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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

30
Dez08

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

bomsensoamiguinhos
  
Tudo indica que o Ano de 2009
vai entrar com muitos problemas…
Económicos, Financeiros, Sociais …
a nível nacional e a nível global.
 
Portugal,
terá certamente que se ajustar...
Definir um Rumo Muito Claro
a Bem das Gerações Futuras.
 
O Nosso País precisa de Muitos Pequenos Passos
Todos com uma Mesma Direcção e Sentido.
 
Não devemos duvidar das capacidades dos portugueses
que já têm dado provas suficientes de que são capazes
sempre a que a isso se dispõem ...
quando surge uma determinada vontade...
ou quando a necessidade assim os obriga....
 
Temos de facto problemas!
Encontro 

Algum Desanimo tanto no Litoral como no Interior...

Falta uma definição clara e bem delineada
dum verdadeiro rumo... com objectivos realistas...
Demasiada ignorância e desinteresse,
Algum oportunismo...,
Enorme desperdício de oportunidades...
Fraca vontade de dar exemplos claros e inequívocos
a estes cerca de dez milhões portugueses
no sentido de os motivar a caminhar todos no mesmo sentido
criando e incutindo mentalidades menos egoístas...
em que muitos se acham apenas com direitos
sem qualquer sentido de obrigações...
 
A História mostra-nos que neste País
tivemos momentos Altos e momentos muito Maus…
contudo também nos prova e revela
--> que é nos momentos altos que a ostentação exagerada
nos leva ao desperdício total não se prevenindo o futuro...
--> que é nos momentos de dificuldade
que por vezes a necessidade e a imaginação
nos ajuda a inverter o percurso.
 
Em fim...
talvez a nossa História tenha ainda muito mais para nos ENSINAR
se tivermos disposição e vontade para APRENDER
em vez de apenas dizer mal por DIZER
e desdenhar por DESDENHAR...
 
30 de Dezembro de 2008  0:15
Anilady

 bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

29
Dez08

Portugal - Presidente da República - Intervenção - Estatuto Politico-Administrativo dos Açores

bomsensoamiguinhos

 

PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

www.presidencia.pt/

 

 

Imagem ampliada

 

Declaração do Presidente da República

sobre a

Promulgação do

Estatuto Político-Administrativo dos Açores

 

 

 
Palácio de Belém, 29 de Dezembro de 2008
 
 
A lei que aprovou a revisão do Estatuto dos Açores, que tinha sido por mim vetada, foi, no passado dia 19, confirmada pela Assembleia da República sem qualquer alteração.
 
Isto é, não foram acolhidas, pela maioria dos deputados, as duas objecções que por mim tinham sido suscitadas.
 
É muito importante que os portugueses compreendam o que está em causa neste processo.
 
Este não é um problema do actual Presidente da República.
Não é tão-pouco uma questão de maior ou menor relevo da autonomia regional.
 
O que está em causa é o superior interesse do Estado português.
 
O Estatuto agora aprovado pela Assembleia da República introduz um precedente muito grave: restringe, por lei ordinária, o exercício das competências políticas do Presidente da República previstas na Constituição.
 
De acordo com uma norma introduzida no Estatuto, o Presidente da República passa a estar sujeito a mais exigências no que toca à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores do que para a dissolução da Assembleia da República.
 
Nos termos da Constituição, a Assembleia da República pode ser dissolvida pelo Presidente da República ouvidos os partidos nela representados e o Conselho de Estado.
 
Para dissolver a Assembleia Legislativa dos Açores, o Presidente da República terá que ouvir, para além dos partidos nela representados e o Conselho de Estado, o Governo Regional dos Açores e a própria Assembleia da Região.
 
Trata-se de uma solução absurda, como foi sublinhado por eminentes juristas.
 
Mas o absurdo não se fica por aqui.
 
A situação agora criada não mais poderá ser corrigida pelos deputados.
Uma outra Assembleia da República que seja chamada, no futuro, a uma nova revisão do Estatuto vai estar impedida de corrigir o que agora se fez.
 
Isto porque foi acrescentada ao Estatuto uma disposição que proíbe a Assembleia da República de alterar as normas que não tenham sido objecto de proposta feita pelo parlamento dos Açores.
 
Quer isto dizer que a actual Assembleia da República aprovou uma disposição segundo a qual os deputados do parlamento nacional, que venham a ser eleitos no futuro, só poderão alterar aquelas normas que os deputados regionais pretendam que sejam alteradas.
 
Os poderes dos deputados da Assembleia da República nesta matéria foram hipotecados para sempre.
 
Como disse, não está em causa qualquer problema do actual Presidente da República.
 
A Assembleia Legislativa dos Açores, em 30 anos de autonomia, nunca foi dissolvida e não prevejo que surjam razões para o fazer no futuro.
 
O que está em causa é uma questão de princípio e de salvaguarda dos fundamentos essenciais que alicerçam o nosso sistema político.
 
E não se trata apenas de uma questão jurídico-constitucional. É muito mais do que isso.
 
