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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Professor Marcelo: "Grécia fez um mau serviço à Europa e a Portugal"

 

 

Marcelo

"Grécia fez um mau serviço à Europa e a Portugal"

Económico com Lusa   
03/11/11 19:38

 

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa disse hoje que a "imprevisibilidade" na Grécia presta "um mau serviço" à Europa, sendo "preocupante" para Portugal.


"Isto visto de fora, fora da Europa, fora da Grécia e dentro da zona euro, dá uma sensação de insegurança. Como é que se pode acreditar em governantes, não digo no povo grego, tão imprevisíveis e que criam tanta insegurança", questionou à Lusa Marcelo Rebelo de Sousa.

 

"Nesse sentido, a Grécia fez um mau serviço para a Europa, um mau serviço ao euro, um mau serviço para países como Portugal", sublinhou, ressalvando sempre estar a referir-se aos governantes e não ao povo grego.

 

O antigo presidente do PSD e comentador político considerou que a situação na Grécia é "preocupante" para Portugal, que está "no mesmo clube" dos países que estão comprometidos com um programa de assistência financeira.

 

"Quem está no mesmo barco acaba por sofrer as consequências do comportamento alheio. Nós não temos nada a ver com aquilo que fazem os governantes gregos no sentido em que não temos influencia nenhuma mas sofremos as consequências daquela instabilidade", sustentou.

 

Para Marcelo Rebelo de Sousa, o anúncio do referendo, que poderá não se realizar, é "apenas a confirmação da imprevisibilidade da política grega".

 

"Tão depressa fazem referendo como não fazem referendo, tão depressa se comprometem sem um referendo como decidem um referendo, tão depressa falam em referendo como falam em eleições, tão depressa falam em eleições como falam em Governo de união nacional", argumentou.

 

O professor de Direito viu no anúncio do chefe de Estado grego de que iria realizar um referendo "mais um grito de salve-se quem puder de um primeiro-ministro e de um Governo, mais do que de um país".

 

"Se era para ser uma afirmação de soberania, devia ter sido feito na cimeira. Isso é que é boa fé, dizer que não se poderiam comprometer sem um referendo, uma votação. Não é fechar o acordo, chegar a Atenas e dizer-se uma coisa que não se teve coragem de dizer em Bruxelas", defendeu.

 

O primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, anunciou hoje a abertura de negociações com a Nova Democracia (oposição de direita) para um governo de coligação e para evitar a falência e a saída do euro.

 

Papandreou mantém a recusa de eleições antecipadas, reclamadas pela direita e disse mesmo que seriam "uma catástrofe". Também reafirmou que não se demite, quando os 'media' gregos dizem que Samaras reclama a sua saída.

 

O gabinete de Papandreou confirmou que o primeiro-ministro falou ao telefone com Samaras durante a tarde.

 

Perante o grupo parlamentar do PASOK, o partido socialista grego, Papandreou salientou que o "desafio agora para a Grécia é pôr em prática" o plano da União Europeia contra a crise aprovado em Bruxelas a 27 de Outubro.

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 01:04
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Nobel da Economia de Joseph Stiglitz: "O que nos espera em 2011?"

Económico

 

Stiglitz

O que nos espera em 2011?

Joseph E. Stiglitz
05/01/11 07:55

 

 

Para Stiglitz

2011 volta a ser um ano de contestações sociais

e greves gerais no continente europeu

 

 

 

Conheça as perspectivas do Prémio Nobel da Economia de Joseph Stiglitz para os Estados Unidos e a Europa este ano.

 

 

A economia global termina o ano de 2010 mais dividida do que estava no início do ano. Por um lado, os países dos mercados emergentes como a Índia, China e as economias do Sudeste Asiático estão a registar fortes crescimentos.

Por outro, a Europa e os Estados Unidos enfrentam a estagnação - aliás, uma maleita ao estilo japonês - e taxas de desemprego teimosamente elevadas. O problema nos países desenvolvidos não é uma retoma do emprego, mas uma retoma anémica - ou pior, a possibilidade de uma recessão intercalada por uma ligeira retoma.

Este mundo de duas faces coloca alguns riscos invulgares. Embora a produção económica asiática seja demasiado reduzida para suscitar crescimento no resto do mundo, poderá ser suficiente para fazer aumentar os preços das mercadorias.

