsia sobre o poder que o banco liderado por Lloyd Blankfein tem na economia e na política. Isto apesar de haver quem defendesse que Rastani estaria apenas a pregar uma partida à BBC e que pertencesse a um grupo satírico chamado Yes Men. O próprio 'trader' refutou esta tese, apesar de reconhecer que gosta mais de falar do que de fazer negociação em bolsa, algo que vê apenas como um 'hobbie'.

Esta semana, numa entrevista ao "Huffington Post", Rastani teceu uma série de ideias sobre o papel do Goldman no mundo. E diz que as teorias da conspiração que aparecem sobre o banco não são uma coincidência.

"Os governos dependem dos bancos, os bancos dependem dos governos. A relação é tão cinzenta e quem controla quem? Quem é o marionetista e quem é a marioneta? As pessoas podem ter as suas ideias sobre isto. Eu apenas expressei a minha perspectiva", disse.

Rastani não é o primeiro a atacar o papel do Goldman no mundo. Em Abril de 2010, um jornalista da "Rolling Stone" escreveu um artigo que se tornou famoso, tanto para os contestatários ao banco como para os que defendem o Goldman e utilizam a caracterização feita pelo repórter para ironizar com os detractores do banco. Matt Taibbi descreveu o Goldman como um "grande vampiro" que se alimenta da humanidade, com um apetite sanguinário implacável por tudo o que envolva dinheiro.

 

Do Goldman para o poder

O Goldman Sachs é uma escola que permite a muitos economistas e gestores atingir cargos de poder um pouco por todo o mundo.

 

Hank Paulson, antigo secretário de Estado do Tesouro dos EUA
Saiu da liderança do Goldman Sachs para ser secretário de Estado do Tesouro durante a administração Bush. Paulson delineou o programa de ajuda à banca durante a crise financeira de 2008, que também resgatou o Goldman.
Mario Draghi, futuro presidente do BCE
O futuro presidente do BCE, Mario Draghi, foi director-geral da Goldman Sachs International entre 2002 e 2005. A ligação levou-o a enfrentar perguntas dos eurodeputados sobre se esteve envolvido na ocultação do défice grego.
Mark Carney, governador do Banco Central do Canadá
O actual governador do banco central do Canadá passou 30 anos no Goldman.Foi responsável pelas áreas relacionadas com risco soberana e foi o homem com a tarefa de delinear a estratégia do banco durante a crise russa de 1998.
Romano Prodi, antigo presidente da comissão europeia
O antigo presidente da Comissão e ex-primeiro-ministro italiano esteve no Goldman nos anos 90. A ligação valeu-lhe críticas da Oposição quando rebentou um escândalo a envolver o Goldman e uma empresa italiana.
Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial
O actual presidente do Banco Mundial foi director-geral do Goldman.Antes de se juntar ao banco tinha trabalhado no Departamento do Tesouro norte-americano. Lidera o Banco Mundial desde Julho de 2007.
Robert Rubin, antigo Secretário de Estado do Tesouro dos EUA
Robert Rubin teve cargos de topo na administração do Goldman. Após 26 anos no banco foi escolhido por Bill Clinton como secretário de Estado do Tesouro. Após passar pelo Governo, trabalhou no Citigroup.
Ducan Niederauer, presidente da NYSE Euronext
O presidente da NYSE Euronext, Duncan Niederauer, que detém as bolsas de Nova Iorque e de Paris, Bruxelas, Amesterdão e Lisboa, foi responsável do Goldman pela área da execução de ordens dadas sobre títulos financeiros.
Mark Patterson, Chefe de Staff do Tesouro dos EUA
Mark Patterson é o chefe de gabinete do actual secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. Antes de se juntar ao governo estava registado como lóbista, intercedendo para defender os interesses do Goldman.
António Borges, director do Departamento Europeu do FMI
O economista foi vice-presidente e director-geral do Goldman entre 2000 e 2008. Após sair do banco foi da associação que delineia a regulação dos 'hedge funds'. Em Outubro de 2010, foi nomeado director do FMI para a Europa.
Carlos Moedas, Secretário de Estado adjunto do Primeiro Ministro
Após acabar o MBA em Harvard, no ano 2000, o actual responsável pelo acompanhamento do programa da 'troika' foi trabalhar para a divisão europeia de fusões e aquisições do Goldman Sachs. Saiu do banco em 2004.
António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank
O primeiro emprego de Horta Osório após terminar o MBA no Insead foi no Goldman, centrando-se na área de 'corporate finance'. Actualmente é presidente do banco britânico Lloyds depois de ter estado no Santander.
William C. Dudley, presidente da Fed de Nova Iorque
O actual presidente da Fed de Nova Iorque é a segunda figura mais importante na condução da política monetária dos EUA. Foi durante mais de uma década economista-chefe do Goldman e director-geral.

 

A máquina de fazer dinheiro na bolsa

 

Goldman negoceia com um programa que tem potencial para influenciar os mercados. Regulador quer acabar com divisões de negociação com fundos dos próprios bancos.

É uma das jóias da coroa do Goldman Sachs mas os reguladores estão a ameaçá-la. A negociação de acções e obrigações com dinheiro do próprio banco terá, segundo a “Bloomberg”, representado mais de 30% dos lucros que o Goldman conseguiu gerar em 2010. Nestas divisões, os especialistas do banco investem ainda em capital de risco e em ‘hedge funds’. Apesar destas informações, os responsáveis do banco dizem que este tipo de negócios por conta do próprio banco não têm um peso significativo nos resultados. No entanto, a imprensa norte-americana dá conta que o Goldman já estará a estudar formas de fintar o regulador, que quer acabar com este tipo de divisões nos bancos.

A negociação por conta própria do Goldman Sachs é conhecida pela sua pontaria. No segundo trimestre de 2010, enquanto se incendiava o rastilho da crise de dívida soberana, as operações de ‘trading’ do Goldman não fecharam um único dia com perdas. Em 2009, a taxa de dias positivos foi de 87,5%. O banco é activo na negociação de alta frequência, uma estratégia que faz negócios ao milésimo de segundo tendo como base ‘softwares’ que detectam padrões de negociação e reagem rapidamente à informação que chega aos mercados. Para elaborar esses programas são necessários códigos. E em 2009, rebentou o escândalo.

Um antigo funcionário do Goldman, Sergey Aleynikov, foi detido por tentar vender parte do código secreto que o banco utiliza para fazer os seus negócios por conta própria e para assumir funções de ‘market maker’ (de assegurar liquidez ao mercado). Segundo o Ministério Público, na acusação ao antigo colaborador, “o banco levantou a possibilidade de que existe o perigo de que alguém que saiba como utilizar o programa possa fazê-lo para manipular o mercado de formas injustas”. Além disso, argumentou o procurador, o Goldman “gastou milhões atrás de milhões de dólares a desenvolver o programa nos últimos anos e é algo que dá ao banco milhões de dólares em receitas”.

 

Reguladores apertam o cerco à negociação por conta do banco

Na sequência da crise financeira, os reguladores estão a apertar o cerco às práticas de bancos como o Goldman Sachs. Consideram que as divisões de negociação por conta e risco do próprio banco são um dos factores que podem levar a crises como a do Lehman Brothers. Mas Wall Street não dorme. O Goldman Sachs e os seus funcionários foram os maiores financiadores de Obama na corrida à Casa Branca e o lóbi de Wall Street está presente na nova regulação para os mercados financeiros. “Estão a ter um papel importante. Eu não diria que o poder político está subjugado ao poder financeiro mas eles funcionam como uma mão e uma luva, tornando seguro que Wall Street pode viver com as novas leis e regulações, apesar de Wall Street preferir que elas não existissem”, defende William D. Cohan, jornalista que tem investigado o modo de actuação do Goldman Sachs. E mesmo com novas regras, por mais ou menos apertadas que sejam, há forma de contorná-las. A nova regulação aplicar-se-á a bancos que tenham tido acesso a ajudas estatais ou que possam obter financiamento junto da Reserva Federal dos EUA. Na crise financeira, o Goldman mudou o seu estatuto de banco de investimento para banco comercial para conseguir aceder àquelas ajudas e começar a receber depósitos. Duas das soluções apontadas pelos analistas passam ou por reclassificar as unidades de negociação por conta própria do banco ou por abandonar o estatuto de banco comercial para escapar à regulação da Fed. Isto apesar de algumas das unidades de ‘proprietary trading’ já terem sido encerradas pelo Goldman. “Nos últimos anos, os bancos foram humilhados e tornaram-se mais modestos, mas suspeito que esse sentimento não irá durar e em breve as empresas de Wall Street que sobreviverem voltarão novamente aos seus velhos truques”, conclui William D. Cohan.

