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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sábado, 15 de Agosto de 2009

Gripe Espanhola matou tanta gente entre setembro de 1918 e abril de 1919

 

http://209.85.229.132/search?q=cache:gU82GrphNggJ:veja.abril.com.br/181006/p_116.html+h1n1&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt&lr=lang_pt

Medicina

Edição 1978 . 18 de outubro de 2006
 


Letal por natureza

Pesquisadores americanos descobrem por que o
 
 
Vírus da Gripe Espanhola
matou tanta gente

 

 

 

 

Giuliana Bergamo

Al Grillo/AP
 

Os pesquisadores Hultin e Taubenberger visitam o cemitério no Alasca onde encontraram amostras do H1N1 nos pulmões de uma mulher morta pela gripe espanhola

 


Pesquisadores americanos deram um grande passo na elucidação de um dos maiores enigmas da medicina do século XX – o que fez do influenza H1N1 um vírus tão letal, responsável pela pior pandemia da história, a gripe espanhola. Entre setembro de 1918 e abril de 1919, 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, o equivalente a quase 4% da população mundial de então. Só no Rio de Janeiro a gripe fez 15.000 vítimas fatais em apenas um mês, entre elas o presidente Rodrigues Alves. "Com o tempo, formou-se a convicção de que o vírus matou tanta gente porque encontrou uma população abatida pela I Guerra Mundial, desnutrida, sem hospitais ou medicamentos adequados", diz o virologista Edison Durigon, professor da Universidade de São Paulo. Esse cenário facilitou, é obvio, a disseminação da doença. Mas o que se descobriu agora é que o H1N1, não importam as circunstâncias, tem mesmo um alto poder de destruição. Isso porque a resposta imunológica deflagrada pelo vírus é tão severa que o próprio organismo passa a atacar e destruir todas as suas células. O mistério de tanta agressividade, no entanto, ainda não foi totalmente desvendado. Falta entender quais os mecanismos bioquímicos envolvidos nesse processo.

No experimento levado a cabo pelos americanos, ratos de laboratório morreram apenas seis dias depois de infectados pelo vírus. Foi constatado que nos pulmões dos animais havia uma quantidade de vírus dez vezes maior que a encontrada nos dos camundongos contaminados com as versões mais comuns do influenza. Esse fato explica por que os doentes de 1918 morriam com os pulmões congestionados e enrijecidos. Sem oxigenação, ficavam tão arroxeados que era difícil distinguir o cadáver de um branco do de um negro. "A morte chega em poucas horas. Os doentes morrem sufocados. É horrível ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas", lê-se num relato médico escrito na ocasião.

 

Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1. Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.

 

As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.

 

O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito. "Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente", diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.

 

Há 146 tipos de vírus influenza. De todos, o H1N1 permanece o mais agressivo. Com o seu seqüenciamento genético, foi possível determinar que ele pulou diretamente de seu hospedeiro natural (as aves) para os seres humanos. O outro único influenza com essa característica é o H5N1, causador da gripe aviária. Recentemente, a iminência de um alastramento dessa doença entre seres humanos colocou o mundo de prontidão. O avanço das pesquisas sobre o vírus da gripe espanhola deve auxiliar na decifração do mecanismo de ação do H5N1.

 

Os pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1 em laboratório e infectaram ratos. Os principais achados dessa experiência foram:

A resposta imunológica deflagrada pelo vírus da gripe espanhola foi muito severa, o que levou o organismo dos animais à falência

Entre o primeiro e o terceiro dias de infecção, a quantidade de partículas do vírus nos pulmões dos ratos contaminados era 10 vezes maior do que nos dos animais infectados por outros tipos de vírus da gripe

As cobaias contaminadas pelo H1N1 perderam 13% do peso corporal em dois dias de infecção

100% dos ratos infectados pelo vírus da gripe espanhola morreram no sexto dia de infecção

Fontes: revista Nature, Edison Durigon, virologista,
e Luiz Jacintho da Silva, infectologista

 

Segurança máxima

Além do vírus da gripe espanhola, outros microrganismos altamente letais estão guardados em laboratórios de biossegurança máxima – de níveis 3 e 4. Nos laboratórios de nível 3, os pesquisadores usam máscaras com filtros de ar e o ar ambiente é reciclado no mínimo doze vezes a cada hora. Nos laboratórios de nível 4, eles vestem um macacão especial que isola o corpo do ambiente. Ninguém pode permanecer no local por mais de três horas

VARÍOLA
Em 1977, o vírus da varíola foi erradicado. No ano seguinte, porém, no laboratório de uma universidade inglesa, deixaram que ele escapasse pelos dutos do ar-condicionado. Uma pesquisadora morreu contaminada. Na época, não havia normas de segurança para o manejo de agentes infecciosos. Hoje, oficialmente
apenas os Estados Unidos e a Rússia têm amostras do vírus. Elas estão guardadas em laboratórios de nível 4

EBOLA
O vírus ebola mata 90% dos infectados em três dias, em média. A infecção causa hemorragia generalizada. Passados trinta anos desde que o ebola infectou humanos pela primeira vez, no Congo e no Sudão, a ciência descobriu muito pouco sobre ele. Ainda não se conhece seu hospedeiro, por exemplo. Amostras do vírus são estudadas em laboratórios de biossegurança de nível 4

SARS
Em 2003, o vírus causador da sars, a síndrome respiratória aguda grave, em apenas duas semanas fez vítimas em dezesseis países, sobretudo
na China. Em menos de um ano, 10 000 pessoas foram contaminadas e 774 morreram. Hoje, exemplares do micróbio estão guardados em laboratórios de segurança de nível 3, onde se estuda a criação de remédios contra a doença

Fontes: Edison Durigon, virologista, e Luiz Jacintho da Silva, infectologista

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:00
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Gripe A - H1N1 - Dr Leonard Horowitz fala sobre Vírus A fabricado em Laboratório

 

"From:
Date: 2009/8/14
Subject: FW:Gripe Suina.

