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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011

Análise/"Rentrée" política por vários politólogos

 SAPO

09 de setembro de 2011, 13:09

Análise/"Rentrée" política:

"Vai ser um ano de estabilidade governativa"

 

O novo ano político que arrancou esta semana será crucial para o executivo de Passos Coelho. O SAPO fez uma ronda por vários politólogos para saber quais os desafios que o governo terá de enfrentar, e qual será o papel do maior partido da oposição na era pós-Sócrates.

 

 

A completar três meses de governação, o executivo de Passos tem um novo ano político pela frente. Depois dos novos impostos anunciados há semanas, o governo diz que a prioridade continua a ser o controlo do défice orçamental em paralelo com o crescimento económico.

Com um memorando exigente por cumprir, poderá Passos ir além da troika?

"O governo atual de Portugal é a troika. Não há muita margem de manobra. Atualmente a política joga-se em Paris e Berlim", refere Adelino Maltez ao SAPO. Mas, na opinião de Ana Belchior, docente e investigadora em Ciência Política no ISCTE-IUL, a ideia de que o memorando dita as regras do jogo é "enganadora". "Existe uma margem de flexibilidade na implementação das medidas que está aliás a ser usada pelo governo", explica.


"Ainda há duas incógnitas que só se vão descobrir ao longo do ano político: o que é que o governo vai fazer em termos de políticas públicas, como vai implementar e onde vai poder ir mais além", são o desafios que o politólogo Carlos Jalali antecipa para o novo ano político. "Vai ser um ano de estabilidade governativa", remata o professor da Universidade de Aveiro.

Próximos meses serão decisivos

Na opinião do investigador, ainda persiste o benefício da dúvida em relação ao executivo. "O estado de graça foi extremamente reduzido, não houve sequer lua de mel, mas há a expectativa de que as coisas corram bem. Os cidadãos ainda estão a tentar perceber o que vem aí", refere. "A política a sério chega dentro de um mês, dois meses", partilha Adelino Maltez.


Para Ana Belchior o cenário é bem diferente: "Três aumentos sucessivos de impostos num espaço tão curto de tempo levaria inevitavelmente ao fim de qualquer estado de graça". Mas considera que este fator é mais efeito do que causa.


"O período de satisfação com o desempenho dos governos tenda a ser progressivamente encurtado. Em especial se do ponto de vista do desempenho político se mantiverem os mesmos procedimentos e atitudes, como o não cumprimento das promessas eleitorais, como foi o caso deste governo em relação ao aumento de impostos", explica ao SAPO.


Jalali considera apenas que o governo "está a pagar o preço das expectativas que gerou". Passos Coelho ainda se está a debater com a máquina governativa, centralizada e pesada, que existe em Portugal". E isto é tanto mais verdade quando na sua equipa "há muitos ministros sem experiência governativa", conclui.


Sobre possíveis saídas governativas, Adelino Maltez admite a possibilidade da equipa ministerial poder vir a sofrer baixas nos próximos meses. "Passos pode mudar os treinadores", refere fazendo o paralelismo futebolístico com um possível saída de Vítor Gaspar, ministro das Finanças e/ou Álvaro Pereira, da pasta da Economia.


"É a zona que está mais dependente do fator internacional, e portanto, não é de admirar que surjam mudanças mesmo antes so Natal", explica ao SAPO.


Jalali alerta que ainda é prematuro pensar em saídas mas é "inevitável que a equipa tal como está hoje não chegue ao fim do mandato". Mas, a sair Vítor Gaspar ou a Álvaro Pereira "seria mais por uma estratégica económica desadequada que gerasse pressão nacional, do que propriamente pelo fator internacional", explica o politólogo.


O professor prefere refletir sobre outros dados: "nenhum governo de coligação durou uma legislatura completa, mas este governo vai ser diferente", acredita.

"PS à procura da própria voz no pós-Sócrates"

Numa altura em que o PS só agora se começa agora a organizar (o Congresso Socialista entre 9 e 11 de setembro é o ponto de partida) José Seguro tem de conseguir fazer o partido avançar na era pós-Sócrates. "O PS está embalada no interregno, no excesso socrático e até agora só tem atirado barro à parede", considera Adelino Maltez.


Carlos Jalali antecipa um ano desafiante para os socialistas. "Os socialistas estão a tentar encontrar a sua própria voz no pós-Sócrates. Até que ponto o PS de Seguro se vai relacionar com o governo, até que ponto se demarca e em que pontos de demarca, até que ponto é um parceiro, ainda são tudo incógnitas", afirma.


O secretário-geral do PS apresentou na semana passada propostas para "introduzir justiça na repartição dos sacrifícios", entre as quais o englobamento dos rendimentos de capital na sobretaxa extraordinária de IRS para 2011, e a criação de taxa adicional de IRC de 3,5% para as empresas com lucros superiores a 2 milhões de Euros, num sinal de que não vai estar apenas a fiscalizar o governo de Passos.


"O PS perdeu um milhão de eleitores para o PSD. Vai concorrer no centro sociológico do país", considera Adelino Maltez.


"A política terá interesse em Portugal quando tocar a existência política individual, e para isso é preciso a oposição. Ao longo destes anos tem havido mau governo porque não há oposição, nem boa nem má", acrescenta.

"Adiamento da redução da TSU é sinal de prudência"

Apesar de se multiplicarem os anúncios de mais austeridade, a redução da Taxa Social Única (TSU), uma das medidas mais controversas acordadas com a troika, continua sem ser formalizada.


Há uns meses atrás, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou que o governo estaria disponível para falar com os parceiros sociais nacionais e internacionais com vista a definir um modelo para a redução da TSU. Em discussão há diferentes propostas, entre elas, a redução da TSU com base na criação de emprego líquido, ou seja, a diferença entre o emprego criado e o destruído.


Certo é que a percentagem da redução da contribuição das empresas à segurança social por cada trabalhador, tem sido um assunto constantemente adiado pelo governo. Para Carlos Jalali este é apenas um sinal de prudência do governo. "Está a ganhar tempo, a estudar bem a questão, até porque a pressão é dupla: por um lado fazer crescer a economia, mas por outro, controlar o défice orçamental e esta segunda tem muita força", explica.