Os negócios do Goldman Sachs com Portugal

 

Banco é uma das entidades que trabalha com o Tesouro nacional para colocar dívida portuguesa no mercado.

 

O Goldman Sachs é uma entidade global e das mais influentes junto dos mercados. Como consequência, as instituições portuguesas que necessitem de fazer operações financeiras optam frequentemente pela contratação do banco. A começar pelo próprio Estado. O banco liderado por Lloyd Blankfein é Operador Especializado em Valores do Tesouro. O mesmo é dizer que é uma das entidades contratadas pelo Estado para colocar dívida nacional no mercado e para aconselhar sobre as estratégias de financiamento que Portugal deve tomar para convencer os investidores a comprarem dívida da República. Apesar disso, e à semelhança de muitos bancos internacionais, desde Setembro de 2010 que o Goldman dizia aos seus clientes que Portugal não iria conseguir financiar-se nos mercados e que teria de recorrer a ajuda externa. A ligação ao Goldman e a outras grandes firmas de Wall Street levou alguns órgãos de comunicação anglo-saxónicos a sugerir que Portugal e estes bancos terão feito negócios similares aos embustes orçamentais na Grécia. Estas afirmações foram refutadas pelas autoridades europeias. Mas não é apenas com o Estado que o Goldman tem relações. Num dos períodos mais quentes da história da bolsa portuguesa, o banco de investimento teve um papel fulcral. Nas ofertas públicas de aquisição que a Sonaecom lançou à Portugal Telecom e que o BCP lançou ao BPI, ambas em 2006, o Goldman foi contratado pelos alvos das ofertas para ajudar a montar as estratégias de defesa às ofertas hostis. Recentemente, foi ainda noticiado que o Goldman Sachs mostrou interesse em analisar os dossiers das privatizações da EDP e da REN que o Governo está a preparar no âmbito do programa de assistência financeira a Portugal. Outro negócio a envolver o Goldman e uma empresa portuguesa foi a compra, por parte da EDPRenováveis, de uma eólica norte-americana. Acotada nacional comprou a Horizon Wind Energy por 1,6 mil milhões de euros ao Goldman Sachs.

 

Analistas do Goldman acompanham acções nacionais


Outra das actividades do Goldman Sachs no mercado nacional é o acompanhamento de acções portuguesas. Os analistas do banco de investimento seguem actualmente 13 cotadas portuguesas. E as recomendações nem são negativas. O Goldman recomenda “comprar” Galp, EDP e Jerónimo Martins. Apenas a Semapa é vista pelos analistas do Goldman como um título a “vender”. Os restantes, incluindo os títulos do sector financeiro, têm uma apreciação de “neutral”. Além de acompanhar o mercado português, o Goldman teve colaboradores portugueses que estão agora sob os holofotes. É o caso de António Horta Osório, que trabalhou no banco antes de assumir cargos de relevo no Santander e no Lloyds. O actual presidente do banco britânico trabalhou na área de ‘corporate finance’ do Goldman. Também o actual secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, teve uma passagem pelo gigante das finanças. O governante, que tem a cargo o acompanhamento da aplicação do memorando com a ‘troika’, trabalhou no departamento europeu de fusões e aquisições do Goldman. Outro português que se notabilizou no banco foi António Borges, director-geral e vice-presidente do banco entre 2000 e 2008. O economista foi depois presidente da entidade que delineia a regulação dos ‘hedge funds’ e actualmente dirige a divisão europeia do Fundo Monetário Internacional.

 

Artigo publicado no suplemento Outlook de 14 de Outubro

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Sábado, 10 de Setembro de 2011

A verdade acerca da economia

 

A verdade acerca da economia

 

Qual é o Problema com a Economia?

 

 

 
 
  Robert B. Reich

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:36
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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

Economia Portuguesa por Álvaro Santos Pereira

SIC

Edição da Noite |  15/01/2011

 

 

Álvaro Santos Pereira,

professor universitário no Canadá,

sobre a economia portuguesa

 

 

 

 

 

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:27
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Mark Blyth: A austeridade é uma ideia perigosa

 

A receita da austeridade é-nos mostrada como inevitável e do senso comum.


Este professor de Economia mostra-nos porque é que não é bem assim...


 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

"Escrevi há sete anos sobre o que está a acontecer em Portugal"

Económico com Lusa
03/12/10 20:00

 

 

 

"Escrevi há sete anos

sobre o que está a acontecer em

Portugal"

 


 

Cavaco afirma que escreveu com sete anos de antecedência aquilo que agora está acontecer em Portugal no domínio da economia.


Cavaco Silva assumiu esta posição perante os jornalistas, antes de participar na XX Cimeira Ibero-Americana, em Mar del Plata, na Argentina, onde também está presente até Sábado o primeiro-ministro, José Sócrates.

 

"Há muito tempo que aponto o rumo que Portugal tem de seguir para conseguir enfrentar as dificuldades.

 

Logo em 2003, quando publiquei um texto intitulado 'Dores de cabeça', escrevi com sete anos de antecedência aquilo que está a acontecer hoje em Portugal", disse.

 

Cavaco Silva destacou perante os jornalistas um segundo artigo da sua autoria, igualmente sobre as condições económicas do País.

 

"Antes de ser Presidente da República, também publiquei um artigo chamado 'A ideia base', em que dizia já nessa altura que Portugal não tinha nenhuma hipótese de se afirmar como país desenvolvido, mais próximo dos níveis de desenvolvimento da União Europeia, se não apostasse no aumento da competitividade, no aumento da produção de bens que concorrem com a produção estrangeira", referiu.

 

Segundo o Presidente da República, tanto ele, na qualidade de chefe de Estado, como o primeiro-ministro, colocam sempre nas cimeiras o tema da cooperação económica.


"Penso que vai produzindo os seus resultados. Hoje, os nossos mercados já não são os dos nossos parceiros tradicionais, mas também a Índia, o Brasil, a China, a Venezuela e a África do Sul e, sobretudo, para Angola, que é actualmente o nosso maior mercado fora da União Europeia", disse.

 

Para Cavaco Silva, estas cimeiras ibero-americanas "são uma oportunidade para conhecer as oportunidades de Portugal".

 

"Neste tempo de crise, que de alguma forma atinge todos, Portugal e Espanha também beneficiarão desta comunidade ibero-americana", acrescentou.

 

:
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

José Sócrates Contra o Negativismo / Boletim Económico - Verão 2010

Jornal de Negócios

 

 

 

Sócrates
"A economia portuguesa
foi a que melhor resistiu à crise.

Basta olhar para os números"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro-ministro exultou a revisão em alta do crescimento económico de 0,4% para 0,9% em 2010 por parte do Banco de Portugal, mas desvalorizou o alerta do supervisor em relação ao efeito recessivo que as medidas do PEC podem ter em 2011.


A comunicação social foi a principal visada pelas críticas de José Sócrates por só falar do que se vai passar em 2011 e nada dizer das boas notícias para 2010. O primeiro-ministro deixa mais uma vez como conselho olhar para os números.

A economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise. Basta olhar para os números”, sublinhou.

Sócrates apelidou ainda de ideia “infantil e politiqueira” os que dizem que só Portugal enfrenta uma crise profunda.