Entretanto, os esforços norte-americanos para estimular a sua economia através da política da Reserva Federal de "agilização quantitativa" poderão sair gorados. No fundo, nos mercados financeiros globalizados, o dinheiro procura as melhores perspectivas em todo o mundo e essas perspectivas estão na Ásia, não estão nos EUA. Assim, o dinheiro não vai para onde é necessário e uma grande parte será canalizada para onde não é desejado - causando mais aumentos nos preços dos activos e das mercadorias, nomeadamente nos mercados emergentes.

Tendo em conta os elevados níveis de excesso de capacidade e desemprego na Europa e na América, é pouco provável que a agilização quantitativa possa despoletar um período de inflação. Em contrapartida, poderá aumentar a ansiedade em relação à inflação futura, gerando taxas de juro a longo prazo mais elevadas - precisamente o inverso do objectivo da Fed.

Este não é o único risco de recessão, ou mesmo o mais importante, que aflige a economia global. A maior ameaça provém da onda de medidas de austeridade que está a varrer o mundo, à medida que os governos, nomeadamente na Europa, tentam contrariar os elevados défices causados pela Grande Recessão e que a ansiedade em relação à capacidade de alguns países cumprirem o pagamento das suas dívidas contribui para a instabilidade dos mercados financeiros.

O resultado de uma consolidação orçamental prematura é tudo menos previsível: o crescimento vai abrandar, as receitas de impostos vão diminuir e a redução dos défices será um desapontamento. Além disso, no nosso mundo integrado globalmente, o abrandamento na Europa irá exacerbar o abrandamento nos EUA e vice-versa.

Visto os EUA serem capazes de se endividar com taxas de juros aos mais baixos níveis de sempre e com a promessa de elevadas rentabilidades sobre os investimentos públicos, após uma década de esquecimento, não existem dívidas sobre o que se deveria fazer. Um programa de investimento público em larga escala iria estimular o emprego no curto prazo e o crescimento no longo prazo, gerando no final uma redução da dívida nacional. Porém, os mercados financeiros demonstraram a sua miopia nos anos que precederam a crise, e estão novamente a demonstrá-la, ao pressionar cortes na despesa, mesmo que isso implique a redução perniciosa de investimentos públicos.

Além disso, o engarrafamento político irá garantir que poucas medidas serão tomadas para resolver os outros problemas graves que afectam a economia norte-americana: as execuções hipotecárias irão provavelmente manter-se (sem falar das complicações legais); as pequenas e médias empresas irão certamente continuar a mendigar fundos; e os bancos de pequena e média dimensão, que lhes concediam tradicionalmente crédito, vão continuar certamente a lutar para sobreviver.

Entretanto, na Europa, a situação não se afigura melhor. A Europa conseguiu finalmente socorrer a Grécia e a Irlanda. No decurso da crise, ambos eram governados por partidos de direita conotados com o capitalismo ou pior, demonstrando mais uma vez que a economia do Mercado livre não funcionou melhor na Europa do nos EUA.

Na Grécia, tal como nos EUA, um novo governo foi nomeado para resolver o problema. O governo irlandês, que encorajou os ousados empréstimos bancários e a criação de uma bolha imobiliária, não teve mais habilidade - o que não é de estranhar - para gerir a economia após a crise do que revelara antes.

Pondo de lado as questões políticas, as bolhas imobiliárias deixam no seu dealbar um legado de dívidas e excesso de capacidade no sector que não é fácil de rectificar - especialmente quando os bancos com relações políticas resistem à reestruturação de hipotecas.

Não considero que seja uma questão particularmente interessante tentar discernir as perspectivas para 2011: a resposta é sombria com pouco potencial de crescimento e muitos riscos de recessão. O mais importante é saber quanto tempo demorará a Europa e os EUA a recuperar, e se as economias asiáticas aparentemente dependentes das exportações irão continuar a crescer se os seus mercados históricos desvanecerem?

A minha melhor aposta é que estes países irão manter o seu rápido crescimento à medida que se virarem para os seus mercados internos vastos e inexplorados. Isto vai exigir uma reestruturação considerável das suas economias, mas a China e a Índia são dinâmicos e demonstraram a sua resistência à Grande Recessão.