Este é um tema particularmente sensível na medida em que terá de existir necessariamente uma compensação, ou seja, aumentar os encargos sobre os trabalhadores. No final de maio, Daniel Bessa, diretor geral da COTEC explicava ao SAPO que uma forma de evitar a diminuição da TSU e ainda assim estimular a competitividade, seria pedir a cada português que trabalhasse mais quatro horas por dia recebendo o mesmo. Este esforço, segundo o economista, traduzir-se-ia num aumento de 10% da produtividade nacional.

@Catarina Osório

 

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.*

 

 


 

 

SAPONOTÍCIAS

Daniel Bessa

Diretor Geral da COTEC

 

Trabalhar mais quatro horas e receber o mesmo

 

Daniel Bessa, diretor geral da COTEC defende que:
seria de convidade cada português a trabalhar mais quatro horas por dia recebendo o mesmo... traduzia-se num aumento de 10% da produtividade nacional
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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Cimeira de Líderes da Zona EURO - Juros do empréstimo europeu a Portugal podem descer até à taxa de 3,5%

ECONÓMICO

 Quinta, 21 de Julho 11 

 

Reacção

Juros dos prazos mais curtos dos periféricos caem a pique

 

 

As ‘yields’ das obrigações de Portugal, da Grécia e da Irlanda estão em forte queda, com as novidades que estão a sair da cimeira do euro.

A cimeira de líderes da zona euro prepara-se para adoptar um corte dos juros sobre os empréstimos do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) concedidos à Grécia, à Irlanda e Portugal, que pode chegar a 3,5%, e aumentar a média das maturidades das ajudas de 7,5 para 15 anos.

Além disso, o FEEF vai poder comprar dívida no mercado secundário a título excepcional e com base numa avaliação do Banco Central Europeu (BCE).

As novidades sobre o plano para resolver a crise de dívida europeia, que constam do projecto de conclusões da cimeira extraordinária da zona euro, estão a provocar uma forte queda nos indicadores de risco de Portugal, da Grécia e da Irlanda.

O juro das obrigações do Tesouro (OT) gregas a dois anos, por exemplo, afunda mais de 400 pontos para 34,005%, depois de esta manhã ter superado os 40%, próximo de um recorde desde a entrada na zona euro. A taxa a cinco anos alivia mais de 100 pontos para 19,775%. Com uma descida menos acentuada, o juro das OT a dez anos recua 84 pontos para 16,492%.

Na mesma linha, a 'yield' dos títulos de dívida da Irlanda a um ano desce mais de 200 pontos para 12,277%, ao mesmo tempo que as taxas das maturidades a dois e três anos recuam mais de 160 pontos para 20,180% e 18,774%, respectivamente.

No caso de Portugal, os juros a dois e três anos perdem 150 pontos para 17,120% e 18,001%, respectivamente. Já a taxa da maturidade a dez anos recua apenas 27 pontos para 11,636%.

Risco de bancarrota afunda

O alívio da tensão sobre Portugal, Grécia e Irlanda é também visível nos preços dos CDS, que funcionam como uma espécie de seguro que os investidores pagam para se protegerem de um cenário de incumprimento por parte de um país.

No que toca à Grécia, o preço dos CDS sobre OT a cinco anos está hoje a diminuir 355 pontos base para 2.027 pontos. É a descida mais expressiva, segundo o monitor da Bloomberg que acompanha a actividade de 59 países.

No mesmo sentido, os preços dos CDS da Irlanda e de Portugal aliviam mais de 150 pontos base para 912 e 946 pontos, respectivamente.

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Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Governo: Novos Ministros e Secretários de Estado de Portugal

Económico   
17/06/11 17:50

Governo

Conheça todos os novos ministros de Portugal


 

Leia aqui quem vão ser os ministros que vão governar Portugal nos próximos anos.

 

Primeiro-ministro - Pedro Passos Coelho

 


Ministro do Estado e das Finanças - Vítor Gaspar

 

 

Ministro da Economia e do Emprego - Álvaro Santos Pereira

 


Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros - Paulo Portas

 


Ministra da Justiça - Paula Teixeira da Cruz

 


Ministro da Administração Interna - Miguel Macedo

 


Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Miguel Relvas

 


Ministro da Educação, do Ensino Superior

e da Ciência - Nuno Crato


Ministro da Solidariedade e da Segurança Social Pedro Mota

Soares

 

Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente

e do Ordenamento do TerritórioAssunção Cristas

 

Ministro da Saúde - Paulo Macedo

 


Ministro da Defesa Nacional - Aguiar-Branco

 

 

 

http://economico.sapo.pt/noticias/conheca-todos-os-novos-ministros-de-portugal_120849.html


 

Económico   
27/06/11 16:20


Conheça a nova equipa de secretários de Estado


 

A nova equipa de secretários de Estado será constituída por 35 governantes. Confira aqui os nomes apontados.


Ministério de Estado e das Finanças

Secretário de Estado do Orçamento - Luís Filipe Morais Sarmento

Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças - Maria Luís Albuquerque

Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais - Paulo Núncio

Secretário de Estado da Administração Pública- Hélder Rosalino

 

Ministério de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus - Miguel Morais Leitão

Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação - Luís Brites Pereira

Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas - José Cesário

Subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros - Vânia Dias da Silva

 

Ministério da Defesa Nacional

Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional - Paulo Braga Lino

 

Ministério da Administração Interna

Secretário de Estado da Administração Interna - Filipe Lobo D'Ávila

 

Ministério da Justiça

Secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça - Fernando Santo

 

Ministério dos Assuntos Parlamentares

Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Feliciano Barreiras Duarte

Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade - Teresa Morais

Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa - Paulo Simões Júlio

 

Ministério da Economia e Emprego

Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional - António Almeida Henriques

Secretário de Estado do Emprego - Pedro Miguel Silva Martins

Secretário de Estado do Empreendorismo, Competitividade e Inovação - Carlos Nuno Oliveira

Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - Sérgio Silva Monteiro

Secretário de Estado da Energia - Henrique Gomes

Secretária de Estado do Turismo - Cecília Meireles

 

Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território

Secretário de Estado da Agricultura - Diogo Santiago Albuquerque

Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural - Daniel Campelo

Secretário de Estado do Mar - Manuel Pinto de Abreu

Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território - Pedro Afonso de Paulo

 

Ministério da Saúde

Secretário Adjunto do Ministro da Saúde - Fernando Leal da Costa

Secretário de Estado da Saúde - Manuel Teixeira

 

Ministério da Educação, do Ensino Superior e da Ciência

Secretário de Estado do Ensino Superior - João Filipe Rodrigues Queiró

Secretária de Estado da Ciência - Maria Leonor Parreira

Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar - João Casanova de Almeida

Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário - Isabel Maria Santos Silva

 

Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social - Marco António Costa

 

Secretário de Estado do Desporto e Juventude - Alexandre Miguel Mestre

 

Secretário de Estado adjunto do Primeiro-ministro - Carlos Moedas

Secretário da Presidência e do Conselho de Ministros - Luís Marques Guedes

Secretário de Estado da Cultura - Francisco José Viegas

 

 

http://economico.sapo.pt/noticias/conheca-a-nova-equipa-de-secretarios-de-estado_121433.html

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:51
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011

Legislativas 2011

 

 

 

Território Nacional
e Estrangeiro
Resultados Globais
Votantes
58,07%
230 Mandato(s) atribuído(s)
Mandatos atribuídos: 230
0 Mandato(s) por atribuir
Mandatos não atribuídos: 0
Votantes: 5.588.594

Inscritos: 9.624.133

PPD/PSD
Partido Social Democrata
38,65%
2.159.742 votos
Mandatos
108

Mandatos
108
PS
Partido Socialista
28,06%
1.568.168 votos
Mandatos
74

Mandatos
74

CDS-PP
CDS - Partido Popular
11,70%
653.987 votos
Mandatos
24

Mandatos
24
PCP-PEV
CDU-Coligação Democrática Unitária
7,91%
441.852 votos
Mandatos
16

Mandatos
16
B.E.
Bloco de Esquerda
5,17%
288.973 votos
Mandatos
8

Mandatos
8
PCTP/MRPP
Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
1,12%
62.683 votos
 
 
PAN
Partido pelos Animais e pela Natureza
1,04%
57.849 votos
   
 
MPT
Partido Da Terra
0,41%
22.690 votos
  
 
MEP
Movimento Esperança Portugal
0,39%
21.936 votos
  
 
PNR
Partido Nacional Renovador
0,32%
17.742 votos
  
 
PTP
Partido Trabalhista Português
0,30%
16.811 votos
 
PPM
Partido Popular Monárquico
0,27%
15.081 votos
 
PND
Nova Democracia
0,21%
11.776 votos
 
PPV
Portugal pro Vida
0,15%
8.205 votos
 
POUS
Partido Operário de Unidade Socialista
0,08%
4.604 votos
 
 
PDA
Partido Democrático do Atlântico
0,08%
4.532 votos
   
 
P.H.
Partido Humanista
0,06%
3.590 votos
 
 
 
EM BRANCO
2,66%
148.378 votos
  
NULOS
1,43%
79.995 votos
 
 

RTP
Resultados Nacionais de 2011 Última Actualização:
16 de Junho2011

SIC
JORNAIS EUROPEUS
DESTACAM MUDANÇA DE RUMO EM PORTUGAL
:
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

13 de Maio: Peregrinos viram no céu uma auréola com as cores do arco-íris

Agência Ecclesia

João Paulo II

Vídeo ligou Fátima ao atentado de 1981

Evocação do Papa polaco, que visitou o Santuário por três vezes, sublinhada pelas palmas dos presentes. Auréola em volta do sol impressionou peregrino

 

Fátima, Santarém, 13 mai 2011 (Ecclesia) – O atentado contra João Paulo II, a 13 de maio de 1981, esteve em destaque no vídeo produzido pelo Santuário de Fátima, hoje apresentado aos cerca de 250 mil peregrinos ali reunidos.

 

O pequeno filme «Todo Teu, todo nosso – João Paulo II, peregrino e apóstolo de Fátima» durou 13 minutos, numa produção do Santuário de Fátima e da televisão italiana Telepace, com guião de Marco Daniel Duarte, da secção de Arte e Património do Santuário, e locução do ator Rui de Carvalho.

 

No vídeo, foi reproduzida a homilia de Karol Wojtyla (1920-2005) a 13 de maio de 1982, um ano depois de ter sido atingido pelo turco Ali Agca.

 

Venho hoje aqui, porque exatamente neste mesmo dia do mês, no ano passado, se dava, na Praça de São Pedro, em Roma, o atentado à vida do Papa, que misteriosamente coincidia com o aniversário da primeira aparição em Fátima, a qual se verificou a 13 de maio de 1917. Estas datas encontraram-se entre si de tal maneira, que me pareceu reconhecer nisso um chamamento especial para vir aqui. E eis que hoje aqui estou. Vim para agradecer à Divina Providência, neste lugar, que a Mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular”, disse então o Papa polaco.

 

Em três ecrãs gigantes instalados no Santuário foram projetadas imagens de João Paulo II colhidas durante as suas três visitas a Fátima, transmitidas também pelas televisões que acompanhavam a celebração.

 

Quando as primeiras imagens surgiam nos ecrãs, muitos peregrinos dirigiram o olhar para o céu, onde uma auréola, com as cores do arco-íris, circundava o sol, começando a ouvir-se a palavra “milagre”.

 

Vários momentos foram sublinhados pelas palmas dos presentes, como aconteceu com a evocação da oferta da bala que atingiu João Paulo II em 1981, hoje colocada na coroa da imagem da Virgem Maria, na Capelinha das Aparições, ou a referência à mensagem enviada antes da morte da Irmã Lúcia, em 2005.

 

A peregrinação aniversaria do 13 de maio, em Fátima, teve este ano o caráter de celebração nacional de “ação de graças”, por decisão da Conferência Episcopal Portuguesa, pela beatificação de João Paulo II”, que aconteceu a 1 de maio, no Vaticano.

