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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Quinta-feira, 5 de Maio de 2011

Pensamentos - Comportamento ético - Charles Chaplin

 

 

Charlie Chaplin

 

“O homem é um animal

com instintos primários de sobrevivência.

  Por isso,

o seu engenho desenvolveu-se primeiro

e a alma depois,

e o progresso da ciência

está bem mais adiantado que

o seu comportamento ético.”

 

 
Charles Chaplin

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Sábado, 6 de Novembro de 2010

Citações - Lao-Tsé

 

Conhecer os outros é inteligência,

conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria.

Controlar os outros é força,

controlar-se a si próprio é verdadeiro poder.

 

Lao-Tsé

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:58
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Domingo, 11 de Abril de 2010

Porto - Segredos do Cérebro

SIC

 

 

Especialistas de todo o Mundo

reunidos no Porto debatem

Segredos do Cérebro

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Mentira - Frase - Winston Churchill

 

Mentira

 

 

"  Uma Mentira   

dá uma volta inteira

ao Mundo

antes mesmo de a Verdade

   ter oportunidade de se vestir. "

 

Winston Churchill

Winston Churchill

Wikipédia

 

Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (Oxfordshire, 30 de Novembro de 1874Londres, 24 de Janeiro de 1965) foi um nobre, estadista britânico, escritor, jornalista, orador e historiador, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Domingo, 24 de Janeiro de 2010

Publicidade - Podemos vender um trapo...

 

 

A Publicidade

 

 

 

A Publicidade é tão eficiente

que podemos vender um trapo

por um preço elevadíssimo

e a pessoa ainda ficar satisfeita!

 

Paulo Sisko

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Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Enganar é nobre ???

 

 Aldrabar / Enganar

 

 

"Aldrabar não é só enganar.

É enganar sem o devido cuidado;

sem o mínimo esforço.

 

Enganar é nobre,

 

implica um mínimo de esforço

e respeito pela vítima:

ser enganado

não é sinal de estupidez."

 

 

Esteves Cardoso, Miguel, Nós (i), em 2010-01-16
 
 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Enganar - voçê pode enganar...

 

 

Você pode enganar pessoas 

 todo o tempo.

 

Você pode também enganar 

todas as pessoas

algum tempo.

 

Mas você não pode enganar

 todas as pessoas

o tempo todo. "

 

 

 

Abraham Lincoln
 

Abraham Lincoln

 

12-02-1809 a 14-04-1965

 

Advogado, Maçom e Político Estadunidense

16.º Presidente dos Estados Unidos

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:20
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Pensamento - Fernando Pessoa - A Nossa Crise Mental

Citador

A Nossa Crise Mental

 

 

 

 

Que pensa da nossa crise?

 

Dos seus aspectos — político,

moral e intelectual?

 

 


A nossa crise provém, essencialmente, do excesso de civilização dos incivilizáveis. Esta frase, como todas que envolvem uma contradição, não envolve contradição nenhuma. Eu explico. Todo o povo se compõe de uma aristocracia e de ele mesmo. Como o povo é um, esta aristocracia e este ele mesmo têm uma substância idêntica; manifestam-se, porém, diferentemente. A aristocracia manifesta-se como indivíduos, incluindo alguns indivíduos amadores; o povo revela-se como todo ele um indivíduo só. Só colectivamente é que o povo não é colectivo.


O povo português é, essencialmente, cosmopolita. Nunca um verdadeiro português foi português: foi sempre tudo. Ora ser tudo em um indivíduo é ser tudo; ser tudo em uma colectividade é cada um dos indivíduos não ser nada. Quando a atmosfera da civilização é cosmopolita, como na Renascença, o português pode ser português, pode portanto ser indivíduo, pode portanto ter aristocracia. Quando a atmosfera da civilização não é cosmopolita — como no tempo entre o fim da Renascença e o princípio, em que estamos, de uma Renascença nova — o português deixa de poder respirar individualmente. Passa a ser só portugueses. Passa a não poder ter aristocracia. Passa a não passar. (Garanto-lhe que estas frases têm uma matemática íntima).