To: bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

Ver antes que retirem do youtube!!!
http://www.youtube.com/watch?v=0K2LdGUca9w   "

 

 

 

 

 

Ver:

 

 

Vírus da Gripe Suína - Subtipo H1N1 - Perguntas e Respostas

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/127658.html

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:30
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

H1N1 - Gripe A -Infarmed aperta regras de venda

 

 

 Infarmed aperta regras de venda do medicamento contra a gripe A

 

 

 

 

 

 
A partir de agora, as farmácias são obrigadas a guardar uma cópia das receitas.
 
Esta exigência surge depois de o bastonário da Ordem dos Médicos ter denunciado a existência de vendas sistemáticas destes medicamentos sem receita médica.
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 12:05
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Vírus da Gripe Suína - Subtipo H1N1 - Perguntas e Respostas

  

Virus - Gripe Suína

  

Science Daily

 

This is an H1N1 strain of influenza A. (Credit: Dr. E. Palmer; R.E. Bates) 

Colorized transmission electron micrograph depicting the A/New Jersey/76 (Hsw1N1) virus, while in the virus’ first developmental passage through a chicken egg.
 
Cause Of Flu Epidemics Uncovered
 
 
ScienceDaily (Mar. 7, 2008) — The exchange of genetic material between two closely related strains of the influenza A virus may have caused the 1947 and 1951 human flu epidemics, according to biologists. The findings could help explain why some strains cause major pandemics and others lead to seasonal epidemics.

www.sciencedaily.com/releases/2008/03/080304105825.htm

 

 

 

 

♦  

 

 

 

 

 Perguntas e Respostas

 

 

O que é a Gripe Suína?

 

A gripe suína é uma doença respiratória dos porcos causada por vírus influenza tipo A que originam surtos regulares de gripe nos porcos.

 

A maioria dos vírus isolados mais recentemente é do subtipo H1N1.

 

Os humanos podem contrair gripe suína?

Os vírus da gripe suína habitualmente não infectam o homem. No entanto têm ocorrido infecções humanas esporadicamente em pessoas em contacto directo com porcos.

 

O vírus da gripe suína é contagioso?

O vírus influenza A H1N1 suíno é contagioso e transmite-se de pessoa a pessoa, mas actualmente ainda não se sabe com que facilidade se dissemina.

 

Quais são os sintomas da gripe suína em humanos?

Os sintomas são muito semelhantes aos da gripe sazonal humana, com febre, fadiga, perda de apetite, tosse e dores no corpo e de cabeça. Algumas pessoas também podem apresentar náuseas, vómitos e diarreia.

 

Como se transmite a gripe suína?

A gripe suína pode transmitir-se directamente dos animais às pessoas. A infecção humana é muito mais provável quando existe um contacto próximo com porcos infectados, como em quintas ou mercados.

 

A gripe suína pode ser transmitida entre humanos?

Pensa-se que este vírus se transmite de pessoa a pessoa do mesmo modo que o da gripe humana sazonal, através da tosse ou espirros. As pessoas também se podem infectar ao mexer na boca, nariz ou olhos com as mãos contaminadas.

 

Quando é que uma pessoa com gripe pode transmitir a doença a outra?

 

As pessoas infectadas podem transmitir a doença até cerca de 7 dias após o início da mesma.

 

Como posso evitar ser infectado?

Neste momento ainda não há vacina contra a gripe suína. Há alguns cuidados que podem evitar a transmissão dos microrganismos que causam doenças respiratórias como a gripe e que podem proteger a saúde de cada um:

 

o   Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir ou espirrar e deitar o papel no lixo após usar;

o   Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, sobretudo após tossir ou espirrar; toalhetes com solução alcoólica também são eficazes;

o   Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca;

o   Evitar o contacto próximo com doentes com febre.

 
 

Posso contrair gripe suína por comer carne de porco?

Não. Os vírus da gripe suína não se transmitem pela comida. Não se pode contrair gripe suína comendo carne de porco ou seus derivados.

 

Que devo fazer se acabei de regressar de uma zona do globo afectada pela gripe suína ou se tiver contactado com alguém infectado?

 

Se visitou recentemente uma área em que foram identificados casos de gripe suína, ou se tiver contactado com alguém infectado, é importante monitorizar cuidadosamente a sua saúde por um período de cerca de 7 dias após o regresso.

Desde que esteja bem, não é necessário isolar-se.

 

E se adoecer com sintomas de gripe após regressar de uma zona do globo afectada?

