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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

CARLOS MORENO DEFENDE SANÇÕES PARA OS RESPONSÁVEIS

SIC

 

 

 

 

 

◊ ♦ ◊

 

 

 

«Como o Estado Gasta o nosso Dinheiro», de Carlos Moreno


«O juiz Carlos Moreno fez mais de 100 auditorias no Tribunal de Contas. Ao longo de duas décadas alertou sucessivos governos para o despesismo público. Agora apresenta todas as contas, todos os números. E as conclusões que tirou»

http://diariodigital.sapo.pt

 


http://diario.iol.pt

28-10-201011:43h

Redacção / Carlos Enes

Alerta:

«Parcerias público-privadas vão custar 2 mil milhões por ano»

 

 

Carlos Moreno,

juiz jubilado do Tribunal de Contas,

diz que problema tem de ser resolvido rapidamente

 

 

Carlos Moreno

 

 

A partir de 2013, os contratos de parceria público-privada previstos pelo Governo vão custar mais de dois mil milhões de euros por ano. Ou seja, uma despesa anual superior ao corte nos salários e ao aumento de impostos anunciado para 2011.

 

Carlos Moreno, juiz jubilado do Tribunal de Contas, considera urgente desactivar esta autêntica bomba relógio que ameaça as contas públicas.


«Entre 2013/2014 e 2024, só com parcerias público-privadas, penso que isto vai passar os dois mil milhões de euros, e sempre para cima, em média anual durante um período de pelo menos dez anos», disse em entrevista à TVI.


Ora, dois mil milhões de euros é o valor dos cortes salariais na Função Pública e do aumento de impostos proposto pelo Governo. Uma renda anual nesse valor é incomportável, sem contar com os juros envolvidos, cada vez mais altos.


«Parar neste momento com todas as parceiras público-privadas (PPP), aconselha o bom senso», advoga Carlos Moreno.


O Orçamento de Estado para 2011 esconde grande parte destes encargos futuros, mas não é credível: «Há aqui um défice de transparência dos reais encargos com as PPP. Eu, enquanto técnico e professor de Finanças Públicas, acho que é imprescindível que o povo saiba, antes de fazer sacrifícios, quanto é que deve, quanto é que o país deve e durante quantos anos vai ter de pagar quanto por ano».


Carlos Moreno foi nove anos juiz no Tribunal de Contas Europeu, mais 15 anos no Tribunal de Contas português. Por isso não se deixa enganar, o que nos espera é muito pior do anunciado pelo Governo.

 

 

 


DESTAK

13 | 10 | 2010   09.13H

 

Juiz Carlos Moreno

defende sanções aos responsáveis

por má gestão do dinheiro público

 

Após assinar mais de 100 auditorias do Tribunal do Contas marcadas por “sistemáticos” e “tremendos” desvios nas obras públicas, o juiz Carlos Moreno defende, num livro a apresentar hoje, que a Constituição preveja sanções por má gestão do dinheiro público.

 

Destak/Lusa | destak@destak.pt

 

“A nível de revisão constitucional devia tornar-se a boa gestão financeira obrigatória quando se decide gastar dinheiro, sobretudo somas mais avultadas, para que quem não seguisse este princípio pudesse ser sujeito a sanções, porque o dinheiro é hoje um bem escasso e caríssimo”, afirmou o autor da obra “Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro” em entrevista à agência Lusa.

 

O novo livro de Carlos Moreno é hoje apresentado oficialmente em Lisboa, pelo presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), João Duque.

 

Juiz conselheiro do Tribunal de Contas (TC) durante 15 anos, Carlos Moreno defende que a divulgação de “toda a verdade sobre as finanças públicas portuguesas” é uma “obrigação do Estado”, mas considera que a “perspetiva política” se tem sobreposto “à verdade técnica, se calhar porque esta é mais dolorosa”.

 

Contudo, sustenta, “a decisão financeira anual não pode deixar de ter em conta a verdade toda do ponto de vista técnico e a projeção desta verdade no futuro”.

 

Carlos Moreno diz que “se não fizermos estes cálculos bem feitos, as gerações futuras, sobretudo a partir de 2014, arriscam-se a que os orçamentos de Estado fiquem quase limitados a orçamentos de gestão de tesouraria”.

 

Após ter assinado mais de 100 relatórios de auditoria do TC que analisaram, entre outros, os gastos com a Expo 98, as SCUT, os estádios do Euro 2004, a Casa da Música, o Túnel do Rossio ou o terminal de contentores de Alcântara, Carlos Moreno diz ter “sistematicamente” concluído por “tremendos erros, falhas e desvios em relação ao que estava anunciado”.