 


 

 

 

Boletim Económico - Verão 2010

 

Texto de Política e Situação Económica | Verão 2010

http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Paginas/BoletimEconomico.aspx

 

 

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2010-2011

Projeções para a Economia Portuguesa: 2010-2011
pdf 951 Kb

 

 


DN Economia

Hoje

PREVISÃO

Portugal ameaçado por nova recessão em 2011

Boletim de Verão do Banco de Portugal diz que há mais de 50% de hipótese de o País registar um crescimento negativo

 

 

Há uma hipótese superior a 50% de Portugal voltar a entrar em recessão já em 2011. É esta uma das principais conclusões do Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal (BdP), ontem divulgado, e que revê em baixa a evolução económica do País para 2011, admitindo mesmo um cenário de crescimento negativo. Segundo o documento, as expectativas de crescimento do PIB para o próximo ano fixam-se nos 0,2%, contra os 0,8% avançados pela instituição, agora presidida por Carlos Costa, no Boletim anterior.

 

"Uma variação negativa do PIB em 2010 tem uma probabilidade inferior a 15%, mas sobe para um valor acima de 50% em 2011", pode ler-se no Boletim do BdP, que assinala que há 63% de "probabilidade de o crescimento do PIB ficar abaixo das actuais projecções. Apesar do cenário negro traçado para o próximo ano, o BdP reviu em alta as previsões de crescimento para este ano, de 0,7 para 0,9%.

 

Segundo o Boletim de Verão, o aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA deverá aumentar a inflação em 0,4% em 2010 e 2011. "Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais", esclarece o banco central no primeiro estudo emitido sob a liderança de Carlos Costa. As contas da instituição central apontam para que, em 2011, a maioria das variáveis do PIB analisadas esteja em terrenos negativos: o consumo deve cair (-0,9%), assim como investimento (-1,6%). Já as exportações deverão crescer, mas ainda assim irão perder força face às estimativas adiantadas para 2010, avançando apenas 3,7% em 2011, reflectindo um arrefecimento generalizado da procura externa relevante dirigida ao País.

 

No documento, o Banco de Portugal adianta ainda que o rendimento disponível real das famílias deverá cair 1,3% já este ano e abrandar para 0,8% em 2011. Isto após se ter verificado um aumento de 1,9% no ano passado. De acordo com a instituição, esta queda do rendimento disponível real deverá ser provocada por um "ajustamento dos salários reais às condições adversas no mercado de trabalho".

 

 


 

OJE

ECONOMIA

12/07/10, 15:04
OJE/Lusa

 

 

Primeiro boletim económico de Carlos Costa

sai na terça-feira

 

 

O Banco de Portugal divulga esta terça-feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois de o Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

No último boletim económico o ex-governador e agora vice-presidente do Banco Central Europeu reviu em baixa as perspectivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.

 

 

As estimativas do banco em Março apontavam para um crescimento de 0,4% este ano e de 0,8% no próximo.


Esta revisão vinha em linha com as declarações de Vítor Constâncio, por ocasião da divulgação do Boletim Económico de Inverno, em que admitiu uma revisão em baixa do crescimento em 2010 para perto de metade dessa previsão.


No Relatório de Orientação da Política Orçamental (ROPO) o Governo manteve a sua previsão de crescimento de 0,7% em 2010, mas reviu em baixa a previsão para 2011, de 0,9 para 0,5%.


O Boletim Económico de Verão que será apresentado esta terça-feira fica ainda marcado por ser o primeiro sob a liderança de Carlos Costa, que tomou posse como governador do banco central no dia 7 de Junho.


O documento, além de revelar as projecções detalhadas para este ano e para o próximo, contém também textos de política e situação económica. Vítor Constâncio recordou antes de sair de governador, mas já com a confirmação do seu novo posto, que quando voltou ao banco, em 2000, teceu duras críticas à política orçamental do Governo da altura, que considerou demasiado expansionista, no último boletim do ano.


As projecções entre as diferentes organizações têm ficado marcadas por um maior contraste no que diz respeito aos números apontados a 2010, sendo mais semelhantes nos respeitantes ao próximo ano.


Para 2010 o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 0,3%, já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) projecta um crescimento de 1%, e a Comissão Europeia de 0,5%.


Para 2011 a variação nas projecções é menor: FMI prevê um crescimento de 0,7%, igual à da Comissão Europeia, e a OCDE de 0,8%.

 

 


Visão

Lusa - Esta notícia foi escrita
nos termos do Acordo Ortográfico
14:04 Segunda feira,
12 de Jul de 2010

 

 

Banco de Portugal: Primeiro boletim económico de Carlos Costa publicado terça feira

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.


No último boletim económico, o ex governador e agora vice presidente do Banco Central Europeu, reviu em baixa as perspetivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.


As estimativas do banco em março apontavam para um crescimento de 0,4 por cento este ano e de 0,8 por cento no próximo.

 


 

Exame Expresso

Lusa

9:35 Segunda feira,

7 de Junho de 2010

Carlos Costa assume Banco de Portugal

Economista Carlos Costa deixa a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento para suceder a Vítor Constâncio no cargo de governador do  Banco de Portugal.

 

Carlos Costa sucede a Vítor Constâncio

na liderança do banco de Portugal

Alberto Frias

 

Carlos Costa é hoje indigitado como novo governador do Banco de Portugal pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sucedendo a Vítor Constâncio na liderança do supervisor. A cerimónia de tomada de posse já decorre no salão nobre do Ministério das Finanças.

 

O economista Carlos Costa, que saiu da vice-presidência do Banco Europeu de Investimento onde estava desde outubro de 2006, foi nomeado pelo Governo a 23 de abril para suceder a Vítor Constâncio, que deixou a liderança do Banco de Portugal, depois de 10 anos em funções, para assumir por sua vez a vice-presidência do Banco Central Europeu.

 

Carlos Costa, 60 anos, licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto em 1973, tem uma vasta experiência no setor bancário e na integração de Portugal na Comunidade Europeia.

 

Foi também membro do conselho de administração e diretor executivo da Caixa Geral de Depósitos entre 2004 e 2006 e ocupou idêntico cargo no Banco Nacional Ultramarino (BNU) e no Banco Caixa Geral (Espanha).

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:40
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Sábado, 3 de Julho de 2010

Entrevista ao responsável pelo Tribunal de Contas

Entrevistas Antena 1

2010-07-02

 

Entrevista a Guilherme d`Oliveira Martins


 


 

 

A jornalista Maria Flor Pedroso entrevista o presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins.

 

O responsável pelo Tribunal de Contas afirma que aceita o recurso à ‘golden share' do Estado na PT, tendo em conta a importância da participação da operadora portuguesa na brasileira Vivo.

 

Guilherme d'Oliveira Martins defende ainda a responsabilização dos projectistas de obras públicas nos casos em que haja erros no projecto, que levem a derrapagens.

 

 

VÍDEO COM A ENTREVISTA:

 

http://tv1.rtp.pt/antena1/?t=Entrevista-a-Guilherme-dOliveira-Martins.rtp&article=2126&visual=11&tm=16&headline=13

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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Estudo do cérebro facilita compreensão das escolhas económicas - Investigação: Nova ciência

May 24, 2010 by Inovação & Marketing

Investigação:

Nova ciência de estudo do cérebro

facilita compreensão das escolhas económicas

 

Inovação, Marketing, Tecnologia, Empreendedorismo, Gestão, Portal, Blog

As decisões económicas são imprevisíveis porque a racionalidade é limitada, mas a neuroeconomia pode ajudar a compreender melhor o que está na base de determinados comportamentos e tendências, estudando os mecanismos cerebrais.
Esta ciência está ainda a dar os primeiros passos, mas pode vir a tornar-se uma ferramenta muito útil, defendeu o investigador e autor do livro “Neuroeconomia – Ensaio sobre a sociobiologia do comportamento”, José Eduardo Carvalho, em entrevista à Lusa.
Os estudos neuroeconómicos revelam o papel das emoções nas escolhas estratégicas e podem contribuir para ajustar os modelos económicos a uma nova realidade.
Recorrendo a áreas científicas como a cromotografia, a microeletrónica e a nanotecnologia, os neurocientistas dispõem de “um conjunto de instrumentos que permitem ver em tempo real como é que as pessoas reagem, em termos hormonais, se forem estimuladas”.
“O que as pessoas dizem nem sempre corresponde à realidade”, sublinhou o professor universitário. “Hoje, é possível ver isso e estes instrumentos podem optimizar a informação de que os economistas hoje dispõem”.
No entanto, a nova ciência está a ser mais aproveitada pelos “homens do marketing” do que pelos economistas.
A neurociência descobriu que há zonas do cérebro que são estimuladas quando uma pessoa é confrontada com um dado objecto, mas nem sempre funcionam de forma racional.
“A estimulação é visível numa determinada zona e depois há outra zona que faz a aferição do preço, por exemplo, mas se houver uma deficiência do funcionamento cerebral, essa zona não se “acende” e o indivíduo pode endividar-se para comprar um bem de que não necessita”.
A explicação para o sobreendividamento pode ter também a ver com outra descoberta: “Temos uma componente genética que nos pode fazer desenvolver uma certa propensão para o consumo, mas também há uma componente cultural, que resulta de uma aprendizagem e que se transmite através de gerações”, explicou o economista.
Os comportamentos económicos reflectem crenças e valores, salientou.
Ao contrário do que acontecia há décadas, em que os pobres se resignavam e não ambicionavam chegar a uma classe superior, hoje as pessoas com menores rendimentos “são constantemente estimuladas para o consumo, pelos anúncios e pelas telenovelas e vão interiorizando estes padrões”.
José Eduardo Carvalho defende que “as tradições e a política contribuem cada vez menos para a formação da identidade” e que esse papel tem vindo a ser assumido pelo consumo.