 

João Paulo II esteve no Santuário de Fátima em 1982, 1991 e, pela última vez, em 2000, altura em que beatificou os videntes Francisco e Jacinta Marto.

 

A ida a Roma, em outubro 2000, da imagem original de Nossa Senhora de Fátima da Capelinha das Aparições, no Jubileu dos Bispos, consagrando-lhe o terceiro milénio, confirmou a ligação do Papa polaco com o Santuário da Cova da Iria.

 

És todo nosso, bem aventurado João Paulo II”, indicava o filme hoje projetado.

 

Fotos e documentos relacionados com o Papa polaco ou com os acontecimentos de Fátima foram também apresentados num documentário que terminou com João Paulo II em oração na Capelinha das Aparições.

 

“Bendita sois Vós! Bendito o fruto do vosso ventre, Jesus! Ave, cheia de graça, Mãe de Deus e Mãe nossa! No cumprimento da vossa profecia, Senhora, aqui, ao ingressar neste vosso solar de Fátima, e ao saudar-Vos, Mãe querida, permiti-me usar as palavras que nos ensinastes, para clamar diante dos irmãos: ‘A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador!’ (Luc. 1, 46)”, indicava a oração que João Paulo II proferiu em 1982, distribuída esta manhã aos peregrinos presentes em Fátima, numa pagela com a imagem do novo beato.

OC

Notícia atualizada às 15:37

 

http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=85705

 

 

 


 

 

 RTP

 

Fátima homenageia João Paulo II

 

 João Paulo II foi homenageado no Santuário de Fátima.

Para além da celebração do novo beato, o 13 de Maio deste ano ficou marcado pela emoção dos peregrinos que viram no céu uma auréola com as cores do arco-íris.

2011-05-13 21:00:06

 

  RTP

Milhares de pessoas participaram esta noite na procissão das velas

Trata-se de dos momentos mais aguardados pelos fiéis presentes no Santuário.

2011-05-13 12:03:08

 
  RTP

 

João Paulo II entregou objetos pessoais a Fátima

O Santuário de Fátima é um dos locais que guarda mais objetos pertencentes a João Paulo II. Por exemplo, a bala disparada por Ali Agca.

2011-05-13 11:58:07

  

  RTP

Familiares dos pastorinhos

vivem do comércio religioso, em tempo de crise

A prece de Maria dos Anjos, a mais velha parente viva de Lúcia, é silenciosa. Criou dez filhos numa vida de muito trabalho e recorda as condições difíceis, que diferiam muito das que hoje encontram os peregrinos. Em Aljustrel ainda pode visitar-se a casa onde viveram os pastorinhos. A maioria dos familiares de Lúcia, Jacinta e Francisco vive do comércio religioso, mas a o comércio reflecte a crise do país

2011-05-12 21:03:08
:
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Sábado, 16 de Abril de 2011

“Movimento 12 de Março – M12M” - “Geração à Rasca

Público

15.04.2011 - 12:07 

Por Romana Borja-Santos

 

 

“Geração à Rasca”

já é uma marca registada e dá lugar ao

“Movimento 12 de Março”

O protesto do passado mês de Março juntou cerca de 300 mil pessoas nas ruas de todo o país (Foto: Paulo Pimenta/arquivo)

 

 O protesto do passado mês de Março

juntou cerca de 300 mil pessoas

nas ruas de todo o país 

(Foto: Paulo Pimenta/arquivo)


 

Principais iniciativas serão avançadas dia 20 de Abril

 

 

Para todos aqueles que temiam ou que acreditavam que o protesto “Geração à Rasca”, que encheu no passado mês várias ruas do país, tinha os dias contados e morreria por si próprio, chegou uma resposta: os criadores do protesto acabam de fundar o “Movimento 12 de Março – M12M”.

 

 

Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil, o grupo de amigos que deu origem no Facebook ao protesto “Geração à Rasca”, avançou agora para o M12M, um movimento que descrevem como “um colectivo informal”, mas que “promete ser uma voz activa na promoção e defesa da democracia”. O grupo decidiu, também, registar a expressão “Geração à Rasca” como marca – uma iniciativa que pretende “evitar utilizações abusivas, nomeadamente em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento”.

João Labrincha, em declarações ao PÚBLICO, insistiu que o “Movimento 12 de Março” será mesmo “um colectivo informal”, assegurando que nunca sentiram qualquer necessidade de “ter uma hierarquia ou uma estrutura”. Questionado sobre o porquê do novo nome, o também responsável pelo repto que culminou no passado dia 12 de Março com mais de 200 mil pessoas nas ruas de Lisboa e mais de 80 mil no Porto, justificou que o nome “Geração à Rasca” acabava por ser “um pouco redutor”, uma vez que “várias gerações” foram contagiadas e saíram à rua.

Labrincha espera que o movimento continue a contribuir para a “consciencialização das pessoas” e que consiga ser um espaço de “consubstanciação de vontades”, com a capacidade de envolver todos os que assim entenderem na vida pública e numa “melhor democracia”. No que diz respeito ao facto de o exemplo do protesto português estar já a ser replicado noutros países, entende este alastrar como “um sinal de vitória” e lembra que “só uma resposta conjunta permitirá encontrar soluções para os problemas que são globais”.

Os objectivos do M12M, a sua imagem e próximas iniciativas serão apresentadas publicamente em frente ao Museu do Fado na próxima quarta-feira, dia 20 de Abril, às 11h00.

O protesto do passado dia 12 de Março juntou mais de 300 mil pessoas nas ruas, sendo que quase 67 mil confirmações de adesão foram feitas através da página da “Geração à Rasca” no Facebook. Velhos, novos, desempregados, trabalhadores precários e mesmo pessoas com a vida estabilizada saíram à rua para protestar contra a actual crise e as condições de vida em Portugal.

A página original do movimento acabou por desaparecer após o protesto para dar origem a uma outra designada “Fórum das Geração12/3 e o Futuro”, que pretendia prolongar o debate e não deixar morrer o “potencial” que se criou. Conta neste momento com quase 20 mil seguidores.

