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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Videos - Contemporâneos - Inquérito: Crise?

 

 

 

 
VIDEO
 
 
Contemporâneos
 
Inquérito: Crise?...
 
 
 
 
 
http://www.youtube.com/watch?v=fZ98abgXMYk
 

 

 

 

 

♦♦♦

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Sábado, 7 de Março de 2009

Penhoras aos milhares - NO LIMITE DAS DÍVIDAS - DN

 

Diário de Noticias

Sábado,7 de Março de 2009
Edição Papel

 

NO LIMITE DAS DÍVIDAS
ANA TOMÁS RIBEIRO

 

 

Penhoras aos milhares. Os três D, como lhe chamam os solicitadores de execução, doença, desemprego e divórcio, explicam muitas das situações de rotura de famílias endividadas. Mas não justificam a maioria dos casos de penhoras, aos milhares, por dívidas de privados a privados. A maior parte tem por base o não pagamento a operadoras de telecomunicações, a empresas de crédito ao consumo e aos bancos e resultam muitas vezes de passos mal dados, além dos limites das capacidades financeiras. E ainda há os devedores profissionais. Recuperar o que todos devem é que se tornou tarefa cada vez mais difícil.

Quase sempre os devedores ignoram as cartas de aviso
 
 
Continua:
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Crise - Vídeo - Confiança caiu para mínimos históricos

Vídeos RTP

 

Pessimismo

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

BPP do Porto invadido

 

 

BPP do Porto invadido

 

 Clientes

querem saber

quando vão receber dinheiro

dos depósitos

   

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Crise económica - Belmiro de Azevedo

 

 

 

 

 

 Líderes sindicais têm feito

 

discursos demagógicos”,

 

diz Belmiro de Azevedo

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Portugal tem que evitar tentação da despesa excessiva

Jornal de Negócios

Publicado 19 Fevereiro 2009  00:01

 

Economia

Fórum para a Competitividade

 
Portugal
tem que evitar tentação da
despesa excessiva
 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo.
 
 
A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.
 

Susana  Domingos
sdomingos@negocios.pt


 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo. A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.

"Portugal dispõe de um orçamento reduzido e de fraca capacidade de endividamento e, por isso, não deve embarcar em quaisquer aventuras despesistas, tão habituais em anos de eleições", afirmou ontem Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade.

O economista Vítor Bento também se mostra preocupado com a insistência de diversos agentes económicos, sobre a "necessidade de aumentar a despesa". "Temos a ilusão de que é o aumento da despesa que nos vai tirar da crise" e essa ideia "é errada", defendeu .

Para o economista Daniel Bessa, com esta crise "saiu a sorte grande ao Governo", que no curto prazo "tem as costas largas devido à crise internacional" para adoptar medidas que "podem sacrificar a economia no longo prazo". O ex-ministro da Economia, considera contudo que "seria suicidário ter uma política fiscal mais expansionista" e "não deveríamos aceitar uma situação de défice superior à dos outros" países da UE, apesar da margem de manobra concedida por Bruxelas. Nesta crise, "o nosso problema só é maior do que o dos outros porque o nosso défice é muito superior. Por isso, defende, "a prioridade absoluta de Portugal só poderá ser exportar".
 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Jorge Sampaio Analisa a Crise

SIC

 

Jorge Sampaio analisa a crise

 

 

 

Jorge Sampaio fala da crise na UE

 

 

 

Ex-PR diz que há risco de “destruirmos o que construímos nos últimos 50 anosA estabilidade do sistema financeiro internacional passa pela realização de uma nova Conferência de Bretton Woods, para que dessa iniciativa saia um "novo quadro institucional", defendeu hoje em Lisboa o ex-Presidente da República Jorge Sampaio

 

O "novo quadro institucional" que deverá sair da conferência "deverá reflectir de forma apropriada os interesses dos países industrializados e também das economias emergentes e das populações mais nobres e que garanta o efectivo apoio ao desenvolvimento", salientou Sampaio, que exerce actualmente funções de Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

As conferências de Bretton Woods estabeleceram em Julho de 1944 as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo, tendo em 1946 sido estabelecidos o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

Jorge Sampaio, que intervinha na conferência de encerramento das celebrações do 25 aniversário do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP), da Universidade Católica Portuguesa, citou o discurso que o vice-Presidente norte-americano Joseph Biden proferiu sábado em Munique, Alemanha, para sustentar que, "sem desenvolvimento para todos, não há paz nem segurança sustentáveis no mundo".

"Por isso, mais do que nunca, importa prosseguir na via do multilateralismo porque enfrentamos problemas de dimensão global que só podem ser resolvidos através de mais e melhor cooperação internacional", disse.

A opção pelo multilateralismo visa aproveitar as "lições da história".