 

Fonte: Económico

 

♦ ♦ ♦

 

VER:

 

http://inovacaomarketing.com/

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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

O Petróleo Português - Portugal tem maior mina de lítio da Europa

Carros Elétricos

que usam Baterias de Lítio

Reportagem com Automóveis comuns convertidos em elétricos ,que usam baterias de Lítio.

 

Tambem Motos,Motocicletas ,veiculos off-road convertidos em eletricos com estas baterias.

 

07:56Há 3 anos


O Petróleo Português

EXPRESSO TV

 

Vítor Andrade (www.expresso.pt)
10:20 Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

 

 

Portugal dispõe de dois milhões de toneladas de reservas de minério de lítio.

 

Quanto a reservas possíveis, a fasquia sobe até às doze milhões de toneladas.

 

Isto é o suficiente para perto de 70 anos de exploração mineira.

 

Com uma particularidade: as ocorrências de lítio estão entre os 20 e os 30 metros de profundidade, ou seja, não é necessário abrir minas subterrâneas.

 

Vídeo Expresso sem som:

 

Vídeo Expresso com som:

http://aeiou.expresso.pt/o-petroleo-portugues=f577649

 

 


 

VISÂO

27-08-2009

Metais

Lítio: um tesouro desaproveitado

Portugal é o maior produtor europeu de lítio mas, no estado em que este se encontra, não serve para fabricar as baterias dos futuros carros eléctricos

Clara Teixeira
16:14 Quinta-feira, 27 de Ago de 2009

 

Portugal não tem petróleo nem gás mas tem lítio, no subsolo. Um pouco por todo o lado, cresce a procura do mais leve metal existente na Terra, cuja densidade é apenas metade da água. É com lítio que se fabricam as baterias dos computadores portáteis, telemóveis, leitores de mp3, câmaras digitais, relógios e, dentro de algum tempo, dos carros eléctricos. A Nissan, a primeira marca a apostar na construção em massa dos novos veículos, vai instalar uma fábrica de baterias de lítio em território nacional. Mas, apesar de sermos os maiores produtores europeus desse metal, a construtora terá de adquirir a matéria-prima nos mercados internacionais.

O lítio que por cá se extrai, a partir de certos tipos de rochas, vem agregado a outros metais, existindo dúvidas sobre a viabilidade financeira da sua separação e posterior utilização para o fabrico de baterias. Mas há estudos nesse sentido.

A Felmica, maior produtor nacional, com sede em Mangualde, começou a estudar, em conjunto com uma empresa alemã, a exploração de lítio "num estado mais puro", com a finalidade de servir de matéria-prima para o fabrico de baterias. "Só haverá plano financeiro depois de sabermos o que podemos colher", disse à VISÃO o administrador José Manuel Henriques.

Por enquanto, a totalidade da produção da Felmica destina-se à indústria cerâmica nacional, que utiliza o lítio no fabrico de mosaicos, azulejos, louças sanitárias e louças de cozinha. Em 2008, começou, pela primeira vez, a produzir concentrados de lítio.

Os novos usos do lítio estão a fazer com que as empresas comecem a olhar para esta matéria-prima "de forma mais sustentada", diz o subdirector-geral da Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE), Carlos Caxaria. Mas, durante mais algum tempo, os destinatários da produção serão os fabricantes de vidro e cerâmica.

"Para o fabrico de baterias será necessário lítio na forma de carbonato, que não é o nosso tipo de produção", explica aquele técnico, acrescentando que essa transformação "poderá ser demasiado dispendiosa e grande consumidora de energia". "Tenho dúvidas quanto à sua futura utilização nas baterias de automóveis", conclui.

Procura cresce

A produção de lítio, concentrada nas regiões de Guarda, Viseu, Vila Real e Viana do Castelo, tem vindo a aumentar, assim como os pedidos de prospecção desse metal. Os dados da DGGE indicam que, entre 2005 e 2007, registou-se uma subida de 33% na exploração de pegmatitos (rochas) com lítio, para um total de 34 755 toneladas, avaliadas em cerca de meio milhão de euros. A dimensão das reservas não é, por enquanto, conhecida.

Numa análise recente do U.S. Geological Survey - um instituto público norte-americano - Portugal é apontado como o maior produtor de lítio na Europa, numa tabela liderada pelo Chile e pela Austrália. Mas, a breve prazo, essa lista sofrerá alterações. A descoberta das maiores reservas do mundo na Bolívia, estimadas em 5,4 milhões de toneladas (metade do total mundial) ditará a entrada de um novo gigante neste mercado, em forte expansão por causa da procura de lítio para baterias - que lideram já as aplicações daquele metal, consumindo 25% da produção mundial. Mas nem tudo são boas notícias. Os especialistas frisam que o lítio é um metal raro e que, com a esperada massificação das viaturas eléctricas, será necessário procurar alternativas. As expectativas de fortuna fácil, por parte dos produtores, podem, afinal, não se concretizar.



Portugal tem maior mina de lítio da Europa

 

http://www.boasnoticias.pt

30/4/2010

 

 

Portugal é o 5.º maior produtor mundial de lítio, um mineral de cor violeta que é utilizado na construção de baterias para os carros elétricos A mina da Felmica, na Guarda, é a maior da Europa, noticia o jornal Expresso.

É com lítio que se vão produzir as baterias dos novos carros elétricos que as marcas estão a anunciar, mas a indústria automóvel tem tido dificuldades em encontrar um fornecedor de matéria prima em abundância. Portugal pode vir a ser a solução.

"Temos a matéria prima já concentrada e já estamos a fazer um estudo para podermos preparar o lítio para poder ser aplicado no setor das baterias", explicou Carlos mota, presidente da Felmica ao jornal Expresso.

A mina da Felmica, na região da Guarda, é a maior da Europa e dispõe de reservas para 30 anos de produção. Portugal é já o quinto produtor mundial deste mineral.

Carlos Mota adiantou ao jornal que a empresa já foi contactada por dois grandes grupos da indústria automóvel e que poderão ser parceiros na fase de transformação do lítio, ou seja, na sua preparação para utilização nas baterias.

Portugal dispõe de dois milhões de toneladas de reservas de minério de lítio. Quanto a reservas possíveis, a fasquia sobe até às doze milhões de toneladas, o que é suficiente para perto de 70 anos de exploração mineira.

Em termos de exploração, o lítio apresenta uma vantagem relativamente a outros minerais já que as ocorrências deste minério estão entre os 20 e os 30 metros de profundidade pelo que não é necessário abrir minas subterrâneas.


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Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:12
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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

Será Possível ??? - Energie, especializada em painéis termodinâmicos ameaça mudar-se para Espanha

RTP

2010-05-18

14:19:02

Empresa Portuguesa

de painéis termodinâmicos

ameaça mudar-se para

Espanha

 

Uma empresa portuguesa, a Energie, especializada em painéis termodinâmicos ameaça abandonar o país.

A empresa ainda não está integrada no Sistema Nacional de Certificação Energética.

A consequência prática é que não pode vender em Portugal. Pode apenas exportar.

