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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

Passos Coelho Propõe Conselho Superior da República

RTP

09/04/10

Passos Coelho

 

Propõe Conselho Superior da República

 

 

 

 

"Passos Coelho diz que em nome da Ética na Política o Estado não deve envolver-se nos Negócios...

... deixou uma Proposta para a Criação de um Conselho Superior da República..."

 

 

♦ ◊ ♦ ◊ ♦

 

 

Ver:

 

SEGUNDA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 2010

 

Código de Conduta Ética para Políticos / Guião de Boas Práticas para a Classe Política

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/177624.html

 

 

 


 

RTP

10/12/09

 

PSD obtém "pleno" na Assembleia da República

 

 

 

"PSD pede Tolerância Zero para a Corrupção..."

 


Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:24
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Código de Conduta Ética para Políticos / Guião de Boas Práticas para a Classe Política

JN

00h00m

 

Passos Coelho

Propõe Código de Conduta Ética para

Políticos


foto ARLINDO CAMACHO/GLOBAL IMAGENS
Passos Coelho propõe código de conduta ética para políticos

 

 

ALEXANDRA MARQUES

Propostas de demarcação do PS e da anterior Direcção aprovadas no próximo fim-de-semana

 

O congresso do PSD em Carcavelos deverá ser - é essa a expectativa - "uma convenção à americana", de consagração ao líder eleito.

 

Para marcar a diferença, Passos Coelho tenciona desafiar PS a viabilizar no Parlamento um guião de boas práticas para a classe política.

 

 

Continua ... http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1535996

 

 

◊ ♦ ◊

 

"Guião de Boas Práticas para a Classe Política"

 

 

 

Parece Complicado

...

 

mas

 

Agrada !

 

 

"Propõe Código de Conduta Ética para Políticos"

 

 


Afinal


por enquanto a fase é


"Propõe"

 

 

Há que ter Esperança nos nossos Políticos!


 

bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

 


 

 

Ver

 

QUARTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2009


Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?

 

 

A mentira é geralmente aceite de forma inconsciente. No entanto, é de forma consciente que mais tarde se detectam... talvez por isso se diz que:

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/tag/ética

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:58
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Revista do Ano 2009: Política

 SIC

 

2009

 

Política

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 15:00
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Presidente critica falta de ética dos agentes políticos e económicos

SIC

 

Presidente da República

 
Critica falta de Ética dos Agentes Políticos e Económicos

 

 

 ♦

 

 

Ver

 

Pensamentos do momento de Bomsenamiguinhos:

  • Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

 

bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

 

≈≈≈

 

  • Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento :
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html 
 
Neste fase da história de Portugal
 
seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.
  
Contudo, lamentavelmente,
não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.
 
Desde 1997
a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...
 
É de facto preocupante.
Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações
 
atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.
  
Será que a maioria dos portugueses
  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?
Nos últimos anos tivemos
juros a taxas reduzidas como nunca...
 
No entanto,
em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
   
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)   
 
3 de Janeiro de 2009, 01:17 
 
 

≈≈≈

  • Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?
 
ÉTICA E MENTIRA
 
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html  
 
 
≈≈≈

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Sábado, 6 de Junho de 2009

Presidente da República apela ao voto

Política

 RTP

2009-06-06 21:58:38

 

Presidente da República
Apela ao Voto nas Eleições Europeias

 

 
 
Cavaco Silva considera que votar nas eleições europeias deste domingo é defender os interesses do país na Europa.
 
 
O Presidente da República apela ao voto dos portugueses e sublinha que o Parlamento Europeu está longe de ser uma instituição irrelevante.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:58
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Sábado, 9 de Maio de 2009

Debate Europa - Conselho Superior da Antena 1

 

DEBATE  EUROPA

 

Conselho Superior da Antena 1

   

Foto

 

  img.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php

 

 

 

 

A Antena 1 arranca esta sexta-feira, 8 de Maio, véspera do Dia da Europa, a Operação Eleições Europeias 2009.

Todas as sexta-feiras, a jornalista Maria Flor Pedroso irá moderar um debate.

O primeiro debate reúne os elementos do Conselho Superior da Antena 1:

Maria de Belém,

Bagão Félix,

José Manuel Pureza,

Octávio Teixeira e

José Miguel Júdice

 
2009-05-08
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:15
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Economia - Globalização em debate no Estoril

RTP 

 2009-05-06 20:48:22

 

Vários líderes políticos
em Portugal
para debater a Globalização.
 
 
 
Tony Blair, Fernando Henriques Cardoso, José Maria Aznar e o Prémio Nobel da Economia Joseph Stigler são algumas das figuras de cartaz das Conferências do Estoril.

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:49
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Sábado, 18 de Abril de 2009

José Roquette - Mentalidade para manipular a realidade estatística "não ajuda nada" e deve ser ultrapassada

  RTP

 

Mentalidade para manipular a realidade estatística

"não ajuda nada"

e deve ser ultrapassada

 

José Roquette

 

Lisboa, 18 Abr (Lusa)

 

 

"Existe sempre uma certa tendência do ponto de vista da perspectiva das várias forças políticas de fazerem alguma manipulação da realidade estatística do país, o que obviamente não ajuda muito", disse José Roquette à margem do 4º Congresso Nacional da Associação Cristã de empresários e Gestores (ACEGE), em Lisboa.
 
Em declarações à agência Lusa, o antigo banqueiro e um dos principais animadores da ACEGE, sustentou que "é uma questão que temos que ultrapassar culturalmente e que não é muito aceitável".

 

 O empresário português José Roquette criticou hoje o facto de as várias forças políticas terem tendência para manipular a realidade das estatísticas económicas do país, o que "não ajuda nada", defendendo que esta mentalidade deve ser ultrapassada.

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 19:30
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Nascimento Rodrigues lamenta que ainda não tenha sido substituído

TSF

 

Nascimento Rodrigues lamenta que ainda não tenha sido substituído
Hoje às 19:00
 
Nascimento Rodrigues está desagradado por ainda não ter sido substituído no cargo de Provedor de Justiça e escreveu ao Parlamento para manifestar o que considera ser uma situação «insustentável».

 

Nascimento Rodrigues, que já tinha manifestado publicamente o seu desagrado por ainda não ter sido substituído no cargo, decidiu agora escrever ao Parlamento.
 
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, leu a carta na conferência de líderes, mas escusou-se a entrar em detalhes.
 
Para além do descontentamento, Nascimento Rodrigues refere na carta que já não há condições internas para continuar o trabalho, falando mesmo em «desprestígio» das instituições.
 
Face às críticas de Nascimento Rodrigues, Jaime Gama renovou o apelo ao PS e PSD «para tomarem as medidas necessárias, de modo a que o assunto não se arraste mais na agenda parlamentar».
 
www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx
 
Peça de Teresa Dias Mendes sobre carta de Nascimento Rodrigues, em que este manifesta o desagrado por ainda não ter sido substituído no cargo
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:00
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Domingo, 1 de Março de 2009

Ana Gomes - contra enriquecimento ilícito de políticos

 

 

 

Ana Gomes

 

defende retoma de plano de Cravinho

contra enriquecimento ilícito de políticos

 

 

 
A eurodeputada Ana Gomes afirmou hoje que "o ataque político e pessoal" que tem sido feito a José Sócrates mostra que é "urgente retomar" o pacote de medidas proposto por João Cravinho para combater a corrupção.
 
