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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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25
Fev11

Mundo Muçulmano em Protestos e Confrontos pela Mudança

bomsensoamiguinhos

  

 

Revolta no Mundo Muçulmano

Protestos e confrontos pela mudança

 

 

  

 

Diário Digital / Lusa 

sexta-feira,

18-Fev-2011

18:27

 Vaga de contestação

continua a agitar mundo muçulmano 

 

 

A vaga de contestação social e política sem precedentes em países muçulmanos continua a marcar a atualidade internacional.


Milhares de pessoas estão a sair à rua para contestar regimes autoritários e reivindicar reformas políticas e sociais, mas os relatos de repressão, em alguns casos com derramamento de sangue, são cada vez mais frequentes.

 

 

Principais protestos e factos ocorridos nos últimos dias e previstos para esta semana:

 

Argélia:

 

- A Coordenadora Nacional para a Mudança e Democracia (CNCD), a principal frente da oposição argelina, continua determinada em sair à rua este sábado, numa nova grande manifestação, para exigir a mudança do regime argelino.

 

O primeiro-ministro argelino Ahmed Ouyahia assumiu nos últimos dias o compromisso de tomar medidas necessárias para responder às reivindicações dos argelinos, bem como suspender o estado de emergência no país até ao final deste mês.

 

No sábado passado, várias centenas de manifestantes concentraram-se em Argel para reivindicar uma "mudança de sistema", mas a ação de protesto foi impedida pela polícia. Cerca de 400 pessoas foram detidas.

 

Bahrein:

 

- Várias centenas de pessoas assistiram hoje ao funeral de uma das vítimas da repressão do movimento reformista. Durante as cerimónias fúnebres, as pessoas gritaram frases contra a monarquia sunita que governa o país.

 

Pelo menos três pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas nos confrontos, que ficaram marcados pela presença de tanques do exército.


Os protestos iniciaram-se esta semana em prol de reformas políticas, mas parece estarem a tornar-se numa tentativa dos xiitas de derrubarem a liderança sunita.

 

Egipto:

 

- Uma semana depois da renúncia do Presidente Hosni Mubarak, milhares de pessoas regressaram à praça Tahrir, o epicentro da revolta popular, para celebrar a queda do regime e manter a pressão sobre as Forças Armadas, que tomaram as rédeas do poder.

 

Nos últimos dias, o país tem sido afetado por greves, paralisações e concentrações, tanto no sector público como no privado. Os trabalhadores egípcios exigem aumentos salariais e melhoria das condições de trabalho.

 

Líbia:

 

- Pelo menos 14 pessoas foram mortas na quinta-feira em confrontos entre forças de segurança e manifestantes anti-regime em Benghazi, a segunda maior cidade da Líbia, segundo um balanço fornecido por fontes médicas locais.

A organização norte-americana Human Rights Watch afirmou hoje que pelo menos 24 pessoas morreram nos confrontos, das quais oito em Benghazi.

Os protestos na Líbia começaram na terça-feira, existindo relatos de confrontos, detenções e destruição de edifícios estatais.

 

Marrocos:

 

- Um grupo de jovens marroquinos está a convocar através da rede social Facebook uma "manifestação pacífica" para 20 de fevereiro para reclamar "uma ampla reforma política" no país magrebino.

 

"Apelamos a todos os marroquinos para se manifestarem em 20 de fevereiro pela dignidade do povo e por reformas democráticas", indica a "plataforma" presente na rede social, que também sugere uma reforma da Constituição, a demissão do atual Governo e a dissolução do Parlamento.

 

Irão:

 

- Milhares de pessoas concentraram-se hoje na Universidade de Teerão para exigir a morte dos líderes da oposição ao regime, antes da oração semanal e de uma grande manifestação de "ódio e ira" contra os dois opositores.

 

Mir Hossein Mussavi e Mehdi Karubi estão sob vigilância policial há vários dias, depois de terem convocado uma manifestação ilegal contra o regime. Duas pessoas morreram e várias ficaram feridas nesse protesto.

 

Iraque:

 

- Dois jovens morreram durante uma manifestação contra o governo regional do Curdistão iraquiano, realizada na quinta-feira.

Na mesma região, em duas cidades controladas pelas forças do Presidente Massoud Barzani, os escritórios de dissidentes foram pilhados e destruídos.