O empresário avisa que, se até ao final deste mês, não tiver uma resposta deslocaliza a empresa para Espanha.

 


 

 



Energie, empresa portuguesa de painéis solares termodinâmicos, ainda está a ponderar a melhor opção para o seu futuro. Depois do grupo espanhol Telemo ter demonstrado o interesse na compra da empresa portuguesa liderada por Luís Rocha, o que implicaria a sua deslocalização da Póvoa de Varzim para a Galiza, a Energie tem estado a analisar «os prós e os contras» da decisão a tomar. Espanha é, de resto, um dos principais mercados da empresa, que exporta para diferentes países 40 por cento da sua produção.

Recorde-se que a Energie iniciou, no final de 2007, a sua primeira fase de expansão, ao inaugurar a maior fábrica de produção de painéis solares termodinâmicos do mundo. A tecnologia, que é já a terceira geração deste tipo de materiais, consiste em painéis solares de alto rendimento e sem vidro, que funcionam por meio de um klea (fluido frigorigénio ecológico), captando imediatamente a radiação solar, tanto directa como difusa, bem como o calor do meio envolvente.

Em 2008, a empresa foi responsável pela instalação de 24 mil metros quadrados de área de painéis solares termodinâmicos, tendo registado um crescimento na ordem dos 12 por cento, com um volume de negócios a rondar os sete milhões de euros. A empresa segue assim a tendência de 2007, quando nesse ano, de acordo com dados da Federação da Indústria Solar Térmica Europeia (ESTIF), 52 por cento dos painéis solares térmicos instalados em Portugal eram fabricados pela Energie.

Para 2009, a empresa continua a aspirar a novo crescimento, nomeadamente através da conquista de novos mercados internacionais, nomeadamente a Alemanha e a América do Sul. Actualmente, 60 por cento da produção destina-se ao mercado nacional e os restantes 40 por cento ao mercado internacional, designadamente para países como Espanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, Bélgica, Irlanda e Estados Unidos.

http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://www.portal-energia.com/wp-content/pth/thumb_energie_1235754281.jpg&imgrefurl=http://www.portal-energia.com/tag/termodinamicos/&usg=__D28PMeMFUYM8e7kncXzdmjyCMIo=&h=130&w=130&sz=4&hl=pt-PT&start=24&itbs=1&tbnid=91QMCST4zEsS7M:&tbnh=91&tbnw=91&prev=/images%3Fq%3DEnergie%2B-%2Bpain%25C3%25A9is%2Btermodin%25C3%25A2mico%26start%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1

 

Quem Explica

o Porquê

Bomsensoamiguinhos

: ??? Será Possível ???
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Domingo, 16 de Maio de 2010

Entrevista a Jacques Attali por Laura Davidescu, Euronews

Euronews

Jacques Attali: a crise está apenas a começar

07/05 17:58 CET

 

 

Podemos prevêr as crises económicas? É um exercício perigoso a que Jacques Attali se dedica há muitos anos.

Engenheiro e economista de formação, presidiu ao Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento nos anos 90. Jacques Attali é autor de numerosos ensaios sobre política, economia e finanças.

A Euronews entrevista-o sobre a crise grega e as turbulências na Zona Euro. Para começar, Jacques Attali lamenta o atraso da Cimeira Europeia no tratamento do tema.

Jacques Attali – A cimeira ocorre muito tarde. Se tinha sido feita há 15 dias, três semanas, teríamos colocado 40 mil milhões na mesa e teria sido suficiente. Mas não foi, hesitámos, dissémos que não o faríamos, por isso é a pior das soluções, dizer não e depois dizer sim.

Em segundo lugar, o mecanismo que está em vigor não é credível, os montantes anunciados são muito elevados, mas o plano de rigor imposto aos gregos é absolutamente insustentável e mais: nós nem sequer lhes pedimos poupanças no orçamento da Defesa, o que representa a maior parte dos gastos!

Assim, os mercados vão forçosamente colocar a questão de saber o que se vai passar com outros países, estão preocupados, e vão tentar compreender se os Estados vão ser sérios, em Portugal, em Espanha, em Itália, em Inglaterra, porque o Reino Unido também está mal colocado.

E assim vamos ter mais ataques, não propriamente ataques, verificação da seriedade dos Estados que não o são.

Hoje em dia, os governos europeus não tomam a única decisão que se impõe, ou seja, criar títulos do Tesouro europeus para emprestar em nome da Europa. Tudo o que fazemos hoje é esbanjar.

Laura Davidescu, euronews – Então diz – se é que estou a compreender – face a uma crise com tal amplitude a única solução é consolidar os mecanismos verdadeiramente europeus?

J. A.- Claro … (…) a única solução é a de crescimento para a redução da dívida , é a única solução.

Mas enquanto se espera a retoma do crescimento, enquanto se fazem as economias necessárias, é preciso evitar a catástrofe e para evitar a catástrofe, devemos emprestar de modo credível e o único que pode emprestar de modo credível é a União Europeia.

L.D. – Mas está longe de ser uma decisão dessa envergadura …

J.A. – Nestes dois anos, de qualquer modo, não fizémos nada.

Parecemos o G20, que não serviu para nada, anunciámos tanto que nunca cumprimos, temos tanto medo de tomar a mais pequena decisão que não fizémos nada enquanto a bolha crescia.

A crise era uma pequena crise dos subprimes americanos, que devia ter custado 10 mil milhões de dólares e se tornou numa crise mundial de bancos que pode custar 500 mil milhões de dólares ..continuamos a não fazer nada, salvo transferir para os contribuintes, o que se transformou em crise da dívida pública que atinge os 7,8 biliões de dólares.

Os bancos continuam a especular exatamente como antes, os actos imorais também continuam do mesmo modo, nada, absolutamente nada mudou num sistema que está totalmente nas mãos do mercado financeiro internacional.

L.D. – Foi então que descobrimos, depois de uma crise das finanças privadas a crise das finanças públicas….

J.A. – Não descobrimos . Se me permite, com muitos outros, há três anos que digo que não fazemos mais do que transferir a dívida privada para a dívida pública.

Desde o momento em que se deu a crise do Lehman, escolhemos transferir a dívida privada para a dívida pública, e como aceitámos transferir aceitámos financiar todas as perdas dos mais diversos bancos e, Lehman à parte, não deixar ninguém declarar falência.

Assim, aceitámos que o contribuinte de amanhã, para além das dívidas que tenha , pague esses erros.

L.D. – Um dos motivos, já que há tantos, das queixas dos últimos três meses, está ligada ao Fundo Monetário Internacional.

Os dirigentes alemães opuseram-se a que a Europa pague, e assumem sozinhos o plano de socorro à Grécia.

O senhor qualifica, num artigo recente, a decisão de finalmente apelar ao FMI, como desonrada. Porquê?

J.A. – Retomei a fórmula de Churchill: “Você hesitou entre a guerra e a desonra, e porque escolheu desonrar-se vai ter a guerra. “

Infelizmente, esta fórmula que apliquei é verdadeira. Escolhemos a desonra porque o Fundo Monetário é uma estrutura honorável mas não é uma estrutura europeia. Assim, confiámos a outros, ou seja, aos americanos e outros não europeus a responsabilidade de decidir a política que convém seguir num país europeu.

Assim, optamos por uma estratégia que está a destruir a identidade europeia.

E o encargo principal será europeu, pois são os europeus que vão pagar a crise.

L.D. – Mas e se isso não chegar a acontecer, precisamente por a nossa construção europeia ter defeitos, pecados originais? Por exemplo, o euro nunca foi apoiado por uma política europeia comum ou fiscal ou económica ou de qualquer modo. Então, será que podemos enfrentar?

J.A. – Há 10 anos que digo que o euro vai desaparecer se não formos capazes de estabelecer um orçamento europeu.

Sempre avançámos assim na Europa: fizémos o mercado único porque o mercado comum não era suficiente e de cada vez houve crises que precederam estes factos.

Hoje, vemos como uma evidência que a moeda única não pode existir sem uma política fiscal e orçamental. Não é possível.

Então, será que temos a coragem de o fazer? Vamos ver! Mas, por agora estamos a lidar com os políticos que são do século XX. Estão um século atrasados.