A jornalista Maria Flor Pedroso acompanhou o discurso da eurodeputada Ana Gomes.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Bagão Félix, Ex-Ministro das Finanças

SIC

Negócios da Semana

12/02/2009

 

Bagão Félix

Ex-Ministro das Finanças

 

Critica alteração de Política Fiscal proposta pelo Governo

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Os alertas de Mário Soares

RTP

2009-02-11 13:28:00

 

Os Alertas de Mário Soares

 

 

 

 

Vídeo Politica
 
 
Mário Soares
considera que sem transparência no País,
em especial no sector da banca,
Portugal poderá viver momentos de grande instabilidade.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Ramalho Eanes denunciou existência de um clima de medo crónico

 

TSF

 Ramalho Eanes

 

 

O general Ramalho Eanes denunciou, esta terça-feira, a existência de um clima de medo crónico de criticar para não ser prejudicado e de arriscar.
 
O antigo Presidente da República pediu ainda aos políticos que informem sempre os portugueses da verdade.

 

 

O general Ramalho Eanes, que participava numa conferência sobre defesa nacional, no âmbito de um ciclo cujos trabalhos são presididos pelo ministro Severiano Reixeira, disse que Portugal necessita de mudanças profundas e de uma sociedade mais unida.

 
O antigo Presidente da República considerou também que os partidos políticos devem aproveitar o período eleitoral que se aproxima para falar a verdade aos portugueses.
 
O antigo Chefe de Estado defendeu que, durante a campanha eleitoral, «se evite o folclore partidário habitual e se aproveite para consciencializar os portugueses da situação de impossível manutenção em que nos encontramos e que não se entre num jogo de atribuição de culpas».
 
Na opinião do general, só conhecendo a verdade se pode fortalecer a opinião pública e acabar com um clima de medo, afirmando que na sociedade actual existem vários medos como o «com medo do presente, do futuro, pelos filhos, pela sorte dos pais, pelo emprego e medo dos poderes políticos».
 
Para Ramalho Eanes, falta noção da realidade na sociedade actual que, perante a « impavidez política dos governos», se entregou à realidade incontornável do consumo.

 

 

AUDIO

 

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Mário Soares - Transformar Tribunal da Boa-Hora em hotel de charme é uma pouca-vergonha

 

Tribunal da Boa-Hora

 

Tribunal da Boa Hora, Armando Serôdio, 1968, Arquivo Municipal de Lisboa, AFML - A64149

 

 

Localização
Calçada de São Francisco nº 39, Largo da Boa Hora nº 1, Rua Nova do Almada nº 17-45
Freguesia: Mártires

Data
Século XVIII

O convento foi fundado em 1633 por D. Luís de Castro do Rio no antigo sítio conhecido por Pátio das Comédias contíguo ao Palácio do Conde de Barbacena. Viveram no convento os padres dominicanos irlandeses até 1659, altura em que foram transferidos para uma nova casa no Corpo Santo. O convento foi então cedido aos irmãos da Congregação de S. Filipe de Néri até 1677 e aos  Reverendos Agostinhos Descalços, que entraram em Portugal sob a protecção da rainha D. Luísa de Gusmão.

O terramoto de 1755, danificou muito o edifício obrigando a sua reconstrução. Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o convento serviu de quartel ao 1º Batalhão dos Voluntários do Comércio, de sede da Guarda Nacional de Lisboa para finalmente ficar na dependência do Ministério da Justiça, transformando-se no actual Tribunal da Boa Hora.
 
Retirado de revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/

 

♦♦♦

Sapo Noticias

09 de Fevereiro de 2009

 

 

 

Justiça: Transformar Tribunal da Boa-Hora em hotel de charme é uma pouca-vergonha - Mário Soares
 
 
09 de Fevereiro de 2009, 21:25
 
Lisboa, 09 Fev (Lusa) - O ex-Presidente da República Mário Soares considerou hoje "uma pouca-vergonha" a possível transformação das instalações do Tribunal da Boa-Hora num hotel de charme.
 
"É uma pouca-vergonha.
É preciso não deixar esquecer a memória histórica",
 
afirmou o antigo Presidente da República durante a sua intervenção na Conferência "Boa-Hora - Um Tribunal com História", promovida pela Associação dos Juízes Pela Cidadania, que decorreu hoje na Sexta Vara do Tribunal da Boa-Hora.
 
Por sua vez, o juiz desembargador Rui Rangel acusou o Governo de "falta de sensibilidade" ao querer afectar o Tribunal da Boa-Hora à recuperação da zona ribeirinha de Lisboa.
 
"Desta sessão saiu um movimento em defesa do Tribunal da Boa-Hora, que vamos agora concretizar para que, no fundo, seja um movimento expressivo de denúncia deste enorme escândalo que é retirar da Justiça este património valioso e decisivo", afirmou Rui Rangel.
 
Segundo o presidente da Associação, "a grande adesão" que se fez sentir na sala onde decorria a iniciativa demonstra "que, de facto, as pessoas estão preocupadas e querem preservar e ter carinho pela memória".
 
"Esta insensibilidade de destruir tudo o que é memória é uma coisa trágica", realçou Rui Rangel.
 
O edifício do Tribunal da Boa-Hora, um antigo convento na Rua Nova do Almada, faz parte de um conjunto de edifícios que o Governo pretende alienar, uma vez que vai concentrar no Parque das Nações as diversas varas criminais que ali funcionam e 25 serviços do Ministério da Justiça.
 
A transformação do edifício da Boa-Hora em hotel está prevista no plano da Sociedade Frente Tejo para a frente ribeirinha.
 
Pelo edifício da Boa-Hora, que deverá ficar vago até final de Julho, passaram julgamentos históricos como os realizados pelo Tribunal Plenário durante o salazarismo.
 
NM.
Lusa/fim

♦♦♦

 

ver

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♦♦♦

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

PS - Alegre diz que Santos Silva está a «desviar atenções»

TSF

Hoje às 20:26

 

 Manuel Alegre

 

Alegre diz que Santos Silva está a

«desviar atenções»

 

O deputado Manuel Alegre entende que Augusto Santos Silva ao dizer que gosta de «malhar na direita» está a usar a técnica do «desvio de atenções».

 

Para o histórico do PS, as declarações deste ministro não se enquadram na tradição do PS

 

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

Jornalista Teresa Dias Mendes dá conta das
críticas de Manuel Alegre

 

 

 
O deputado Manuel Alegre criticou as palavras do ministro Augusto Santos Silva que disse gostar de «malhar na direita e com especial prazer naqueles que se situam de facto à direita do PS».
 
