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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

30
Dez09

"Temos um défice assustador"

bomsensoamiguinhos

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

20
Dez09

Neve e frio paralisam a Europa

bomsensoamiguinhos

 

SAPO NOTÍCIAS

20 de Dezembro de 2009, 15:46

 

Neve e frio
paralisam a Europa em vésperas do Natal
 

 

 

 

 

 

Milhares de europeus ficaram bloqueados em comboios, estações, estradas e aeroportos este domingo devido à queda de neve e à onda de frio que assola o continente e já provocou a morte de vários sem-abrigo.

A temperatura atingiu os 33,6ºC negativos, na madrugada de sábado, na Baviera (sul da Alemanha).
Na Polónia, 15 pessoas morreram no sábado.
Em França, onde a madrugada deste domingo foi uma das mais frias do ano, com -24ºC a leste do país, um desempregado de 36 anos foi encontrado morto na sua caravana perto de Arras (norte), assim como um sem-abrigo polaco em Marselha (sul).
Dois homens, de 19 e 43 anos, foram encontrados mortos no sudeste da Áustria.
Na Alemanha, o corpo de um sem-abrigo de 46 anos foi descoberto em Mannheim, no sudoeste do país.
A circulação dos comboios Eurostar entre Londres e Paris, bloqueada desde a noite de sexta-feira e que obrigou 2.000 pessoas a passar a noite no túnel da Mancha, continua paralisada este domingo.
"Ainda é cedo para dizer se os comboios voltarão a funcionar amanhã (segunda-feira)", declarou uma porta-voz da empresa. Segundo a Eurostar, 24.000 pessoas estão actualmente retidas dos dois lados do Canal da Mancha.
Outros comboios de alta velocidade (TGV, sigla em francês) de França circulavam a 220 km/h na manhã deste domingo, em vez de atingirem os mais de 300 km/h habituais. O tráfego ferroviário continuava muito perturbado no norte da França, na Bélgica, na Holanda e na Áustria.
Os aeroportos de Bruxelas, Charleroi e Liège, na Bélgica, pararam de funcionar por causa da neve.
O tráfego no aeroporto de Dusseldorf, terceiro mais importante da Alemanha, foi encerrado hoje devido a fortes nevões, informaram as autoridades aeroportuárias.
No Reino Unido, a operadora BAA alertou para o risco de atrasos e cancelamentos em Heathrow, o maior aeroporto do país. O aeroporto de Manchester (norte da Inglaterra), anunciou o seu encerramento no fim da manhã.
Em Paris, no aeroporto internacional de Roissy-Charles-de-Gaulle, 40% dos vôos previstos da parte da manhã deste domingo foram cancelados preventivamente no sábado, assim como 20% dos vôos previstos para a tarde.
O frio e a neve também atingiram o sul da Europa. Várias regiões do norte e do centro de Portugal estão em estado de alerta e o tráfego aéreo continuava muito perturbado no aeroporto internacional de Madeira.
AFP/SAPO

 

 

20
Dez09

Cimeira de Copenhaga

bomsensoamiguinhos

DN -  19 Dez 2009

 

 
Controvérsias Científicas
e as razões para a
Urgência
 
LUÍS NAVES

 

 

Controvérsias científicas e as razões para a urgência

 

A opinião pública tem motivos para desconfiar da informação sobre alterações climáticas: o assunto é complexo, e a contaminação política aumentou a confusão. O Inverno frio parece desmentir a ideia de aquecimento global.

 

A urgência política da Cimeira de Copenhaga tem a ver com acu- mulação de provas científicas sobre alterações climáticas que resultam da acção do homem. Existe aumento do teor de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera e das temperaturas globais, mas a politização da informação criou grande confusão na opinião pública.

 

As manifestações de ambientalistas radicais a baterem-se à porta da cimeira ou o Inverno frio não ajudaram a esclarecer as pessoas. No fundo, Copenhaga serve para discutir a aceleração da criação de uma nova economia, que dependerá menos da queima de combustíveis fósseis. A questão está em saber se a transição virá a tempo de evitar uma subida descontrolada das temperaturas do planeta.

 

Os cépticos das mudanças climáticas afirmam que há explicações benévolas para os dados científicos. Nas vésperas da cimeira de Copenhaga, foram divulgados mails roubados a cientistas por elementos desconhecidos. E a leitura sugeriu uma conspiração fraudulenta para provar o aquecimento global.

 

Os autores dos mails explicaram que estes estavam descontextualizados, mas isso não foi suficiente para evitar o escândalo mediático, o chamado climategate. A direita republicana americana aproveitou para tentar desacreditar a política da Casa Branca de propor cortes modestos na produção de gases com efeito de estufa.

 

Em tudo isto, onde estão os mitos e os factos?

 

Vejamos alguns dos conceitos que têm sido mais referidos:

 

Efeito de estufa
 

Este efeito está na origem do aquecimento do planeta. Parte da energia solar é reflectida e regressa ao espaço, outra fatia é absorvida pelas nuvens; 55% atravessam a atmosfera e 4% são ainda reflectidas pela superfície. Esta última parcela deveria regressar ao espaço, mas as suas radiações infravermelhas são absorvidas pelos gases com efeito de estufa, sendo os mais importantes o dióxido de carbono e metano, ambos com abundante produção humana após a revolução industrial do século XVIII.