Se, nos cerca de 7 dias após o regresso, desenvolver febre alta acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dificuldade respiratória, dor de cabeça ou dores no corpo, náuseas, vómitos ou diarreia, deve:

 

  • Permanecer em casa e evitar contacto com outras pessoas para não disseminar a doença.
  •  Ligar para a Linha Saúde 24:

 

808 24 24 24

 

 DGS

www.dgs.pt/

Publicado por bomsensoamiguinhos às 01:15
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Saúde - Declarado o estado de emergência na Califórnia

 

Califórnia

Decretou

Estado de Emergência

 

 

 

 

Devido à gripe suína a Califórnia decretou o estado de emergência. Ao declarar o estado de emergência, o Governador Arnold Schwarzenegger facilitou a atribuição de verbas adicionais ao departamento de Saúde Pública. A aquisição de equipamentos e materiais no combate à gripe fica igualmente facilitada. Até agora foram confirmados 13 casos de gripe suína na Califórnia, nenhum fatal.
 
2009-04-28 21:48:18
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Saúde - RTP na capital mexicana

 

Capital Mexicana

 

Máscaras

 

Utilizadas por Quase Todos os Habitantes

 

 

 

Vítor Gonçalves,

enviado especial da RTP à Cidade do México, constatou que na capital mexicana as máscaras, que tapam o nariz e a boca, são utilizados por quase todos os habitantes.

2009-04-28 20:09:12

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:20
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Pensamento - Verdade

 

"Ao contrário do que geralmente se crê,

por muito que se tente convencer-nos

do contrário,

as verdades únicas não existem:

as verdades são múltiplas,

só a mentira é global."


Saramago, José,

Diário de Notícias, em 20090327
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

G7 volta a apelar a estratégia global e reforço do sistema bancário

RTP

Domingo, 15 de Fevereiro 2009

 

 

G7
volta a apelar a estratégia global e
reforço do sistema bancário

 

 

 

Imagem da reunião de Roma, com o presidente do Banco Central Europeu em primeiro plano

Mario de Renzis/EPA

A reunião de Roma do G7 foi desenhada como uma etapa preparatória da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres

 

 

 

O G7 comprometeu-se no comunicado final da cimeira de Roma trabalhar em conjunto para apoiar o crescimento e o emprego e investir num reforço do sistema bancário mundial. O agravamento da crise mundial, responsável pela escalada do desemprego e reflexos proteccionistas, foi o ponto central da agenda dos ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do Mundo, reunidos durante dois dias na capital italiana para definir linhas comuns de acção face à actual conjuntura.

 

"As economias desenvolvidas estão em forte recessão e não há sinais visíveis sobre a eventualidade de em 2009 poder vir melhorar", alertava na véspera Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI.

No final dos trabalhos, os responsáveis das Finanças dos países mais ricos fizeram eco das palavras do chefe do Fundo Monetário e voltaram a insistir na prossecução de uma estratégia global face à crise internacional.

Nesse sentido, a reunião de Roma do G7, desenhada como uma etapa preparatória antes da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres, sublinhou a necessidade de um consenso no encontro que sentará à mesa os países ricos e as principais economias emergentes em busca das grandes linhas para reformar o sistema financeiro internacional.
 

 

Declaração final sublinha curva descendente em 2009
 

Com a promessa deixada no ar para uma estratégia conjunta de apoio ao crescimento, à criação de emprego e ao reforço do sistema bancário, a declaração final da reunião de Roma não esconde que a situação económica deverá continuar a desenhar-se numa linha descendente durante grande parte deste ano.

"A estabilização da economia global e dos mercados financeiros continua a ser a nossa mais alta prioridade", sublinha a declaração dos mais altos responsáveis das Finanças do G7, que acrescentam uma advertência para a tentação de cada país pôr em prática medidas proteccionistas que colocarão em perigo as economias dos países em desenvolvimento e levará, consequentemente, a que sejam as pessoas mais pobres os principais alvos da crise mundial.

Seria também nesse sentido que, na senda de um duro comunicado emitido pelo G7 no Outono, o grupo lançou um apelo à China para que permita a valorização da sua moeda de forma a amenizar os desequilíbrios comerciais internacionais.

Prioridade para o reforço do sistema bancário internacional

O comunicado desta reunião, que marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, apoia ainda os esforços de recapitalização dos bancos levado a cabo pelas autoridades britânicas e norte-americanas no sentido de reforçar o sistema bancário.

O G7 adverte também que deve ser encontrada uma forma de lidar com os activos tóxicos dos bancos, sem contudo indicar qualquer solução para o problema.

A criação de uma estrutura que pudesse absorver os activos tóxicos dos bancos seria "a solução mais simples entre as várias soluções técnicas" para o problema, afirmou Dominique Strauss-Kahn, director do FMI, depois de o fundo monetário ter definido como uma prioridade estas preocupações com o sistema bancário global.

"Deve explicar-se que é preciso voltar a pôr de pé um sector financeiro que funcione, não certamente para salvar os accionistas mas porque a economia moderna precisa de um sector financeiro que funcione", declarou Strauss-Kahn, para deixar um aviso: "Os bancos que não são viáveis deverão ser tomados por outros ou encerrados".