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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

“New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

 

Público

13.04.2011 - 12:36

Por Paulo Miguel Madeira

 

Artigo no “New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

 

Pressão “injusta” dos mercados

obrigou Portugal

a pedir ajuda de que não precisava

 

 

 

 

Portugal não necessitaria de um resgate se não tivesse ficado sob uma pressão “injusta a arbitrária” dos mercados, afirma o sociólogo Robert M. Fishman, da Universidade de Notre Dame, nos EUA.

 

Esta ideia é defendida na coluna de opinião de Fishman desta semana no New York Times, onde diz também que o pedido de ajuda de Portugal à União Europeia e ao FMI deve ser visto como “um aviso às democracias em todo o lado”.

Robert M. Fishman, cuja actividade de investigação se dedica a tópicos como democracia e práticas democráticas ou as consequências da desigualdade, o pedido de ajuda de Portugal “não é na verdade por causa da dívida”.

Apesar de o país ter apresentado “um forte desempenho económico nos anos 1990 e estar a gerir a sua recuperação da recessão global melhor do que vários outros países na Europa”, ficou sob a pressão “injusta a arbitrária dos negociantes de obrigações, especuladores e analistas de crédito”, que “por vistas curtas ou razões ideológicas” conseguiram “fazer cair um governo eleito democraticamente e potencialmente atar as mãos do próximo”.

Fishman sublinha que a crise em Portugal é “completamente diferente” das vividas pela Grécia e pela Irlanda, e que as “instituições e políticas económicas” tinham “alcançado um sucesso notável” antes de o país ter sido “sujeito a ataques sucessivos dos negociantes de obrigações”.

Nota que a dívida pública é bastante inferior à italiana e que o défice orçamental foi inferior ao de várias outras economias europeias e avança duas hipóteses para o comportamento dos “mercados”: cepticismo ideológico dobre o modelo de economia mista (publica e privada) vigente até agora em Portugal e/ou falta de perspectiva histórica.

“Os fundamentalistas do mercado detestam as intervenções de tipo keynesiano em áreas da política de habitação em Portugal – que evitou uma bolha e preservou a disponibilidade de rendas urbanas de baixo custo – e o rendimento assistencial aos pobres”, diz ainda Fisherman no seu texto, intitulado “O resgate desnecessário a Portugal”.

Neste cenário, acusa as agências de notação de crédito (rating) de, ao “distorcerem as percepções do mercado sobre a estabilidade de Portugal”, terem “minado quer a sua recuperação económica, quer a sua liberdade política”.

E conclui que o destino de Portugal deve constituir “um claro aviso para outros países, incluindo os Estados Unidos”, pois é possível que o ano em curso marque o início de uma fase de “usurpação a democracia por mercados desregulados”, e em que as próximas vítimas potenciais são a Espanha, a Itália ou a Bélgica, num contexto em que os governos têm “deixado tudo aos caprichos dos mercados de obrigações e das agências de notação de crédito”.

 

 

 

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Sábado, 2 de Abril de 2011

Pedro Lino - Mercado Global

 

 

Entrevista a Pedro Lino

Mercado Global de 25/03/2011 P01

 

 

 

 

 

A análise à crise financeira nacional com Pedro Lino, Administrador da DIF Broker

 

 

 

 

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Sábado, 12 de Março de 2011

Portugal - novas medidas de austeridade

 

 

Comissão Europeia e BCE

apoiam novas medidas de austeridade em Portugal

 

 

 

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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Vídeo: "Manobras contabilísticas do Estado só provam que o País vai precisar de ajuda"

Negócios online

 

18 Fevereiro 2011 | 16:26

Rita Faria - afaria@negocios.pt

 

Balanço da semana

 

"Manobras contabilísticas do Estado só provam que o País vai precisar de ajuda"

 

 

 

 

Pedro Lino, CEO da Dif Broker, faz o balanço da semana nos mercados e comenta a emissão de dívida, o desempenho da bolsa nacional, e as recentes notícias que têm aumentado a pressão sobre Portugal.

 

O CEO da Dif Broker considera que a emissão de dívida e a recompra de Obrigações do Tesouro que Portugal cumpriu esta semana são um sinal de que o mercado "está desconfiado da capacidade de implementação das medidas que levem a que Portugal não precide de ajuda externa".

"Infelizmente não vamos poder evitar", adianta o responsável, que acrescente "há é que adiar (a intervenção) para renegociar as condições de ajuda".

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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Portugal pode ou não entrar em bancarrota?

O Emigrante / Mundo Português

 

 

 

 

Segunda-Feira, 18 Janeiro de 2010

 

Afinal Portugal pode ou não

entrar em bancarrota?

 

 

Quando um Estado gasta mais do que aquilo que obtém com as suas receitas gera-se nas suas contas aquilo que se chama um défice.

 

Para equilibrar as suas contas e poder continuar a garantir um certo nível de bem estar aos seus cidadãos, tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, como fazem os particulares os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis são atractivos porque rendem a quem os compra uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se um determinado banco ganha o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.


Entretanto, há um mercado activo onde todos os dias o comprador de obrigações pode vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.

O espectro da bancarrota

É por esta razão que as taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações.

 

Existem dois riscos numa dívida do Estado.

 

Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece muito raramente.


Portugal, por exemplo, declarou bancarrota apenas em 1892 e de então para cá tem sido um estado exemplar a cumprir as suas dívidas. A Grécia teve uma bacarrota em 1893 e a Alemanha em 1932. Nessas alturas os Estados deixam de cumprir as suas obrigações com as consequências daí inerentes.


Em segundo lugar, outro risco grande existe quando o Estado para fazer face às suas obrigações resolve imprimir dinheiro, acabando por gerar inflacção. Embora a quantia a pagar pelos produtos seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia-o frequentemente, e por isso, quando o Estado português pedia dinheiro emprestado (ao FMI por exemplo), acabava por pagar uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada a outros países.