 

Tunísia:


- O ex-Presidente Zine El Abidine Ben Ali, 74 anos, que fugiu da Tunísia a 14 de janeiro, está internado e "em coma" num hospital em Jeddah, Arábia Saudita, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral.

 

Ben Ali, que esteve no poder durante 23 anos, não resistiu a um movimento de contestação sem precedentes no país durante quase um mês.

 

Iémen:

 

- Três pessoas morreram e 19 ficaram feridas durante violentos confrontos ocorridos na quinta-feira entre manifestantes e elementos das forças de segurança em Aden, a principal cidade do sul do país.

 

Os manifestantes envolveram-se em confrontos com a polícia, que disparou para dispersar os milhares de pessoas que exigiam a demissão do Presidente Ali Abdallah Saleh.

 

Omã:

 

- Perto de três centenas de pessoas manifestaram-se hoje no centro de Mascate de forma pacífica, para reivindicar aumentos salariais e reformas políticas.

 

Este é o segundo protesto de carácter político e social realizado naquele país no espaço de um mês.

 

Jordânia:

 

- Pelo menos oito pessoas ficaram feridas durante uma manifestação que hoje reuniu várias centenas de jovens em Amã, capital da Jordânia, segundo uma fonte médica e várias testemunhas locais.

 

Os manifestantes, que reivindicavam reformas políticas, foram alvo de um ataque por parte de um grupo de apoiantes do Governo e alguns acabaram por sofrer ferimentos, de acordo com as mesmas fontes.

 

Diário Digital / Lusa 

 

22
Fev11

Anticalvície - Descoberto possível remédio

bomsensoamiguinhos

 

 

 

2011-02-20

 

Descoberto possível remédio anticalvície

  

 

Ratos geneticamente modificados recuperaram pêlos na totalidade

 

Um recente estudo realizado em ratos, para testar níveis de stresse, acabou por descobrir acidentalmente uma substância que fez crescer novamente pêlos. A revelação poderá abrir caminho para um potencial remédio contra calvície em seres humanos, segundo a investigação norte-americana publicada esta semana.

A descoberta da Universidade da Califórnia, Los Angeles (EUA), mostra que um tratamento de curta duração com esta substância fez crescer novamente pêlos em ratos geneticamente modificados para ficarem cronicamente excitados – já que o objectivo do estudo inicial era outro.


O resultado pode levar a novas abordagens para tratar a calvície em humanos, ao neutralizar os receptores da hormona que desempenha um papel-chave no stresse.

O estudo foi publicado na versão online da revista científica americana PLoS One, uma publicação da Public Library of Science. Os cientistas fizeram esta descoberta inesperada ao conduzir estudos sobre a forma como a ansiedade pode afectar as funções gastrointestinais.

Os ratos foram geneticamente modificados para produzir em excesso corticotropina ou CRF (corticotrophin-releasing factor), uma hormona relacionada com o stresse. Durante o processo de envelhecimento, os animais começaram a perder os pêlos, principalmente nas costas, ao contrário do grupo controle de roedores não modificados geneticamente.

Os investigadores do Instituto Salk, na Califórnia, membros da equipa de investigação, conseguiram criar um peptídeo, uma substância química baptizada de "astressin-B", que bloqueia o efeito da hormona CRF e que, de seguida, foi injectada em ratos que perdiam os pêlos.

Três meses mais tarde, aquando das análises sobre os efeitos do astessin-B, os cientistas não conseguiram distinguir os ratos geneticamente modificados dos outros, já que o pêlo voltou a crescer na totalidade.

 

20
Fev11

Vídeo: "Manobras contabilísticas do Estado só provam que o País vai precisar de ajuda"

bomsensoamiguinhos

Negócios online

 

18 Fevereiro 2011 | 16:26

Rita Faria - afaria@negocios.pt

 

Balanço da semana

 

"Manobras contabilísticas do Estado só provam que o País vai precisar de ajuda"

 

 

 

 

Pedro Lino, CEO da Dif Broker, faz o balanço da semana nos mercados e comenta a emissão de dívida, o desempenho da bolsa nacional, e as recentes notícias que têm aumentado a pressão sobre Portugal.