O parlamentar socialista entende que as declarações do ministro dos Assuntos Parlamentares não se enquadram na «tradição e na cultura do PS» e que, desta forma, Santos Silva está a utilizar a «velha técnica» do «desvio de atenções para fora».
 
«Dizer como se dizia antigamente que se esta a fazer o jogo de direita ou o jogo da esquerda chique. Isso são métodos que não fazem parte da nossa tradição nem da nossa cultura», acrescentou o histórico socialista.
 
Recordando as declarações feitas por outro histórico socialista, Edmundo Pedro, que disse que há quem não se pronuncie sobre a vida interna do partido por causa do medo, Alegre disse ainda que o PS sofre de medo «que não é o da polícia», mas sim o receio de não ser promovido.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:15
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

DN - Veto de Cavaco mata lei do PS sobre voto emigrante

Diário de Notícias

Quarta, 4 de Fevereiro de 2009
Edição Papel

 

 

Veto de Cavaco

mata lei do PS

sobre voto emigrante

 

JOÃO PEDRO HENRIQUES

 

 

Emigrantes. Cavaco Silva devolveu à Assembleia a lei do PS que imporia o voto presencial nas legislativas. Para a aprovar de novo só com dois terços dos deputados. Um resultado impossível por desacordo do PS com o PSD. Resultado: o projecto morreu

Nova aprovação do diploma só com dois terços na AR

Está condenada ao fracasso a tentativa do PS para obrigar os emigrantes a deslocarem-se aos postos diplomáticos portugueses nas eleições legislativas, impedindo-lhes o voto por correspondência.

O projecto de lei, aprovado na Assembleia da República pelo PS (em conjunto com a esquerda parlamentar), foi ontem vetado pelo Presidente da República.

Para o reaprovar no Parlamento ignorando as reservas presidenciais, seriam precisos dois terços dos votos. Só que nem o PSD nem o CDS estão dispostos a isso - muito pelo contrário. Os dois partidos saudaram ontem, elogiando, o veto do Presidente. Tudo aponta, portanto, para que nada de essencial mude na lei. Os emigrantes poderão continuar a votar nas legislativas por correspondência, sem serem obrigados a deslocar-se aos postos diplomáticos portugueses (consulados, embaixadas). Ao contrário do que acontece nas presidenciais, onde só podem votar presencialmente (mas esse voto não estava em causa na lei ontem vetada).

Cavaco Silva vetou a lei argumentando que "iria promover a abstenção eleitoral" visto que "obrigaria milhares de pessoas a percorrerem centenas ou milhares de quilómetros para exercerem um direito fundamental." Segundo acrescentou, "constitui um imperativo nacional combater a abstenção eleitoral e promover a ligação dos cidadãos emigrantes a Portugal".

Cavaco Silva explicitou mesmo um dado "extremamente revelador" de como a abstenção poderia disparar: "A participação dos eleitores residentes no estrangeiro em actos eleitorais é significativamente mais elevada, em cerca do dobro, nas eleições para a Assembleia da República, em que o voto por correspondência é permitido, do que nas eleições para a Presidência da República, em que o voto presencial é obrigatório."

Disse ainda na mensagem enviada à Assembleia da República que impôr o voto presencial nas eleições legislativas equivaleria a "romper [com] uma tradição enraizada há mais de trinta anos".

Admitir-se agora uma mudança da lei só poderia acontecer caso se verificasse "uma de duas situações": "que, ao fim de mais de trinta anos de vigência, o regime a que agora se pretende pôr termo tinha dado azo à prática sistemática de fraudes ou ilícitos eleitorais; ou concluir-se que tal regime, que vigora desde 1976, é contrário aos princípios constitucionais".

No entender do PR não aconteceu nem uma coisa nem outra e daí o veto. Além do mais, existem contradições entre as intenções do projecto-lei (a imposição do voto presencial) e o programa de Governo, na parte em que este preconiza "a introdução do recurso a meios electrónicos de voto".

O PS reagiu ao veto prometendo, através do seu líder parlamentar, Alberto Martins, uma "ponderação e um reexame" ao projecto. António Braga, secretário de Estado das Comunidades, disse que o Governo "se revê" na posição da sua bancada.
 
 
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Portugal - Que Misão! (Eurico Ribeiro)

 

 

 

Eurico Ribeiro

March 20th, 2008

www.grifo.com.pt/index.php
 
 
 
A época sombria em que vivemos tem sido paradoxalmente um motor de esperança e virtude do aparecimento de muitos indícios que levam à redescoberta do país onde nascemos, dos nossos antepassados e das verdadeiras potencialidades que possuímos.
 
Como portugueses que somos, descendentes da “ínclita geração”, espero que sejamos merecedores de levar por diante a missão à qual por destino nos encontramos ligados.
 
Estou de acordo quando se fala da letargia e da falta de esperança que tem assolado o povo Português, eu próprio passei por esse sentimento que durou alguns anos, cujos efeitos espero saber ultrapassar. Esse foi o tempo necessário até compreender o que realmente somos e valemos como povo milenar.
 
É importante começar por referir que este sentimento não é de agora, refiro mesmo que é cíclico: a melancolia e o fatalismo. Curiosamente ou talvez não, o nosso país desde a sua fundação tem apresentado ciclos de queda que põem em causa a sua soberania como nação independente aproximadamente de 200 em 200 anos: 1383 - Crise do Interregno, 1580 – Dinastia Filipina, 1800 – Invasão Francesa e a Guerra Peninsular e 1986 – Adesão à CEE. Mínimos vibratórios, matematicamente falando, durante os quais a alma portuguesa é obrigada a uma longa hibernação… emergindo nessas alturas a “sua mística” pelos nossos utopistas, filósofos e poetas: foi assim com Bandarra, com Luis Vaz de Camões, com o Padre António Vieira, com Fernando Pessoa, com o Agostinho da Silva, bem como muitos outros.
 
Não podemos ocultar o facto de que a adesão à CEE, cuja designação passou por CE e hoje é UE, tem sido uma falácia traduzindo-se na pratica, no princípio do fim das soberanias Europeias, concomitantemente a nossa, com a ratificação do recente Tratado de Lisboa. A mudança da designação acompanhou a alteração de paradigma dado que inicialmente de comunidade de países soberanos, passámos a uma união onde se perfilam já os contornos de regiões. As regiões advêm do provável fraccionamento de alguns países pelas suas idiossincrasias étnico-culturais latentes, que desta feita irão imergir, lutando na defesa da comunidade pela sua autodeterminação cuja força é agora possível face ao enfraquecimento das soberanias nacionais, e o distanciamento de poderes transferidos para Estrasburgo. Mais, a livre circulação de pessoas, no espaço comunitário, com a atracção das melhores inteligências nos locais mais desenvolvidos do ponto de vista económico, irá provocar a médio prazo a miscigenação dos povos com a perda de identidade e o empobrecimento regional ao nível do valor humano.
 