Não sou tão optimista em relação à Europa e aos EUA. Em ambos os casos, o problema subjacente é uma insuficiência da procura agregada. A ironia disto é que existe simultaneamente excesso de capacidade e vastas necessidades por suprir - e políticas que poderiam restaurar o crescimento utilizando a primeira para suprir as segundas.

Tanto os EUA como a Europa devem, por exemplo, adaptar as suas economias para enfrentar os desafios do aquecimento global. Existem políticas exequíveis que poderiam funcionar com restrições orçamentais a longo prazo. O problema é a política: nos EUA, o Partido Republicano preferia ver o Presidente Barack Obama fracassar ao invés da economia ser bem sucedida. Na Europa, 27 países com interesses e perspectivas diferentes seguem caminhos diferentes, sem a dose necessária de solidariedade para compensar. Os pacotes de recuperação revelam, à luz destes factos, resultados impressionantes.

Na Europa e nos EUA, a ideologia do mercado livre, que permitiu o crescimento de bolhas de activos sem qualquer interferência - os mercados é que sabem, pelo que os governos não devem intervir -, deixa agora os legisladores de mãos atadas para procurarem conceber respostas eficazes à crise. Poderia pensar-se que a própria crise iria minar a confiança nesta ideologia, no entanto parece ter ressurgido para arrastar os governos no caminho da austeridade.

Se a política é o problema da Europa e dos EUA, somente a introdução de alterações políticas poderão restaurar o crescimento.

Ou senão, podem esperar até o espectro do excesso de capacidade diminuir, os bens de capital se tornarem obsoletos e as forças restauradoras internas da economia fizerem gradualmente os seus truques de magia. Em qualquer dos casos, a vitória não está ao virar da esquina.

Com os governos de quase todos os países obrigados a implementar duras e impopulares medidas de austeridade nos orçamentos, 2011 volta a ser um ano de contestações sociais e greves gerais no continente europeu. No Reino Unido os estudantes protestam contra o aumento das propinas, na Irlanda registam-se manifestações pacíficas contra a austeridade orçamental, em França a situação continua explosiva, com o aumento da idade da reforma e a aproximação das presidenciais de 2012, em Itália a contestação centra-se no primeiro-ministro Sílvio Berlusconi e Espanha terminou o ano com o "estado de emergência" decretado contra uma greve sem pré-aviso dos controladores aéreos.

A expectativa do mercado é que a 2011 seja um ano positivo para as bolsas. Apesar desse optimismo, perspectivam-se ganhos moderados, entre 4% e 8% para os principais índices. Segundo uma sondagem feita pela agência Reuters junto de mais de 50 casas de investimento, os principais índices mundiais deverão registar valorizações este ano. No entanto, a bolsa nacional verá a situação das finanças públicas do Estado a condicionar o seu desempenho. O segredo de 2011 estará nos mercados emergentes. As perspectivas positivas para as bolsas mundiais com o crescimento económico mundial, deve superar os 4% à custa dos mercados emergentes e das medidas agressivas adoptadas nos EUA". Os analistas estimam um S&P acima dos 10%, para o intervalo 1350-1.400 pontos e uma variação da mesma amplitude para os maiores mercados europeus . Apesar de estimarem ganhos os analistas estão cautelosos com os próximos actos da crise de dívida soberana. A aversão ao risco, relacionado com a dívida soberana de alguns países, podem aumentar as incertezas quanto aos resultados trimestrais das empresas e dos ritmos de crescimento económico de cada país.

http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-nos-espera-em-2011_107998.html

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:13
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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

Países Europeus - Mau Tempo

SIC

 

Jornal da Noite

Edição de 20-12-2010

(1ª parte):

Temporais na Europa e em Portugal

BPN embaraça Governo

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:17
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

 

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/213100.html

 

Dylan,

Agradeço o seu novo comentário.

Concordo com o mesmo,  especialmente quando diz:


"Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias político-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra"

 

de facto a situação em que o país se encontra não é a melhor...

