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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

30
Jul10

Morreu António Feio

bomsensoamiguinhos

 

SIC

Publicação: 30-07-2010 00:20
Última actualização: 30-07-2010 01:23

Morreu

o actor e encenador

António Feio

Morreu esta quinta-feira o actor e encenador António Feio às 23h25, no Hospital da Luz, em Lisboa. António Feio, 55 anos, estava internado desde a passada terça-feira, sofria de um câncro no pâncreas.

 

 


 

 

 

António Feio

 

Actor e Encenador Português

(Lourenço Marques, 6 de Dezembro de 1954)

http://cinema.sapo.pt/pessoa/antonio-feio/biografia

 

 

Portugal

 

 

 

Ver:


António Feio - Mensagem Poderosa

SEXTA-FEIRA, 19 DE MARÇO DE 2010

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/175008.html

 

 


29
Jul10

Mohamed Azzim - Impérios e multinacionais desenvolvem-se de forma semelhante

bomsensoamiguinhos

 

2010-07-26

Professor do ISCTE distinguido por estudo sobre multinacionais

Mohamed Azzim recebe prémio Emerald por artigo que compara empresas a impérios

 

Mohamed Azzim é professor no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa)

 

Mohamed Azzim é professor no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa)

 

 

Impérios e multinacionais desenvolvem-se de forma semelhante e apoiam-se fortemente na superioridade dos seus conhecimentos. Este foi o ponto de partida da investigação de Mohamed Azzim, que mereceu um prémio Emerald, atribuído aos artigos mais influentes em economia e gestão.

O trabalho do professor do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), desenvolvido na Universidade de Harvard em parceria com Mark Casson e Peter Buckley, compara os impérios com as empresas multinacionais que exploram os seus conhecimentos para obter vantagens e apropriar-se de territórios ocupados por terceiros.

 

O estudo, explicou à Lusa Mohamed Azzim, debruçou-se sobre a teoria da internalização - que constitui o paradigma dominante de análise das multinacionais - tornando-a mais abrangente.

O artigo «Extending internalisation theory: From the multinational enterprise to the knowledge-based empire» recupera os princípios da teoria da internalização para explicar a existência e declínio dos impérios.

“A base de partida é que evoluem da mesma forma, embora não se possam aplicar todos os princípios da economia clássica porque enquanto as empresas desenvolvem a sua actividade num contexto de mercado organizado, os impérios fazem-no num contexto não organizado. Há guerras para se apropriarem de territórios no exterior e controlá-los.

Os investigadores consideram que o factor decisivo para o sucesso dos impérios é o conhecimento civil e militar, enquanto o declínio surge quando o investimento no desenvolvimento destes conhecimentos fica abaixo do que seria necessário.

As conclusões são suportadas pela análise das causas de ascensão e declínio em 14 impérios, incluindo o português. Neste caso, são apontados como factores de crescimento as capacidades de navegação e construção de navios, a tecnologia de minas e o patrocínio real, enquanto o fraco investimento na defesa e a dimensão do país são considerados factores de declínio.

 

 

 

Azzim analisou as causas de ascensão e declínio em 14 impérios, incluindo o português

 

 

A obsolescência do conhecimento é associada ao declínio e queda dos impérios, seja porque o conhecimento se mantém actual, mas a superioridade é anulada (surgindo imitações, por exemplo), seja porque surgem novos conhecimentos que tornam os anteriores obsoletos.

 

“A queda dos impérios tem sido uma constante ao longo do tempo”, salientou Mohamed Azzim, acrescentando que“normalmente há um conjunto de factores que confluem e que levam à cegueira dos próprios impérios quanto as suas fragilidades”. E isso também acontece às empresas.

 

Apesar de ter sido desenvolvida por economista, a teoria “acaba por ser útil para historiadores, geógrafos e académicos de várias áreas”, considerou o professor do ISCTE.

As aplicações podem estender-se à análise do desenvolvimento dos impérios corporativos, adaptando alguns dos conceitos, já que as multinacionais corporate desenvolvem “actividade num mercado onde existem leis”.

O trabalho de Mohamed Azzim foi publicado na International Business Review e escolhido pela editora científica especializada Emerald entre mais de 15 mil artigos de economia e gestão. Todos os anos, a Emerald seleciona os 50 artigos considerados mais influentes aos quais atribui prémios de citação de excelência.

15
Jul10

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

bomsensoamiguinhos

 

Resposta a Dylan, no Post "Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola"

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/213100.html

 

Dylan,

Agradeço o seu novo comentário.

Concordo com o mesmo,  especialmente quando diz:


"Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias político-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra"

 

de facto a situação em que o país se encontra não é a melhor...