L.D. – Há um, entre os actuais líderes da Europa, que mostre sinais de ter entendido esta realidade?

J.A. – Infelizmente, o único político sério que parece sério e ter compreendido é Jean Claude Trichet, mas não é um homem político.

É o único na Europa, que conheço, talvez com Jean Claude Junker também, que na posição de patrão do eurogrupo viu bem o que estava em jogo. Ambos compreenderam que era precisa uma integração maior, mas eles não estão em posição de impôr.

L.D. – Então para onde acha que vamos, Sr. Jacques Attali?

J.A. – Acho que estamos a ir para pior, e pior é dizer entre dois a três anos, até menos, uma desintegração da Europa. A única questão é se não os políticos que tiveram a coragem de decidir na calma podem fazê-lo durante a tempestade.
L.D. – Na tempestade? Então é apenas o começo desta tempestade …

J.A. – Com certeza, a crise está apenas a começar. Todos os que têm vindo a dizer, há meses e meses, “a crise acabou, saímos da crise” dizem qualquer coisa. A crise está apenas a começar. Porque o público aumenta a dívida, porque a recessão está aqui. É claro que não há crise na China, Índia, Ásia e em outros lugares. Mas a crise na Europa, a crise os E.U., a crise no Japão, a crise em todos os países da OCDE
está à vista. Estes velhos países, antes ricos, estão cansados, optaram por viver no crédito mas é preciso pagá-lo.
L.D. – Que preço tem de pagar a Europa? É que assim vai sair, se sair, mais fragilizada do que nunca.
J.A. – Primeiro ainda não acabou. E esta pode mesmo ser a ocasião, como quando houve a crise da desvalorização de 92-93 , ou a grande crise da Europa nos anos 83- 84, pode ser o momento de se reforçar, de fazer com que a crise se torne a ocasião para fazer melhor e mais. Ainda espero que a Europa compreenda que hoje a única via que lhe resta á Mais Europa e não Menos Europa.

L.D. – Na 24 ª hora …

J.A. – Esperemos que não seja na 25a, para citar um grande escritor romeno.

L.D. – Portugal? Existe um risco lá, imediatamente ou nos meses que vêm? E Espanha?

J.A. – Sim, evidentemente, os mercados vão verificar se os políticos que não fizeram a tempo o seu trabalho sobre a Grécia, vão fazer o seu trabalho sobre Portugal. Assim, vamos ver as notações de crédito (credit default swap ) de Portugal, de Espanha e do Reino Unido aumentarem até ficarem sem crédito, e vamos ver o que fazem os governos.

L.D.- O pior cenário.

J.A. – O pior cenário. É por lá, sem dúvida, que é preciso passar para chegar ao despertar da classe política.

Copyright © 2010 euronews

Ver vídeo em:

 

http://pt.euronews.net/2010/05/07/jacques-attali-a-crise-esta-apenas-a-comecar/


:
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Medidas Anti-Crise - IVA e IRS

RTP
2010-05-14 21:23:26
Economia

IVA e IRS

no topo das medidas anti-crise

   

Depois do anúncio das medidas anti-crise, o Ministério das Finanças revelou hoje o contributo de cada medida de austeridade para o esforço de redução do défice do Estado.

 

O aumento do IVA é o que vai fazer entrar mais dinheiro nos cofres do Estado nos próximos 18 meses. Segue-se o aumento do IRS, que vai ser de 1% para quem ganha até 1300 euros por mês. São três salários mínimos - e não cinco, como inicialmente chegou a ser noticiado.

 

A partir dos três salários mínimos o aumento do imposto é de 1,5%.

 

 

 

: Será que o caminho é por aqui
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:29
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Cavaco Silva: Portugal tem de Superar o Crescimento Previsto

 

O Presidente da República perante as previsões de crescimento económico desafia os portugueses a fazerem mais e melhor... lembra que "a recuperação económica só poderá ser duradoura no nosso país se nós conseguirmos reduzir as necessidades de financiamento que obtemos no estrangeiro" ... "a palavra chave é a competitividade das nossas empresas".

 

O Presidente acredita que é nas "comunidades locais e nas pequenas e médias empresas que podemos encontrar a fonte duradoura da nossa recuperação económica..."

 

{#emotions_dlg.portugal}

Bomsensoamiguinhos


 

 

RTP

 

Cavaco Silva

Apela aos Portugueses Para Não Se Resignarem

"Nós conseguimos! Nós Conseguimos!"

 

 


Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:10
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Preocupação de Cavaco Silva: "Defender os Interesses dos Portugueses"

 

 

O presidente da Republica fundamenta-se nos conhecimentos que tem em economia, da macroeconomia, do funcionamento dos mercados... para alertar para o facto da enorme dívida externa e para o elevado número de desempregados... empenhando-se em defender os interesses actuais e futuros dos portugueses...

 

Deu exemplos:

  • empreendedorismo na criação de empregos
  • empresas de produtos típicos locais como em Barrancos... o presunto... o porco de raça alentejana tão apreciada no estrangeiro...


"Isso aumenta as nossas exportações"


"reduz a nossa dívida externa"


"Não são só as Grandes Empresas"


"Não são só as Grandes Cidades"


" Cada parte do nosso País há-de ajudar a defender as dificuldades"


 

Bomsensoamiguinhos

 

RTP

2010-05-02 13:45:37
Política

Cavaco Silva Afirma que

a sua Preocupação

"é Defender

os Interesses dos Portugueses"

O Presidente da República está hoje em Barrancos onde inaugurou esta manhã um Parque Empresarial. Quanto à questão da eventual suspensão das grandes obras públicas, uma matéria que tem divido a presidência da República e o Governo, Cavaco Silva afirmou que a sua "preocupação é defender os interesses dos portugueses" e que a sua tarefa é "ajudar à recuperação económica do país"

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

05-04-2010 12:44

 

 

Blogger

 

 

 

 

 

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

Paulo Pinto

 

 

O “rating” de Portugal baixou. Quem teve poder para isso foi a Fitch que o passou de AA+ para AA-. Através do seu responsável para os Mercados Emergentes, a Fitch afirmara recentemente que a comparação entre Portugal e a Grécia era demasiado simplista e o “rating” de Portugal significativamente superior.

 

As grandes agências de “rating” são americanas mas a Fitch é controlada pelos franceses da Fimalac.

 

As agências de “rating” já ameaçaram os Estados Unidos, como o fizeram com Portugal e outros países da Europa, mas com os EUA vão ficar só pelos ameaços. O que as agências de “rating” pedem aos Estados Unidos é o mesmo que pedem a Portugal, ou seja, que gastem menos.

 

Imagino que os países que compram a incessantemente crescente divida americana, e assim se tornam seus credores, também devem querer que os Estados Unidos gastem menos. A pergunta que fica é: porque é que então os Estados Unidos não gastam menos e ao contrário cada vez gastam mais?

 

Como cidadão responsável, gostaria de não ter que ver uma baixa no “rating” dos Estados Unidos porque isso traria certamente o caos aos mercados financeiros. Os EUA são o maior devedor do mundo. Devem, inclusive, mais que todos os outros países juntos. Os impactos colaterais são incalculáveis, talvez o fim do mundo como o conhecemos, mas estar dependentes das agências de rating... A notoriedade e relevância das agências de “rating” é totalmente imerecida, pelo que não é uma questão de regulamentação que pode resolver o problema, dado que é todo o modelo de negócio que é malicioso muitos dirão corrupto.

 

Os escândalos começaram no início do milénio com a Enron, a empresa que a revista “Fortune” apelidou de “a companhia americana mais inovadora”, durante seis anos consecutivos. Em 2000, cotava a 84 dólares, e um ano depois estava a 26 cêntimos. Foi à época a maior falência da história da América com activos de 65 mil milhões. As agências de “rating” foram acusadas de serem muito lentas a actuar, porque só o fizeram no último mês de vida da empresa, tendo argumentado com o factor “prudência”.

 

E foram-no em 2002 quando se deu o caso Worldcom, a segunda maior empresa de telecomunicações dos Estados Unidos. Em Abril, as agências de “rating” começaram a falar; em Maio, começaram a baixar o “rating”; em Julho, estava falida. Estava batido o recorde da maior falência da história com 104 mil milhões de activos.