 

 

Em 30 DE DEZEMBRO de 2008

 

bomsensoamiguinhos antevendo o agravamento da situação em que o país se encontrava... publicou um "pensamento de momento" em Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos.


onde dizia 

 

"...Portugal, terá certamente que se ajustar... Definir um Rumo Muito Claro a Bem das Gerações Futuras…"

 

 

 

Em  3  JAN 2009 publicou outro


 

onde dizia

" Neste fase da história de Portugal,  seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial. ...

Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente... daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos... que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis..."


Este é o momento em que Portugal e a Europa precisam de Grandes Estadistas!

 

 

 

Dylan, os seus comentários e observações... são muito bem vindos neste espaço

 

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

 

 

Bomsensoamiguinhos

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Mário Soares considerou Pedro Passos Coelho «um líder razoável e sensato»

SOL
Política
Mário Soares diz que Passos Coelho é um líder «razoável»

O ex-Presidente da República Mário Soares considerou hoje que o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, é «um líder razoável e sensato»

Durante uma conferência sobre o tema «A República Moderna e o Futuro» que decorreu na Faculdade de Ciências e Tecnologia, em Almada, da qual foi orador, Mário Soares abordou a questão dos «ataques» dos partidos da oposição na Assembleia da República quer ao PS quer ao primeiro-ministro, José Sócrates.

«Todos os partidos fizeram guerrilha contra o PS e contra o primeiro-ministro, que foi tão atacado e vitimizado como nunca ninguém foi», relembrou o socialista.


Para o ex-Presidente da República, Pedro Passos Coelho é «um líder razoável e sensato, que não tem pressa nenhuma de ir para primeiro-ministro», sustentando que «ficar com o menino nos braços é muito sério».


Questionado por um aluno da assistência sobre a crise que Portugal atravessa, Mário Soares foi claro: «esta crise que estamos a atravessar não é portuguesa, é a Europa que está em crise, criaram a moeda única e agora estão em risco de a perder».


O ex-Presidente da República defendeu ainda os cortes com o despesismo quer do Estado, das autarquias, das regiões autónomas e das empresas públicas, alertando para o facto de que «era impossível ficar tudo na mesma e muitas famílias vão descer o nível de vida».


No entanto, o ex-líder socialista mostrou-se confiante:

 

«se houver bom senso da parte dos governantes europeus, nós vamos ultrapassar esta crise e isto entrará na ordem».


Lusa/SOL

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:01
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Dia Europa - 9 de Maio

 

Dia Europa

 

60.º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO SCHUMAN


cartaz de 2010 ampliadohttp://europa.eu/abc/symbols/9-may/gallery/2010/index_pt.htm


Porquê dia 9 de Maio?

 

Dia 9 de Maio de 1950, pelas 16h00, Robert Schuman, o então ministro francês dos Negócios Estrangeiros, apresentou, no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, em Paris, uma proposta com as bases fundadoras do que é hoje a União Europeia.

 

Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", baseada numa ideia originalmente lançada por Jean Monnet, trazia consigo valores de paz, solidariedade, desenvolvimento económico e social e equilíbrio ambiental e regional e incluía a criação de uma instituição europeia supranacional incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar: o carvão e o aço.

 

Por se considerar que esse dia foi o marco inicial da União Europeia, os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, decidiram consagrar o dia 9 de Maio como "Dia da Europa".

 

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=2400&p_est_id=6209#simbolo

 

 

 


 

 

Declaração Schuman de 9 de Maio de 1950

http://europa.eu/abc/symbols/9-may/decl_pt.htm

" Este é o texto integral da proposição, apresentada por Robert Schuman, Ministro Françês dos Negócios Estrangeiros, e que levou à criação da União Europeia :

A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criadores à medida dos perigos que a ameaçam.
A contribuição que uma Europa organizada e viva pode dar à civilização é indispensável para a mauntenção de relações pacificas. A França, ao assumir -se desde há mais de 20 anos como defensora de uma Europa unida, teve sempre por objectivo essencial servir a paz. A Europa não foi construida, tivemos a guerra.

A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-à por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto. A união das nações europeias exige que seja eliminada a secular oposição entre a França e a Alemanha.
Com esse objectivo, o Governo francês propõe actuar imediatamente num plano limitado mas decisivo."

...