Ora um povo sem aristocracia não pode ser civilizado. A civilização, porém, não perdoa. Por isso esse povo civiliza-se com o que pode arranjar, que é o seu conjunto. E como o seu conjunto é individualmente nada, passa a ser tradicionalista e a imitar o estrangeiro, que são as duas maneiras de não ser nada. É claro que o português, com a sua tendência para ser tudo, forçosamente havia de ser nada de todas as maneiras possíveis. Foi neste vácuo de si-próprio que o português abusou de civilizar-se. Está nisto, como lhe disse, a essência da nossa crise.


As nossas crises particulares procedem desta crise geral. A nossa crise política é o sermos governados por uma maioria que não há. A nossa crise moral é que desde 1580 — fim da Renascença em nós e de nós na Renascença — deixou de haver indivíduos em Portugal para haver só portugueses. Por isso mesmo acabaram os portugueses nessa ocasião. Foi então que começou o português à antiga portuguesa, que é mais moderno que o português e é o resultado de estarem interrompidos os portugueses. A nossa crise intelectual é simplesmente o não termos consciência disto.


Respondi, creio, à sua pergunta. Se V. reparar bem para o que lhe disse, verá que tem um sentido. Qual, não me compete a mim dizer.

 
Fernando Pessoa, in 'Portugal entre Passado e Futuro'

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Pensamento - Persistência

 

 

"A Persistência

é o

Caminho do Êxito."

 

Charles Chaplin

 

 

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Domingo, 26 de Abril de 2009

Pensamento

 

"Seja o Homem

 

Nobre, Caridoso e Bom.


 

São as únicas coisas que


o Distinguem dos Demais Seres"

 

Goethe, Johann

 

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Pensamento - Baptista-Bastos

 

 

 

"Há qualquer coisa de podre,

há qualquer coisa de decadente e de vil neste tempo.

 

Repare-se no rosto dos que estão no poder, e no daqueles que estão preparados para os substituir.

 

Sempre aquelas caras que pouco se alteram.

 

Sempre os mesmos hábitos.

 

Sempre o mesmo sarro da aldrabice, da dissimulação, do desdém por todos nós."


Baptista-Bastos, Jornal de Negócios, em 2009-02-27

 

 

 

 

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Pensamento - Bondade

 

"Não reconheço outra Grandeza

que não seja a Bondade"


Beethoven, Ludwig

 

 

 

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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Pensamento - Bondade

 

"Todo o acto de Bondade

é uma Demonstração de Poder"


Unamuno, Miguel

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Pensamento - O homem de bem ...

 

"O homem de bem,

 

no meio de malvados,

 

resvala sempre;

 

e nós estamos acostumados a associar-nos ao mais forte,

 

a pisar em quem está no chão e

 

a julgar segundo as circunstâncias"


Foscolo, Ugo
 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

Pensamento - O melhor nos outros

 

"Quando procuramos descobrir o melhor nos outros,

de algum modo mostramos o melhor de nós mesmos"

 

Ward, William Arthur
 

 

 

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Pensamento - Desconfiança

 

 

"A desconfiança faz as pessoas perderem a espontaneidade e a frescura,

tornando-se cínicas e tortuosas."

 


António Saraiva, José, Tabu (Sol), em 20090214

 

 

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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Pensamentos - A vida

 

 

A vida é uma pedra de amolar:
desgasta-nos ou afia-nos,
conforme o metal de que somos feitos.
 
(George Bernard Shaw)
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Pensamento - Boas Acções

 

"As boas acções elevam o Espírito e

predispõem-no a praticar outras"

Rousseau, Jean Jacques
 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

Pensamento - Bondade

 

"A bondade consiste em estimar e amar os outros

para além do que eles merecem"


Joubert, Joseph

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Pensamento - René Descartes - Os Vários Tipos de Amor

Fonte: Citador

 

Os Vários Tipos de Amor

 

 

 

 

 

 

 

 

René Descartes

Filósofo
França  - [1596-1650]

 

 

Parece-me que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos.