Neste aspecto é relevante a unidade do povo português continental e insular, de modo a que as fronteiras do berço da portugalidade se mantenham inalteráveis em todo o processo que se venha a desenhar. É necessário que se tomem medidas de manutenção e fixação dos melhores indivíduos, na prestação de serviços à sua comunidade, bem como políticas culturais baseadas na história e na missão Portuguesa, a fim da tradição ser de tal modo demolidora que quem decidir ficar entre nós, terá não só de aprender o português, como ter acesso aos nossos costumes e respeitar os nossos valores, tal como acontece nos países nórdicos. Essa unidade só será possível através de um líder natural que se torne o símbolo de união, relembrando a nossa história, projectando-a no futuro.
 
O povo português sofre de atavismos próprios de quem já foi grande… a queda no abismo leva à melancolia e à depressão, esse saudosismo que o Pessoa refere como sendo do Futuro, reflexo de um passado incompleto! O nosso Fado…
 
Contrariamente ao que é referido, o povo Português não é ingovernável (e quando assim se torna, emerge o princípio paradigmático de auto-preservação e de auto-regulação, subjacente a uma sabedoria ancestral de egrégora que funciona como um subconsciente colectivo, tal como o cardume que se movimenta quase por instinto face a um perigo externo), nem se pode dizer que não se pode esperar muito dele! Há um dizer em Sintra que expressa: “Nascer em Portugal ou por missão ou por castigo!” É um facto que o povo Português não nasceu para cumprir as regras dos outros, mas para “andar à frente do mundo”, para dar “novos mundos ao mundo”. Dêem uma missão impossível ao Português e ele é eficiente, dêem-lhe uma rotina e ele desinteressa-se e torna-se improdutivo. Gostaria de pedir aos governantes e gestores para que conheçam o povo que governam ou os trabalhadores que dirigem antes de implantarem as técnicas e métodos desenvolvidos noutros quadrantes pelos gurus da moda, que se têm mostrado ser comprovadamente ineficazes quando aplicados a um povo sobranceiro e milenar como o nosso! E não é com repressão ou pela força que se tira o melhor de cada um – medidas aliás que têm conduzido sempre a convulsões revolucionárias, como que se de um tumor maligno o povo se quisesse ver livre. Tira-se partido deste povo conhecendo e potenciando tão-somente a corda sensível que o projecta e o transcende. Tal foi a capacidade estratégica de São Bernardo de Claraval, levada a cabo pela Ordem do Templo, única potência estratégica que soube como nenhuma outra, levar o povo Português às suas reais potencialidades.
 
É certo que o português gosta de conhecer as novidades porque se posiciona numa perspectiva de descoberta, porque é um povo aberto para o mundo: é filho da original casta Lusitana, mas também do celta, do fenício, do árabe, do judeu e do cristão! É aberto às novidades, mas odeia ser obrigado a viver pelas regras dos outros, porque criou a sua própria paidéia triplamente transmitida pela terra onde nasce, pelos genes dos seus antepassados e pela oralidade dos poetas. O português tem tanto de Vasco da Gama, quanto de D. Henrique quanto de Velho do Restelo. E todos são úteis: o aventureiro que quer dar novos mundos ao mundo, o sonhador e estratega que concebe e planeia, e o ponderado que embora refractário e reactivo o faz por defesa da sua terra natal. No entanto sendo constituídos conceptualmente pelos três, tornamo-nos seres inquietos, pelo paradoxo de que somos reflexo.
 
O português sendo aventureiro e missionário, não pode ser materialista no seu espírito, porque o risco de uma epopeia ou missão, implica o desapego completo, com o limite da sua própria vida! O espírito de desapego do português é tal que nas épocas de governação estrangeirada, desconhecendo a sua ancestral missão ligada à do país onde nasceu, o leva a raiar a traição, tal se encontra motivado a ser um cidadão do mundo. Desse mal padecem as classes governativas e intelectuais infectadas pelo jacobinismo, pelo positivismo da revolução francesa de 1800 cuja continuidade atravessou dois séculos até ao europeísmo actual.
 
Do “ser português original” excluo obviamente o indivíduo mesquinho e de visão curta, que se alimenta da corrupção, porque parasitas os há em todos os quadrantes e latitudes e não respeitam nenhuma terra que pisam. Excluo o novo-rico com as suas manias e preconceitos que o manterá para sempre tão pobre e desligado interiormente como nasceu. Tem vergonha da sua condição, projectando a sua inferioridade no povo de que faz parte, mas que não reconhece. Refiro-me sim aqui ao português de alma e coração: desde o inovador cosmopolita, mas conhecedor da sua missão, ao português profundo enraizado na terra dos seus antepassados, o indivíduo estreitamente ligado à terra, ao ser autêntico, rude de mãos e caras fendidas temperado pelo sofrimento, pelas alegrias e pelos elementos, mas com um conhecimento empírico tal, que muitas vezes mancha o manto sobranceiro do académico.
 
O Português é um Homem livre, preparado para a incógnita, para o desconhecido que o empolga, que o agiganta e que em suma o liberta, não para a rotina, para o conhecido, para as regras dos outros que o aprisionam, o asfixiam e o condenam a uma morte lenta… A sua reacção no presente é claramente de renúncia às regras impostas, ao sentimento de saudosismo, na esperança de ver renascida das cinzas, projectada no futuro a missão vanguardista de quinhentos que foi somente sua.
 
Deste modo, Portugal reúne todas as possibilidades de cumprir a profecia do Quinto Império: estamos a entrar numa nova Era, que levará a sociedade à imaterialidade. Este aspecto já é vislumbrado por variadíssimos indícios, se podem resumir em dois paradigmas, um respeitante ao Homem (lembro aqui da 3ª vaga de Alvin Tofler…), e outro ao meio em que vive – o Ecossistema.
 
No primeiro vem-me à memória a sucessão dos sectores de actividade que nos acompanham desde os primórdios do homem sobre a Terra: o sector primário com a caça, pesca e agricultura que é já uma actividade de transição ao sector secundário que aparece mecanizado nos finais do século XIX com a revolução industrial. O sector secundário é uma actividade de transformação efectiva da natureza, cuja necessidade proveio inicialmente da conservação dos produtos perecíveis do sector primário e da criação de novas ferramentas e utensílios auxiliares à actividade do Homem. O sector terciário aparece na segunda metade do século XX que se destina aos serviços, sendo alavancado pelos sectores anteriores, os quais transitam de uma produção alicerçada nos produtos a uma aproximação cada vez maior às necessidades de mercado dos indivíduos. Actualmente vivemos no sector quaternário que se caracteriza pela Era das tecnologias da informação e conteúdos, que cumprem as necessidades de uma sociedade global. Do futuro espera-se que isto venha a suceder na Era quinquenária do “Wellfare” ou do bem-estar. Os impérios da história acompanharam todos estes sectores, e impuseram paradigmaticamente a mudança.
 