 

Imagem -  Declaração Schuman de 9 de Maio de 1950

http://europa.eu/abc/symbols/9-may/decl_pt.htm

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 09:00
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Sábado, 17 de Abril de 2010

Vulcão da Islândia - Caos

SIC

 

Segundo Especialistas

 

Nuvem Poderá Demorar Vários Dias a Dissipar-se

 

 

 


SIC
Publicação: 16-04-2010 20:01
Última actualização: 16-04-2010 23:26

Cinzas do Vulcão

Podem Atingir Norte de Itália,

mas não chegam ao

Sul da Europa

 

Nuvem

A nuvem de cinzas vulcânicas que afeta os céus da Europa deverá atingir até este sábado de manhã o norte de Itália, mas não deve chegar ao sul da Europa, anunciou hoje em Bruxelas Kenneth Thomas, perito da Eurocontrol.

 

A agência europeia de tráfego aéreo baseia-se em previsões de um centro de informação de Londres que vão até "às 06h00 TMG de sábado" e que dependem da força dos ventos e do estado de erupção do vulcão islandês.

 

"Se as previsões para amanhã (sábado) se mantiverem, a nuvem de cinzas pode afetar a Suíça, o norte de Itália, a Roménia, a Hungria, a Eslovénia e a Croácia, em direção a leste", referiu Thomas.

"Olhando para as previsões, parece improvável que todos os aeroportos da Europa sejam afetados. Trata-se ainda da parte norte da Europa, mesmo que o norte de Itália seja atingido, o sul da Europa ficará incólume. A Côte d'Azur, por exemplo, não será atingida", sublinhou.
"Os meteorologistas e o Centro de Informações sobre Cinzas Vulcânicas dizem que o vento depende das altas pressões sobre o Atlântico e estas parecem estáveis. O outro fator é o vulcão. Se a erupção continuar, a situação não muda muito", acrescentou o perito da Eurocontrol.

A Eurocontrol afirmou-se surpreendida com a dimensão sem precedentes deste fenómeno no espaço europeu de 40 países. Hoje só cerca de 10 mil voos puderam efetuar-se, indica o computador de Kenneth Thomas.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.)
Com Lusa

 


 

 

 

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Europa a "branco" com transportes a meio-gás

 RTP

 

Europa a "branco" com transportes a meio-gás

 

 

Londres, 08 Jan (Lusa) - Novas quedas de neve levaram hoje a fortes perturbações nos transportes na Europa, incluindo no Reino Unido, onde se verificaram temperaturas siberianas, inferiores a 20 graus negativos.


 

Desde o início da vaga de frio, em Dezembro, já morreram 24 pessoas no Reino Unido, segundo a contabilidade feita pelos meios de comunicação social locais.


O serviço de meteorologia britânico mantém o alerta de frio para as próximas duas semanas.    Na noite passada, os termómetros registaram

-22,3º em Altnaharra, uma aldeia escocesa.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00
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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Frio deverá gelar Europa

 RTP

2010-01-07 20:37:59

 

 

 

Frio
deverá gelar Europa
durante as próximas semanas
 
 
 
 
Os meteorologistas prevêem que a vaga de frio polar na Europa se mantenha por mais duas semanas. A vaga de frio está a provocar o caos em diversos aeroportos, estradas e portos do continente, com as temperaturas a descerem abaixo dos 40 graus negativos na Suécia.

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:01
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

736 eurodeputados começam agora um novo mandato

SIC

14/07/2009

 

 

Os 736 eurodeputados começam agora um novo mandato, elegendo Jerzy Buzak para presidente

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Sábado, 6 de Junho de 2009

Presidente da República apela ao voto

Política

 RTP

2009-06-06 21:58:38

 

Presidente da República
Apela ao Voto nas Eleições Europeias

 

 
 
Cavaco Silva considera que votar nas eleições europeias deste domingo é defender os interesses do país na Europa.
 
 
O Presidente da República apela ao voto dos portugueses e sublinha que o Parlamento Europeu está longe de ser uma instituição irrelevante.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:58
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Sábado, 9 de Maio de 2009

Debate Europa - Conselho Superior da Antena 1

 

DEBATE  EUROPA

 

Conselho Superior da Antena 1

   

Foto

 

  img.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php

 

 

 

 

A Antena 1 arranca esta sexta-feira, 8 de Maio, véspera do Dia da Europa, a Operação Eleições Europeias 2009.