 

Pois quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção.

 

Assim, podemos te afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade.

 

E de tal maneira eles são objecto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.

 

Quanto à devoção, o seu principal objecto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer.

 

Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos.

 

Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor manifesta-se principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.


Isto leva-nos, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar.

 

Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.


René Descartes, in 'As Paixões da Alma'

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Pensamento - História - Património

 João José Brandão Ferreira
 

 Em: forum.ship.pt/

 

 

“A História é Património Comum.
 
 Por isso,
 
 Não Devemos Deixá-la Cair em Más Mãos.”
 

Georges Duby
(Filosofo francês
em entrevista concedida
ao “L’Express” de 14/2/92)

 

 

 

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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Pensamento - Verdade

 

"Toda a Verdade

passa por três fases.

Primeiro,

é Ridicularizada.

Segundo,

é Violentamente Atacada.

Terceiro,

é Aceite como Evidente"

Schopenhauer

 

 

 

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Bomsenso - Pensamento - citação

 

"Tente colocar bom senso

na cabeça de um tolo

e ele dirá que é Tolice"
 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Portugal - Que Misão! (Eurico Ribeiro)

 

 

 

Eurico Ribeiro

March 20th, 2008

www.grifo.com.pt/index.php
 
 
 
A época sombria em que vivemos tem sido paradoxalmente um motor de esperança e virtude do aparecimento de muitos indícios que levam à redescoberta do país onde nascemos, dos nossos antepassados e das verdadeiras potencialidades que possuímos.
 
Como portugueses que somos, descendentes da “ínclita geração”, espero que sejamos merecedores de levar por diante a missão à qual por destino nos encontramos ligados.
 
Estou de acordo quando se fala da letargia e da falta de esperança que tem assolado o povo Português, eu próprio passei por esse sentimento que durou alguns anos, cujos efeitos espero saber ultrapassar. Esse foi o tempo necessário até compreender o que realmente somos e valemos como povo milenar.
 
É importante começar por referir que este sentimento não é de agora, refiro mesmo que é cíclico: a melancolia e o fatalismo. Curiosamente ou talvez não, o nosso país desde a sua fundação tem apresentado ciclos de queda que põem em causa a sua soberania como nação independente aproximadamente de 200 em 200 anos: 1383 - Crise do Interregno, 1580 – Dinastia Filipina, 1800 – Invasão Francesa e a Guerra Peninsular e 1986 – Adesão à CEE. Mínimos vibratórios, matematicamente falando, durante os quais a alma portuguesa é obrigada a uma longa hibernação… emergindo nessas alturas a “sua mística” pelos nossos utopistas, filósofos e poetas: foi assim com Bandarra, com Luis Vaz de Camões, com o Padre António Vieira, com Fernando Pessoa, com o Agostinho da Silva, bem como muitos outros.
 
Não podemos ocultar o facto de que a adesão à CEE, cuja designação passou por CE e hoje é UE, tem sido uma falácia traduzindo-se na pratica, no princípio do fim das soberanias Europeias, concomitantemente a nossa, com a ratificação do recente Tratado de Lisboa. A mudança da designação acompanhou a alteração de paradigma dado que inicialmente de comunidade de países soberanos, passámos a uma união onde se perfilam já os contornos de regiões. As regiões advêm do provável fraccionamento de alguns países pelas suas idiossincrasias étnico-culturais latentes, que desta feita irão imergir, lutando na defesa da comunidade pela sua autodeterminação cuja força é agora possível face ao enfraquecimento das soberanias nacionais, e o distanciamento de poderes transferidos para Estrasburgo. Mais, a livre circulação de pessoas, no espaço comunitário, com a atracção das melhores inteligências nos locais mais desenvolvidos do ponto de vista económico, irá provocar a médio prazo a miscigenação dos povos com a perda de identidade e o empobrecimento regional ao nível do valor humano.
 
