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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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11
Set10

Banca: Alteração unilateral dos contratos

bomsensoamiguinhos

 

 

 

 

 

 

Banca: Alteração unilateral dos contratos pelos bancos prejudica a parte mais fraca, os consumidores - Deco

11 de Setembro de 2010, 13:43

 

 

Lisboa, 11 set (Lusa) -- A Deco defendeu hoje que a possibilidade de alteração dos 'spreads' pelos bancos prejudica a parte mais fraca do contrato, os consumidores, depois de o Banco de Portugal ter informado que, sob condições, essa alteração não é proibida.

"O facto de haver contratos que permitem a alteração das condições contratuais põe em causa o normal equilíbrio de um contrato que tem de ser interessante para duas partes. Nós pensamos que esta alteração vai prejudicar a parte mais desfavorecida, que são os consumidores", disse à Lusa Jorge Morgado, secretário geral da Associação de Defesa do Consumidor (Deco).

Para já, a Deco está a aguardar a decisão dos tribunais sobre a "possibilidade de cláusula abusiva", acrescentando que vai continuar a defender os "legítimos interesses dos consumidores" e continuar a informar o Banco de Portugal destes procedimentos.

 

10
Set10

A ''silly season'' - Paulo Pinto

bomsensoamiguinhos

 

Em 01-09-2010 8:17

Blogger

Paulo Pinto      
http://www.dif.pt/web/pt_pt/blog-pp

A ''silly Season''

 

 

O Verão é aquela época pateta do ano, reconhecida internacionalmente como the ''silly season''. Porquê? Porque é a época em que as pessoas fazem coisas que mais tarde se arrependem, a época em que os amores vão e vêm ao sabor das ondas, em que os apaixonados andam de mão dada, e por vezes a Bolsa sobe.


A parte que diz respeito à bolsa subir ou descer é que é a nossa actividade o restante foi só o enquadramento de alguém que está tão inundado em informação, com tão pouco relevo que precisa de focar a sua atenção na observação atenta da sociedade.


Por exemplo toda a gente já sabe que o desemprego continua a aumentar, e no entanto a discussão incide sobre a retoma económica.

 

Como é que pode haver retoma económica se não há criação de emprego?

 

As pessoas hoje em dia com toda a informação disponivel deixaram de ser investidores para passar a ser consumidores de produtos financeiros. Para se ser investidor é necessário fazer alguma investigação e obter algum conhecimento sobre aquilo que se pretende investir. Como mero consumidor de informação torna-se também um consumidor dos produtos bancários contribuindo assim para os bonus do sector, que tanto ultraje têm criado. Deve-se reconhecer por ser verdade ao falar de bónus, que ninguém gosta de comprar produtos financeiros a um banqueiro pobre, mas existe uma tremenda vantagem nestes argumentos: a total ignorância.


É como esta obsessão que o ocidente agora tem em incentivar democracias, criar democracias e até forçar democracias como se fosse remédio para todas as doenças. Claro que ninguém se lembra que nos Estados Unidos, o paradigma da democracia, no inicio, só os proprietários de terras podiam votar, as mulheres só tiveram esse direito em 1921 e os negros em 1960. Faz sentido esperar democracias imediatas no Iraque, no Afganistão, no Sudão, e bater palmas ao acto eleitoral no Ruanda? Claro que na realidade esta nem é a informação que mais precisamos para esta crónica.


Importante é saber que o mundo ocidental deve ter mais divida neste momento do que alguma vez poderá pagar. Importante é saber que a India vai continuar a condicionar os preços na oferta do sector de serviços, e que a China vai certamente continuar a tirar empregos à industria Europeia e Americana.


Como vamos continuar a crescer económicamente gastando mais do que aquilo que ganhamos?


Apesar das dificuldades em reconhecer os factos a verdade é que parece que estamos perante uma depressão. Se já estamos nela se estamos a entrar ou se está para chegar isso é outro debate. Parece uma depressão pela simples razão que é preciso uma restruturação do sistema financeiro internacional para sair desta situação. O modelo em que os Asiáticos produzem enquanto o Ocidente consome, os Asiáticos fazem dinheiro enquanto o Ocidente gasta, os Asiáticos poupam enquanto o Ocidente pede emprestado, parece não poder continuar por muito mais tempo.


Enfim é só mais uma semana de Verão, a ''silly season'', com ''silly'' observações. Quando acabar esta época patética mas necessária, tudo se irá resolver certamente.

09
Set10

Quatro meses recheados de concertos nos últimos meses de 2010

bomsensoamiguinhos
SAPO
http://musica.sapo.pt/noticias/concertos/quatro_meses_recheados_de_concertos

8 de Setembro de 2010

Quatro meses recheados de concertos




 

 

Se os festivais de Verão trouxeram muitos nomes internacionais a palcos portugueses, os últimos meses de 2010 não parecem ser menos pródigos na oferta.