Todas as sexta-feiras, a jornalista Maria Flor Pedroso irá moderar um debate.

O primeiro debate reúne os elementos do Conselho Superior da Antena 1:

Maria de Belém,

Bagão Félix,

José Manuel Pureza,

Octávio Teixeira e

José Miguel Júdice

 
2009-05-08
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:15
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Dia da Europa - Analistas da RTP comentam projecto europeu no

 

Dia

9 de Maio

 

Analistas da RTP comentam projecto europeu no Dia da Europa

 

 

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa defrontou-se com António Vitorino.

Foi um frente-a-frente para assinalar o Dia da Europa

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Dia da Europa - 9 de Maio

 

www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe

 

 
Porquê dia 9 de Maio?

Dia 9 de Maio de 1950, pelas 16h00, Robert Schuman, o então ministro francês dos Negócios Estrangeiros, apresentou, no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, em Paris, uma proposta com as bases fundadoras do que é hoje a União Europeia.
 
 

Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", baseada numa ideia originalmente lançada por Jean Monnet, trazia consigo valores de paz, solidariedade, desenvolvimento económico e social e equilíbrio ambiental e regional e incluía a criação de uma instituição europeia supranacional incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar: o carvão e o aço.

Por se considerar que esse dia foi o marco inicial da União Europeia, os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, decidiram consagrar o dia 9 de Maio como "Dia da Europa".

 

 

Dia da Europa - 2009

O CIEJD promove e apoia as celebrações do Dia da Europa que decorrem de 8 a 10 de Maio na Estação do Rossio (Lisboa).
 
Conheça os desenvolvimentos em "Dia da Europa: 9 de Maio".

 

8 a 10 de Maio de 2009, Estação do Rossio, CCB, Teatro Camões (Lisboa)
 
O Centro de Informação Europeia Jacques Delors (DGAE/MNE), o Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, a Presidência da União Europeia, representada pela embaixada da República Checa em Portugal e a Representação da Comissão Europeia em Portugal comemoram o Dia da Europa: 9 de Maio. Participam também na organização das comemorações a Câmara Municipal de Lisboa e a REFER.

Actividades
 
Debates, uma exposição, um concerto, uma mostra de documentários dos 27, stands e animações vão ter  lugar em Lisboa no âmbito das comemorações do Dia da Europa em Portugal.
 
Locais/actividades

Estação do Rossio (Atrium inferior) - Diversas actividades
Centro Cultural de Belém - Mostra de documentários
Teatro Camões - Concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa
 

 

Estação do Rossio (Atrium inferior) – Diversas actividades

O programa integra uma diversidade de actividades de debate e animação, com stands permanentes de organismos da administração nacional da educação/formação/emprego, bem como das instituições europeias.
 
As actividades de informação e animação vão incidir sobre a campanha «Sabe o que a Europa Social pode fazer por si?»

Esta campanha visa promover, junto dos cidadãos, um melhor conhecimento sobre as políticas europeias nos domínios social, do emprego e da igualdade de oportunidades.
 
Programa (PDF 210 KB)
 
Destaques
 
8 de Maio

15h - 17h | Mesa Redonda
No seguimento da Cimeira Social, que reúne a Troika das Presidências e os Parceiros Sociais Europeus no dia anterior, 7 de Maio, em Praga | programa

17h45 |
Lançamento do livro «60 anos de Europa, os grandes textos da construção europeia» - GPEP

18h - 20h |
Debate com os cabeças de lista (ou os seus substitutos) dos partidos ou coligações candidatos(as), em Portugal, ao Parlamento Europeu.
Tema: «Propostas concretas de política europeia para os próximos cinco anos»
 
9 de Maio

15h - 17h |
Frente a frente sobre o Futuro da Europa entre António Vitorino e Marcelo Rebelo de Sousa
Moderadores/jornalistas: José Alberto Carvalho, Teresa de Sousa e António Peres Metello
 
8 a 12 de Maio

Exposição
A exposição «Portugal Europeu – Meio Século de História» é uma viagem no tempo, através de 180 imagens e documentos ilustrativos das relações de Portugal com a União Europeia nos últimos 50 anos.
 


topo
Centro Cultural de Belém - Mostra de documentários
 
8, 9 e 10 de Maio
 
Na mostra de documentário «Doc Europa» vão ser apresentados 27 filmes originários de cada um dos Estados-Membros da União Europeia.