 

 

Em 30 DE DEZEMBRO de 2008

 

bomsensoamiguinhos antevendo o agravamento da situação em que o país se encontrava... publicou um "pensamento de momento" em Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos.


onde dizia 

 

"...Portugal, terá certamente que se ajustar... Definir um Rumo Muito Claro a Bem das Gerações Futuras…"

 

 

 

Em  3  JAN 2009 publicou outro


 

onde dizia

    " Neste fase da história de Portugal,  seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial. ...

    Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente... daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos... que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis..."


    Este é o momento em que Portugal e a Europa precisam de Grandes Estadistas!

     

     

     

    Dylan, os seus comentários e observações... são muito bem vindos neste espaço

    {#emotions_dlg.smile}

     

    Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

     

     

    {#emotions_dlg.ok}

    Bomsensoamiguinhos

    15
    Jul10

    Citações - Homem rico / Homem Pobre

    bomsensoamiguinhos

     

     

     

    "O homem mais rico

     

    é o homem mais económico,

     

    e o mais pobre o avarento"

     

     

     

    Le plus riche des hommes, c'est l'économe : le plus pauvre , c'est l'avare.

    Oeuvres completes de Chamfort‎ - Tome Seconde,
    Página 30, de Sébastien-Roch-Nicolas Chamfort - 1812

     

    Chamfort, Sébastien-Roch

     



     

    Nicolas de Chamfort,

    pseudônimo de Sébastien Roch Nicolas

    (6 de abril de 1741 (?)- 13 de abril de 1794).

    Escritor e humorista francês


    14
    Jul10

    Portugal visto aos olhos dos jornais FT, WSJ e NY Times

    bomsensoamiguinhos

    Económico

    14/07/10 13:20

    Imprensa

    Portugal

    visto aos olhos dos jornais

    FT, WSJ e NY Times

    Eudora Ribeiro
    14/07/10 13:20

     

     

    Será difícil encontrar um dia em que Portugal tenha direito a tantos caracteres em jornais de referência internacionais.


    Por razões diferentes, Portugal tem hoje direito a longos artigos no britânico Financial Times (FT) e nos americanos WSJ e New York Times.

     

     

    FT: Sócrates, o "optimista inveterado"

     

    O Financial Times dedica hoje seis páginas a Portugal num suplemento especial, que conta com uma entrevista ao primeiro-ministro português José Sócrates.

    Escreve o jornal britânico que a campanha portuguesa para acelerar o equilíbrio das contas públicas vai abrandar o crescimento da economia e que Portugal está agora a experienciar "as dores" de fazer parte da união monetária e a sofrer, por contágio, com os efeitos da crise de dívida soberana.

    O FT também defende que Portugal tem de fazer mais para acompanhar os pares europeus, no que respeita os resultados escolares. Mas o suplemento também aponta muitos pontos fortes do país.

    Além de considerar o primeiro-ministro Sócrates um "optimista inveterado", o FT apresenta Portugal como um país que tem as tecnologias limpas como bandeira do Governo e que quer liderar os países do sul da Europa na modernização dos serviços públicos, combatendo a excessiva burocratização.

    "Ao longo dos últimos cinco anos, Portugal tentou substituir a sua burocracia baseada em papéis com serviços online e cara-a-cara tanto para os cidadãos como empresas através do programa Simplex", escreve o FT.

    O periódico nota ainda que "Portugal se está a aperceber que tem mais para oferecer aos visitantes do que sol, areia e mar".

     

     

    WSJ: Austeridade não é novidade em Portugal

     

    O Wall Street Journal escreve, por seu turno, que "Para Portugal, a austeridade não é nada de novo", num comentário ao facto de a agência Moody's ter ontem cortado a notação de Portugal em dois níveis para ‘A1'.

    Contudo, o WSJ adianta que "a experiência de Portugal - que inicialmente beneficiou com as vantagens da união monetária mas depois foi um dos países que mais cedo experimentou os problemas decorrentes de estar na zona euro - oferece o que alguns economistas consideram ser um exemplo elucidativo do caminho da recuperação para Espanha, Grécia e outros países", diz o WSJ.

    "Há duas décadas, Portugal era considerado uma economia com sucesso", lembra o WSJ. Contudo, depois de aderir ao euro em 1999, a dominante indústria têxtil não foi capaz de aproveitar os empréstimos a baixo custo e um mercado europeu comum para criar as bases de crescimento no longo-prazo, continua o jornal. 

     

    NY Times: Portugal Colonial

     

    Já o New York Times diz que "Portugal está a voltar-se para antigas colónias para crescer". "Portugal, uma das economias europeias mais castigadas, está tendencialmente a aumentar as suas esperanças de recuperação em Angola, uma antiga colónia que se tornou uma das mais fortes economias da África subsariana - graças ao petróleo e aos diamantes", diz o NY Times.