 

A desflorestação e queima de combustíveis fósseis também contribuíram para aumentar o fenómeno. Um dos grupos mais perigosos de gases com efeito de estufa, os clorofluorocarbonos, viram o consumo mundial ser reduzido por um acordo que serviu para reparar a camada de ozono.

Em 1700, a concentração atmosférica de dióxido de carbono era de 280 partes por milhão; hoje, é superior a 380. O metano também está a crescer depressa, o que será agravado com o degelo do permafrost setentrional. Os cientistas não têm dúvidas: mais dióxido de carbono e metano é igual a maior absorção da energia solar, logo, a maior temperatura.

 

Temperaturas

 

O estudo do clima é feito por medições sistemáticas introduzidas em modelos de computador. São também usados métodos indirectos, nomeadamente sobre a composição atmosférica em núcleos de gelo que podem recuar 800 mil anos, além de alterações em certos locais. Todo o conjunto confirma a noção de alterações rápidas da temperatura. Os modelos sugerem um aumento entre 1 e 3 graus Celsius na temperatura média global.

 

Números compilados pela NASA, disponíveis em

 

http://data.giss.nasa.gov/gistemp/,

 

mostram um aquecimento gradual até à década de 50, onde se encontram os valores com menor desvio da média, seguindo-se um aquecimento mais rápido, com anomalias de 6 e 7 décimas de grau centígrado na actual década. Em 120 anos, as temperaturas médias parecem ter crescido quase um grau centígrado.

 

Os dados não indicam que 1998 tenha sido o ano mais quente, seguido de arrefecimento. Pelo contrário. A actual década foi a mais quente e 2005 o pior ano. Existe outra série de temperaturas, a da universidade britânica agora contestada no caso dos mails, mas o aumento de temperaturas é nesta série ligeiramente inferior ao da NASA.

 

Calotes polares
 

Os cépticos têm sustentado, sem dados sólidos, que a Terra aquece porque o Sol estará numa fase mais quente; outros falam em arrefecimento e dizem que os gelos da Antárctida estão a ficar mais espessos. Há quem afirme que houve aumento nas manchas solares (o que indicaria maior calor) ao longo dos últimos séculos, mas o estudo do Sol é recente e os dados antigos sobre manchas não são fiáveis. Os cientistas dizem que nos últimos 50 anos a actividade do Sol foi estável e, portanto, não está ali a explicação para o aumento recente das temperaturas.

 

Em relação ao gelo, há provas de que o Árctico derrete a ritmo elevado e de que a Antárctida arrefeceu meio grau centígrado entre 1957 e 2006. Há estudos mais antigos que indicam um aquecimento da península Antárctida e arrefecimento no interior do continente.

 

É importante perceber que as mudanças climáticas podem causar arrefecimento de certas regiões, invernos frios, e a Europa é um dos candidatos a tal fenómeno, caso seja interrompida a circulação da corrente no Atlântico Norte, responsável pelo clima ameno dos países europeus. Além do aumento do nível dos oceanos, as mudanças climáticas vão produzir mais fenómenos extremos, como tempestades e secas. O planeta estará entre mais frio e mais quente, terá oscilações de temperatura brutais, haverá quebras na produção agrícola, falta de água potável. É esta a urgência de Copenhaga.


19
Dez09

Sismo: 'Eu Sobrevivi ao Sismo de 2009!'

bomsensoamiguinhos

 

DN -  18 Dez 2009
Dossier
Sismos   

 

Quando as Redes Sociais

Batem os Canais de Notícias
 
EURICO DE BARROS


 Quando as redes sociais batem os canais de notícias

 

 

Quem estivesse no Facebook ou no Twitter na madrugada de quinta-feira ficaria rapidamente mais bem informado sobre o sismo do que quem estivesse dependente da televisão.

 

'Eu Sobrevivi ao Sismo de 2009!' (mais de 6 mil fãs ontem à noite) e 'Pessoas que não Sentiram o Sismo de 2009' (mais de mil fãs, idem) são dois dos grupos de fãs que se formaram no Facebook, muito pouco tempo depois do sismo sentido em Portugal na madrugada de quinta-feira, registado e comentado em tempo real na Internet.

 

As redes sociais bateram as televisões e os títulos online em termos de rapidez de reacção e de quantidade de informação sobre o tremor de terra. E nem é bom falar nos sites institucionais portugueses, nos quais nem sequer se conseguia entrar para saber pormenores sobre o sucedido.

 

Alguns minutos depois do abalo, já havia no Facebook e no Twitter quem tivesse escrito notícias minimamente detalhadas sobre a ocorrência, e colocado links de instituições estrangeiras ligadas à sismologia e aos fenómenos geológicos, onde se podiam ler textos e ver gráficos.