As organizações seguiram esta tendência, tendo actualmente o primado das marcas, das ideias, dos conteúdos e da informação. Substituiu-se a materialidade empresarial centrada no produto e nas organizações rígidas do tipo familiar ou estatal, cujos activos (corpo material) se vêem disseminados por um conjunto indefinido de novos donos, accionistas. A personalidade e identidade, em suma a alma destas organizações, reside agora só e apenas na marca, cuja mobilidade é tal que pode mudar de corpo, e de donos.
 
A Internet tem substituído a materialidade dos livros, das bibliotecas, dos suportes multimédia e as empresas. Grande parte do trabalho é hoje executado em suportes imateriais, cada vez mais o trabalho do homem reside nas ideias, na criatividade e na mudança, mais balanceado para o pensar e menos para o fazer…
 
No segundo paradigma, o do Ecossistema, tem-se verificado e propagado aos quatro ventos que os três primeiros sectores de actividade, são extremamente lesivos ao equilíbrio dos recursos naturais, daí que a actividade económica tenha de transitar rapidamente ao plano das ideias e da alta finança, saindo do âmbito do plano físico. Desde que se articulem estratégias sustentáveis de manutenção das necessidades básicas de subsistência das sociedades, a actividade ou o negócio do Homem transitará para o mundo criativo das ideias, suportado através de meios virtuais, que colidam o mínimo possível com o ecossistema.
 
Deste modo, a harmonização dos dois paradigmas prevêem a salvaguarda do equilíbrio Natural e a sustentabilidade das Sociedades do Homem que, sem as obsessões actuais, se tornam num cumprimento absoluto das Leis do Equilíbrio – ou Leis Divinas. Devo contudo referir, que mais nefasta que a poluição física dos ecossistemas, é a poluição mental dos Homens, ou melhor a falta de Amor Incondicional, do Amor Verdadeiro que é a única Força agregadora e criativa do Universo.
 
Contudo, penso que a real defesa da nossa identidade terá de passar, nesta conjuntura em que se perfila uma amálgama miscigenada de povos, pelo pragmatismo, seguindo o caminho possível. Vejo a aposta na indústria do turismo, a possibilidade de salvaguardar os locais patrimoniais de referência, da nossa história, bem como os usos e costumes. O turismo de habitação pode alavancar o redescobrimento das aldeias históricas e das vilas acasteladas, da agricultura biológica (com as práticas de subsistência ancestrais) e esta da nossa restauração típica e tradicional, bem como dos produtos regionais demarcados com embalagens biodegradáveis. A indústria já não faz sentido porque é onerosa e extremamente poluente, em especial como vimos, numa época paradigmática das tecnologias de informação, que tende a evoluir para o “Wellfare”, mas a agricultura biológica, apesar de ser do primeiro sector, fará sempre parte do futuro (quanto mais não seja pela necessidade básica) caso seja sustentável e não lesiva ao ecossistema, tal como eram os métodos tradicionais utilizados pelos nossos antepassados. Penso deste modo que o caminho de defesa da nossa identidade poderá ser perfeitamente consubstanciado com os paradigmas da sucessão dos sectores de actividade que vimos atrás em harmonia com o ecossistema.
 
«Considerem agora os Portugueses, e leiam tudo o que daqui por diante formos escrevendo com este pressuposto e importantíssima advertência: que, se alguma cousa lhes poderia retardar o cumprimento destas promessas, seria só o esquecimento ou desconhecimento do soberano Autor delas, quando por nossa desgraça fôssemos tão injuriosamente ingratos a Deus, que ou referíssemos os benefícios passados, ou esperássemos os futuros de outra mão que a sua.
 
Prometeu Deus de livrar os filhos de Israel do cativeiro do Egipto, como tinha jurado aos seus maiores, e de os levar e meter de posse da terra da Promissão; (…) se buscarmos no Texto Sagrado as causas deste desvio e dilação (a qual durou quarenta anos inteiros, sendo a distancia do caminho breve, e que se podia vencer em poucos dias) acharemos que foram, três. Agora nos servem as duas, depois diremos a terceira. A primeira causa foi atribuírem a liberdade do cativeiro a Moisés; (…) A segunda, e ainda mais ignorante (sobre ímpia e blasfema), foi atribuírem a mesma liberdade ao ídolo que de seu ouro tinham fundido no deserto. (…) Basta, povo descortês, ingrato e blasfemo! Que Moisés e o vosso ídolo foram os que vos livraram do cativeiro do Egipto?! (…)
 
Mas antes que passemos às outras utilidades, que ficarão para os capítulos seguintes, justo será que fechemos este com a terceira causa do castigo que ponderávamos, a qual refere o Texto Sagrado no cap. XIV dos Números, e pode ser de grande exemplo para outra casta de gente, que são os que a Escritura chama filhos da desconfiança.»

Padre António Vieira em História do Futuro, Cap. II Vol. I
 
Voltando a Portugal, e segundo o P. António Vieira, três aspectos podem impedir que a profecia se cumpra: destruição da concepção do Princípio Divino, anulação do ideal da aristocracia natural e perda de fé do indivíduo em sim mesmo.
No primeiro pode haver o risco das novas gerações perderem a noção da dependência das Leis Naturais (Lex Natura), pela ignorância ou pela arrogância. O falso conhecimento pode levar ao caminho divergente da verdadeira Luz com adoração a falsos profetas e deuses menores da ciência, da política, da finança e dos “media”.
 
Na segunda, a criação e adoração de “bezerros de ouro”: os bens materiais que conduzem ao hedonismo numa sociedade virada somente para o prazer e futilidade. A procura do ter, mais e melhor do que o outro, a ostentação de sinais externos de riqueza, o sentimento de que a sociedade do Homem tem ferramentas prontas a resolver todos os problemas e o autismo com que os privilegiados encaram a sua vida e viram a cara à miséria dos excluídos, sem direitos aos frutos da prosperidade.
 
Na terceira, o eterno recalcamento depressivo a que o português é sujeito desde a infância, levando-o ao complexo de inferioridade pelo nascimento, a desacreditar em si próprio, a pensar que é menos capaz que todos os outros, que é atrasado e que nunca chegará à linha dos povos da frente. O sentimento desde o berço de que nasceu num país pobre e pequeno, e que é filho de um povo atrasado e medíocre. Bombardeado pelos “media”, passando pelo estabelecimento de ensino, à empresa onde trabalha e às conversas de circunstancia, não lhe é permitido que o seu espírito germine e que erga a cabeça. Para isso tem de imigrar, para um sítio onde não seja identificado e anatematizado por ser tão só Português!
 
Para que Portugal possa liderar, por direito próprio, num futuro próximo, o avanço da Humanidade como o fez desde o século XII ao XVI, terá que saber transmutar os agentes internos que se mantêm presos a ideologias e interesses que o aprisionam nestes três aspectos.
 
No primeiro, penso que terá de se mudar o paradigma, criando em todo o português um ideal superior, místico, uma missão, um leitmotiv, uma Paidéia segundo Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa, Agostinho da Silva, António Quadros bem como muitos outros! Terá de seguir uma estratégia de vida que obedeça às Leis Naturais ou Divinas.
 