 

“Tudo aquilo que se chama de boas práticas de gestão do dinheiro público não foram tidos em conta. Mas, como a lei não cobre isto, a responsabilidade dilui-se”, disse.

 

Segundo o juiz jubilado, “atualmente não são apuradas responsabilidades” porque a lei orgânica do TC e a própria Constituição apenas atribuem a este órgão fiscalizador do Estado a capacidade de sancionar ilegalidades e não a má gestão.

 

“Em todos estes casos, as auditorias que fiz são de boa gestão e isso não é sancionável pelo TC, só a ilegalidade”, sustenta.

 

Na sua opinião, “quando há derrapagens injustificadas de custos e prazos em parcerias público privadas [PPP] ou em obras públicas deveria não só apurar-se se há ilegalidades, mas também se há desleixo, erros ou falhas graves, e punir os responsáveis com multa ou com reintegração nos cofres do Estado dos prejuízos causados”.

 

Como maus exemplos, aponta as “acentuadíssimas derrapagens” nas PPP (parcerias público-privadas) rodoviárias, ferroviárias e de saúde.

“A Lusoponte foi anunciada como uma PPP a custo zero e tem uma derrapagem de 400 milhões de euros; o Metro do Sul do Tejo tem encargos acumulados para o Estado de 350 milhões; as SCUT já têm encargos acumulados de 15 mil milhões”, alerta.

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

"Temos um défice assustador"

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

AR: PS questiona ministro das Finanças sobre aquisição de acção da Cimpor pela CGD

RTP

 

 

AR:
PS questiona ministro das Finanças
sobre aquisição de acção da Cimpor pela CGD
 
 
Lisboa, 20 Fev (Lusa) - O deputado socialista Vera Jardim questionou hoje o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sobre a aquisição de acções da Cimpor pela Caixa Geral de Depósitos acima do valor de mercado.

 

 

Em requerimento hoje entregue na Assembleia da República, Vera Jardim interroga o Governo se "o accionista Estado teve conhecimento prévio da operação efectuada".

 

 

Em caso afirmativo, o deputado socialista quer saber "o que justifica tal transacção", sublinhando que foi noticiada "a aquisição pela Caixa Geral de Depósitos a um investidor privado por um preço por acção superior à cotação média das últimas semanas e com uma cláusula de direito da recompra das acções, no prazo de três anos".

 

 

Também o PCP e o BE já tinham questionado o Governo sobre esta operação, em que a CGD terá comprado 10 por cento do capital da Cimpor 25 por cento acima do valor de mercado, pagando mais 62 milhões de euros.
 
Hoje, o grupo parlamentar do PCP requereu a audição urgente do presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, Faria de Oliveira, na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças.
 
O PCP argumenta que "nos últimos tempos" a CGD tem sido chamada a intervir "na salvação de alguns bancos do sistema bancário" e que "tem tido intervenções incompreensíveis no apoio a alguns grupos económicos e financeiros".
 
Os deputados comunistas querem esclarecimentos sobre as opções estratégicas da CGD, referindo casos de "negociações leoninas de empréstimos" feitos entre empresários como Manuel Fino, Teixeira Duarte, Joe Berardo e José Rendeiro.
 
SMA/SF/ATF.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Região Norte vive pior crise desde o 25 de Abril

RTP

 

Vídeo Economia
2009-02-14 22:01:02
 
 
 
Região Norte vive pior crise desde o 25 de Abril
 
A conclusão é da União de Sindicatos do Porto, que revela que no distrito já existem perto de 100 mil desempregados.

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Ramalho Eanes denunciou existência de um clima de medo crónico

 

TSF

 Ramalho Eanes

 

 

O general Ramalho Eanes denunciou, esta terça-feira, a existência de um clima de medo crónico de criticar para não ser prejudicado e de arriscar.
 
O antigo Presidente da República pediu ainda aos políticos que informem sempre os portugueses da verdade.

 

 

O general Ramalho Eanes, que participava numa conferência sobre defesa nacional, no âmbito de um ciclo cujos trabalhos são presididos pelo ministro Severiano Reixeira, disse que Portugal necessita de mudanças profundas e de uma sociedade mais unida.

 
O antigo Presidente da República considerou também que os partidos políticos devem aproveitar o período eleitoral que se aproxima para falar a verdade aos portugueses.
 
O antigo Chefe de Estado defendeu que, durante a campanha eleitoral, «se evite o folclore partidário habitual e se aproveite para consciencializar os portugueses da situação de impossível manutenção em que nos encontramos e que não se entre num jogo de atribuição de culpas».
 