 

Paulo Alexandre Amaral, RTP
2009-02-14 17:36:41

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

SARAMAGO - OBAMA - Donde saiu este homem?

 

O CADERNO DE SARAMAGO

 

 

« Obama
Donde?

By José Saramago

 

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 
This entry was posted on Janeiro 20, 2009 at 8:39 pm and is filed under O Caderno de Saramago.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 09:00
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Obama - Discurso - Transcript of Obama speech on economy

 

 

Headlines
Top News
pub1.bravenet.com/news/46267533/243148/1
Transcript of Obama speech on economy
FAIRFAX, Va., Jan. 8 (UPI) --

 

President-elect Barack Obama unveiled his American Recovery and Reinvestment Plan at George Mason University in Fairfax, Va. Here is the text:
 
"Thank you so much. Let me begin by thanking George Mason University for their extraordinary hospitality and to thank all the great friends, the governors, the mayors who are in attendance here today. Throughout America's history, there have been some years that simply rolled into the next without much notice or fanfare. And then there are the years that come along once in a generation, the kind that mark a clean break from a troubled past and set a new course for our nation. This is one of those years.
 
"We start 2009 in the midst of a crisis unlike any we have seen in our lifetime, a crisis that has only deepened over the last few weeks.
 

 

"Nearly 2 million jobs have been now lost. And on Friday, we're likely to learn that we lost more jobs last year than at any time since World War II. Just in the past year, another 2.8 million Americans who want and need full-time work have had to settle for part-time jobs.
 
"Manufacturing has hit a 28-year low. Many businesses cannot borrow or make payroll. Many families cannot pay their bills or their mortgage. Many workers are watching their life savings disappear. And many, many Americans are both anxious and uncertain of what the future will hold.
 
"Now, I don't believe it's too late to change course, but it will be if we don't take dramatic action as soon as possible. If nothing is done, this recession could linger for years.
 
"The unemployment rate could reach double digits. Our economy could fall $1 trillion short of its full capacity, which translates into more than $12,000 in lost income for a family of four.
 
"We could lose a generation of potential and promise as more young Americans are forced to forego dreams of college or the chance to train for the jobs of the future. And our nation could lose the competitive edge that has served as a foundation for our strength and our standing in the world.
 
In short, a bad situation could become dramatically worse.
 
"This crisis did not happen solely by some accident of history or normal turn of the business cycle. And we won't get out of it by simply waiting for a better day to come or relying on the worn-out dogmas of the past.
 
"We arrived at this point due to an era of profound irresponsibility that stretched from corporate board rooms to the halls of power in Washington, D.C.
 
"For years, too many Wall Street executives made imprudent and dangerous decisions, seeking profits with too little regard for risk, too little regulatory scrutiny, and too little accountability. Banks made loans without concern for whether borrowers could repay them, and some borrowers took advantage of cheap credit to take on debt they couldn't afford.
 
"Politicians spent taxpayer money without wisdom or discipline and too often focused on scoring political points instead of problems they were sent here to solve.
 
"The result has been a devastating loss of trust and confidence in our economy, our financial markets, and our government.
 
"Now, the very fact that this crisis is largely of our own making means that it's not beyond our ability to solve. Our problems are rooted in past mistakes, not our capacity for future greatness.
 
It will take time -- perhaps many years -- but we can rebuild that lost trust and confidence. We can restore opportunity and prosperity.
 
"We should never forget that our workers are still more productive than any on Earth. Our universities are still the envy of the world. We are still home to the most brilliant minds, the most creative entrepreneurs, and the most advanced technology and innovation that history has ever known. And we are still the nation that has overcome great fears and improbable odds.
 
"If we act with the urgency and seriousness that this moment requires, I know that we can do it again.
 
That is why I have moved quickly to work with my economic team and leaders of both parties on an American Recovery and Reinvestment Plan that will immediately jump-start job creation and long-term growth. It's a plan that represents not just new policy, but a whole new approach to meeting our most urgent challenges.
 
"For if we hope to end this crisis, we must end the culture of 'anything goes' that helped create it, and this change must begin in Washington.
 
"It's time to trade old habits for a new spirit of responsibility. It's time to finally change the ways of Washington so that we can set a new and better course for America.
 
"There is no doubt that the cost of this plan will be considerable. It will certainly add to the budget deficit in the short term.
 
"But equally certain are the consequences of doing too little or nothing at all, for that will lead to an even greater deficit of jobs, incomes, and confidence in our economy.
 
"It is true that we cannot depend on government alone to create jobs or long-term growth. But at this particular moment, only government can provide the short-term boost necessary to lift us from a recession this deep and severe. Only government can break the cycle that are crippling our economy, where a lack of spending leads to lost jobs, which leads to even less spending, where an inability to lend and borrow stops growth and leads to even less credit.
 
"That's why we need to act boldly and act now to reverse these cycles. That's why we need to put money in the pockets of the American people, create new jobs, and invest in our future. That's why we need to restart the flow of credit and restore the rules of the road that will ensure a crisis like this never happens again.
 
"This plan begins with -- this plan must begin today, a plan I'm confident will save or create at least 3 million jobs over the next few years.
 
"It's not just another public works program. It's a plan that recognizes both the paradox and promise of this moment: the fact that there are millions of Americans trying to find work, even as all around the country there's so much work to be done.
 