Na segunda, a educação não para a igualdade castradora, taylorista, mas para a natural separação de indivíduos por capacidades e potencialidades, de tal forma que os que se encontram à frente se tornem nos ideais a projectar nos que estão mais a trás, pelo abnegável exemplo, pelos princípios e em suma pelo valor e não pela falsa imagem que leva os indivíduos das classes inferiores a questionarem os das classes mais privilegiadas. Temos de colocar líderes naturais, equilibrados pela ética natural e pela mais valia técnica e humana, a fim de servirem de força de tracção a toda a sociedade.
 
Na terceira, perceber e mostrar que o povo Português é naturalmente superior ou igual aos outros povos e se não se consegue avançar pelo caminho dos outros é porque ele não nasceu para o fazer, como já referi. Ele nasceu para criar os seus próprios caminhos para lá do impossível, tornando-se no vanguardista, no descobridor, no navegador que dá novos mundos ao mundo!
 
O povo Português, para sobreviver como identidade própria, tem de conhecer exactamente a sua história e perceber sem reactividades nem vinganças, de que a sua raça, a “milenar raça portuguesa” foi condenada desde 1535 à lenta extinção, pela ignorância, castração e amnésia. Paradoxalmente, todos esses movimentos têm, ao contrário do que se possa pensar, tido início dentro da nossa casa. A crise que levou à 1ª união ibérica de 1580 a 1640 e ao império dos Habsburgo, não foi provocada por nenhuma invasão, nem devido ao facto muitas vezes adiantado pelos nossos historiadores ou de idiossincrasias políticas, de que não havia pretendentes ao trono vago, após a morte de D. Sebastião, rei que afinal morre encarcerado nos Limoges em França! A decisão foi consentida pelos iberistas da época, que aproveitando-se da crise política, emergiram o país numa crise financeira a fim de justificarem ao povo a união com Espanha. Desta feita preferiam o rei Filipe II de Espanha (futuro Filipe I de Portugal) a D. António I, neto de D. Manuel I ou a D. Catarina da Casa de Bragança, cujo neto D. João II futuro El Rei D. João IV viria curiosamente a restaurar a independência. Mais, todos os inícios dinásticos das Reais Casas portuguesas se deram através de filhos ilegítimos: na Casa de Borgonha, suspeitando-se que D. Afonso Henriques possa ter sido filho de D. Egas Moniz perfilhado pelo Conde D. Henrique por incapacidade física do filho natural, a Casa de Avis aparece com D. João I, filho ilegítimo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, e por sua vez a Casa de Bragança com o 1º Duque Afonso filho ilegítimo de D. João I e de Inês Pereira. Desta feita qualquer argumentação sobre a legitimidade das sucessões, cai por terra, num país que desde o início em 1149 até 1910 teve uma monarquia muito própria, cuja sucessão era baseada não só com base na hereditariedade, mas no princípio da aclamação popular e das cortes.
 
Assim, a destruição da nossa paidéia por dentro, por uma classe de portugueses “sem berço”, foi consumada através da Espanha que trouxe com ela a Igreja e a Inquisição, pela França de Napoleão que trouxe o racionalismo castrador, pela Inglaterra que se tentou aproveitar do estatuado da “Oldest Ally” e da circunstância da ingovernabilidade do país no período que se seguiu, a consanguinidade e miscigenação estratégica das casas reais europeias que toldaram a nossa missão, enfraquecendo e condenando posteriormente os Braganças (Casa Real periférica e com perigo de afirmação contrária aos interesses europeus que levaram aos dois grandes conflitos mundiais), as forças ocultas e destabilizadoras por detrás da 1ª República – movimento que não reflectia os desejos do povo português na sua maioria alheio a tudo isso, os poderes mundiais materializados pelos EUA e URSS na instabilidade forçada que levou à independência antes do tempo das nossas colónias e finalmente a CEE/CE/UE com o perigo que mais uma vez se avizinha da dissolução total da identidade e independência de um povo milenar. É preciso saber que em todas as épocas de perda de soberania da nossa história, esse processo foi sempre levado a cabo por dentro.
 
Atrevo-me a pensar que as forças destruturantes que se acercaram do nosso país desde 1535, se deveram ao facto da missão portuguesa se encontrar muito à frente da capacidade e mentalidade do mundo nessa época e oposto ao materialismo que se desenvolve alguns séculos depois. Era necessário travar os Portugueses, era necessário que depois de D. Manuel I (que apercebendo-se do fim, se apressa a registar para épocas mais propícias a missão portuguesa nos sólidos livros de pedra do manuelino), a missão nunca mais fosse restaurada, era necessário matá-la de vez, impedindo que D. Sebastião regressasse a casa… Era necessário em suma que o projecto Templário planeado pelo visionário São Bernardo de Claraval – o Porto do Graal – soçobrasse de vez!
 
Deste modo, é de todo necessário que as condições mundiais se deteriorem de tal modo que Portugal volte a ser o centro do mundo material, porque se encontra no centro do “mapa mundi” (posição logística estratégica) e em esperança espiritual, porque é o único país verdadeiramente universalista reflectido no seu povo amistoso e nas armas da sua bandeira.
 
Para isso teremos de estar preparados, para essa eventualidade: essa é a nossa missão! Esse deveria começar a ser o leitmotiv político dos futuros líderes nacionais.
 
 
Ver Post:
bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html
Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Bomsenso - Dívida Externa
Pensamento do Momento
 
 

 

PORTUGAL
 
Que Missão!
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

 

PORTUGAL

 

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

 

 

Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

Palácio de Belém, 26 de Janeiro de 2008
 
 
 
O rápido desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação coloca-nos constantemente novos desafios. São disponibilizados novos meios para melhor dialogarmos nas sociedades modernas.
 
Temos de estar atentos para responder a esses desafios e encontrar novas soluções para as necessidades de comunicação que todos partilhamos.
Temos de saber aproveitar as ferramentas tecnológicas inovadoras colocadas ao nosso dispor.
 
Como sabem, valorizo muito estas novas formas de comunicação e o desenvolvimento das tecnologias que as suportam.
 
É neste contexto que a Presidência da República Portuguesa, com uma presença já firme na Internet, passa agora a estar acessível num maior número de comunidades de divulgação informativa, nomeadamente através do audiovisual.
 
Agenda, actualidade, intervenções, mensagens, boletins informativos, fotografias e vídeos passam a estar ainda mais disponíveis para todos os utilizadores que queiram ficar a par das actividades do Presidente da República.
 
A partir de agora, oferecemos a todos vós a possibilidade de aproveitarem as novas janelas abertas sobre o mundo pelas Tecnologias da Informação e Comunicação para acompanharem, sempre que o desejem, a Presidência da República de Portugal.
 
Obrigado pela vossa visita e serão sempre bem-vindos.
 