"Tal como em outros episódios passados de recessão, as opiniões associadas ao nacionalismo e ao populismo parecem ganhar novo fulgor e força", alertou.

Jorge Sampaio, que intitulou a sua conferência de "Sinais dos Tempos", sustentou que na actual crise, ao apostar-se no "reforço da cooperação" e na "concertação multilateral", importa começar pela construção europeia, "sob pena de destruirmos o que construímos nos últimos 50 anos".

"De facto, neste tempo de crise aguda, é necessário, mais do que nunca, que os governos não secundarizem as políticas de boa governação da diversidade cultural sob pena de estarmos a criar condições para uma explosão social de consequências políticas imprevisíveis", frisou.

A conferência de Jorge Sampaio encerrou as comemorações do CEPCEP, iniciadas em Fevereiro de 2008 com o cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e prosseguiram em Dezembro passado com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

Com Lusa

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Região Norte vive pior crise desde o 25 de Abril

RTP

 

Vídeo Economia
2009-02-14 22:01:02
 
 
 
Região Norte vive pior crise desde o 25 de Abril
 
A conclusão é da União de Sindicatos do Porto, que revela que no distrito já existem perto de 100 mil desempregados.

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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G7 volta a apelar a estratégia global e reforço do sistema bancário

RTP

Domingo, 15 de Fevereiro 2009

 

 

G7
volta a apelar a estratégia global e
reforço do sistema bancário

 

 

 

Imagem da reunião de Roma, com o presidente do Banco Central Europeu em primeiro plano

Mario de Renzis/EPA

A reunião de Roma do G7 foi desenhada como uma etapa preparatória da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres

 

 

 

O G7 comprometeu-se no comunicado final da cimeira de Roma trabalhar em conjunto para apoiar o crescimento e o emprego e investir num reforço do sistema bancário mundial. O agravamento da crise mundial, responsável pela escalada do desemprego e reflexos proteccionistas, foi o ponto central da agenda dos ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do Mundo, reunidos durante dois dias na capital italiana para definir linhas comuns de acção face à actual conjuntura.

 

"As economias desenvolvidas estão em forte recessão e não há sinais visíveis sobre a eventualidade de em 2009 poder vir melhorar", alertava na véspera Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI.

No final dos trabalhos, os responsáveis das Finanças dos países mais ricos fizeram eco das palavras do chefe do Fundo Monetário e voltaram a insistir na prossecução de uma estratégia global face à crise internacional.

Nesse sentido, a reunião de Roma do G7, desenhada como uma etapa preparatória antes da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres, sublinhou a necessidade de um consenso no encontro que sentará à mesa os países ricos e as principais economias emergentes em busca das grandes linhas para reformar o sistema financeiro internacional.
 

 

Declaração final sublinha curva descendente em 2009
 

Com a promessa deixada no ar para uma estratégia conjunta de apoio ao crescimento, à criação de emprego e ao reforço do sistema bancário, a declaração final da reunião de Roma não esconde que a situação económica deverá continuar a desenhar-se numa linha descendente durante grande parte deste ano.

"A estabilização da economia global e dos mercados financeiros continua a ser a nossa mais alta prioridade", sublinha a declaração dos mais altos responsáveis das Finanças do G7, que acrescentam uma advertência para a tentação de cada país pôr em prática medidas proteccionistas que colocarão em perigo as economias dos países em desenvolvimento e levará, consequentemente, a que sejam as pessoas mais pobres os principais alvos da crise mundial.

Seria também nesse sentido que, na senda de um duro comunicado emitido pelo G7 no Outono, o grupo lançou um apelo à China para que permita a valorização da sua moeda de forma a amenizar os desequilíbrios comerciais internacionais.

Prioridade para o reforço do sistema bancário internacional

O comunicado desta reunião, que marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, apoia ainda os esforços de recapitalização dos bancos levado a cabo pelas autoridades britânicas e norte-americanas no sentido de reforçar o sistema bancário.

O G7 adverte também que deve ser encontrada uma forma de lidar com os activos tóxicos dos bancos, sem contudo indicar qualquer solução para o problema.

A criação de uma estrutura que pudesse absorver os activos tóxicos dos bancos seria "a solução mais simples entre as várias soluções técnicas" para o problema, afirmou Dominique Strauss-Kahn, director do FMI, depois de o fundo monetário ter definido como uma prioridade estas preocupações com o sistema bancário global.

"Deve explicar-se que é preciso voltar a pôr de pé um sector financeiro que funcione, não certamente para salvar os accionistas mas porque a economia moderna precisa de um sector financeiro que funcione", declarou Strauss-Kahn, para deixar um aviso: "Os bancos que não são viáveis deverão ser tomados por outros ou encerrados".