Está também em causa uma questão de lealdade no relacionamento entre órgãos de soberania.
 
Será normal e correcto que um órgão de soberania imponha ao Presidente da República a forma como ele deve exercer os poderes que a Constituição lhe confere?
 
Será normal e correcto que a Assembleia da República imponha uma certa interpretação da Constituição para o exercício dos poderes presidenciais?
 
É por isso que o precedente agora aberto, de limitar o exercício dos poderes do Presidente da República por lei ordinária, abala o equilíbrio de poderes e afecta o normal funcionamento das instituições da República.
 
O exercício dos poderes do Presidente da República constantes da Constituição não pode ficar à mercê da contingência da legislação ordinária aprovada pelas maiorias existentes a cada momento.
 
Por que é que a Assembleia da República não alterou o Estatuto apesar de vozes, vindas dos mais variados quadrantes, terem apelado para que o fizesse, considerando que as objecções do Presidente da República tinham toda a razão de ser?
 
Principalmente, quando a atenção dos agentes políticos devia estar concentrada na resolução dos graves problemas que afectam a vida das pessoas?
 
Foram várias as vozes que apontaram razões meramente partidárias para a decisão da Assembleia da República.
 
Pela análise dos comportamentos e das afirmações feitas ao longo do processo e pelas informações que em privado recolhi, restam poucas dúvidas quanto a isso.
 
A ser assim, a qualidade da nossa democracia sofreu um sério revés.
Nos termos da Constituição, se a Assembleia da República confirmar um diploma vetado pelo Presidente da República, este deverá promulgá-lo no prazo de 8 dias.
 
Assim, promulguei hoje o Estatuto Político-Administrativo dos Açores.
Assumi o compromisso de cumprir a Constituição e eu cumpro aquilo que digo.
 
Mas nunca ninguém poderá alguma vez dizer que, confrontado com o grave precedente criado pelo Estatuto dos Açores, não fiz tudo o que estava ao meu alcance para defender os superiores interesses do Estado.
 
Nunca ninguém poderá dizer que não fiz tudo o que estava ao meu alcance para impedir que interesses partidários de ocasião se sobrepusessem aos superiores interesses nacionais.
 
Como Presidente da República fiz, em consciência, o que devia fazer.
 
29
Dez08

Euro - Evento - Exposição

bomsensoamiguinhos

 banco de portugal

www.bportugal.pt/

EXPOSIÇÃO: “EURO, A NOSSA MOEDA” 
  5 a 30 de Janeiro de 2009
  Ministério das Finanças, Lisboa

 

Exposição: “Euro, a nossa moeda”

   

 

A Comissão Europeia, em colaboração com o Banco de Portugal e o Ministério das Finanças e da Administração Pública, apresenta durante o mês de Janeiro de 2009 uma exposição sobre o Euro, associando-se à celebração do 10º Aniversário da União Económica e Monetária e da criação do Euro.

 

A exposição estará patente no Átrio do Ministério das Finanças, na Praça do Comércio, em Lisboa, e pode ser visitada diariamente das 8 às 20 horas, de 5 a 30 de Janeiro de 2009.

 

A entrada é livre.

 

29
Dez08

Cultura - Curiosidades

bomsensoamiguinhos

"É verdade que aqui no Hemisfério Sul a água desce pelo ralo sempre no sentido anti-horário e no hemisfério norte acontece o inverso?


Sim

 

No Hemisfério Sul, a água desce pelo ralo sempre no sentido anti-horário.

Se estivéssemos no hemisfério norte, o turbilhão viraria para o lado oposto.

A explicação para este fenômeno foi dada pelo matemático francês Gaspard Gustave de Coriolis (1792-1843).

Ele observou que o percurso dos objetos sofre um leve desvio em sistemas de rotação uniforme, como a Terra.

Nosso planeta gira do oeste para o leste, mas sua velocidade rotacional é muito mais lenta nas extremidades. Por  causa disso, um objeto que se desloca dos pólos para o Equador tenderá a mudar sua trajetória um pouco para oeste. No norte, isto significa virar à direita e no sul, à esquerda. "

 

Guia dos Curiosos

28
Dez08

Cultura - Escritor - Lobo Antunes - Prémio Literário

bomsensoamiguinhos

Diário Digital domingo, 28 de Dezembro de 2008 | 14:27

 

 Lobo Antunes: «Livros em Portugal são indecentemente caros»

  

O escritor António Lobo Antunes considerou sábado, no Porto, que os livros em Portugal são «indecentemente caros», referindo que «há países com maior poder de compra, onde são muito mais baratos», como Alemanha, Holanda e Noruega.

  

O autor de «Arquipélago da Insónia», publicado este ano e que já vai na sétima edição, falou durante a cerimónia em que recebeu o Prémio Clube Literário do Porto, com um valor pecuniário de 25 mil euros.