 

O CEO da Dif Broker considera que a emissão de dívida e a recompra de Obrigações do Tesouro que Portugal cumpriu esta semana são um sinal de que o mercado "está desconfiado da capacidade de implementação das medidas que levem a que Portugal não precide de ajuda externa".

"Infelizmente não vamos poder evitar", adianta o responsável, que acrescente "há é que adiar (a intervenção) para renegociar as condições de ajuda".

19
Fev11

Portugal pode ou não entrar em bancarrota?

bomsensoamiguinhos

O Emigrante / Mundo Português

 

 

 

 

Segunda-Feira, 18 Janeiro de 2010

 

Afinal Portugal pode ou não

entrar em bancarrota?

 

 

Quando um Estado gasta mais do que aquilo que obtém com as suas receitas gera-se nas suas contas aquilo que se chama um défice.

 

Para equilibrar as suas contas e poder continuar a garantir um certo nível de bem estar aos seus cidadãos, tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, como fazem os particulares os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis são atractivos porque rendem a quem os compra uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se um determinado banco ganha o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.


Entretanto, há um mercado activo onde todos os dias o comprador de obrigações pode vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.

O espectro da bancarrota

É por esta razão que as taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações.

 

Existem dois riscos numa dívida do Estado.

 

Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece muito raramente.


Portugal, por exemplo, declarou bancarrota apenas em 1892 e de então para cá tem sido um estado exemplar a cumprir as suas dívidas. A Grécia teve uma bacarrota em 1893 e a Alemanha em 1932. Nessas alturas os Estados deixam de cumprir as suas obrigações com as consequências daí inerentes.


Em segundo lugar, outro risco grande existe quando o Estado para fazer face às suas obrigações resolve imprimir dinheiro, acabando por gerar inflacção. Embora a quantia a pagar pelos produtos seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia-o frequentemente, e por isso, quando o Estado português pedia dinheiro emprestado (ao FMI por exemplo), acabava por pagar uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada a outros países.

Uma questão de confiança

Um dos grandes problemas é que a economia das nações, tal como a das pessoas hoje em dia, assenta na confiança e naquilo que “os investidores pensam” que possa vir a acontecer, e o que é facto é que a partir de 2008 os investidores internacionais punham uma probabilidade séria de Portugal poder via a entrar entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar dinheiro a Portugal, o que forçaria medidas “terríveis” para eliminar totalmente o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos da despesa, tendo que reduzir drasticamente os salários dos funcionários públicos, e segundo mesmo alguns economistas o rendimento social de inserção. Ora isto são de todo medidas altamente impopulares do ponto de vista político que nenhum governo ousa tomar por iniciativa própria.

Crise financeira e contágio

Embora Portugal não esteja a viver um cenário real de bancarrota, nem nas previsões mais pessimistas, os riscos existem sempre e para já fazemos parte de um conjunto de países a enfrentar algumas dificuldades acrescidas por via do aumento da dívida externa. Somos aqui companheiros da Espanha, Irlanda e da Grécia.


Ora ao falarmos de bancarrota o “primeiro candidato” seria precisamente a Grécia que tem, apesar de tudo, uma dívida pública maior do que Portugal em grande parte devido ao descontrolo das contas públicas por causa dos Jogos Olímpicos e a construção do novo aeroporto de Atenas, que endividaram o país em grande ritmo.


Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal.


Pode prever-se com toda a certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio.

Varrer o lixo para debaixo do tapete

Como sempre, quando o problema é sério, surge sempre alguém a varrer o lixo para debaixo da tapete, assobiar para o ar e fingir que não é nada. Grave é quando é o próprio governo a fazer isto e a dar aos cidadãos um optimismo fácil mas falso. Claro que Portugal sendo um país da zona euro, os ricos poderão vir sempre em nosso socorro financeiro, mas isso não permite concluir que os riscos não existam. Se os alemães ou os franceses pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão certamente sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe como são e como custam as medidas para pôr as contas em ordem.

 

Bancarrota: sim ou não?

Provavelmente não entrará mesmo, no entanto é bom que os portugueses tenham consciência que há uns anos atrás a probabilidade de isso poder acontecer era pouco superior a zero e hoje já é bastante mais alta e já estamos publicamente a discutir o assunto.