Neste aspecto é relevante a unidade do povo português continental e insular, de modo a que as fronteiras do berço da portugalidade se mantenham inalteráveis em todo o processo que se venha a desenhar. É necessário que se tomem medidas de manutenção e fixação dos melhores indivíduos, na prestação de serviços à sua comunidade, bem como políticas culturais baseadas na história e na missão Portuguesa, a fim da tradição ser de tal modo demolidora que quem decidir ficar entre nós, terá não só de aprender o português, como ter acesso aos nossos costumes e respeitar os nossos valores, tal como acontece nos países nórdicos. Essa unidade só será possível através de um líder natural que se torne o símbolo de união, relembrando a nossa história, projectando-a no futuro.
 
O povo português sofre de atavismos próprios de quem já foi grande… a queda no abismo leva à melancolia e à depressão, esse saudosismo que o Pessoa refere como sendo do Futuro, reflexo de um passado incompleto! O nosso Fado…
 
Contrariamente ao que é referido, o povo Português não é ingovernável (e quando assim se torna, emerge o princípio paradigmático de auto-preservação e de auto-regulação, subjacente a uma sabedoria ancestral de egrégora que funciona como um subconsciente colectivo, tal como o cardume que se movimenta quase por instinto face a um perigo externo), nem se pode dizer que não se pode esperar muito dele! Há um dizer em Sintra que expressa: “Nascer em Portugal ou por missão ou por castigo!” É um facto que o povo Português não nasceu para cumprir as regras dos outros, mas para “andar à frente do mundo”, para dar “novos mundos ao mundo”. Dêem uma missão impossível ao Português e ele é eficiente, dêem-lhe uma rotina e ele desinteressa-se e torna-se improdutivo. Gostaria de pedir aos governantes e gestores para que conheçam o povo que governam ou os trabalhadores que dirigem antes de implantarem as técnicas e métodos desenvolvidos noutros quadrantes pelos gurus da moda, que se têm mostrado ser comprovadamente ineficazes quando aplicados a um povo sobranceiro e milenar como o nosso! E não é com repressão ou pela força que se tira o melhor de cada um – medidas aliás que têm conduzido sempre a convulsões revolucionárias, como que se de um tumor maligno o povo se quisesse ver livre. Tira-se partido deste povo conhecendo e potenciando tão-somente a corda sensível que o projecta e o transcende. Tal foi a capacidade estratégica de São Bernardo de Claraval, levada a cabo pela Ordem do Templo, única potência estratégica que soube como nenhuma outra, levar o povo Português às suas reais potencialidades.
 
É certo que o português gosta de conhecer as novidades porque se posiciona numa perspectiva de descoberta, porque é um povo aberto para o mundo: é filho da original casta Lusitana, mas também do celta, do fenício, do árabe, do judeu e do cristão! É aberto às novidades, mas odeia ser obrigado a viver pelas regras dos outros, porque criou a sua própria paidéia triplamente transmitida pela terra onde nasce, pelos genes dos seus antepassados e pela oralidade dos poetas. O português tem tanto de Vasco da Gama, quanto de D. Henrique quanto de Velho do Restelo. E todos são úteis: o aventureiro que quer dar novos mundos ao mundo, o sonhador e estratega que concebe e planeia, e o ponderado que embora refractário e reactivo o faz por defesa da sua terra natal. No entanto sendo constituídos conceptualmente pelos três, tornamo-nos seres inquietos, pelo paradoxo de que somos reflexo.
 
O português sendo aventureiro e missionário, não pode ser materialista no seu espírito, porque o risco de uma epopeia ou missão, implica o desapego completo, com o limite da sua própria vida! O espírito de desapego do português é tal que nas épocas de governação estrangeirada, desconhecendo a sua ancestral missão ligada à do país onde nasceu, o leva a raiar a traição, tal se encontra motivado a ser um cidadão do mundo. Desse mal padecem as classes governativas e intelectuais infectadas pelo jacobinismo, pelo positivismo da revolução francesa de 1800 cuja continuidade atravessou dois séculos até ao europeísmo actual.
 