Cada filme é um potencial espelho, em cujo reflexo ora nos reconhecemos, ora nos surpreendemos. Esta mostra é sobretudo um convite a pensarmos sobre nós próprios, sobre quem são os portugueses hoje e qual a nossa realidade dentro da Europa dos 27.
 
A entrada é livre.
 
Saber mais: Doc Europa | folheto
 


topo
Teatro Camões – Concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa
 
9 de Maio

21h | Concerto
A Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Augustin Dumay, realizará um concerto no âmbito das comemorações do Dia da Europa. Vão ser tocadas obras de Anton Webern, Claude Debussy, Maurice Ravel e Benjamin Britten.

Bilhetes: 5 €

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 09:00
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Banco Central Europeu baixa taxas de juro para valor recorde

 

RTP

2009-05-07 19:33:07

 

Economia

 

 

 

Um corte de 0,25% levou as taxas para o mínimo histórico de 1%, mas o presidente do BCE admitiu que este valor pode vir a ser ainda mais baixo.

 

Esta decisão faz parte de um pacote de medidas para enfrentar a pior recessão económica desde a Segunda Guerra Mundial.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Ciência - A maior máquina científica do mundo, o acelerador LHC europeu sofre novo adiamento

Diário de Notícias

11.02.09

 

Acelerador europeu

sofre novo adiamento

 

 

 

LUÍS NAVES
 
 

Física. A maior máquina científica do mundo, o acelerador LHC, continua a decepcionar os cientistas. O CERN anunciou um novo atraso nas operações, com as primeiras partículas em Setembro e as primeiras colisões só em Outubro

 

A maior máquina científica do mundo, o Grande Colisionador de Hadrões (Large Hadron Collider, LHC) só deverá funcionar de novo em Setembro de 2009, ou seja um ano depois da sua primeira e única experiência.

O gigantesco acelerador de partículas do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN) custou 4 mil milhões de euros e levou 12 anos a construir. O custo foi dividido pelos 20 países que integram o projecto, incluindo Portugal.
A máquina consiste num enorme anel de 27 quilómetros, enterrado no solo, a cem metros de profundidade, perto de Genebra, na fronteira entre a França e a Suíça. O projecto científico europeu visa recriar as condições que existiam no universo pouco depois do Big Bang, há 13,7 mil milhões de anos.

A pausa até Setembro permitirá aos cientistas reparar completamente a avaria que ocorreu no ano passado, mas também dará tempo para instalar novos componentes de segurança e colocar todo o hélio necessário para refrigerar a máquina.

O primeiro feixe de partículas deverá circular em Setembro e as primeiras colisões estão previstas para Outubro. Os gestores do projecto dizem ter escolhido a abordagem mais prudente e que não compromete a componente da investigação.

Para compensar o tempo de paragem, os responsáveis pelo LHC pensam manter o acelerador de partículas a funcionar durante o inverno de 2009-2010, uma medida pouco habitual, já que estas infra-estruturas consomem enormes quantidades de energia.

O adiamento para Setembro segue-se a outros anúncios de atrasos no reinício dos trabalhos. O anterior calendário indicava que já em Julho as condutas do LHC estariam na temperatura operacional, muito perto do zero absoluto. O novo atraso é de pelo menos seis semanas.

Com base nos resultados da primeira experiência, os físicos sabem que o LHC funciona. Um feixe de protões é acelerado no anel por ímanes e depois colide com outro feixe. O percurso precisa de uma incrível precisão. O calcanhar de Aquiles está nos ímanes superarrefecidos. Em Setembro de 2008, uma sobrecarga eléctrica causou o derrame de várias toneladas de hélio, destruindo sensores. Para o tamanho da máquina, a avaria foi pequena, mas na física de partículas não há margem de erro.|
Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

SOS 112 in Europe

 

 

SOS 112 in Europe

 

www.sos112.info/

 

 

Dia Europeu

do número de emergência

 

112

 

2º Aniversário


No dia 11 de Fevereiro de 2009 comemora-se pela segunda vez o Dia Europeu do número de emergência 112.