     

    O jornal nota também que no Brasil, outra antiga colónia, a concorrência está a ficar mais difícil de gerir, numa altura em que outros antigos parceiros comerciais europeus de longa data, como a Espanha, atravessam "picos de endividamento e uma escalada no desemprego".

     

    Nota o NYTimes que a luta pela Vivo é o mais recente caso dos esforços do Governo português para manter a sua presença no Brasil, travando a investida da espanhola Telefónica para ficar com o controlo da Vivo, isto "apesar de o negócio ter sido aprovado pelos accionistas da PT".

     

    Uma ‘novela' que tem os dias contados e que termina já esta sexta-feira, o ‘deadline' estabelecido pela Telefónica para a PT aceitar a oferta de 7,15 mil milhões de euros pela posição que detém na Vivo, a ‘galinha dos ovos de ouro' da telecom portuguesa, e uma empresa que Sócrates disse repetidamente ser "estratégica e fundamental para o futuro da PT" e para os interesses vitais de Portugal.

    14
    Jul10

    José Sócrates Contra o Negativismo / Boletim Económico - Verão 2010

    bomsensoamiguinhos

    Jornal de Negócios

     

     

     

    Sócrates
    "A economia portuguesa
    foi a que melhor resistiu à crise.

    Basta olhar para os números"

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    O primeiro-ministro exultou a revisão em alta do crescimento económico de 0,4% para 0,9% em 2010 por parte do Banco de Portugal, mas desvalorizou o alerta do supervisor em relação ao efeito recessivo que as medidas do PEC podem ter em 2011.


    A comunicação social foi a principal visada pelas críticas de José Sócrates por só falar do que se vai passar em 2011 e nada dizer das boas notícias para 2010. O primeiro-ministro deixa mais uma vez como conselho olhar para os números.

    A economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise. Basta olhar para os números”, sublinhou.

    Sócrates apelidou ainda de ideia “infantil e politiqueira” os que dizem que só Portugal enfrenta uma crise profunda.

     


     

     

     

    Boletim Económico - Verão 2010

     

    Texto de Política e Situação Económica | Verão 2010

    http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Paginas/BoletimEconomico.aspx

     

     

    PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2010-2011

    pdf 951 Kb

     

     


    DN Economia

    Hoje

    PREVISÃO

    Portugal ameaçado por nova recessão em 2011

    Boletim de Verão do Banco de Portugal diz que há mais de 50% de hipótese de o País registar um crescimento negativo

     

     

    Há uma hipótese superior a 50% de Portugal voltar a entrar em recessão já em 2011. É esta uma das principais conclusões do Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal (BdP), ontem divulgado, e que revê em baixa a evolução económica do País para 2011, admitindo mesmo um cenário de crescimento negativo. Segundo o documento, as expectativas de crescimento do PIB para o próximo ano fixam-se nos 0,2%, contra os 0,8% avançados pela instituição, agora presidida por Carlos Costa, no Boletim anterior.

     

    "Uma variação negativa do PIB em 2010 tem uma probabilidade inferior a 15%, mas sobe para um valor acima de 50% em 2011", pode ler-se no Boletim do BdP, que assinala que há 63% de "probabilidade de o crescimento do PIB ficar abaixo das actuais projecções. Apesar do cenário negro traçado para o próximo ano, o BdP reviu em alta as previsões de crescimento para este ano, de 0,7 para 0,9%.

     

    Segundo o Boletim de Verão, o aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA deverá aumentar a inflação em 0,4% em 2010 e 2011. "Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais", esclarece o banco central no primeiro estudo emitido sob a liderança de Carlos Costa. As contas da instituição central apontam para que, em 2011, a maioria das variáveis do PIB analisadas esteja em terrenos negativos: o consumo deve cair (-0,9%), assim como investimento (-1,6%). Já as exportações deverão crescer, mas ainda assim irão perder força face às estimativas adiantadas para 2010, avançando apenas 3,7% em 2011, reflectindo um arrefecimento generalizado da procura externa relevante dirigida ao País.

     

    No documento, o Banco de Portugal adianta ainda que o rendimento disponível real das famílias deverá cair 1,3% já este ano e abrandar para 0,8% em 2011. Isto após se ter verificado um aumento de 1,9% no ano passado. De acordo com a instituição, esta queda do rendimento disponível real deverá ser provocada por um "ajustamento dos salários reais às condições adversas no mercado de trabalho".

     

     


     

    OJE

    ECONOMIA

    12/07/10, 15:04
    OJE/Lusa

     

     

    Primeiro boletim económico de Carlos Costa

    sai na terça-feira

     

     

    O Banco de Portugal divulga esta terça-feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois de o Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

     

    No último boletim económico o ex-governador e agora vice-presidente do Banco Central Europeu reviu em baixa as perspectivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.