Do “ser português original” excluo obviamente o indivíduo mesquinho e de visão curta, que se alimenta da corrupção, porque parasitas os há em todos os quadrantes e latitudes e não respeitam nenhuma terra que pisam. Excluo o novo-rico com as suas manias e preconceitos que o manterá para sempre tão pobre e desligado interiormente como nasceu. Tem vergonha da sua condição, projectando a sua inferioridade no povo de que faz parte, mas que não reconhece. Refiro-me sim aqui ao português de alma e coração: desde o inovador cosmopolita, mas conhecedor da sua missão, ao português profundo enraizado na terra dos seus antepassados, o indivíduo estreitamente ligado à terra, ao ser autêntico, rude de mãos e caras fendidas temperado pelo sofrimento, pelas alegrias e pelos elementos, mas com um conhecimento empírico tal, que muitas vezes mancha o manto sobranceiro do académico.
 
O Português é um Homem livre, preparado para a incógnita, para o desconhecido que o empolga, que o agiganta e que em suma o liberta, não para a rotina, para o conhecido, para as regras dos outros que o aprisionam, o asfixiam e o condenam a uma morte lenta… A sua reacção no presente é claramente de renúncia às regras impostas, ao sentimento de saudosismo, na esperança de ver renascida das cinzas, projectada no futuro a missão vanguardista de quinhentos que foi somente sua.
 
Deste modo, Portugal reúne todas as possibilidades de cumprir a profecia do Quinto Império: estamos a entrar numa nova Era, que levará a sociedade à imaterialidade. Este aspecto já é vislumbrado por variadíssimos indícios, se podem resumir em dois paradigmas, um respeitante ao Homem (lembro aqui da 3ª vaga de Alvin Tofler…), e outro ao meio em que vive – o Ecossistema.
 
No primeiro vem-me à memória a sucessão dos sectores de actividade que nos acompanham desde os primórdios do homem sobre a Terra: o sector primário com a caça, pesca e agricultura que é já uma actividade de transição ao sector secundário que aparece mecanizado nos finais do século XIX com a revolução industrial. O sector secundário é uma actividade de transformação efectiva da natureza, cuja necessidade proveio inicialmente da conservação dos produtos perecíveis do sector primário e da criação de novas ferramentas e utensílios auxiliares à actividade do Homem. O sector terciário aparece na segunda metade do século XX que se destina aos serviços, sendo alavancado pelos sectores anteriores, os quais transitam de uma produção alicerçada nos produtos a uma aproximação cada vez maior às necessidades de mercado dos indivíduos. Actualmente vivemos no sector quaternário que se caracteriza pela Era das tecnologias da informação e conteúdos, que cumprem as necessidades de uma sociedade global. Do futuro espera-se que isto venha a suceder na Era quinquenária do “Wellfare” ou do bem-estar. Os impérios da história acompanharam todos estes sectores, e impuseram paradigmaticamente a mudança.
 
As organizações seguiram esta tendência, tendo actualmente o primado das marcas, das ideias, dos conteúdos e da informação. Substituiu-se a materialidade empresarial centrada no produto e nas organizações rígidas do tipo familiar ou estatal, cujos activos (corpo material) se vêem disseminados por um conjunto indefinido de novos donos, accionistas. A personalidade e identidade, em suma a alma destas organizações, reside agora só e apenas na marca, cuja mobilidade é tal que pode mudar de corpo, e de donos.
 