Numa altura em que as vendas de discos nem sempre são garantia para um artista, os concertos destacam-se muitas vezes como uma opção mais rentável... e os fãs agradecem, sobretudo os de nomes que, há uns anos, dificilmente passariam por salas nacionais.


Do rock mais alternativo, dançável ou agressivo, passando por grandes estrelas da pop, entre Setembro e Dezembro há propostas capazes de satisfazer vários gostos e públicos.

 

O SAPO Música apresenta algumas mas o espaço de comentários está, como sempre, aberto a sugestões:


SETEMBRO

10 
Leonard Cohen no Pavilhão Atlântico, Lisboa 
Festival Lisbon Unplugged na Tapada da Ajuda, Lisboa (Jay Jay Johanson, Rita Redshoes, Torino, Lula, Pena, Berlam e Banda Larga)

11
Festival Lisbon Unplugged na Tapa da Ajuda, Lisboa (The Veils, David Fonseca, Au Revoir Simone, Nikolaj Grandjean, Betty, Sinamantes) 
Mayra Andrade no Theatro Circo, Braga

12 
Supertramp no Pavilhão Atlântico, Lisboa

14 
Supertramp no Pavilhão Rosa Mota, Porto

14 
Limp Bizkit no Pavilhão Atlântico, Lisboa

17  
Atari Teenage Riot no Hard Club, Porto

18 
Danko Jones no Hard Club, Porto

19 
Eels no Coliseu de Lisboa

21
anbb: Alva Noto & Blixa Bargeld no Teatro Maria Matos, Lisboa

22 
Goldfrapp no Coliseu de Lisboa

23 
Wave Pictures no Santiago Alquimista, Lisboa

24 
Thieves Like Us no MusicBox, Lisboa
Wave Pictures na Casa da Música, Porto

28 
Jóhann Jóhannsson & Ishra String Quartet no Teatro Maria Matos, Lisboa

30  
Amy Macdonald no Coliseu de Lisboa


OUTUBRO


Mão Morta e Pop dell'Arte na Casa da Música, Porto
U2 (com Interpol na primeira parte) no Estádio de Coimbra


U2 (com Interpol na primeira parte) no Estádio de Coimbra

6  
Faust no Teatro Maria Matos, Lisboa
Guns N' Roses no Pavilhão Atlântico, Lisboa


Placebo no Coliseu de Lisboa


Andrew Bird na Aula Magna, Lisboa
Mad Caddies no Massas Café Concerto, Coimbra


Mad Caddies, Fitacola e Humble no Incrível Almadense, Almada

 

12 
Apocalyptica na Casa da Música, Porto

 

13 
Apocalyptica na Aula Magna, Lisboa

14 
Lloyd Cole na Casa da Música, Porto

15 
Festival Sintra Misty no Centro Cultural Olga Cadaval (Dez Mona, Rodrigo Leão & Cinema Ensemble, Tó Trips/Tiago Gomes, Mazgani, Nicole Eitner, Sandy Kilpatrick, Rui Miguel Abreu DJ Set

16 
Festival Sintra Misty no Centro Cultural Olga Cadaval (Tiago Bettencourt & Mantha, Joan As Police Woman, Foge Foge Bandido, Mark Kozelek, Mendes, João Só e Abandonados, Walter Benjamin, Márcia, The Soaked Lamb, Gomo, Rui Miguel Abreu DJ Set)

17 
Festival Sintra Misty no Centro Cultural Olga Cadaval (Hindi Zahra, Mayra Andrade, Piers Faccini, Lloyd Cole Small Ensemble, Emmy Curl, Frankie Chavez, Minta, Noiserv
Mystery Jets no Santiago Alquimista, Lisboa

19 
The Psychedelic Furs no Coliseu dos Recreios, Lisboa

20 
The Psychedelic Furs no Teatro Sá da Bandeira, Porto
The Swell Season no Santiago Alquimista, Lisboa

22 
Hauschka no Teatro Maria Matos, Lisboa

25 
A Flock of Seagulls na Aula Magna, Lisboa

25 
Mika na Latada de Coimbra

27 
Tindersticks no Coliseu do Porto

28 
Tindersticks no Coliseu de Lisboa

28 
Seu Jorge no Coliseu do Porto

29 
Seu Jorge no Coliseu de Lisboa


NOVEMBRO


Anathema no Teatro Tivoli, Lisboa
Michael Bublé no Pavilhão Atlântico, Lisboa 
Greg Dulli  no Santiago Alquimista, Lisboa


Anathema no Hard Club, Porto 
Greg Dulli  no Hard Club, Porto 
Michael Bublé no Pavilhão Atlântico, Lisboa