 

Ainda em 2002, as agências de “rating” fizeram uma alteração aos seus conceitos-base, que se tornou muito importante na análise aos bancos.

 

Passou a ser considerado como valor para os bancos a noção de que os governos e os bancos centrais  (com a designação de intervenção externa)  não poderiam deixar cair os bancos mais importantes. Nesta peugada, os bancos dos diferentes países viram o seu “rating” melhorado. Nem tudo o que fizeram foi errado, porque, neste ponto, como se sabe estiveram absolutamente certas, houve efectivamente intervenção dos Governos. Onde estiveram erradas foi ao não terem previsto que alguns bancos poderiam vir a ser maiores que os bancos centrais dos respectivos países. Tal resultou na falência, por exemplo, do Banco Kaupthing Islandês, que era bem maior que o Banco Central da Islândia. Não serviu de nada o Kaupthing ter o maior “rating” possível AAA, a falência foi o caminho.

 

2003 foi o ano em que as agências de “rating” descobriram a verdadeira mina que era o “subprime”, ao colocar o seu selo de “aprovado”,  enquanto transformavam produtos financeiros medíocres em produtos AAA. O prémio Nobel Joseph Stiglitz, professor na Universidade da Columbia, chegou a afirmar que via as agências de “rating” como o factor principal da crise produzindo a alquimia necessária para transformar produtos de investimento modestos em produtos de “qualidade”. Segundo ele, os bancos não poderiam ter feito o que fizeram sem a cumplicidade das agências de “rating”.''


 

Poderíamos falar da Fannie Mae, da Freddy Mack, empresas que segundo a Reserva Federal estavam bem capitalizadas em Julho de 2008 e ‘’nacionalizadas’’ a 8 de Setembro, mês e meio depois. A seguradora AIG foi o episódio seguinte.

 

Não deixa de ser surpreendente que depois de mais de dois anos a tentar encontrar remédios para a crise em que vivemos nada ainda tenha acontecido a estas empresas de “rating”. Não deixa de ser surpreendente que desde o início do ano retomem um protagonismo despudorado com incidência na divida soberana Europeia.

 

A pergunta que se deve fazer, creio, é simples: estamos todos preparados para o futuro que nos espera sem o contributo das agências de “rating”, ou seremos complacentes o suficiente para continuar a ser vítimas de sociedades de “rating”, que vivem de um estatuto que claramente não merecem, independentemente do que nos possam dizer?

 

Subilnhado / negrito

do Bomsensoamiguinhos

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

A crise e o ouro

DIF Broker

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Blogger Paulo Pinto - Blog

A crise e o ouro

05-02-2010 11:28

 

O ouro foi catalogado como protecção contra a inflação nos anos 70 e 80, mas creio que este é um atributo errado. O ouro não é uma protecção contra a inflação, é antes uma protecção em relação à desconfiança nos governos. Porque muito se fala de “Grécias” e Portugal e Espanha como sendo importantes na desgraça mundial, convirá referir agora que este comentário incide sobre todos os países, mas é o Estados Unidos que fará a diferença nos seus actos e práticas.


O cidadão é, normalmente, complacente enquanto as coisas correm bem, mas rapidamente deixa de o ser quando correm mal. Estão na memória de todos os exemplos recentes dos distúrbios em França e ainda mais recentes na Grécia, e estes são demonstrativos da linha ténue que separa a conduta civilizada da arruaça.
Quando as pessoas deixam de ter acesso aos padrões mínimos da sociedade a que pertencem o risco torna-se latente.


Os governos tornaram-se o maior perigo para o estilo de vida dos respectivos povos ao não saberem governar-se com os meios apropriados e endividando as gerações futuras. Não parece haver neste momento ainda ninguém na disposição de impedir este suicídio económico colectivo, mas como nos exemplos da França e da Grécia a continuarmos assim, o motivo para a arruaça será só uma desculpa.


''Um governo nunca paga as dívidas do Estado'' (Adam Smith em 1776), e não existe nenhum tribunal para recorrer de uma eventual falência, mas o pior é os governos nunca reconhecerem que são parte do problema, porque acreditam serem os únicos com a solução. Porque somos o nosso pior inimigo, não se vislumbra ser possível evitar problemas com as dívidas existentes.


Em 1931 quase todos os países Europeus tiveram incumprimentos das suas dívidas, naquilo que foi uma guerra económica antecessora da segunda guerra mundial. No final desta guerra os Estados Unidos tinham 76% das reservas mundiais em ouro, o que lhes permitiu ter o dólar como moeda de reserva mundial. O endividamento criado pela guerra não foi bom para a estabilidade económica dos países europeus. Esta foi a única razão porque os Estados Unidos foram beneficiados. O que temos neste momento é os Estados Unidos com ainda 2 guerras e uma divida real e outra oculta que coloca em perigo a estabilidade mundial.


O ouro estava a 20 USD em 1932 e chegou aos 875 em 1980, uma subida de 4370%, comparada à subida de 2500% verificada no índice Dow Jones no mesmo período De 1980 para cá o Dow ganhou 1000% mas já esteve a ganhar 1400% enquanto o ouro valorizou 27% e, no seu valor máximo (1225), esteve a valorizar 40%.

 

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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Dívida externa 'custa' 396 dias

DN

Economia

02 Jan 2010

Hipotecados
Dívida externa 'custa' 396 dias

por Rudolfo Rebêlo
 
Dívida externa 'custa' 396 dias
 
 
Os portugueses precisavam de trabalhar, em Setembro do ano passado, um ano e 31 dias para liquidar a totalidade da dívida do País ao estrangeiro. Mais dois meses do que em igual mês do ano anterior. Ou seja, Portugal está cada vez mais "hipotecado" e vive à custa de poupanças externas, já que os empréstimos pedidos ao estrangeiro excedem em 8,6% o produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo país.

A culpa para o endividamento está, sobretudo, nos excessos de gastos do Estado, mas também das famílias e empresas, que estão sobreendividadas. Nos primeiros nove meses de 2009, a dívida externa era de 108,6% do PIB, utilizando cálculos conservadores. Ou seja a factura ascende a 177,3 mil milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal, contraída na forma de empréstimos e em títulos do Estado, adquiridos pela banca internacional.

Os gastos
Como foi possível chegar a este estado de coisas?
 
Nos últimos anos, o apetite voraz das famílias pelos empréstimos para consumo (carros e equipamento) e compra de habitação levou a um excesso de endividamento das famílias. Em média, o total da dívida dos consumidores contraída à banca significa 135% do salário anual, já descontados os impostos. Sem poupanças internas, este volume de empréstimos obrigou a banca a pedir dinheiro ao exterior - a outros bancos.

Em Setembro último, a dívida da banca ao estrangeiro era igual a 47% do PIB, uma redução face aos 55% observados em igual mês de 2008. Um corte explicado pela crise - mais desempregados, menos rendimentos e menor confiança no futuro - e maior exigência da banca na concessão de créditos.

Também as empresas, obrigadas a emitir títulos no exterior, estão a contribuir para o aumento da dívida ao estrangeiro. Devem 20 mil milhões de euros, quando em 2008 o saldo externo era positivo em 700 milhões de euros.

Mas se as famílias já estão a moderar o consumo e empréstimos - o défice externo caiu para 6,8% do PIB graças à queda das importações e do défice da balança de rendimentos -, o Estado está a pressionar cada vez mais as contas externas em alta. O motivo é o mesmo: a crise obrigou a aumentar o défice orçamental. Os apoios sociais, combate ao desemprego e os estímulos à economia levaram a mais despesas, enquanto, do lado das receitas, a anemia económica trava as receitas de impostos.

 Nos primeiros três trimestres do ano, as necessidades de financiamento do Estado atingiram os 8,6% do PIB. Um défice que vai pressionar a dívida pública , obrigando a contrair mais empréstimos externos. No total, em Setembro, a administração pública já devia 86,4 mil milhões de euros ao estrangeiro, 53% do PIB, um aumento de 16% em relação a 2008.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Bento XVI na Encíclica - com 82 anos de idade, publicou a 7 de Julho o “Caritas in Veritate” (“Caridade na Verdade”), com 150 páginas

 

O Declínio na Ética

 

“pode levar a que as leis do mercado colapsem”

 Tema apresentado pelo então cardeal Joseph Ratzinger num ensaio em 1985

 
 
Jornal de Negócios  Online
negocios@negocios.pt

 

O secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, disse que a economia de mercado livre legitimizou a ganância, citando o filme "Wall Street", de 1987, e o seu protagonista, o investidor Gordon Gekko.