Uma questão de confiança

Um dos grandes problemas é que a economia das nações, tal como a das pessoas hoje em dia, assenta na confiança e naquilo que “os investidores pensam” que possa vir a acontecer, e o que é facto é que a partir de 2008 os investidores internacionais punham uma probabilidade séria de Portugal poder via a entrar entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar dinheiro a Portugal, o que forçaria medidas “terríveis” para eliminar totalmente o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos da despesa, tendo que reduzir drasticamente os salários dos funcionários públicos, e segundo mesmo alguns economistas o rendimento social de inserção. Ora isto são de todo medidas altamente impopulares do ponto de vista político que nenhum governo ousa tomar por iniciativa própria.

Crise financeira e contágio

Embora Portugal não esteja a viver um cenário real de bancarrota, nem nas previsões mais pessimistas, os riscos existem sempre e para já fazemos parte de um conjunto de países a enfrentar algumas dificuldades acrescidas por via do aumento da dívida externa. Somos aqui companheiros da Espanha, Irlanda e da Grécia.


Ora ao falarmos de bancarrota o “primeiro candidato” seria precisamente a Grécia que tem, apesar de tudo, uma dívida pública maior do que Portugal em grande parte devido ao descontrolo das contas públicas por causa dos Jogos Olímpicos e a construção do novo aeroporto de Atenas, que endividaram o país em grande ritmo.


Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal.


Pode prever-se com toda a certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio.

Varrer o lixo para debaixo do tapete

Como sempre, quando o problema é sério, surge sempre alguém a varrer o lixo para debaixo da tapete, assobiar para o ar e fingir que não é nada. Grave é quando é o próprio governo a fazer isto e a dar aos cidadãos um optimismo fácil mas falso. Claro que Portugal sendo um país da zona euro, os ricos poderão vir sempre em nosso socorro financeiro, mas isso não permite concluir que os riscos não existam. Se os alemães ou os franceses pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão certamente sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe como são e como custam as medidas para pôr as contas em ordem.

 

Bancarrota: sim ou não?

Provavelmente não entrará mesmo, no entanto é bom que os portugueses tenham consciência que há uns anos atrás a probabilidade de isso poder acontecer era pouco superior a zero e hoje já é bastante mais alta e já estamos publicamente a discutir o assunto.


Quando uma pessoa está afogada em dívidas restam-lhe dois caminhos. Ou passa a ganhar mais dinheiro para pagar as dívidas, ou passa a gastar menos para ficar com mais rendimento disponível para fazer face aos seus compromissos. Ora com os países passa-se a mesma coisa, mas no caso português ganhar mais dinheiro não parece ser solução viável porque há uma década que Portugal não cresce. Também não parece fácil o caminho do simples corte na despesa, mas é o caminho possível para já.


Uma coisa é certa não vale a pena gritar que a culpa tem de ver com os desmandos dos últimos vinte anos. O que tem de ser feito imediatamente é dar um sinal visível que tranquilize os nossos credores, com medidas claras de controlo das finanças e se possível medidas que promovam também o crescimento económico. A não ser assim todos terão de entender que permaneceremos à beira do precipício já a levantar o pé para o “grande e decisivo passo em frente”.



José Manuel Duarte
jduarte@mundoportugues.org

 

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Contas da Campanha Presidencial

SIC

25/01/2011

 

 

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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

SportTV - José Mourinho é eleito o Melhor Técnico de 2010 / FIFA 2010

 

José Mourinho

eleito

o Melhor Técnico de 2010

 

 

 

 

 


 

 

foto retirada da net

I
informação
11-Jan-2011

Mourinho

o Treinador que Derruba Definições

por Manuel Queiroz ,

Publicado em 11 de Janeiro de 2011

 

Depois do Special One já não se aceita a célebre definição de Platini, segundo a qual o treinador valeria 15% dos êxitos da equipa

 

Num país que tem poucos campeões da Europa ou do Mundo, José Mourinho é um caso à parte. É um campeão de tudo, a começar pela comunicação - agradeceu em português e como um "orgulhoso português" na cerimónia de ontem no Palácio dos Congressos de Zurique - e a acabar nos seus inúmeros títulos no desporto mais competitivo do mundo. Ontem ganhou o prémio de Melhor Treinador do Mundo, instituído pela primeira vez pela FIFA, que manda em todo o jogo.

No futebol esta foi a década de Mourinho, e não só pelos títulos. Até aparecer o Special One, aceitava-se, ainda que com algumas variações, a célebre definição de Michel Platini, segundo a qual um treinador valeria aí 15% dos êxitos de uma equipa.

Depois de José Mourinho, essa definição está ultrapassada, laminada por uma personalidade única, talvez irrepetível. Um treinador já não é apenas um líder de uma equipa, é um personagem que estende a sua influência para além do campo de jogo. Não é só um líder, é um herói que nunca ganha convencionalmente ou só porque tem melhores jogadores. Descobre-se sempre mais qualquer coisa. Sempre centrado no jogo - nunca se alarga para a política ou para outra área qualquer -- mas comunica de uma forma que as pessoas querem ouvir, comentam, se interessam. E gosta - ó, se gosta - de ser admirado.

É uma personalidade magnética que não se limita a ganhar, domina o mundo à volta, atrai os holofotes. Não é o herói épico, é às vezes um Dom Quixote, outras o Grande Gatsby, mas sempre o herói que subverte códigos, não aquele que se redime pelo supremo sacrifício. É um herói que aceita muitas vezes ser vilão, porque tem sempre um objectivo claro, que persegue, e só esse lhe interessa realmente. E a esse sacrifica quase tudo. Nisso tem muito de Pinto da Costa.

Os seus interesses mandam sempre, mesmo que isso não seja o máximo que se pode dizer de um desportista. Mas ele não é um desportista, é um profissional. Na alta competição, ser desportista e ser profissional são conceitos que muitas vezes se opõem.

Mas ser profissional, para Mourinho, é ser afectivo, é criar uma relação com os outros, com os seus jogadores, que lhe devotam uma admiração que chega a ser idolatria. Até porque ele os escolhe - quer, normalmente, gente com vontade férrea. As estrelas, os génios só lhe interessam se se puserem ao seu serviço, porque ele garante que será capaz de lhes dar uma equipa. Ele faz a equipa, como líder incontestado. Não sabe tudo, e ouve os seus colaboradores, mas comanda tudo. Decide.