Na opinião do general, só conhecendo a verdade se pode fortalecer a opinião pública e acabar com um clima de medo, afirmando que na sociedade actual existem vários medos como o «com medo do presente, do futuro, pelos filhos, pela sorte dos pais, pelo emprego e medo dos poderes políticos».
 
Para Ramalho Eanes, falta noção da realidade na sociedade actual que, perante a « impavidez política dos governos», se entregou à realidade incontornável do consumo.

 

 

AUDIO

 

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Património - Hospital D. Estefânia - Rainha D. Estefânia

 

 

Rainha D. Estefânia

Rainha D. Estefânia por Sohn

 

Rainha D. Estefânia
1860, óleo sobre tela 185 x 139 cm, 
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Portugal

 

 

Quadro de Carl Ferdinand Sohn (1805-1867),

pintor que retratou diversas famílias reais europeias.

D. Estefânia  casou com o rei D. Pedro V em 18 de Maio de 1858.
 
 
Fonte:
Isabel da Silveira Godinho (coord.)
D. Luís I, Duque do Porto e Rei de Portugal - Catálogo,
2.ª ed., Lisboa, Palácio Nacional da Ajuda, 1990

 

⇔⇔⇔

 

 

 

O Hospital de Dona Estefânia

 

(HDE)

 

é um hospital central,

 

especializado no atendimento materno-infantil

 

integrado no grupo dos Hospitais Civis de Lisboa (HCL),

 

sendo a unidade de referência em pediatria,

 

para a zona sul do país e ilhas.

 

 

Lisboa

 

 

 

 

Rua Jacinta Marto, 1169-045 Lisboa

 

 

Entradas:
Rua Jacinta Marto
 Acesso à emergência durante 24 horas
Rua Dona Estefânia
Acesso restrito a peões das 8:00 às 18:00 horas
 
Telefone: 21 312 66 00
Linha Azul: 21 312 66 80 (emergência)
Fax: 21 312 66 67
e-mail:hdestefania@hdestefania.min-saude.pt

 

 

O Hospital de Dona Estefânia
está situado na zona central da cidade de Lisboa,
na freguesia de São Jorge de Arroios,
no quarteirão urbano definido pela
Rua Dona Estefânia, Rua Jacinta Marto, Rua José Estevão e
Travessa da Escola Araújo
 
 

www.hdestefania.min-saude.pt/hde_frames_pr.htm

 

⇔⇔⇔

 

HISTÓRIA

www.hdestefania.min-saude.pt/hde_frames_pr.htm

 

 ⇔⇔⇔

 

BLOG:

campanhapelohde.blogspot.com/

 

 

APOIAR E DEFENDER O
HOSPITAL DONA ESTEFÂNIA E UM NOVO HOSPITAL PEDIATRICO PARA LISBOA!
 
 
ESTÁ EM CURSO UM PROCESSO DE ENCERRAMENTO
DO HOSP. DONA ESTEFÂNIA:
 
ESSE FÓRUM É UM INSTRUMENTO DE ORGANIZAÇÃO PELA NÃO DESTRUIÇÃO DESTE HOSPITAL.ASSINA E DIVULGA O ABAIXO ASSINADO E O MANIFESTO!!!
 
Por um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa Petition
FAVOR DAS CRIANÇAS DOENTES
- É UMA NOVA PETIÇÃO
DIRIGIDA À ASSEMBLEIA DE REPUBLICA E À CAMARA MUNICIPAL DE LISBOA
"Por um novo Hospital Pediátrico para Lisboa"
http://www.PetitionOnline.com/18772008



Leia o texto, assine e divulgue a contactos de e-mail, colegas e amigos.

Seja solidário com os mais pequenos que ainda não têm voz!

- Caros amigos que acreditam na criança como o maior património do nosso futuro colectivo

- Caros amigos que não aceitam que, com a extinção do Hospital de Dona Estefânia em 2012), as crianças deixem de ter o seu Hospital dedicado e passem a ser assistidas em conjunto com os adultos no futuro Hospital geral de Chelas (Hospital de Todos os Santos)
 
- Caros simpatizantes da causa de um novo Hospital Pediátrico de Lisboa

Por razões prioritariamente financeiras, as crianças de Lisboa e do Sul do Pais vão perder o seu Hospital Pediátrico (Hospital de Dona Estefânia) e ser encaminhadas para um sector integrado num Hospital geral a construir em Chelas.

Adultos e crianças doentes vão ai partilhar muitos espaços, salas de espera, gabinetes de técnicas e vários profissionais que tratarão indiscriminadamente idosos de longo idade e de seguida bébes de semanas e meses, por vezes muito prematuros.