 

Esta segunda edição reveste-se de um carácter especial, pois pela primeira vez o número de emergência europeu 112 está operacional em todos os Estados-Membros da UE.


A Comissão verificou, através de missões periciais, que o 112, assim como a função de localização (que permite aos serviços de emergência situar a pessoa que liga para o 112), está agora inteiramente disponível.

 

continua

http://www.carloscoelho.eu/pdf/infosite112.pdf

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Faz Anos - 7 de Fevereiro 1992 - Estabelece-se a União Europeia

CANAL HISTÓRIA

 

Faz  Anos

 

Estabelece-se a União Europeia
7 de Fevereiro 1992


 

 

Após séculos de conflitos armados, as nações da Europa ocidental unem-se, com um espírito de cooperação económica, com a assinatura do Tratado de Maastricht.
 
O tratado, assinado pelos Ministros da Comunidade Europeia, aspira a uma integração económica, políticas de segurança comuns e cooperação entre polícia e outras autoridades contra o crime, o terrorismo e a imigração.
 
O acordo também deixava o campo livre para uma única moeda, que se chamaria "euro".
 
O Tratado de Maastricht iniciou o seu caminho em 1993, ao ser ratificado por 12 países: Grã-Bretanha, França, Alemanha, República da Irlanda, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Dinamarca, Luxemburgo, Bélgica e Países Baixos.
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:06
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise

SAPO NOTÍCIAS

Página gerada às 13:57h, segunda-feira 19 de Janeiro

 
 
UE/Ajudas de estado: Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise
19 de Janeiro de 2009, 12:12
 
Bruxelas, 19 Jan (Lusa) - A Comissão Europeia decidiu hoje autorizar o regime português de ajudas de Estado, até 500 mil euros, às pequenas e médias empresas que estão numa situação de "dificuldade" por causa da actual crise económica.
 
"A medida irá contribuir para atenuar as dificuldades das empresas em Portugal afectadas pela conjuntura actual, acautelando as situações de distorção desproporcionada na concorrência", disse a comissária europeia responsável pela Concorrência, Neelie Kroes.
 
O executivo comunitário explica que também podem beneficiar da ajuda de Estado em 2009 e 2010 as PME que tenham problemas de financiamento devido às condições "mais apertadas" de crédito.
 
Só em condições particulares é que os governos nacionais são autorizados a conceder "auxílios de Estado", para impedir situações de favorecimento de um sector ou empresa no grande mercado interno dos 27.
 
Portugal é o terceiro Estado-membro que vê o seu regime temporário de ajudas de estado aprovado, depois da Alemanha e da França.
 
O regime é temporário e limitado a um montante máximo de 500 mil euros por empresa e só se aplica às empresas que estão em dificuldade depois de 01 de Julho de 2008.
 
FPB.
Lusa/Fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República -Discurso do Presidente da República

 PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

  www.presidencia.pt/

 

 

Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático
Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático

 

 

 

Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal

 

Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
 
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
 
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
 
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
 
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
 
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
 
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
 
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
 
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
 
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
 
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
 
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
 
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
 
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
 
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
 
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
 
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
 
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
 
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
 
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
 
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
 
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
 
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
 
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.

Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
 
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
 
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
 
Obrigado.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Gás - retoma no abastecimento de gás à Europa

TSF

tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx

 

 

 

 

Epa
Rússia e UE assinam acordo para retomar abastecimento de gás à Europa
Gás

 

Rússia e UE assinam acordo
para retomar abastecimento de gás à Europa
 
 
Ontem às 17:24

 

A Rússia e a União Europeia assinaram, este sábado, um acordo que permite retomar o abastecimento de gás à Europa. Este acordo abre assim a porta à normalização de uma situação que deixou vários países europeus sem gás nas últimas semanas.
 
O acordo em causa estabelece as condições de passagem do gás russo em território da Ucrânia até chegar à Europa e prevê o envio de observadores para verificarem se essa passagem se faz sem qualquer problema.
 
Vladimir Putin, chefe do governo russo, garantiu que o abastecimento vai retomado logo que o mecanismo de controlo esteja operacional, mas alertou que se a Rússia detectar «novos roubos» de gás por parte da Ucrânia, as torneiras voltaram a fechar-se.
 
tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 01:30
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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