É o contrário do português suave. É o português sem medo, que sabe que em Inglaterra, ou em Itália ou em Espanha, um português não é aceite, impõe-se. E um pouco de show off, impecavelmente encenado, também ajuda num espectáculo hipermediático chamado futebol.

Filho de um guarda-redes, Mourinho comeu futebol desde que nasceu. Não deu para jogador, felizmente...

 

http://www.ionline.pt/conteudo/97863-mourinho-o-treinador-que-derruba-definicoes

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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

"10 milhões não se deixarão ir ao fundo"

 

 

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

António Pedro Ferreira

 

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)

8:00 Terça feira, 4 de Janeiro de 2011

 

A entrevista com Henrique Medina Carreira foi marcada no pressuposto de que se falaria essencialmente dos aspetos positivos do país.

ex-ministro das Finanças aceitou, escudou-se nos números para rebater a fama de pessimista e disse que Portugal tem solução.

http://aeiou.expresso.pt/10-milhoes-nao-se-deixarao-ir-ao-fundo=f623870

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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

Atestar o depósito em Espanha custa menos 13,44 euros que em Portugal

 

 

 

SAPO NOTÍCIAS

07 de Janeiro de 2011, 15:02

 

Um condutor que ateste o depósito em Espanha com 60 litros de gasolina 95 paga em média menos 13,44 euros que em Portugal, indicam os dados mais recentes da Comissão Europeia.

 

O mais recente boletim sobre combustíveis da Direcção Geral da Energia da Comissão Europeia, relativos a 03 de Janeiro, indica que Portugal tem a sétima gasolina 95 mais cara dos 27 países da União Europeia, quase sete cêntimos acima da média europeia e 22,4 cêntimos mais cara que em Espanha.

Os mesmos dados indicam que em Portugal, a 03 de Janeiro, cada litro de gasolina sem chumbo 95 custava em média 1,48 euros. Mais cara que em Portugal só na Grécia (1,593 euros), Holanda (1,579 euros), Bélgica (1,482 euros) e os países nórdicos Dinamarca (1,522 euros), Finlândia (1,493 euros) e Suécia (1,485 euros).

Já na vizinha Espanha, cada litro de gasolina custa 1,256 euros. A diferença de preço de Portugal face a Espanha resulta da carga fiscal, já que sem impostos os preços entre os dois países distam apenas 2,1 cêntimos.

Assim, sem impostos cada litro de gasolina 95 em Portugal custaria 62,03 cêntimos, ou seja mais barata do que os 62,24 cêntimos em Espanha.

De acordo com a Direção Geral de Geologia e Energia, a 03 de Janeiro cada litro de gasolina 95 passou a custar em média 1,48 euros, dos quais 58,3 cêntimos são imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) e 27,7 cêntimos de IVA (que aumentou no início do ano). Ou seja, os impostos têm um peso de 58 por cento no valor total de cada litro.

O vice-presidente da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC) relatou à Lusa um exemplo ainda mais rentável do abastecimento em Espanha.

"Os camiões TIR têm hoje depósitos adaptados de 1000 litros. O que fazem os camionistas? Abastecem fora de Portugal e vêm para cá com os tanques cheios. Poluem, provocam desgaste nas estradas e vão novamente pagar impostos a Espanha nos reabastecimentos", contou António Amaral.

Aos preços actuais, no exemplo do camião com um depósito de gasóleo de 1000 litros, a poupança seria de 90 euros (o litro de gasóleo custa 1,277 euros em Portugal e 1,187 em Espanha).

No último boletim de 2010, a 20 de dezembro (ainda com o IVA antigo), a gasolina portuguesa era a 9ª mais cara (incluindo impostos) enquanto o gasóleo era o 12º mais caro. Aos preços de hoje, Portugal tem a sétima gasolina mais cara com impostos e o 8º gasóleo mais caro.

A ANAREC estima que ao longo do ano de 2010 e no último trimestre de 2009 "a fuga de IVA e ISP para Espanha foi superior a 1.000 milhões de euros", dos quais uma grande parte diz respeito a combustíveis, disse António Amaral.

A gasolina mais barata na Europa é a da Bulgária (1,123 euros por litro). Por outro lado, num dos países com maior rendimento per capita do mundo, o Luxemburgo, a gasolina custa 1,235 euros, ainda mais barata do que os 1,256 de Espanha.


@Lusa


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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Tornado em Tomar

 

Tornado em Tomar

7 de Dezembro de 2010

 

 

TOSIMPLES

 

 

 

(vídeo enviado para a TVI)

Pela espectadora Sofia Cartaxo

 

 

 

(vídeo enviado para a TVI)

Vídeo de electro cardoso e filhos Lda

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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

"Escrevi há sete anos sobre o que está a acontecer em Portugal"

Económico com Lusa
03/12/10 20:00

 

 

 

"Escrevi há sete anos

sobre o que está a acontecer em

Portugal"

 


 

Cavaco afirma que escreveu com sete anos de antecedência aquilo que agora está acontecer em Portugal no domínio da economia.


Cavaco Silva assumiu esta posição perante os jornalistas, antes de participar na XX Cimeira Ibero-Americana, em Mar del Plata, na Argentina, onde também está presente até Sábado o primeiro-ministro, José Sócrates.

 

"Há muito tempo que aponto o rumo que Portugal tem de seguir para conseguir enfrentar as dificuldades.

 

Logo em 2003, quando publiquei um texto intitulado 'Dores de cabeça', escrevi com sete anos de antecedência aquilo que está a acontecer hoje em Portugal", disse.

 

Cavaco Silva destacou perante os jornalistas um segundo artigo da sua autoria, igualmente sobre as condições económicas do País.

 

"Antes de ser Presidente da República, também publiquei um artigo chamado 'A ideia base', em que dizia já nessa altura que Portugal não tinha nenhuma hipótese de se afirmar como país desenvolvido, mais próximo dos níveis de desenvolvimento da União Europeia, se não apostasse no aumento da competitividade, no aumento da produção de bens que concorrem com a produção estrangeira", referiu.