Quando uma pessoa está afogada em dívidas restam-lhe dois caminhos. Ou passa a ganhar mais dinheiro para pagar as dívidas, ou passa a gastar menos para ficar com mais rendimento disponível para fazer face aos seus compromissos. Ora com os países passa-se a mesma coisa, mas no caso português ganhar mais dinheiro não parece ser solução viável porque há uma década que Portugal não cresce. Também não parece fácil o caminho do simples corte na despesa, mas é o caminho possível para já.


Uma coisa é certa não vale a pena gritar que a culpa tem de ver com os desmandos dos últimos vinte anos. O que tem de ser feito imediatamente é dar um sinal visível que tranquilize os nossos credores, com medidas claras de controlo das finanças e se possível medidas que promovam também o crescimento económico. A não ser assim todos terão de entender que permaneceremos à beira do precipício já a levantar o pé para o “grande e decisivo passo em frente”.



José Manuel Duarte
jduarte@mundoportugues.org

 

13
Fev11

Solidão - Corpo da Idosa só é descoberto nove anos depois

bomsensoamiguinhos

 

A história desta senhora de idade

mexe com a sensibilidade de qualquer pessoa ...

Não se entende

como é que uma situação destas

pode ser possível num pais

que se considera evoluído...

 

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RTP - 2011-02-12 14:47:06

Cadáver de idosa morta há nove anos pode ter-se mumificado

Não é fácil explicar como é que alguém morre e o corpo só é descoberto nove anos depois. O caso da idosa que foi encontrada morta em casa tem agora uma explicação parcial. Mostra como é que ninguém se apercebeu da morte, uma vez que o cheiro de um corpo em decomposição habitualmente dá o alerta. A explicação pode estar no facto do processo de decomposição do corpo ter sido interrompido, ou seja, mumificou.


 

12
Fev11

Festejos no Egito - Noite na praça Tahrir, no Cairo

bomsensoamiguinhos

RTP

 

 

Mundo

Noite foi de festejos no Egito

 

A festa da liberdade durou toda a noite na praça Tahrir, no Cairo.

Milhares de pessoas continuam no local a festejar a queda de Hosni Mubarak.

Os militares começam a retirar as barricadas, os carros incendiados e despojos dos momentos de maior tensão. Aliás, os militares asseguraram que esta revolta não descambasse num banho de sangue.

Ao fim de 18 dias de revolta, a manhã da liberdade marca o princípio de um novo capitulo da historia do Egipto.

Um capitulo ainda muito incerto.

O Conselho Superior das Forças armadas promete assegurar a transição, para a democracia mas o quadro politico e partidário que vai surgir é uma incógnita.

Depois da euforia da festa ficará também claro que os problemas de desemprego e as carências sociais que levaram a esta revolta não ficarão resolvidos .

O Egito terá de começar tudo de novo...

2011-02-12 09:03:08
11
Fev11

A História das Redes Sociais - The History of Social Networking

bomsensoamiguinhos

 

O Modo como Interagimos

Uns com os Outros

Sofreu uma Enorme Revolução

com a

Internet

 

A comunicação integrada com as novas tecnologias

deu origem, ao longo da história das redes sociais,

à evolução que hoje se pode verificar

 

Novos desafios e questões se colocarão...

desde questões de ética, a nível jurídico, de segurança... etc....

no entanto,

tudo indica que ainda temos

muito mais para evoluir...

 

Bomsensoamiguinhos

 

 

 

The History of Social Networking

 

The History of Social Networking
Via: The History of Social NetworkingOnline Schools

 

http://www.onlineschools.org/blog/history-of-social-networking/

10
Fev11

Redes de Nova Geração lançadas hoje

bomsensoamiguinhos

SOL

 

9 de Fevereiro, 2011

 

Redes de nova Geração

 

O governo lançou hoje as Redes de Nova Geração (RNG), numa cerimónia na escola EB1 de Penacova, que marca o início da construção da infra-estrutura de fibra óptica, que irá constituir a maior parte destas novas redes

As RNG irão permitir a prestação de vários serviços de telecomunicações mais rápidos e inovadores, possibilitando, por exemplo, a oferta de serviços públicos por esta via, em áreas como a saúde e a educação.

Os projectos em curso irão, segundo o secretário de Estado das Comunicações e das Obras Públicas, Paulo Campos, levar as RNG a cerca de 800 mil lares, 50 mil estabelecimentos empresariais e a mais de 1,2 milhões de portugueses.

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