Contra esta situação, quase 80.000 cidadãos assinaram uma primeira petição dirigida ao Sr Presidente da Républica e também entregue ao Ministério da Saúde.
 
 
Apesar disso, os projectos continuaram inalterados.

Terão de ser os adultos de hoje a voz das crianças que ainda não nasceram, as que se encontram em gestação e as ainda de tenra idade que irão encontrar um hospital geral com adultos como local onde futuramente serão tratadas se sofrerem de doenças raras ou muito graves ou complexas.

Por favor, assine e divulgue esta petição da melhor forma que puder.

Tentemos mais uma vez sensibilizar os governantes e responsáveis, que felizmente vão inaugurar um novo Hospital Pediátrico para as crianças de Coimbra em 2009, para essa necessidade também em Lisboa.

Um minuto seu agora pode significar muito para as criança doentes de amanhã.

Agradecimentos da
Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um Novo Hospital Pediátrico em Lisboa

Por um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa Petition

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:30
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

PS - Alegre diz que Santos Silva está a «desviar atenções»

TSF

Hoje às 20:26

 

 Manuel Alegre

 

Alegre diz que Santos Silva está a

«desviar atenções»

 

O deputado Manuel Alegre entende que Augusto Santos Silva ao dizer que gosta de «malhar na direita» está a usar a técnica do «desvio de atenções».

 

Para o histórico do PS, as declarações deste ministro não se enquadram na tradição do PS

 

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

Jornalista Teresa Dias Mendes dá conta das
críticas de Manuel Alegre

 

 

 
O deputado Manuel Alegre criticou as palavras do ministro Augusto Santos Silva que disse gostar de «malhar na direita e com especial prazer naqueles que se situam de facto à direita do PS».
 
O parlamentar socialista entende que as declarações do ministro dos Assuntos Parlamentares não se enquadram na «tradição e na cultura do PS» e que, desta forma, Santos Silva está a utilizar a «velha técnica» do «desvio de atenções para fora».
 
«Dizer como se dizia antigamente que se esta a fazer o jogo de direita ou o jogo da esquerda chique. Isso são métodos que não fazem parte da nossa tradição nem da nossa cultura», acrescentou o histórico socialista.
 
Recordando as declarações feitas por outro histórico socialista, Edmundo Pedro, que disse que há quem não se pronuncie sobre a vida interna do partido por causa do medo, Alegre disse ainda que o PS sofre de medo «que não é o da polícia», mas sim o receio de não ser promovido.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:15
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

CRISE: Empresários alertam Presidente para «miséria nunca vista»

SOL

3a-feira, 27 Janeiro 2009  

  

 
Empresários alertam Presidente para
 
 «miséria nunca vista»
 

ONTEM

Beira Interior
 
 
Uma associação de empresários da Beira Interior alertou hoje, numa carta enviada ao Presidente da República, primeiro-ministro e governador civil de Coimbra, para «situações de desemprego e miséria nunca vistas» e apresentou propostas para atenuar a crise.
...
Na missiva, os empresários alertam para «situações de desemprego e miséria nunca vistas», que vêm dos mais diversos sectores, alertando para «perdas de postos de trabalho de forma irrecuperável».

Esta associação propõe a criação de um Gabinete de Crise em cada Concelho, «pois parece que ao Governo não chega a informação nua e crua sobre a situação real», pode ler-se na carta.
 
...
 
A carta termina recomendando «o bom senso dos homens, pois os políticos e outros altos dirigentes, de há muito anos a esta parte, não se têm preocupado com as empresas do interior».
 
Lusa/SOL
 
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

 

PORTUGAL

 

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

 

 

Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

Palácio de Belém, 26 de Janeiro de 2008
 
 
 
O rápido desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação coloca-nos constantemente novos desafios. São disponibilizados novos meios para melhor dialogarmos nas sociedades modernas.
 
Temos de estar atentos para responder a esses desafios e encontrar novas soluções para as necessidades de comunicação que todos partilhamos.
Temos de saber aproveitar as ferramentas tecnológicas inovadoras colocadas ao nosso dispor.
 
Como sabem, valorizo muito estas novas formas de comunicação e o desenvolvimento das tecnologias que as suportam.
 
É neste contexto que a Presidência da República Portuguesa, com uma presença já firme na Internet, passa agora a estar acessível num maior número de comunidades de divulgação informativa, nomeadamente através do audiovisual.
 
Agenda, actualidade, intervenções, mensagens, boletins informativos, fotografias e vídeos passam a estar ainda mais disponíveis para todos os utilizadores que queiram ficar a par das actividades do Presidente da República.
 