 
 
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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

CM - Opinião - Obama, a esperança - Emídio Rangel

Correio da Manhã

24 Janeiro 2009 - 09h00 
 

 
Coisas do Circo
Obama, a esperança
 

Por mais que custe aos cépticos e aos profetas da desgraça, a verdade é que começou mesmo uma nova era nos Estados Unidos com a entrada de Barack Obama para a Casa Branca. O país da liberdade e dos direitos humanos já merecia um presidente assim.

Barack Obama não é um génio nem um homem providencial. Mas viu-se ao longo dos últimos meses que se trata de uma personalidade invulgar, de rara inteligência, um homem de grande cultura que fala claro, que se exprime com enorme frontalidade, que não se presta a jogos florentinos, que fala a verdade e só a verdade, que respeita o seu semelhante na América e em todo o Mundo, uma pessoa de princípios com um elevado sentido de humildade.

 

Obama leva para a Presidência dos Estados Unidos o pragmatismo nascido na América mas também o sonho de África, que sempre emerge quando os olhos se estendem pelas imensas e únicas savanas. Obama é, obviamente, um dirigente orgulhoso da sua América mas é um cidadão do Mundo. Não confunde o Quénia ou a Zâmbia com qualquer país asiático, como fazia Bush, um inculto que levou até ao fim dois mandatos e deixa uma herança de pesadelo ao sucessor. A América vai regenerar-se, e isso é um bem para o Mundo. A América vai continuar a ser a pátria das liberdades, o país das diversidades, o terreno da criatividade e da livre iniciativa.
 
No seu discurso de posse, Obama falava da nação de cristãos e muçulmanos, de judeus e hindus, e também de uma nação dos não crentes; Obama convidava os americanos a erguerem-se para reconstruir a América, e interpelava: "Como pode prosperar uma nação que só favorece os prósperos?" Obama rejeitou a excessiva influência dos ‘lobbyes’ e proclamou o princípio da transparência da Administração, contra todas as arbitrariedades.
 
Obama não desiludiu, como dizem certos ‘opinion-makers’. Foi igual a si próprio e, no primeiro dia de acção da Casa Branca, mostrou que a política tem de ser exercida com verdade, com seriedade, com persistência e com sentido da palavra de honra. Acabou o recurso à tortura nos interrogatórios dos prisioneiros ‘de guerra’, que têm de ser tratados de acordo com as regras de Genebra. Fechou o centro de detenção militar de Guantanamo e todas as prisões da CIA no estrangeiro. Inverteu-se o ciclo imbecil da era Bush.
 
A luta contra o terrorismo e a violência vai continuar mas, disse Obama, "queremos ganhá-la nos nossos próprios termos". Obama recusou a herança imperialista e arrogante da América – e o Mundo aplaude a coragem e sente que, afinal, tudo pode mudar em todas as latitudes.
 
Emídio Rangel, Jornalista

 

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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Opinião - Baptista-Bastos - O afastamento das pessoas da política e do acto cívico...

 

"O afastamento das pessoas da política e do acto cívico resulta do facto de os dirigentes não se distinguirem uns dos outros - a não ser no modo de vestir."


Baptista-Bastos, Diário de Notícias, em 20090121
 

 

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

SARAMAGO - OBAMA - Donde saiu este homem?

 

O CADERNO DE SARAMAGO

 

 

« Obama
Donde?

By José Saramago

 

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 
This entry was posted on Janeiro 20, 2009 at 8:39 pm and is filed under O Caderno de Saramago.

 

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Obama - Tomada de Posse em Washington - Vídeo - DISCURSO DE OBAMA NA ÍNTEGRA

 

Terça-Feira, 20 de Janeiro de 2009

 

OBAMA

O Primeiro Presidente Afro-Americano 

Embedded video from CNN Video

 

 

Embedded video from CNN Video

 

The 1861 Lincoln Inaugural Bible against the backdrop of the Main Reading Room of the Library of Congress.

The 1861 Lincoln Inaugural Bible against the backdrop of the Main Reading Room of the Library of Congress.

 

 

 

DISCURSO DE OBAMA NA ÍNTEGRA

 

(VERSÃO EM INGLÊS)

 

Embedded video from CNN Video

 

 
'My fellow citizens:
 
I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and cooperation he has shown throughout this transition. Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace.
 
Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents. So it has been. So it must be with this generation of Americans. That we are in the midst of crisis is now well understood.
Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet. These are the indicators of crisis, subject to data and statistics.
 
Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights. Today I say to you that the challenges we face are real.
 
They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met. On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord. On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics. We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things.
 
The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.
 
In reaffirming the greatness of our nation, we understand that greatness is never a given. It must be earned. Our journey has never been one of short-cuts or settling for less. It has not been the path for the faint-hearted - for those who prefer leisure over work, or seek only the pleasures of riches and fame. Rather, it has been the risk-takers, the doers, the makers of things - some celebrated but more often men and women obscure in their labor, who have carried us up the long, rugged path towards prosperity and freedom.
 
For us, they packed up their few worldly possessions and traveled across oceans in search of a new life. For us, they toiled in sweatshops and settled the West; endured the lash of the whip and plowed the hard earth. For us, they fought and died, in places like Concord and Gettysburg; Normandy and Khe Sahn. Time and again these men and women struggled and sacrificed and worked till their hands were raw so that we might live a better life. They saw America as bigger than the sum of our individual ambitions; greater than all the differences of birth or wealth or faction.
 
This is the journey we continue today. We remain the most prosperous, powerful nation on Earth. Our workers are no less productive than when this crisis began. Our minds are no less inventive, our goods and services no less needed than they were last week or last month or last year. Our capacity remains undiminished. But our time of standing pat, of protecting narrow interests and putting off unpleasant decisions - that time has surely passed. Starting today, we must pick ourselves up, dust ourselves off, and begin again the work of remaking America. For everywhere we look, there is work to be done.
 
The state of the economy calls for action, bold and swift, and we will act - not only to create new jobs, but to lay a new foundation for growth. We will build the roads and bridges, the electric grids and digital lines that feed our commerce and bind us together. We will restore science to its rightful place, and wield technology's wonders to raise health care's quality and lower its cost. We will harness the sun and the winds and the soil to fuel our cars and run our factories. And we will transform our schools and colleges and universities to meet the demands of a new age. All this we can do. And all this we will do.
 
Now, there are some who question the scale of our ambitions - who suggest that our system cannot tolerate too many big plans.
 

 

Their memories are short. For they have forgotten what this country has already done; what free men and women can achieve when imagination is joined to common purpose, and necessity to courage. What the cynics fail to understand is that the ground has shifted beneath them - that the stale political arguments that have consumed us for so long no longer apply.
 
The question we ask today is not whether our government is too big or too small, but whether it works - whether it helps families find jobs at a decent wage, care they can afford, a retirement that is dignified. Where the answer is yes, we intend to move forward. Where the answer is no, programs will end. And those of us who manage the public's dollars will be held to account - to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day - because only then can we restore the vital trust between a people and their government. Nor is the question before us whether the market is a force for good or ill.
 