  

Lobo Antunes, de 68 anos, foi apresentado pelo jornalista, comentador e professor Carlos Magno como um autor que «escreve sobre a contemporaneidade como poucos o fazem neste País», fazendo uso de uma «ironia absolutamente a toda a prova».

  

O escritor disse que não podia deixar de estar no Porto para receber o prémio, por ter «uma dívida de gratidão muito grande para com a cidade», que vem do tempo em que esteve internado num hospital lisboeta, a lutar contra um cancro. «Quando, há dois anos, estive muito doente, recebi sete, oito mil cartas e a maior parte eram do Porto. Isso é uma coisa que nunca poderei pagar», explicou.

Cont...diariodigital.sapo.pt/news.asp

28
Dez08

Poema - FLORBELA ESPANCA - Ser Poeta

bomsensoamiguinhos

 

Ser Poeta

 

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Florbela Espanca

27
Dez08

Ciência Polar - Investigadores Portugueses - Estudo Alterações Climáticas na Antárctida

bomsensoamiguinhos

DN Online

Sábado, 27 de Dezembro de 2008

dn.sapo.pt/2008/12/27/ciencia/estudar_alteracoes_climaticas_antarc.html

 

Estudar as alterações climáticas na Antárctida

FILOMENA NAVES

 

Ciência polar. Gonçalo Vieira, coordenador do projecto português Permantar, cujo objectivo é estudar o solo gelado das ilhas Livingston e Deception, junto à península da Antárctida, fazendo medições de temperatura e análises de geomorfologia, está de partida para o Pólo Sul. Só regressa em Fevereiro

Investigadores portugueses estão em projectos no Pólo Sul

Na Antárctida é agora Verão, embora a temperatura não ultrapasse os 5 graus Celsius durante o dia. Para Gonçalo Vieira, investigador do Centro de Estudos Geográficos (CEG) da Universidade de Lisboa, este é o tempo certo para partir rumo às ilhas Livingston e Deception, nas Shetland do Sul, situadas junto à Península da Antárctida. Esta é a sua terceira campanha naquela região gelada do Sul do planeta, mas será a primeira como coordenador de um projecto financiado por Portugal (o Permantar) naquelas paragens. A partida está marcada para 3 de Janeiro

O objectivo da missão, que se prolonga até final de Fevereiro, está traçado. Juntamente com uma equipa espanhola da universidade de Alcalá de Henares, com a qual Gonçalo Vieira já trabalhou na mesma região, o investigador português vai aprofundar o trabalho que já ali realizou em anos passados.

 

Cont. dn.sapo.pt/2008/12/27/ciencia/estudar_alteracoes_climaticas_antarc.html

 

27
Dez08

Crise - Económica Internacional - Nobel da Economia - Paul Krugman

bomsensoamiguinhos

 

IOL Diário

diario.iol.pt/economia/nobel-krugman-crise-financeira-madoff-turbulencia-obama/1026951-4058.html

 

O economista Paul Krugman, mais recente prémio Nobel da Economia, acredita que o fim da actual crise está «distante».

 

De acordo com a agência Lusa, o especialista antevê o surgimento de novos escândalos financeiros como o de Bernard Madoff e de mais nacionalizações de bancos.
 
Em entrevista à rádio espanhola Cadena Ser, Paul Krugman afirma que «a crise é pior do que inicialmente pensado» e acredita que a actual crise será a pior desde a depressão de 1932.
 
O Nobel da Economia considerou ainda muito provável a revelação de novos escândalos como a fraude de 50 mil milhões de dólares (35,6 mil milhões de euros) de Bernard Madoff.
 
«Quase de certeza que vamos ver mais situações deste tipo, porque quando a casa cai encontram-se esqueletos nos armários», afirmou.
 
Paul Krugman descreveu ainda como «necessária» a decisão da baixa das taxas de juro pela Reserva Federal dos Estados Unidos para um intervalo entre 0 e 0,25 por cento, afirmando que «a melhor forma de evitar uma depressão deste tipo é responder cedo e com agressividade».
 
As dificuldades de Obama
 
O economista considerou ainda que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, não terá uma tarefa fácil no futuro imediato e mostrou a sua preocupação quanto à rapidez da aplicação do pacote de medidas avançadas por Obama para revitalizar o mercado de trabalho e criar emprego.
 
«É muito difícil implementar um programa deste tipo em menos de seis meses», disse.
 
Paul Krugman acredita também que a administração de George W. Bush não tem ajudado muito na resolução dos problemas e considera que Bush não foi um bom presidente «nem do ponto de vista económico, nem de qualquer outro ponto de vista».

 

27
Dez08

Cultura - Escritor - António Lobo Antunes - Frase

bomsensoamiguinhos

 

 

"Faz-me imensa confusão a polémica crítica versus escritores. Para, o problema é muito simples: a maior parte dos escritores não sabem escrever e a maioria dos críticos não sabe ler. E também há muita ignorância e má-fé de parte a parte. A sensação que tenho é que ando há que tempos a ensinar os meus críticos a ler e eles não há meio de aprenderem." 

 

António Lobo Antunes

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