A partir de agora, oferecemos a todos vós a possibilidade de aproveitarem as novas janelas abertas sobre o mundo pelas Tecnologias da Informação e Comunicação para acompanharem, sempre que o desejem, a Presidência da República de Portugal.
 
Obrigado pela vossa visita e serão sempre bem-vindos.
 
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise

SAPO NOTÍCIAS

Página gerada às 13:57h, segunda-feira 19 de Janeiro

 
 
UE/Ajudas de estado: Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise
19 de Janeiro de 2009, 12:12
 
Bruxelas, 19 Jan (Lusa) - A Comissão Europeia decidiu hoje autorizar o regime português de ajudas de Estado, até 500 mil euros, às pequenas e médias empresas que estão numa situação de "dificuldade" por causa da actual crise económica.
 
"A medida irá contribuir para atenuar as dificuldades das empresas em Portugal afectadas pela conjuntura actual, acautelando as situações de distorção desproporcionada na concorrência", disse a comissária europeia responsável pela Concorrência, Neelie Kroes.
 
O executivo comunitário explica que também podem beneficiar da ajuda de Estado em 2009 e 2010 as PME que tenham problemas de financiamento devido às condições "mais apertadas" de crédito.
 
Só em condições particulares é que os governos nacionais são autorizados a conceder "auxílios de Estado", para impedir situações de favorecimento de um sector ou empresa no grande mercado interno dos 27.
 
Portugal é o terceiro Estado-membro que vê o seu regime temporário de ajudas de estado aprovado, depois da Alemanha e da França.
 
O regime é temporário e limitado a um montante máximo de 500 mil euros por empresa e só se aplica às empresas que estão em dificuldade depois de 01 de Julho de 2008.
 
FPB.
Lusa/Fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

10.01.09

 

Economia
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado.

 

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República -Discurso do Presidente da República

 PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

  www.presidencia.pt/

 

 

Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático
Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático

 

 

 

Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal

 

Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
 
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
 
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
 
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
 
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
 
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
 
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
 
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
 
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
 
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
 
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
 
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
 
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
 
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
 
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
 
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
 
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
 
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
 
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
 
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
 
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
 
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
 
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
 
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.

Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
 
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
 
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
 
Obrigado.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

Sábado, 10 Janeiro 2009   8º C Máx   Lisboa

 

 

Economia

 
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 

 

 
Por Luís Reis Ribeiro
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado
 

 

 

 

♦♦♦

 

 

Veja

 

Pensamentos do Momento 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html

 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

VIDEO

 

Fedorentos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/31712.html

 

 

 

 

 

ARTIGO

de

Ricardo Araújo Pereira

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/29582.html

 

 

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Sócrates Admite Recessão em Portugal e Abre a Porta à Antecipação de Eleições

ECONOMICO

www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

Terça, 06 de Janeiro 09

Entrevista do primeiro-ministro à SIC

 

Sócrates admite recessão em Portugal
Económico 
06/01/09 00:05
 
O primeiro-ministro reconhece que o Governo vai rever as suas previsões para este ano e assume que Portugal deve cair em recessão. Para responder à crise, continua a apostar no investimento e pede nova maioria absoluta.

 

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

 

Política

 

Sócrates abre a porta à antecipação de eleições
Económico 
05/01/09 22:19
 
O primeiro-ministro diz estar “preparado para todos os cenários” incluindo o da sua demissão para a convocação antecipada de eleições de forma a poderem coincidir com as eleições Europeias agendadas para Junho. Sócrates é recandidato e pedirá a maioria.
 
O próximo ano de 2009 tem prevista a realização de três eleições, competindo ao Governo a marcação das eleições autárquicas (previstas para entre 22 de Setembro e 14 de Outubro) e ao Presidente a marcação das legislativas (para o intervalo que vai entre 14 de Setembro e 14 de Outubro).

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-abre-a-porta-a-antecipacao-de-eleicoes_263.html

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:30
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Opinião – Ricardo Araújo Pereira - Boca do Inferno - A Crise Está em Crise

VISÃO

 Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira

 Opinião
A crise está em crise                                                                                                 11-Dez-2008

 

A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado.
 

  ♦♦♦

 Bomsenso
 O conteúdo deste Post foi recebido por mail:  
 
   ♦♦♦
 

 Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.

 

De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.
 
O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
 
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
 
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Portugal deixa morrer património

 

 

Actualidade

 

Portugal deixa morrer património
 
 
Portugal está a deixar cair os seus monumentos mais emblemáticos.
Um terço do Património Mundial precisa de obras urgentes.
 