 

Segundo o Presidente da República, tanto ele, na qualidade de chefe de Estado, como o primeiro-ministro, colocam sempre nas cimeiras o tema da cooperação económica.


"Penso que vai produzindo os seus resultados. Hoje, os nossos mercados já não são os dos nossos parceiros tradicionais, mas também a Índia, o Brasil, a China, a Venezuela e a África do Sul e, sobretudo, para Angola, que é actualmente o nosso maior mercado fora da União Europeia", disse.

 

Para Cavaco Silva, estas cimeiras ibero-americanas "são uma oportunidade para conhecer as oportunidades de Portugal".

 

"Neste tempo de crise, que de alguma forma atinge todos, Portugal e Espanha também beneficiarão desta comunidade ibero-americana", acrescentou.

 

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Destaque Económico

 

ECONÓMICO

Data: 03/12/10

 

 

 

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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Krugman: "Os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro".

Económico com Lusa
29/11/10 16:20

 

 

 

Krugman

Grécia, Irlanda e Portugal são meras "tapas",

Espanha é o prato principal


 

"Os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro"

 

 

O Prémio Nobel da Economia diz que Portugal, Irlanda e Grécia não podem, por si só, provocar grandes estragos às perspectivas europeias


 

O economista, referindo-se à crise da dívida pública na zona euro, diz que a Espanha é "o prato principal", enquanto que os outros países (Grécia, Irlanda e Portugal) são meras "tapas".


Krugman refere também que as perspectivas de crescimento da economia espanhola são fracas nos próximos anos e diz que a ausência de cooperação económica se traduz "em incerteza" sobre o futuro das receitas fiscais no maior país da Península Ibérica.


Por isso o economista defende uma "desvalorização interna" dos preços e dos salários para que a economia espanhola recupere a competitividade, realçando ainda que a Espanha teria menos problemas se não tivesse aderido ao euro.


Na sua coluna de opinião no "The New York Times", o Nobel da Economia explica que, em boa parte, os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro, que levou o país à crise da dívida sem poder recorrer a uma desvalorização cambial da sua moeda.


"Deveria a Espanha abandonar o euro e regressar à sua própria moeda? Fá-lo-á? A resposta a ambas as questões é provavelmente não!", diz Krugman.


No entanto, o Nobel da Economia não deixa de alertar para o facto de, actualmente, a Espanha estar "prisioneira" do euro e não ter "nenhuma boa opção" em termos de política económica (desvalorização cambial da moeda) à sua disposição.


Deste modo, Krugman explica que não pode desvalorizar a sua moeda, como no caso dos Estados Unidos e o Reino Unido, a Espanha deve realizar uma "desvalorização interna", mediante o corte dos salários e dos preços.


No entanto, "uma desvalorização interna é uma matéria feia por uma razão: é lenta", adverte o economista, que explica tratar-se de um processo que requer normalmente vários anos de desemprego para baixar os salários, o que representa uma menor entrada de impostos nos cofres do Estado, enquanto que a dívida segue ao mesmo nível, piorando os problemas do sector privado.

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Sábado, 20 de Novembro de 2010

Cimeira da NATO em Lisboa

SIC

 



Cimeira da NATO

 

Lisboa

 


 

Obama diz que quer regressar a Portugal mas não para tantas reuniões

 

 


 

Atenções de todo o Mundo

centradas na

Cimeira da NATO

em Lisboa

 

 

 

 

 


 

Mais de 100 organizações

Anti-NATO

reunidas num único protesto

este Sábado

 

 

 

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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

"Concerto de Santa Cecilia à luz das velas"

 

 

"Concerto

de Santa Cecilia à Luz das Velas"

 

21 de Novembro de 2010 - 18:00H

 

Igreja de Santa Catarina em Lisboa

 

 

Miguel ZinK

Violino

 

 

O solista é um Jovem de 15 anos

 

 

 

 

 

Programa  -

 

 

 

imagem retirada da net

 

Igreja de Santa Catarina

Calçada do Combro, 82

1200-115 LISBOA

 


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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

António Barreto - Fotografias em livro e na Galeria Corrente d'Arte, em Lisboa

SIC

Notícias Cultura

11/11/2010

 

 

Fotografias de António Barreto em livro e na Galeria Corrente d'Arte, em Lisboa

 

 

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Segunda-feira, 8 de Novembro de 2010

Recém-licenciados relançaram fábrica em dificuldades financeiras no Fundão

SIC

Notícias Dinheiro

08/11/2010

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 16 de Outubro de 2010

Fala Futuro 1.0

SIC

Falar Global

16-10-2010

10.10.10

 

 

 

 

 

 


10.10.10

Código genético do Falar Global

18:00 Domingo, 10 de Outubro de 2010

Chegámos à data única e irrepetível do "Fala Futuro - 1.0"10.10.10 . Em comemoração do 5º aniversário do Falar Global30 pessoas respondem a 30 questões, sobre uma mesa que sustenta Portugal como um todo.

http://aeiou.expresso.pt/101010-codigo-genetico-do-falar-global=f608325

Falar Futuro é Falar Global

 

10.10.10 , a data única e irrepetível do Fala Futuro 1.0 é inspirada no código binário, combinação de zeros e uns, que faz parte da génese de toda a evolução informática, representando um marco na história da humanidade. Esta é a essência do nosso programa. Antecipar o futurofazer o futuro hojeindicar caminhos nunca revelados e desvendarrostos e projectos desconhecidos. Lançar novos temas de reflexão para a opinião públicaLiderar o debate. Em 5 anos criámos um espaço próprio com a marca Falar Global. Para assinalar o quinto aniversário queremos fazer algo que jamais tenha sido feito em Portugal e que, simultaneamente, seja o código genético deste programa.

 

GIC - O jogo está em marcha, ainda pode ganhar semanalmente iPad´s e iPod´s, inscreva-se!

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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Imprensa - As Escolhas de Bomsensoamiguinhos

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