A Internet tem substituído a materialidade dos livros, das bibliotecas, dos suportes multimédia e as empresas. Grande parte do trabalho é hoje executado em suportes imateriais, cada vez mais o trabalho do homem reside nas ideias, na criatividade e na mudança, mais balanceado para o pensar e menos para o fazer…
 
No segundo paradigma, o do Ecossistema, tem-se verificado e propagado aos quatro ventos que os três primeiros sectores de actividade, são extremamente lesivos ao equilíbrio dos recursos naturais, daí que a actividade económica tenha de transitar rapidamente ao plano das ideias e da alta finança, saindo do âmbito do plano físico. Desde que se articulem estratégias sustentáveis de manutenção das necessidades básicas de subsistência das sociedades, a actividade ou o negócio do Homem transitará para o mundo criativo das ideias, suportado através de meios virtuais, que colidam o mínimo possível com o ecossistema.
 
Deste modo, a harmonização dos dois paradigmas prevêem a salvaguarda do equilíbrio Natural e a sustentabilidade das Sociedades do Homem que, sem as obsessões actuais, se tornam num cumprimento absoluto das Leis do Equilíbrio – ou Leis Divinas. Devo contudo referir, que mais nefasta que a poluição física dos ecossistemas, é a poluição mental dos Homens, ou melhor a falta de Amor Incondicional, do Amor Verdadeiro que é a única Força agregadora e criativa do Universo.
 
Contudo, penso que a real defesa da nossa identidade terá de passar, nesta conjuntura em que se perfila uma amálgama miscigenada de povos, pelo pragmatismo, seguindo o caminho possível. Vejo a aposta na indústria do turismo, a possibilidade de salvaguardar os locais patrimoniais de referência, da nossa história, bem como os usos e costumes. O turismo de habitação pode alavancar o redescobrimento das aldeias históricas e das vilas acasteladas, da agricultura biológica (com as práticas de subsistência ancestrais) e esta da nossa restauração típica e tradicional, bem como dos produtos regionais demarcados com embalagens biodegradáveis. A indústria já não faz sentido porque é onerosa e extremamente poluente, em especial como vimos, numa época paradigmática das tecnologias de informação, que tende a evoluir para o “Wellfare”, mas a agricultura biológica, apesar de ser do primeiro sector, fará sempre parte do futuro (quanto mais não seja pela necessidade básica) caso seja sustentável e não lesiva ao ecossistema, tal como eram os métodos tradicionais utilizados pelos nossos antepassados. Penso deste modo que o caminho de defesa da nossa identidade poderá ser perfeitamente consubstanciado com os paradigmas da sucessão dos sectores de actividade que vimos atrás em harmonia com o ecossistema.
 
«Considerem agora os Portugueses, e leiam tudo o que daqui por diante formos escrevendo com este pressuposto e importantíssima advertência: que, se alguma cousa lhes poderia retardar o cumprimento destas promessas, seria só o esquecimento ou desconhecimento do soberano Autor delas, quando por nossa desgraça fôssemos tão injuriosamente ingratos a Deus, que ou referíssemos os benefícios passados, ou esperássemos os futuros de outra mão que a sua.
 
Prometeu Deus de livrar os filhos de Israel do cativeiro do Egipto, como tinha jurado aos seus maiores, e de os levar e meter de posse da terra da Promissão; (…) se buscarmos no Texto Sagrado as causas deste desvio e dilação (a qual durou quarenta anos inteiros, sendo a distancia do caminho breve, e que se podia vencer em poucos dias) acharemos que foram, três. Agora nos servem as duas, depois diremos a terceira. A primeira causa foi atribuírem a liberdade do cativeiro a Moisés; (…) A segunda, e ainda mais ignorante (sobre ímpia e blasfema), foi atribuírem a mesma liberdade ao ídolo que de seu ouro tinham fundido no deserto. (…) Basta, povo descortês, ingrato e blasfemo! Que Moisés e o vosso ídolo foram os que vos livraram do cativeiro do Egipto?! (…)
 
Mas antes que passemos às outras utilidades, que ficarão para os capítulos seguintes, justo será que fechemos este com a terceira causa do castigo que ponderávamos, a qual refere o Texto Sagrado no cap. XIV dos Números, e pode ser de grande exemplo para outra casta de gente, que são os que a Escritura chama filhos da desconfiança.»