Its power to generate wealth and expand freedom is unmatched, but this crisis has reminded us that without a watchful eye, the market can spin out of control - and that a nation cannot prosper long when it favors only the prosperous. The success of our economy has always depended not just on the size of our Gross Domestic Product, but on the reach of our prosperity; on our ability to extend opportunity to every willing heart - not out of charity, but because it is the surest route to our common good. As for our common defense, we reject as false the choice between our safety and our ideals.
 
Our Founding Fathers, faced with perils we can scarcely imagine, drafted a charter to assure the rule of law and the rights of man, a charter expanded by the blood of generations. Those ideals still light the world, and we will not give them up for expedience's sake. And so to all other peoples and governments who are watching today, from the grandest capitals to the small village where my father was born: know that America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity, and that we are ready to lead once more.
 
Recall that earlier generations faced down fascism and communism not just with missiles and tanks, but with sturdy alliances and enduring convictions. They understood that our power alone cannot protect us, nor does it entitle us to do as we please. Instead, they knew that our power grows through its prudent use; our security emanates from the justness of our cause, the force of our example, the tempering qualities of humility and restraint. We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations.
 
We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the specter of a warming planet. We will not apologize for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you. For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness.
 
We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers. We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.
 
To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.
 
To the people of poor nations, we pledge to work alongside you to make your farms flourish and let clean waters flow; to nourish starved bodies and feed hungry minds. And to those nations like ours that enjoy relative plenty, we say we can no longer afford indifference to suffering outside our borders; nor can we consume the world's resources without regard to effect. For the world has changed, and we must change with it.
 
This is the meaning of our liberty and our creed - why men and women and children of every race and every faith can join in celebration across this magnificent mall, and why a man whose father less than sixty years ago might not have been served at a local restaurant can now stand before you to take a most sacred oath. So let us mark this day with remembrance, of who we are and how far we have traveled. In the year of America's birth, in the coldest of months, a small band of patriots huddled by dying campfires on the shores of an icy river. The capital was abandoned. The enemy was advancing. The snow was stained with blood.
 
At a moment when the outcome of our revolution was most in doubt, the father of our nation ordered these words be read to the people:
 
'Let it be told to the future world...that in the depth of winter, when nothing but hope and virtue could survive...that the city and the country, alarmed at one common danger, came forth to meet [it].'
 
America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations.'
 
In his speech Tuesday, President Obama said America must play its role in ushering in a new era of peace.
 
 OBAMA

 

 

Embedded video from CNN Video

 

Embedded video from CNN Video

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:30
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Obama - Primeiro Presidente que vai usar a mesma Bíblia de Abraham Lincoln

EXPRESSO

aeiou.expresso.pt/obama_vai_usar_a_mesma_biblia_de_abraham_lincoln=f490490

 

 

Obama vai usar a mesma bíblia de Abraham Lincoln
A Bíblia Sagrada de Lincoln é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA. Barack Obama vai ser o primeiro Presidente a usá-la na tomada de posse.
No centro da capa, o exemplar tem uma
chapa banhada a ouro a dizer «Bíblia Sagrada»
Kevin Lamarque/Reuters
 
 
Barack Obama vai fazer o juramento de tomada de posse dos Estados-Unidos com a mão sobre a mesma bíblia que Abraham Lincoln usou na sua cerimónia, em 1861. Mais de 130 anos depois de Lincoln ter abolido a escravidão no país, sobe ao poder o primeiro Presidente negro.
 
Encadernada em veludo púrpura e com as laterais reforçadas em metal banhado a ouro, este exemplar da bíblia é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA.
 
Obama declarou-se "muito honrado" quando recebeu autorização para usar esta peça, que tem 15 centímetros de largura e 4,5 de altura. No meio da capa existe ainda uma placa metálica, também banhada a ouro, onde foi gravada a inscrição: "Bíblia Sagrada".
 
Obama, que será o 44º representante máximo do país, é o primeiro Presidente a usar esta Bíblia desde a tomada de posse de Lincoln, a 4 de Março de 1861.

 

 

VEJA

 

www.youtube.com/watch

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Opinião - DN - João Miranda - O QUE NÃO SE VÊ

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Lisboa  27.12.08

dn.sapo.pt/2008/12/27/opiniao/o_nao_ve.html

 

O QUE NÃO SE VÊ

João Miranda
Investigador em biotecnologia - jmirandadn@gmail.com

 

A demonização da classe política faz parte dos rituais democráticos. De acordo com a voz popular, os políticos são incompetentes, demagogos, mentirosos e corruptos. E, no entanto, o eleitorado tem grandes expectativas sobre o papel do Estado na sociedade. O eleitor espera que, perante uma crise, o Governo faça alguma coisa. Espera que o Governo apresente soluções. Paradoxalmente, a crise fez baixar o nível de exigência e reduziu os níveis de cepticismo em relação aos políticos. Como que por magia, a classe política é vista como uma fonte de esperança no futuro, apesar de ser responsável pela crise e de ser considerada incompetente e demagoga.

A obra de Frédéric Bastiat, um economista francês do século XIX, pode ajudar a esclarecer este paradoxo. Bastiat observou que as medidas políticas de carácter económico têm consequências visíveis e consequências invisíveis. Por exemplo, os subsídios à actividade económica têm como efeito visível a criação de emprego pelas empresas receptoras. Têm, no entanto, um efeito invisível que é imperceptível para a maior parte dos eleitores. O Estado só pode pagar subsídios às empresas se cobrar os correspondentes impostos. Logo, o emprego criado pelos subsídios é compensado pelo desemprego criado pelos impostos.

Os políticos centram-se nas medidas com efeitos visíveis positivos, mesmo que os respectivos efeitos negativos invisíveis excedam os positivos. O eleitor comum, que não leu Bastiat, avalia as propostas políticas de acordo com os seus efeitos visíveis. Estará sempre predisposto a acreditar em propostas concretas com efeitos visíveis positivos. O mesmo eleitor poderá estar insatisfeito com o estado geral do País e com a classe política em geral, embora não entenda muito bem porquê. Como o eleitor não se apercebe da contribuição dos efeitos invisíveis para a deterioração do estado geral do País, mantém uma relação esquizofrénica com a política. O eleitor está sempre entusiasmado com as novas medidas e sempre insatisfeito com o resultado global das medidas que o entusiasmaram no passado.

 

dn.sapo.pt/2008/12/27/opiniao/o_nao_ve.html

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:50
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento

 

Neste fase da história de Portugal, 

 

seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.

 

 

Contudo, lamentavelmente,

não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.

 

Desde 1997

a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...

 

É de facto preocupante.

Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações

 

atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.

  

Será que a maioria dos portugueses

  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?

 

 

Nos últimos anos tivemos

juros a taxas reduzidas como nunca...

 

No entanto,

em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)
 

  Foto: pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre

 

 

 

 3 de Janeiro de 2009, 01:17
 Anilady
 
bomsensoamiguinhos@sapo.pt
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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