Crystal Castles no Teatro Sá da Bandeira, Porto

6
Throbbing Gristle na Casa da Música, Porto


Broken Social Scene na Aula Magna, Lisboa


We Have Band no MusicBox, Lisboa
Broken Social Scene na Casa da Música, Porto


!!! no Lux, Lisboa

10 
Vampire Weekend no Campo Pequeno, Lisboa 
!!! no Teatro Sá da Bandeira, Porto

11 
The Drums no Lux, Lisboa 
Vampire Weekend no Coliseu do Porto

12 
Interpol no Campo Pequeno, Lisboa

13 
Xavier Rudd no Hard Club, Porto

14 
Xavier Rudd na Aula Magna, Lisboa 
The Walkmen no Coliseu de Lisboa

18 
Arcade Fire no Pavilhão Atlântico, Lisboa

19
Efterklang no MusicBox, Lisboa

21 
Shakira no Pavilhão Atlântico, Lisboa

22 
Joe Satriani no Campo Pequeno, Lisboa

24 
Gogol Bordello no Campo Pequeno, Lisboa

26
Anne Clark no Theatro Circo, Braga 
Katatonia no Incrível Almadense, Almada

27 
Anne Clark no Centro Cultural de Ílhavo
Katatonia no Hard Club, Porto
The Divine Comedy no Teatro Aveirense, Aveiro

29 
The Divine Comedy no Teatro Maria Matos, Lisboa

29 
Alice Cooper no Campo Pequeno, Lisboa

30 
The Divine Comedy no Teatro Maria Matos, Lisboa


DEZEMBRO


James no Campo Pequeno, Lisboa


James no Campo Pequeno, Lisboa
Masayoshi Fujita & Jan Jelinek e Radian no Teatro Maria Matos, Lisboa

4  
Fennesz, Brandlmayr & Dafeldecker e Ben Frost no Teatro Maria Matos, Lisboa


Herbie Hancock no Campo Pequeno, Lisboa


Herbie Hancock na Casa da Música, Porto

9
Deftones no Campo Pequeno, Lisboa

10 
Lady Gaga no Pavilhão Atlântico, Lisboa

16 
30 Seconds To Mars no Pavilhão Atlântico, Lisboa

18 
MGMT no Campo Pequeno, Lisboa

04
Set10

A economia paralela representa em Portugal 19,7 por cento do PIB oficial

bomsensoamiguinhos

 

Economia paralela de Portugal equivale ao dobro do maior défice de sempre
A economia paralela representa em Portugal 19,7 por cento do PIB oficial, o que equivale a 33,56 mil milhões de euros, ou seja, o dobro do maior défice orçamental alguma vez registado em Portugal

 

Economia paralela de Portugal equivale ao dobro do maior défice de sempre

 

De acordo com um trabalho do professor austríaco Friedrich Schneider, com vários estudos realizados neste tema e que analisou 21 países da Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Económico, em 2010 a Grécia é o país com maior peso da economia informal (25,2 por cento) seguida da Itália e da Espanha, com 22,2 por cento e 19,8 por cento, respectivamente.

Portugal surge no quarto lugar, com a economia paralela a representar 19,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) oficial, acima da média de 14 por cento dos 21 países da OCDE analisados por Schneider.


A confirmar-se a previsão do Governo de que a economia vai crescer este ano 0,7 por cento, com o PIB a atingir 170,4 mil milhões de euros, a economia paralela representará, este ano, 33,6 mil milhões de euros.


Este valor equivale a dois défices orçamentais de 2009, quando foi atingido o mais alto valor de sempre, de 15,5 mil milhões de euros.

A economia paralela, não registada ou informal, designa as actividades que não são declaradas, que fogem ao pagamento de impostos, e que por essa via não são reflectidas aquando da contabilização do PIB.


Nos primeiro anos desta década, segundo Schneider, a economia paralela perdeu peso em Portugal, passando dos 22,7 por cento do PIB em 1999/2000, para 18,7 por cento em 2008, uma tendência que o autor atribui «ao crescimento da economia oficial», o que levou à «queda na economia paralela», disse em declarações à agência Lusa.


Já desde 2008 e até 2010 a economia paralela terá crescido um ponto percentual, de 18,7 para 19,7 por cento, de acordo com o mesmo estudo.


Peso da Economia Informal em Portugal em relação ao PIB oficial

 

1989/90 15,9%

1994/1995 22,1%

1997/98 23,1%

1999/00 22,7%

2001/02 22,5%

2003 22,2%

2004 21,7%

2005 21,2%

2006 20,1%

2007 19,2%

2008 18,7%

2009 19,5%

2010 19,7%

 

 

 

Fonte: Estudo de Friedrich Schneider

 

SOL/Lusa

 

 

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