Alexandra Carita (texto), José Ventura (fotos)
17:50 Domingo, 4 de Jan de 2009

 

 

 

Convento de Cristo: a limpeza da janela manuelina mais importante pode pôr em risco a manutenção da sua estrutura. O Laser seria o método mais aconselhável, mas é o mais caro.

 

 

 

 

 

Sé de Lisboa: no claustro, já não se reconhecem adornos, arcos ou capitéis

 

 

 

 

 

 

Castelo de Monsaraz: a ameaça é um parque de estacionamento

 

 

 

 

 

 

 

Sé de Évora: as janelas da cabeceira do edifício estão a ruir

 

 

 

 

 

Continuação    ---»    aeiou.expresso.pt/portugal_deixa_morrer_patrimonio=f489824

 

 

 

 

Os números do património
  • 3297- imóveis classificados em todo o território português
  • 793- edifícios classificados como Monumentos Nacionais
  • 2085- edifícios estão classificados como imóveis de interesse público
  • 13- classificações de Património Mundial inscritas na lista da UNESCO. Um terço estão em risco

 

27 milhões de euros para os monumentos da Humanidade
Com as campainhas de alarme a soar, as autoridades prometem que 2009 é o ano em que o dinheiro vai começar a chegar. Será mesmo? Para já, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico (IGESPAR) vai contar com 2,8 milhões para iniciar um programa de recuperação dos monumentos portugueses inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO. O plano de requalificação conta com uma comparticipação da UE de 55% e é ainda uma parceria do Ministério da Cultura com o Ministério da Economia através do Turismo de Portugal e com as câmaras municipais. Chama-se Rota do Património Mundial, inclui intervenções em cinco edifícios classificados e demorará cinco anos a executar.
 
O Mosteiro da Batalha, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Mosteiro de Alcobaça e o Convento de Cristo serão os usufrutuários da maior fatia dos ¤25 milhões. As acessibilidades e a envolvente dos edifícios serão o primeiro passo a ter em consideração pelo IGESPAR, que tutela os monumentos património da Humanidade. Mas, a seu tempo, cada um deles será intervencionado.
 
 
 
 
 
 
Portugal Património da Humanidade

1983    Centro Histórico de Angra do Heroísmo, nos Açores

1983    Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, em Lisboa

1983    Mosteiro da Batalha

1983    Convento de Cristo, em Tomar

1988    Centro Histórico de Évora

1989    Mosteiro de Alcobaça

1995    Paisagem Cultural de Sintra

1996    Centro Histórico do Porto

1998    Sítios Arqueológicos no Vale do Rio Côa

1999    Floresta Laurissilva na Madeira

2001    Centro Histórico de Guimarães

2001    Alto Douro Vinhateiro

2004    Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, nos Açores

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento

 

Neste fase da história de Portugal, 

 

seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.

 

 

Contudo, lamentavelmente,

não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.

 

Desde 1997

a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...

 

É de facto preocupante.

Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações

 

atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.

  

Será que a maioria dos portugueses

  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?

 

 

Nos últimos anos tivemos

juros a taxas reduzidas como nunca...

 

No entanto,

em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)
 

  Foto: pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre

 

 

 

 3 de Janeiro de 2009, 01:17
 Anilady
 
bomsensoamiguinhos@sapo.pt
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Portugal - Banco de Portugal - Dívidas ao exterior

AGÊNCIA FINANCEIRA

www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php

 

Economia
 
Depois de uma década em que o país esteve melhor
 
 
Dívidas ao exterior valem 90% da riqueza que produzimos num ano
 
2009/01/03   12:09Redacção /  MF

 

 

Cont.  www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php

 

 

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Sociedade - Desemprego

SOL

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 
Trabalho
 
Maior corrida de sempre aos centros de emprego
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
Os centros do Ministério do Trabalho receberam mais de 600 mil inscrições de desempregados em 2008, mais 12% do que em 2007.
 
É o valor mais alto de sempre e reflecte o agravamento da crise.
 
Fim de contratos a prazo e despedimento são as principais razões

 

Mais de 50 mil inscrições de desempregados por mês, um total superior a 600 mil casos em 2008: os centros de emprego do Ministério do Trabalho receberam, no ano que terminou, o maior número de sempre de pedidos de apoio (procura de trabalho e de formação, pedidos de subsídio de desemprego), sinal do agravamento veloz de uma crise que deverá assumir proporções ainda mais graves em 2009, referem os principais observadores.