"And that's why we'll invest in priorities like energy and education, healthcare and a new infrastructure that are necessary to keep us strong and competitive in the 21st century.
 
That's why the overwhelming majority of the jobs created will be in the private sector, while our plan will save the public sector jobs of teachers, police officers, firefighters, and others who provide vital services.
 
"To finally spark the creation of a clean energy economy, we will double the production of alternative energy in the next three years. We will modernize more than 75 percent of federal buildings and improve the energy efficiency of 2 million American homes, saving consumers and taxpayers billions on our energy bills. In the process, we will put Americans to work in new jobs that pay well and can't be outsourced, jobs building solar panels and wind turbines, constructing fuel-efficient cars and buildings, and developing the new energy technologies that will lead to even more jobs, more savings, and a cleaner, safer planet in the bargain.
 
"To improve the quality of our healthcare while lowering its cost, we will make the immediate investments necessary to ensure that, within five years, all of America's medical records are computerized. This will cut waste, eliminate red tape, and reduce the need to repeat expensive medical tests.
 
"But it just won't save billions of dollars and thousands of jobs; it will save lives by reducing the deadly but preventable medical errors that pervade our health care system.
 
"To give our children the chance to live out their dreams in a world that's never been more competitive, we will equip tens of thousands of schools, community colleges, and public universities with 21st-century classrooms, labs, and libraries. We'll provide new computers, new technology, and new training for teachers so that students in Chicago and Boston can compete with children in Beijing for the high-tech, high-wage jobs of the future.
 
"To build an economy that can lead this future, we will begin to rebuild America. Yes, we'll put people to work repairing crumbling roads, bridges and schools, by eliminating the backlog of well- planned, worthy, and needed infrastructure projects, but we'll also do more to retrofit America for a global economy.
 
"That means updating the way we get our electricity, by starting to build a new smart grid that will save us money, protect our power sources from blackout or attack, and deliver clean, alternative forms of energy to every corner of our nation.
 
"It means expanding broadband lines across America so that a small business in a rural town can connect and compete with their counterparts anywhere in the world.
 
"It means investing in the science, research, and technology that will lead to new medical breakthroughs, new discoveries, and entire new industries.
 
"And, finally, this Recovery and Reinvestment Plan will provide immediate relief to states, workers, and families who are bearing the brunt of this recession. To get people spending again, 95 percent of working families will receive a $1,000 tax cut, the first stage of a middle-class tax cut that I promised during the campaign and will include in our next budget.
 
"To help Americans who have lost their jobs and can't find new ones, we'll continue the bipartisan extension of unemployment insurance and health care coverage to help them through this crisis.
 
Government at every level will have to tighten its belt, but we'll help struggling states avoid harmful budget cuts, as long as they take responsibility and use the money to maintain essential services, like police, fire, education, and health care.
 
"Now, I understand that some might be skeptical of this plan. Our government has already spent a good deal of money, but we haven't yet seen that translate into more jobs, or higher incomes, or renewed confidence in our economy.
 
"And that's why the American Recovery and Reinvestment Plan won't just throw money at our problems. We'll invest in what works.
 
"The true test of policies we'll pursue won't be whether they're Democratic or Republican ideas, whether they're conservative or liberal ideas, but whether they create jobs, grow our economy, and put the American dream within the reach of the American people.
 
"Instead of politicians doling out money behind a veil of secrecy, decisions about where we invest will be made transparently and informed by independent experts wherever possible.
 
"Every American will be able to hold Washington accountable for these decisions by going online to see how and where their taxpayer dollars are spent.
 
"And as I announced yesterday, we will launch an unprecedented effort to eliminate unwise and unnecessary spending that has never been more unaffordable for our nation and our children's future than it is right now.
 
We have to make tough choices and smart investments today so that, as the economy recovers, the deficits start coming down. We cannot have a solid recovery if our people and our businesses don't have confidence that we're getting our fiscal house in order.
 
"And that's why our goal is not to create a slew of new government programs, but a foundation for long-term economic growth.
 
"That also means an economic recovery plan that is free from earmarks and pet projects. I understand that every member of Congress has ideas about how to spend money. Many of these projects are worthy; they benefit local communities.
 
"But this emergency legislation must not be the vehicle for those aspirations. This must be a time when leaders in both parties put the urgent needs of our nation above our own narrow interests.
 
"Now, this recovery plan alone will not solve all the problems that led us into this crisis. We must also work with the same sense of urgency to stabilize and repair the financial system we all depend on.
 
"That means using our full arsenal of tools to get credit flowing again to families and businesses, while restoring confidence in our markets. It means launching a sweeping effort to address the foreclosure crisis so that we can keep responsible families in their homes.
 
"It means preventing the catastrophic failure of financial institutions whose collapse could endanger the entire economy, but only with maximum protections for taxpayers and a clear understanding that government support for any company is an extraordinary action that must come with significant restrictions on the firms that receive support.
 
"And it means reforming a weak and outdated regulatory system so that we can better withstand financial shocks and better protect consumers, investors, and businesses from the reckless greed and risk- taking that must never endanger our prosperity again.
 