 

A olisipógrafa Marina Tavares Dias, autora da série de livros Lisboa Desaparecida, postou no Facebook, num abrir e fechar de olhos, a capa da revista O Século Ilustrado sobre o tremor de terra de 28 de Fevereiro de 1969, recebida com muitos comentários de congratulações pela velocidade de resposta - e pelo arquivo inesgotável.

 

Entretanto, as televisões generalistas não tugiam nem mugiam, enquanto que os canais de notícias em contínuo avançavam algumas tímidas informações. A RTP N, por exemplo, mantinha no ar um debate sobre futebol.

 

A impressão deixada era que, depois da meia-noite, as estações não têm planos nem agilidade para lidar com emergências destas. ("É por estas e por outras que eu deixei de ver televisão", desabafava um. "Que belos canais de 'notícias' que temos", troçava outro).

 

No Facebook e no Twitter, as pessoas trocavam informações e experiências pessoais do abalo, recordavam o sismo de 1969, sossegavam-se umas às outras, gracejavam ("Foi o governo que caiu e fez este barulho todo", escrevia alguém) e postavam fotografias e links úteis, sobretudo quando as rádios e os títulos online começaram a dar notícias mais desenvolvidas sobre a valente sacudidela que Portugal sentiu.

 

Ontem, no Twitter, comentava um utilizador, sardonicamente: "'Foi o sismo mais intenso dos últimos 40 anos', dizem na SIC, RTP1, TVI. Mas eles só o sentiram muitas horas depois". 

 

 

Ver:

 

DN - Especial
15 grandes questões sobre os sismos
 http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1450671
 
 

 

11
Dez09

MANOEL DE OLIVEIRA

bomsensoamiguinhos

 

P A R A B É N S !!!

 

Manoel de Oliveira

 

Pelos

 

101 Anos

 

 

Foto retirada da NET

 

Manoel Cândido Pinto de Oliveira

Porto, 11 de Dezembro de 1908

 

 

Realizador mais velho do mundo em actividade, e

autor de trinta e duas longas-metragens

 

♦♦♦

 

Aconteceu em 2008

 

Vídeo

 

http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1056601

 

 

 

Post de bomsensoamiguinhos:

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/7157.html

 

 

01
Dez09

Tratado de Lisboa entra agora em vigor

bomsensoamiguinhos

 Sapo Notícias

 

 

Os 27 países da União Europeia podem suspirar de alívio: depois de dois anos de hesitações, o Tratado de Lisboa entra agora em vigor. Palco da assinatura em 2007, Lisboa volta a estar no centro das atenções: as comemorações do 'dia 1 do Tratado' arrancam esta terça-feira, ao final da tarde, junto à Torre de Belém.

 

A escolha do local para as comemorações não é inocente: a Torre de Belém fica a escassos metros do Mosteiro dos Jerónimos, onde, a 13 de Dezembro de 2007, os 27 líderes da União Europeia se reuniram para assinar o Tratado de Lisboa. Mas ao contrário do que aconteceu na altura, desta vez, o número de convidados será bem menor.

 

Lado a lado com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e o Primeiro-Ministro, José Sócrates, estarão apenas as figuras de proa da União Europeia: desde o Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, até aos recém-nomeados Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e a Alta Representante para a Política Externa e de Segurança, Catherine Ashton.
 

  

Dois anos de hesitações e obstáculos
Apoiantes irlandeses do movimento pelo 'Sim' ao Tratado de Lisboa (Foto: Getty Images)Depois de assinado, o Tratado de Lisboa teve de a barreira da ratificação pelos 27 estados-membros - processo que envolveu hesitações e recuos por parte de alguns estados.
A larga maioria ratificou o Tratado por via parlamentar, sem recorrer a um referendo popular. A excepção à regra foi a Irlanda, que depois de um primeiro ‘não’ ao Tratado em Junho de 2008, acabou por dizer ‘sim’ já em Outubro deste ano.
Também na Polónia e na República Checa, a ratificação foi sucessivamente adiada. Varsóvia cedeu em Outubro, depois de garantir que as leis polacas não seriam ‘esvaziadas’ pela Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. Já a República Checa foi a última a ceder: depois de sucessivos obstáculos levantados pelo presidente Vaclav Klaus, eurocéptico, acabou por assinar o Tratado de Lisboa já no início do mês passado.
 
 
Tratado em vigor. E agora?
O Parlamento Europeu, em Bruxelas (Foto: Reuters)Embora só agora entre em vigor, algumas das novidades introduzidas pelo Tratado de Lisboa já estão em marcha. É o caso, por exemplo, da criação dos novos cargos de Presidente do Conselho Europeu e de Alta Representante para a Política Externa e de Segurança - cargos para os quais, no mês passado, já foram escolhidos titulares.
 
Por causa do Tratado de Lisboa, o número de Comissários que vão acompanhar Durão Barroso na Comissão Europeia é também mais pequeno, tal como o próprio número de eurodeputados com assento no Parlamento Europeu. Entre outras mudanças de fundo, destaque ainda para a mudança das regras nas votações e a redistribuição de competências dentro da União Europeia.
 
 

 

 

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