 

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) terá recebido, em 2008, uma média de 50 mil pedidos de desempregados por mês. Principais motivos: a precariedade do contrato e o despedimento. As novas regras (mais exigentes) do subsídio de desemprego,  em vigor desde início de 2007, contribuíram para o acréscimo homólogo, pois reduziram o fluxo de desempregados em 2007. Mas, comparando com 2006, antes das novas regras surtirem efeito, o desemprego já está a subir de forma significativa.
 
sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

 

 

 

 

 

www.presidencia.pt/

 

Boa Noite,
 
No início deste novo ano, dirijo a todos os Portugueses, onde quer que estejam, uma saudação calorosa e os melhores votos para 2009.
 
Quero começar por dirigir uma palavra especial de solidariedade a todos os que se encontram em situações particularmente difíceis, porque sofreram uma redução inesperada dos seus rendimentos.
 
A estes homens e a estas mulheres, que sofrem em silêncio, e que até há pouco tempo nem sequer imaginavam poder vir a encontrar-se na situação que agora atravessam, quero dizer-lhes, muito simplesmente: não se deixem abater pelo desânimo.
 
O mesmo digo aos jovens que, tendo terminado os seus estudos, vivem a angústia de não conseguirem um primeiro emprego: acreditem nas vossas capacidades, não percam a vontade de vencer.
 
Quero também lembrar dois outros grupos da nossa sociedade que são frequentemente esquecidos e que vivem tempos difíceis.
 
Os pequenos comerciantes, que travam uma luta diária pela sobrevivência. O pequeno comércio deve merecer uma atenção especial porque constitui a única base de rendimento de muitas famílias.
 
Os agricultores, aqueles que trabalham a terra, que enfrentam a subida do preço dos adubos, das rações e de outros factores de produção.
 
Sentem-se penalizados face aos outros agricultores europeus por não beneficiarem da totalidade dos apoios disponibilizados pela União Europeia.
 
O mundo rural faz parte das raízes da nossa identidade colectiva. A sua preservação é fundamental para travar o despovoamento do interior e para garantir a coesão territorial do País.

Portugueses,
Não devo esconder que 2009 vai ser um ano muito difícil.
Receio o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.
Devo falar verdade.
 
A verdade é essencial para a existência de um clima de confiança entre os cidadãos e os governantes.
 
É sabendo a verdade, e não com ilusões, que os portugueses podem ser mobilizados para enfrentar as exigências que o futuro lhes coloca.
 
A crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias.
 
A crise chegou quando Portugal regista oito anos consecutivos de afastamento em relação ao desenvolvimento médio dos seus parceiros europeus.
Há uma verdade que deve ser dita: Portugal gasta em cada ano muito mais do que aquilo que produz.
 
Portugal não pode continuar, durante muito mais tempo, a endividar-se no estrangeiro ao ritmo dos últimos anos.
 
Para quem ainda tivesse dúvidas, a crise financeira encarregou-se de desfazê-las.
Como é sabido, quando a possibilidade de endividamento de um País se esgota, só resta a venda dos bens e das empresas nacionais aos estrangeiros.
 
Os portugueses devem também estar conscientes de que dependemos muito das relações económicas com o exterior.
 
Não são apenas as exportações e as importações de bens.
 
São as remessas dos nossos emigrantes, o turismo, os apoios da União Europeia, o investimento estrangeiro, os empréstimos externos que Portugal tem de contrair anualmente.
 
Para tudo isto, é importante a credibilidade que merece a nossa política interna, as perspectivas futuras do País, a confiança que o exterior tem em nós.
 
Devemos, por isso, ser exigentes e rigorosos connosco próprios, cuidar da imagem do País que projectamos no mundo.
 
Caso contrário, tudo será mais difícil.
 
Não escondo a verdade da situação difícil em que o País se encontra.
 
Mas também não escondo a minha firme e profunda convicção de que há um caminho para Portugal sair da quase estagnação económica em que tem estado mergulhado.
 
O caminho é estreito, mas existe. E está ao nosso alcance.
 
Para ele tenho insistentemente chamado a atenção.
 
O reforço da capacidade competitiva das nossas empresas a nível internacional e o investimento nos sectores vocacionados para a exportação têm de ser uma prioridade estratégica da política nacional.
 
Sem isso, é pura ilusão imaginar que haverá verdadeiro progresso económico e social, criação duradoura de emprego e melhoria do poder de compra dos salários.
 
Sem isso, não conseguiremos pôr fim ao crescimento explosivo da dívida externa.
 
As ilusões pagam-se caras.
 
Por outro lado, temos de reduzir a ineficiência e a dependência do exterior em matéria de energia.
 
Assim como temos de alterar a estrutura da produção nacional, no sentido de mais qualidade, inovação e conteúdo tecnológico.
 