"No longer can we allow Wall Street wrongdoers to slip through regulatory cracks. No longer can we allow special interests to put their thumbs on the economic scales. No longer can we allow the unscrupulous lending and borrowing that leads only to disruptive cycles of bubble and bust.
 
"It is time to set a new course for this economy, and that change must begin now.
 
"We should have an open and honest discussion about this recovery plan in the days ahead, but I urge Congress to move as quickly as possible on behalf of the American people, for every day we wait or point fingers or drag our feet, more Americans will lose their jobs, more families will lose their savings, more dreams will be deferred and denied, and our nation will sink deeper into a crisis that at some point we may not be able to reverse.
 
"That is not the country I know. It is not a future I accept as president of the United States. A world that depends on the strength of our economy is now watching and waiting for America to lead once more, and that is what we will do.
 
"It will not come easy or happen overnight. And it is altogether likely that things may get worse before they get better.
 
"But that is all the more reason for Congress to act without delay.
 
"I know the scale of this plan is unprecedented, but so is the severity of our situation. We have already tried the wait-and-see approach to our problems, and it is the same approach that helped lead us to this day of reckoning.
 
"And that is why the time has come to build a 21st-century economy in which hard work and responsibility are once again rewarded. That's why I'm asking Congress to work with me and my team day and night -- on weekends, if necessary -- to get the plan passed in the next few weeks.
 
"That's why I'm calling on all Americans, Democrats and Republicans and independents, to put -- to put good ideas ahead of the old ideological battles, a sense of common purpose above the same narrow partisanship, and insist that the first question each of us asks isn't 'What's good for me?' but 'What's good for the country my children will inherit?'
 
"More than any program or policy, it is this spirit that will enable us to confront these challenges with the same spirit that has led previous generations to face down war and depression and fear itself.
 
"And if we do, if we are able to summon that spirit again, if we are able to look out for one another and listen to one another, and do our part for our nation and for posterity, then I have no doubt that, years from now, we will look back on 2009 as one of those years that marked another new and hopeful beginning for the United States of America.
 
"Thank you. God bless you. And may God bless the United States of America."
 
pub1.bravenet.com/news/46267533/243148/1
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:10
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PortoCartoon: World Festival de 2009 - Crise é o tema do festival de 2009

 

Porto Cartoon:

Crise é o tema do festival de 2009

 

 


A 11ª edição do PortoCartoon - World Festival de 2009, vai ter como tema "As Crises", anunciou hoje o Museu Nacional da Imprensa, promotor da iniciativa.

O PortoCartoon 2008 foi dedicado aos Direitos Humanos, para assinalar o 60º aniversário da Declaração Universal, e pela primeira vez foi ganho por um cartunista português, Augusto Cid, de "O Sol".

O Museu Nacional da Imprensa, sediado no Porto, anunciou também que Georges Wolinski, um dos mais famosos cartunistas da actualidade, voltará a ser o presidente do júri do festival.

Em Junho passado, Wolinski integrou o grupo de dez artistas que proclamaram o Porto como «capital do cartoon», descerrando um pequeno monumento desenhado por Siza Vieira e implantado na Avenida dos Aliados, frente à Câmara Municipal..

O PortoCartoon é considerado um dos três mais importantes concursos mundiais de cartoon.

No conjunto das dez edições anteriores participaram mais de 4.000 cartunistas, de cerca de uma centena de países.

Lusa
Foto: wikimedia commons
 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Qual é a mais correcta definição de Globalização?

E-Mail recebido em: 

3 de janeiro de 2009

 

Pergunta:
 
Qual é a mais correcta definição de Globalização?
 

 
Resposta:
 
Morte da Princesa Diana.
 

Pergunta:
 
Por quê?
 
 
Resposta:
 
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano, que usou medicamentos brasileiros.
 
E isto foi enviado para você por um Português, usando tecnologia americana (Bill Gates), e, provavelmente, você está lendo isso num computador genérico que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por judeus, através de uma conexão paraguaia.

Isto é,
caros amigos,
GLOBALIZAÇÃO!

 

 

♦♦♦

 

Recebi este e-mail em 

3 de janeiro de 2009 02:26
bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Economia - Depressão Mundial

SOL

Domingo, 21 Dezembro 2008

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

Governador

 
 
Banco de Espanha admite «grande depressão» mundial
 
A incerteza sobre a Economia mundial é actualmente «total» e existem possibilidades de uma «grande depressão» global, previu hoje o Governador do Banco de Espanha, Miguel Ángel Fernandez Ordoñez

 

«A falta de confiança é total. O mercado interbancário não funciona e gera ciclos viciosos: os consumidores não consomem, os empresários não contratam, os investidores não investem e os bancos não emprestam», afirmou ao jornal El País.

Segundo o responsável, «existe uma paralisia quase total à qual ninguém escapa».

O governador do Banco de Espanha considera que a retoma económica global, que foi antecipada para o fim 2009 ou início 2010, pode ser atrasada por «falta de confiança».

Uma retoma relativamente rápida é possível graça à queda do preço do petróleo e à baixa das taxas, reconhece Ordoñez, que admite no entanto a possibilidade de um ciclo vicioso que aprofunde a falta de liquidez no sistema.

«Isso levar-nos-ia perante uma grande depressão, que não é de excluir», afirmou.