“O mercado da ganância substituiu o mercado livre”, afirmou hoje Bertone num discurso junto de senadores italianos em Roma. “A ganância é uma coisa boa, a ganância é correcta”, disse Bertone, citando uma das frases mais populares de Gekko no filme realizado por Oliver Stone, ao salientar o conteúdo da encíclica do Papa Bento XVI, que apela a uma nova ordem financeira.

O sumo pontífice, com 82 anos de idade, publicou a 7 de Julho o “Caritas in Veritate” (“Caridade na Verdade”), com 150 páginas.

 

As reflexões do Papa sobre o capitalismo foram escritas ao longo de dois anos e neste documento podemos também encontrar análises sobre as formas de sair da pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, salienta a Bloomberg.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
                              

 

 “Quando o lucro se torna no objectivo exclusivo, se for produzido de forma imprópria e sem o bem comum como propósito final, arrisca-se a destruir a riqueza e a criar pobreza”,

escreveu Bento XVI na encíclica.


Bertone, que é o segundo maior responsável no Vaticano, sublinhou a mensagem do Papa aos legisladores italianos. Desde a década de 1970, referiu, as nações desenvolvidas “expuseram as suas economias reais aos caprichos das finanças” e convenceram os consumidores a gastarem além das suas possibilidades.

 

Em Novembro passado, o ministro italiano das Finanças, Giulio Tremonti, afirmou que o Papa tinha feito uma “profecia” num ensaio que escreveu quando era ainda cardeal.

 

Em 1985, o então cardeal Joseph Ratzinger apresentou um ensaio intitulado “Economia de Mercado e Ética”, onde referia que um declínio na ética “pode levar a que as leis do mercado colapsem”.

 

Dois anos mais tarde, Michael Douglas ganhou um Óscar pelo seu desempenho da personagem Gekko. A personagem acabou por simbolizar os excessos de Wall Street cometidos na década de 80.
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 05:30
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Sábado, 27 de Junho de 2009

Incubadora de negócios no Porto

 RTP

2009-06-27 13:55:40

 

Incubadora de Negócios
Porto

 

 

 

Está a nascer no Porto uma incubadora de negócios para empreendedores desfavorecidos. O projecto faz parte da rede Hub, que está instalada em 16 cidades do mundo e que é vista como o escritório do futuro, onde várias actividades partilham o mesmo espaço.

Publicado por bomsensoamiguinhos às 15:27
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Presidente critica falta de ética dos agentes políticos e económicos

SIC

 

Presidente da República

 
Critica falta de Ética dos Agentes Políticos e Económicos

 

 

 ♦

 

 

Ver

 

Pensamentos do momento de Bomsenamiguinhos:

  • Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

 

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

 

≈≈≈

 

  • Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento :
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html 
 
Neste fase da história de Portugal
 
seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.
  
Contudo, lamentavelmente,
não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.
 
Desde 1997
a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...
 
É de facto preocupante.
Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações
 
atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.
  
Será que a maioria dos portugueses
  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?
Nos últimos anos tivemos
juros a taxas reduzidas como nunca...
 
No entanto,
em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
   
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)   
 
3 de Janeiro de 2009, 01:17 
 
 

≈≈≈

  • Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?
 
ÉTICA E MENTIRA
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html  
 
 
≈≈≈

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Sábado, 9 de Maio de 2009

Bagão Félix - prevê recessão «bastante gravosa»

TVI 24

Artigos de Economia

Por: Redacção /RPV  
14-04-2009  17: 07
 
 
Bagão Félix
prevê recessão «bastante gravosa»
 
Efeitos serão muito fortes em especial para desempregados
 
 
Trabalho:Bagão Félix fala em propostas negativas
 
O economista Bagão Félix antecipou esta terça-feira uma recessão «bastante gravosa» e «sobretudo para os desempregados», após previsões do Banco de Portugal de contracção de 3,5 por cento da economia e queda de 14,2% das exportações.
 
«A contracção de 3,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) é um valor bastante acentuado e que representa uma recessão bastante cavada. E em termos de curto prazo é sobretudo gravosa para os que perdem emprego», disse à agência Lusa o ex-ministro das Finanças, Bagão Félix.
 
Desemprego é epicentro da crise
 
O economista considera que esta contracção, associada à descida de 14,2% das exportações e de 14,4% do investimento, devido ao ambiente de adiamento de consumo de bens duradouros «vai repercutir-se brutalmente no desemprego».
 
«O epicentro da crise é o desemprego. Estas previsões representam perdas significativas de postos de trabalho e terão repercussões nas despesas sociais. Os que já não têm emprego, vão continuar a não ter, além dos outros que também vão perder», afirmou Bagão Félix.
 
Apesar da queda das exportações, que considera «brutal», Bagão Félix lembra que está prevista uma depreciação do euro, o que pode contribuir para «algum estímulo» às vendas no exterior.
 
«Nas outras recessões que passaram por Portugal, as exportações estiveram sempre a níveis confortáveis, quando contrariando até a tendência geral. Mas esta crise tem a particularidade de ser generalizada e ocorrer numa economia que é bastante vulnerável e aberta», afirmou.
 
Quanto à inflação, que segundo as previsões deve ser negativa em 0,2%, o ex-ministro das Finanças sublinhou ter ficado surpreendido, já que esperava um crescimento de 0,3/0,4%, mas afasta contudo o cenário de deflação, atribuindo a situação a uma descida temporária de preços condicionada pelos preços dos combustíveis, à semelhança do Banco de Portugal.
 
«Pode é vir a ser uma acendalha para a própria recessão», admitiu Bagão Félix.
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:30
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Banco Central Europeu baixa taxas de juro para valor recorde

 

RTP

2009-05-07 19:33:07

 

Economia

 

 

 

Um corte de 0,25% levou as taxas para o mínimo histórico de 1%, mas o presidente do BCE admitiu que este valor pode vir a ser ainda mais baixo.

 

Esta decisão faz parte de um pacote de medidas para enfrentar a pior recessão económica desde a Segunda Guerra Mundial.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Economia - Globalização em debate no Estoril

RTP 

 2009-05-06 20:48:22

 

Vários líderes políticos
em Portugal
para debater a Globalização.
 
 
 
Tony Blair, Fernando Henriques Cardoso, José Maria Aznar e o Prémio Nobel da Economia Joseph Stigler são algumas das figuras de cartaz das Conferências do Estoril.

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:49
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Sábado, 18 de Abril de 2009

José Roquette - Mentalidade para manipular a realidade estatística "não ajuda nada" e deve ser ultrapassada

  RTP

 

Mentalidade para manipular a realidade estatística

"não ajuda nada"

e deve ser ultrapassada

 

José Roquette

 

Lisboa, 18 Abr (Lusa)

 

 

"Existe sempre uma certa tendência do ponto de vista da perspectiva das várias forças políticas de fazerem alguma manipulação da realidade estatística do país, o que obviamente não ajuda muito", disse José Roquette à margem do 4º Congresso Nacional da Associação Cristã de empresários e Gestores (ACEGE), em Lisboa.
 
Em declarações à agência Lusa, o antigo banqueiro e um dos principais animadores da ACEGE, sustentou que "é uma questão que temos que ultrapassar culturalmente e que não é muito aceitável".

 

 O empresário português José Roquette criticou hoje o facto de as várias forças políticas terem tendência para manipular a realidade das estatísticas económicas do país, o que "não ajuda nada", defendendo que esta mentalidade deve ser ultrapassada.

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 19:30
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Saúde - Crise económica é factor de ansiedade e stress

RTP

 

A perda ou a instabilidade no trabalho

tem efeitos nocivos no quotiano de muitas pessoas

 

 

 

 

 

A crise que afecta as economias de todos os países do Mundo está a criar níveis de stress e de ansiedade acima do normal.

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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