Os dinheiros públicos têm de ser utilizados com rigor e eficiência.
 
Há que prestar uma atenção acrescida à relação custo-benefício dos serviços e investimentos públicos.
 
Para que o nosso futuro seja melhor, para que os nossos filhos e netos não recebam uma herança demasiado pesada, exige-se a todos trabalho e determinação, sentido de responsabilidade, ponderação nas decisões e prudência nas escolhas.
 
Há que enfrentar as dificuldades do presente com visão de futuro, olhando para além do ano de 2009.

Portugueses,
Conheço os desafios que Portugal enfrenta e quero contribuir para a construção de um futuro melhor.
 
Tenho percorrido o País e contactado directamente com as pessoas.
 
Tenho procurado mobilizar os portugueses, apelando à união de esforços, incutindo confiança e vontade de vencer, apontando caminhos e oportunidades que sempre existem em tempo de crise.
 
Tenho insistido na atenção especial que deve ser prestada aos cidadãos mais atingidos pelo abrandamento da actividade económica.
 
Tenho apelado ao espírito de entreajuda em relação aos mais desfavorecidos.
 
Aos Portugueses, pede-se muito neste ano que agora começa.
 
Mas, na situação em que o País se encontra, especiais responsabilidades impendem sobre as forças políticas.
Os portugueses gostariam de perceber que a agenda da classe política está, de facto, centrada no combate à crise.
 
As dificuldades que o País enfrenta exigem que os agentes políticos deixem de lado as querelas que em nada contribuem para melhorar a vida dos que perderam o emprego, dos que não conseguem suportar os encargos da prestação das suas casas ou da educação dos seus filhos, daqueles que são obrigados a pedir ajuda para as necessidades básicas da família.
 
Não é com conflitos desnecessários que se resolvem os problemas das pessoas.
 
Nesta fase da vida do País, devemos evitar divisões inúteis.
 
Vamos precisar muito uns dos outros.

Portugueses,
Já passámos por outras situações bem difíceis. Não nos resignámos e fomos capazes de vencer.
 
O mesmo vai acontecer agora. Tenho esperança e digo-o com sinceridade.
 
Cada um deve confiar nas suas competências, nas suas aptidões e capacidades.
 
Este é o tempo de resistir às dificuldades, aos obstáculos, às ameaças com que cada um pode ser confrontado.
 
Não tenham medo.
 
O futuro é mais do que o ano que temos pela frente.
 
O futuro será 2009, mas também os anos que a seguir vierem.
 
Acredito num futuro melhor e mais justo para Portugal, porque acredito na vontade e no querer do nosso povo.
 
Para todos, Bom Ano de 2009.

 

www.presidencia.pt/

 

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

  
Tudo indica que o Ano de 2009
vai entrar com muitos problemas…
Económicos, Financeiros, Sociais …
a nível nacional e a nível global.
 
Portugal,
terá certamente que se ajustar...
Definir um Rumo Muito Claro
a Bem das Gerações Futuras.
 
O Nosso País precisa de Muitos Pequenos Passos
Todos com uma Mesma Direcção e Sentido.
 
Não devemos duvidar das capacidades dos portugueses
que já têm dado provas suficientes de que são capazes
sempre a que a isso se dispõem ...
quando surge uma determinada vontade...
ou quando a necessidade assim os obriga....
 
Temos de facto problemas!
Encontro 

Algum Desanimo tanto no Litoral como no Interior...

Falta uma definição clara e bem delineada
dum verdadeiro rumo... com objectivos realistas...
Demasiada ignorância e desinteresse,
Algum oportunismo...,
Enorme desperdício de oportunidades...
Fraca vontade de dar exemplos claros e inequívocos
a estes cerca de dez milhões portugueses
no sentido de os motivar a caminhar todos no mesmo sentido
criando e incutindo mentalidades menos egoístas...
em que muitos se acham apenas com direitos
sem qualquer sentido de obrigações...
 
A História mostra-nos que neste País
tivemos momentos Altos e momentos muito Maus…
contudo também nos prova e revela
--> que é nos momentos altos que a ostentação exagerada
nos leva ao desperdício total não se prevenindo o futuro...
--> que é nos momentos de dificuldade
que por vezes a necessidade e a imaginação
nos ajuda a inverter o percurso.
 
Em fim...
talvez a nossa História tenha ainda muito mais para nos ENSINAR
se tivermos disposição e vontade para APRENDER
em vez de apenas dizer mal por DIZER
e desdenhar por DESDENHAR...
 
30 de Dezembro de 2008  0:15
Anilady

 bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:20
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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