A crise financeira actual é «a mais grave desde a Grande Depressão» de 1929, sublinhou ainda o responsável, para quem as previsões do Fundo Monetário Internacional - que fixa numa quebra de 0,3 por cento do Produto Interno Bruto dos países desenvolvidos em 2009 depois de ter fixado em 1,4 por cento para este ano - são «bastante razoáveis».

Segundo o governador do Banco de Espanha, será «lógico» que o conselho dos governadores do Banco Central Europeu, onde tem assento, decida na próxima reunião de Janeiro uma nova baixa das taxas, caso se verifique, «entre outras variáveis», que a inflação se situe «claramente» nos dois por cento.
Lusa/SOL

  

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:50
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Finanças - Fraude - Fundos Madoff

DIÁRIO ECONÓMICO

Edição Impressa - Finanças

Fraude financeira 2008-12-18 00:05

Portugal exposto em 85 milhões ao caso Madoff

Banco de Portugal apura exposição de 11 milhões na banca e 67 milhões na gestão de activos.

Tiago Figueiredo Silva

A factura total sobre a banca portuguesa daquela que é a maior fraude financeira de sempre foi ontem revelada: 85 milhões de euros.

Em comunicado, o Banco de Portugal anunciou que a exposição directa do sistema bancário português ao ‘Grupo Madoff’ ascende a 18 milhões de euros, enquanto que a exposição das carteiras de activos sob gestão atingem os 67 milhões de euros.

Naquela que é a primeira vez que a autoridade presidida por Vítor Constâncio se pronuncia sobre o impacto da fraude cometida por Bernard Madoff,

 

... ...

 

o presidente da Securities and Exchange Commission (SEC), Christopher Cox, admitiu ontem que o regulador dos mercados norte-americanos falhou na investigação de “alegações credíveis e específicas”, que existiam há quase uma década, sobre os negócios de Bernard Madoff. Segundo  Cox, as acusações chegaram várias vezes à SEC “mas nunca foi recomendada a actuação da comissão”. Madoff, responsável pela maior fraude financeira de sempre, recebeu ontem ordem do juiz responsável pelo processo para ficar em prisão domiciliária. A fraude executada pelo antigo presidente do Nasdaq, que até há bem pouco tempo era considerado um dos gestores mais influentes de Wall Street, pode chegar aos 50 mil milhões de dólares. Atingiu

 

Continua em: diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/financas/pt/desarrollo/1193027.html

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:33
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Finanças - Fraude - Fundos Madoff

  

 Foto: Google

 

 ♦ ♦ ♦ ♦ ♦

 

VISÃO

 

Estratégia  
 
Fraude Madoff começa a ser desvendada 
 
O gestor detido por alegada fraude de 50 mil milhões de dólares, Bernard Madoff, terá falsificado a contabilidade da sociedade que detinha para esconder dos investidores as perdas massivas
 
 por visao.pt  - 17 Dez 2008

Continua em :aeiou.visao.pt/Actualidade/Economia/Pages/Madoffterafalsificadoresultados.aspx

⇔⇔⇔⇔⇔

 

VISÃO

 
Crise 
 
Fraude Madoff atinge bancos do mundo inteiro 
 
Os principais grupos financeiros do mundo inteiro revelaram, esta segunda-feira, as perdas potenciais decorrentes da exposição a fundos de Bernard L. Madoff, investidor de Wall Street, admitindo terem sido apanhados nesta alegada fraude
 

por visao.pt  - 15 Dez 2008

aeiou.visao.pt/Actualidade/Economia/Pages/Nenhumbancoescapou.aspx

"...

 

O banco Santander, o maior de Espanha e o segundo maior da Europa após o HSBC, admitiu uma exposição directa e de clientes a fundos do Madoff Investment Securities, no valor de 2,347 mil milhões de euros.

 

...

 

O gigante financeiro nipónico Nomura disse que poderá perder até 303 milhões de dólares e as autoridades financeiras da Coreia do Sul cifraram em 95 milhões de dólares a exposição total ao colapso do esquema fraudulento de investimento de Madoff.

 

Madoff, um veterano de Wall Sreet de 70 anos, foi detido quinta-feira passada"

 

... continua  em:  aeiou.visao.pt/Actualidade/Economia/Pages/Nenhumbancoescapou.aspx

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:07
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Finanças - Fraude - Fundos Madoff

JORNAL DIGITAL

jornaldigital.com/noticias.php

 Bernard Madof

Bancos afectados pela fraude dos fundos Madoff

2008-12-15 20:21:05

 

Paris – Segundo a agência de notícias AFP, a lista dos bancos afectados em todo o mundo pela gigantesca fraude do gerente de fundos americano Bernard Madoff, que teria pulverizado 50 bilhões de dólares de centenas de investidores, é a seguinte:
 
 
ESPANHA:

- O Banco Santander, segunda maior instituição bancária europeia em termos de capitalização, anunciou que os clientes de seu fundo especulativo Optimal podem perder até 2,33 bilhões de euros (3,117 bilhões de dólares).
- O BBVA, segundo maior banco espanhol, corre o risco de perder até 300 milhões de euros (400 milhões de dólares).
- Nove fundos de pensão e três seguradoras podem ter prejuízos de 38 milhões de euros (50 milhões de dólares).