     

     

    As estimativas do banco em Março apontavam para um crescimento de 0,4% este ano e de 0,8% no próximo.


    Esta revisão vinha em linha com as declarações de Vítor Constâncio, por ocasião da divulgação do Boletim Económico de Inverno, em que admitiu uma revisão em baixa do crescimento em 2010 para perto de metade dessa previsão.


    No Relatório de Orientação da Política Orçamental (ROPO) o Governo manteve a sua previsão de crescimento de 0,7% em 2010, mas reviu em baixa a previsão para 2011, de 0,9 para 0,5%.


    O Boletim Económico de Verão que será apresentado esta terça-feira fica ainda marcado por ser o primeiro sob a liderança de Carlos Costa, que tomou posse como governador do banco central no dia 7 de Junho.


    O documento, além de revelar as projecções detalhadas para este ano e para o próximo, contém também textos de política e situação económica. Vítor Constâncio recordou antes de sair de governador, mas já com a confirmação do seu novo posto, que quando voltou ao banco, em 2000, teceu duras críticas à política orçamental do Governo da altura, que considerou demasiado expansionista, no último boletim do ano.


    As projecções entre as diferentes organizações têm ficado marcadas por um maior contraste no que diz respeito aos números apontados a 2010, sendo mais semelhantes nos respeitantes ao próximo ano.


    Para 2010 o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 0,3%, já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) projecta um crescimento de 1%, e a Comissão Europeia de 0,5%.


    Para 2011 a variação nas projecções é menor: FMI prevê um crescimento de 0,7%, igual à da Comissão Europeia, e a OCDE de 0,8%.

     

     


    Visão

    Lusa - Esta notícia foi escrita
    nos termos do Acordo Ortográfico
    14:04 Segunda feira,
    12 de Jul de 2010

     

     

    Banco de Portugal: Primeiro boletim económico de Carlos Costa publicado terça feira

    Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

     

    Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.


    No último boletim económico, o ex governador e agora vice presidente do Banco Central Europeu, reviu em baixa as perspetivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.


    As estimativas do banco em março apontavam para um crescimento de 0,4 por cento este ano e de 0,8 por cento no próximo.

     


     

    Exame Expresso

    Lusa

    9:35 Segunda feira,

    7 de Junho de 2010

    Carlos Costa assume Banco de Portugal

    Economista Carlos Costa deixa a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento para suceder a Vítor Constâncio no cargo de governador do  Banco de Portugal.

     

    Carlos Costa sucede a Vítor Constâncio

    na liderança do banco de Portugal

    Alberto Frias

     

    Carlos Costa é hoje indigitado como novo governador do Banco de Portugal pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sucedendo a Vítor Constâncio na liderança do supervisor. A cerimónia de tomada de posse já decorre no salão nobre do Ministério das Finanças.

     

    O economista Carlos Costa, que saiu da vice-presidência do Banco Europeu de Investimento onde estava desde outubro de 2006, foi nomeado pelo Governo a 23 de abril para suceder a Vítor Constâncio, que deixou a liderança do Banco de Portugal, depois de 10 anos em funções, para assumir por sua vez a vice-presidência do Banco Central Europeu.

     

    Carlos Costa, 60 anos, licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto em 1973, tem uma vasta experiência no setor bancário e na integração de Portugal na Comunidade Europeia.

     

    Foi também membro do conselho de administração e diretor executivo da Caixa Geral de Depósitos entre 2004 e 2006 e ocupou idêntico cargo no Banco Nacional Ultramarino (BNU) e no Banco Caixa Geral (Espanha).

    13
    Jul10

    Ensino Superior - 53.986 vagas disponíveis

    bomsensoamiguinhos

    RTP

    010-07-13

    13:29:38

    País

    Candidatos às universidades

    dividem-se entre o papel e a Net

    Começou esta terça-feira o processo de entrega das candidaturas ao Ensino Superior.

    Estão disponíveis 53.986 vagas.

    A Internet tem sido o veículo mais usado pelos estudantes, mas há quem não abdique de entregar a candidatura pessoalmente e em papel.

    11
    Jul10

    Mundial 2010 - Vitória da Selecção Espanhola

    bomsensoamiguinhos

    SIC

    11-07-2010

    22:02

    Espanha campeã do mundo pela primeira vez

     

    A Espanha sagrou-se este domingo campeã do mundo de futebol pela primeira vez após bater a Holanda por 1-0 já no fim do prolongamento.

    http://sic.sapo.pt/online/noticias/desporto/Espanha+pela+primeira+vez+campea+do+mundo+de+futebol+apos+vencer+Holanda+por+10+no+prolongamento.htm

     

     


     

    Vigo festeja vitória da selecção espanhola

     

     

    Pág. 1/2

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