Padre António Vieira em História do Futuro, Cap. II Vol. I
 
Voltando a Portugal, e segundo o P. António Vieira, três aspectos podem impedir que a profecia se cumpra: destruição da concepção do Princípio Divino, anulação do ideal da aristocracia natural e perda de fé do indivíduo em sim mesmo.
No primeiro pode haver o risco das novas gerações perderem a noção da dependência das Leis Naturais (Lex Natura), pela ignorância ou pela arrogância. O falso conhecimento pode levar ao caminho divergente da verdadeira Luz com adoração a falsos profetas e deuses menores da ciência, da política, da finança e dos “media”.
 
Na segunda, a criação e adoração de “bezerros de ouro”: os bens materiais que conduzem ao hedonismo numa sociedade virada somente para o prazer e futilidade. A procura do ter, mais e melhor do que o outro, a ostentação de sinais externos de riqueza, o sentimento de que a sociedade do Homem tem ferramentas prontas a resolver todos os problemas e o autismo com que os privilegiados encaram a sua vida e viram a cara à miséria dos excluídos, sem direitos aos frutos da prosperidade.
 
Na terceira, o eterno recalcamento depressivo a que o português é sujeito desde a infância, levando-o ao complexo de inferioridade pelo nascimento, a desacreditar em si próprio, a pensar que é menos capaz que todos os outros, que é atrasado e que nunca chegará à linha dos povos da frente. O sentimento desde o berço de que nasceu num país pobre e pequeno, e que é filho de um povo atrasado e medíocre. Bombardeado pelos “media”, passando pelo estabelecimento de ensino, à empresa onde trabalha e às conversas de circunstancia, não lhe é permitido que o seu espírito germine e que erga a cabeça. Para isso tem de imigrar, para um sítio onde não seja identificado e anatematizado por ser tão só Português!
 
Para que Portugal possa liderar, por direito próprio, num futuro próximo, o avanço da Humanidade como o fez desde o século XII ao XVI, terá que saber transmutar os agentes internos que se mantêm presos a ideologias e interesses que o aprisionam nestes três aspectos.
 
No primeiro, penso que terá de se mudar o paradigma, criando em todo o português um ideal superior, místico, uma missão, um leitmotiv, uma Paidéia segundo Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa, Agostinho da Silva, António Quadros bem como muitos outros! Terá de seguir uma estratégia de vida que obedeça às Leis Naturais ou Divinas.
 
Na segunda, a educação não para a igualdade castradora, taylorista, mas para a natural separação de indivíduos por capacidades e potencialidades, de tal forma que os que se encontram à frente se tornem nos ideais a projectar nos que estão mais a trás, pelo abnegável exemplo, pelos princípios e em suma pelo valor e não pela falsa imagem que leva os indivíduos das classes inferiores a questionarem os das classes mais privilegiadas. Temos de colocar líderes naturais, equilibrados pela ética natural e pela mais valia técnica e humana, a fim de servirem de força de tracção a toda a sociedade.
 
Na terceira, perceber e mostrar que o povo Português é naturalmente superior ou igual aos outros povos e se não se consegue avançar pelo caminho dos outros é porque ele não nasceu para o fazer, como já referi. Ele nasceu para criar os seus próprios caminhos para lá do impossível, tornando-se no vanguardista, no descobridor, no navegador que dá novos mundos ao mundo!
 