FRANÇA:

- O BNP-Paribas estima em quase 470 milhões de dólares suas perdas potenciais.
- O Natixis, filial da Caixa de Poupança e do Banco Popular da França, calcula um possível prejuízo de até 600 milhões de dólares.
- O Société Générale, cujo corretor Jerome Kerviel dilapidou 6,7 bilhões de dólares, prevê perdas inferiores a 13 milhões de dólares.
- A seguradora Axa calcula um montante «muito inferior» aos 130 milhões de dólares.

GRÃ-BRETANHA:

- O banco HSBC, número três mundial em termos de capitalização, pode perder 1 bilhão de dólares.
- O Royal Bank of Scotland prevê um rombo de até 600 milhões de dólares.
- O fundo de investimentos Man Group investiu 360 milhões de dólares em dois fundos administrados por Madoff.

SUÍÇA:

- Segundo o jornal Le Temps, as perdas na Suíça podem chegar a 4,2 bilhões de dólares, espalhados por vários pequenos bancos privados.
- Os gigantes UBS e Credit Suisse não seriam afectadas.

ITÁLIA:

- Os bancos Unicredit e Banco Popolare terão prejuízos de 100 e 90 milhões de dólares, respectivamente.

JAPÃO:

- O banco Nomura prevê perdas de até 303 milhões de dólares.
CORÉIA DO SUL:

- Um conjunto de entidades financeiras e seguradoras perderiam até 95 milhões de dólares.
 

  (c) PNN Portuguese News Network

 

FONTE: jornaldigital.com/noticias.php

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 03:49
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Finanças - Fraude - Fundos Madoff

 

 

 

 

 

Foto: Sapo 

 

 

⇔⇔⇔⇔⇔ 

 

DIÁRIO ECONÓMICO

 

Fraude de Bernard Madoff 2008-12-16 00:05

O fim de um mito de Wall Street

Bernard Madoff usou “esquema de Ponzi” para promover uma fraude de 50 mil milhões de dólares.

Tiago Figueiredo Silva e Pedro Latoeiro

Não existe uma explicação inocente”. Foi com estas palavras que Bernard Madoff, com 70 anos, se despediu da liberdade. Até à passada quinta-feira, o nome do gestor de ‘hedge funds’ com o maior património do mundo era sinónimo de admiração e respeito no círculo financeiro mundial, dia em que os agentes do FBI se deslocaram ao seu luxuoso apartamento em Manhattan para o prenderem. A denúncia surgiu de onde menos se esperava. Os sintomas evidentes de stress e a antecipação em dois meses do bónus anual despertaram as suspeitas dos seus dois filhos, altos funcionários da sociedade gestora criada por Madoff, que não tardaram em pedir-lhe explicações. “Isto é tudo uma grande mentira e está tudo acabado”, confessou Madoff. O ex-presidente da bolsa norte-americana Nasdaq não tardou em admitir que a firma era insolvente há vários anos e que as operações eram na realidade uma pirâmide financeira, conhecida por esquema de ‘Ponzi’, que terá promovido uma fraude financeira de 50 mil milhões de dólares - o que será a maior da história - dez vezes superior aos 5 mil milhões “desviados” pelo corretor da Société General, Jerôme Kerviel, em Janeiro passado. Madoff assegurava elevados retornos aos clientes, utilizando o capital dos novos investidores para pagar aos antigos. Tal como o gestor, o esquema não é novo e remonta a 1920, altura em que Charles Ponzi enganou milhares de investidores e criou um rombo de 122 milhões de dólares. Desde bancos a sociedades gestoras, passando por famílias a personalidades abastadas, o esquema de Madoff conseguiu enganar tudo e todos. Numa altura em que ainda se contam as vítimas e os prejuízos, o futuro de Bernard Madoff está agora nas mãos da justiça norte-americana.

Fonte: diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/financas/pt/desarrollo/1192440.html

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 15:04
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Recessão - A Maior desde a II Guerra Mundial

Jornal Digital - Sexta Feira, 12.12.2008

jornaldigital.com/noticias.php

Segundo o Banco Mundial
Recessão que afecta Europa, Japão e EUA deverá ser a maior desde a II Guerra
2008-12-10 15:57:02

 


Washington – O relatório «Perspectivas Económicas Globais para 2009», do Banco Mundial prevê que a recessão económica que está a afectar a Europa, Japão e EUA deverá ser a maior desde a II Guerra.
Segundo o Banco Mundial (BM), o panorama económico deteriorou-se tanto que existe agora a possibilidade de uma recessão global.

Pela primeira vez desde 1982, «o volume de negócios mundiais contraíram-se», principalmente devido à queda da procura, afirmou a instituição, para quem a desaceleração económica mundial é alimentada diariamente pelas más notícias económicas em vários países.

O Japão, segunda maior economia mundial, acusou no terceiro trimestre uma recessão ainda mais grave do que o previsto, com uma contracção de 0,5 por cento em relação aos três meses anteriores e 1,8 por cento a ritmo anual

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) alertou que a economia norte-americana, que já está em recessão, deverá enfraquecer ainda mais antes de melhorar, prevendo uma contracção de 0,9 por cento do PIB americano no ano que vem.
(c) PNN Portuguese News Network

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:21
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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