O povo Português, para sobreviver como identidade própria, tem de conhecer exactamente a sua história e perceber sem reactividades nem vinganças, de que a sua raça, a “milenar raça portuguesa” foi condenada desde 1535 à lenta extinção, pela ignorância, castração e amnésia. Paradoxalmente, todos esses movimentos têm, ao contrário do que se possa pensar, tido início dentro da nossa casa. A crise que levou à 1ª união ibérica de 1580 a 1640 e ao império dos Habsburgo, não foi provocada por nenhuma invasão, nem devido ao facto muitas vezes adiantado pelos nossos historiadores ou de idiossincrasias políticas, de que não havia pretendentes ao trono vago, após a morte de D. Sebastião, rei que afinal morre encarcerado nos Limoges em França! A decisão foi consentida pelos iberistas da época, que aproveitando-se da crise política, emergiram o país numa crise financeira a fim de justificarem ao povo a união com Espanha. Desta feita preferiam o rei Filipe II de Espanha (futuro Filipe I de Portugal) a D. António I, neto de D. Manuel I ou a D. Catarina da Casa de Bragança, cujo neto D. João II futuro El Rei D. João IV viria curiosamente a restaurar a independência. Mais, todos os inícios dinásticos das Reais Casas portuguesas se deram através de filhos ilegítimos: na Casa de Borgonha, suspeitando-se que D. Afonso Henriques possa ter sido filho de D. Egas Moniz perfilhado pelo Conde D. Henrique por incapacidade física do filho natural, a Casa de Avis aparece com D. João I, filho ilegítimo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, e por sua vez a Casa de Bragança com o 1º Duque Afonso filho ilegítimo de D. João I e de Inês Pereira. Desta feita qualquer argumentação sobre a legitimidade das sucessões, cai por terra, num país que desde o início em 1149 até 1910 teve uma monarquia muito própria, cuja sucessão era baseada não só com base na hereditariedade, mas no princípio da aclamação popular e das cortes.
 
Assim, a destruição da nossa paidéia por dentro, por uma classe de portugueses “sem berço”, foi consumada através da Espanha que trouxe com ela a Igreja e a Inquisição, pela França de Napoleão que trouxe o racionalismo castrador, pela Inglaterra que se tentou aproveitar do estatuado da “Oldest Ally” e da circunstância da ingovernabilidade do país no período que se seguiu, a consanguinidade e miscigenação estratégica das casas reais europeias que toldaram a nossa missão, enfraquecendo e condenando posteriormente os Braganças (Casa Real periférica e com perigo de afirmação contrária aos interesses europeus que levaram aos dois grandes conflitos mundiais), as forças ocultas e destabilizadoras por detrás da 1ª República – movimento que não reflectia os desejos do povo português na sua maioria alheio a tudo isso, os poderes mundiais materializados pelos EUA e URSS na instabilidade forçada que levou à independência antes do tempo das nossas colónias e finalmente a CEE/CE/UE com o perigo que mais uma vez se avizinha da dissolução total da identidade e independência de um povo milenar. É preciso saber que em todas as épocas de perda de soberania da nossa história, esse processo foi sempre levado a cabo por dentro.
 
Atrevo-me a pensar que as forças destruturantes que se acercaram do nosso país desde 1535, se deveram ao facto da missão portuguesa se encontrar muito à frente da capacidade e mentalidade do mundo nessa época e oposto ao materialismo que se desenvolve alguns séculos depois. Era necessário travar os Portugueses, era necessário que depois de D. Manuel I (que apercebendo-se do fim, se apressa a registar para épocas mais propícias a missão portuguesa nos sólidos livros de pedra do manuelino), a missão nunca mais fosse restaurada, era necessário matá-la de vez, impedindo que D. Sebastião regressasse a casa… Era necessário em suma que o projecto Templário planeado pelo visionário São Bernardo de Claraval – o Porto do Graal – soçobrasse de vez!
 
Deste modo, é de todo necessário que as condições mundiais se deteriorem de tal modo que Portugal volte a ser o centro do mundo material, porque se encontra no centro do “mapa mundi” (posição logística estratégica) e em esperança espiritual, porque é o único país verdadeiramente universalista reflectido no seu povo amistoso e nas armas da sua bandeira.
 
Para isso teremos de estar preparados, para essa eventualidade: essa é a nossa missão! Esse deveria começar a ser o leitmotiv político dos futuros líderes nacionais.
 
 
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