 

Paulo Alexandre Amaral, RTP
2009-02-14 17:36:41

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Jornais de Hoje

 

Jornais de Hoje

 

 

com questões

Económicas ou Financeiras,

Ambientais, Políticas, Sociais...

 

 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 


 

 
 

 
 
 

 
 

 

 

 


 

 

 


 

 

 

 


 

 

 


 

 
 

 

 

 

 


 

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Crise - «Não é fácil olhar para o futuro com confiança», diz Sampaio

TSF

Há 10 mins

 

Jorge Sampaio

 

«Não é fácil olhar para o futuro com confiança»,

diz Sampaio

 

 

Jorge Sampaio confessou, esta quinta-feira, durante uma palestra, em Lisboa, que não vai ser fácil encontrar o rumo certo nos próximos meses para responder à actual crise internacional, frisando que 2009 será um «ano conturbado».

 

O ex-Presidente da República começou por dizer que em Janeiro contactou pessoas de vários sítios do mundo e não encontrou «ninguém com uma direcção muito clara sobre o que aí vem, nem sobre o que fazer».

 

«Não nos é fácil olhar para o futuro com confiança, não só por causa da grave crise económica e financeira que atravessamos», mas também porque «a situação internacional está na realidade cheia de incógnitas», acrescentou.
 
Audio
www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Crise obriga pais a cortar despesas com os filhos

 

CRISE

 

O empobrecimento das famílias da classe Média

e o agravamento da sua situação económica

está a provocar efeitos nefastos na euducação dos seus filhos. 

 

O artigo de Leonor Pereira do Jornal de Notícias de hoje

de que fiz cópia integral

dá-nos uma pequena ideia da situação.

 

Bomsensoamiguinhos

 

imagem da internet

 

 

Jornal de Noticias

05 Fevereiro 2009

 

 

Crise obriga pais a cortar despesas com os filhos
Famílias prescindirem de valências como as
explicações, o Inglês, ou a Música
 
00h30m
LEONOR PAIVA WATSON E GINA PEREIRA
 
As famílias começam a cortar nas actividades extracurriculares das crianças, afectando as explicações, o Inglês e a Música. Estas são as indicações recolhidas pelo JN junto de várias instituições das grandes cidades e suas periferias.
 
A crise instalou-se na classe média e afectou a Educação, vivendo as suas instituições o desafio de a combater. "Opta-se pela não actualização de preços, por descontos a alunos mais antigos, pela redução do número de horas diárias dadas pelos docentes", ilustra Ivone Rocha, directora do centro de explicações do Porto "Letras e Algarismos". Ainda assim, revela a responsável, "há desistências e muito menos inscrições por manifesta incapacidade financeira". Na periferia, em Valongo, o "Sabe Tudo" recebeu "menos alunos depois do Natal, em comparação com o ano passado". As razões são as mesmas, ainda que se opte, igualmente, por facilitar a vida dos pais. "Não se faz actualização de preços", revelou uma das sócias.
 
Mais para sul, em S. João do Estoril, perto de Lisboa, o centro de explicações "Pronto-a-Estudar" tem menos alunos este ano, apesar de a inscrição ser gratuita e de quase não terem aumentado as mensalidades. "As pessoas pensam muito bem na modalidade que escolhem porque isso faz diferença nos gastos mensais", admitiu uma funcionária.
 
Prescinde-se do Inglês e da Música
A crise é igualmente sentida em instituições de ensino de grande dimensão, habitualmente frequentadas pela classe média. "Se os pais pedirem para pagar um bocadinho mais tarde, aceita-se; se os alunos mais antigos se inscreverem mais cedo, têm desconto. E pondera-se, cada vez mais, discutir com o banco a possibilidade de os clientes poderem contrair um empréstimo para pagarem as propinas", avançou Sofia Leitão, membro Instituto Britsh Council.
 
Aquela responsável defende que "os pais sabem a importância da língua inglesa no futuro dos filhos, fazendo o esforço de proporcionarem a sua aprendizagem".
 
A ginástica é igualmente sentida nas escolas mais pequenas, como a "Know-how", em Lisboa. A directora, Maria João Lopo de Carvalho, nota "uma grande retracção e quebra" nos cursos intensivos que habitualmente organiza para as férias e pausas lectivas e admite que os pais estão a optar por alternativas sem custos, como deixar os filhos nos avós.
 
Relativamente à música, uma das actividades extracurriculares mais procuradas nos últimos anos, também são sentidas algumas dificuldades, especialmente na periferia. Que o diga Rita Nunes, directora da Escola "Dó Ré Mi", em Valongo, onde "os pais vão sempre procurando aulas que não os façam gastar muito dinheiro". "Convencem os filhos a aprender guitarra porque poderão mais tarde comprar-lhe uma e tentam dissuadi-los, por exemplo, de piano". Por outro lado, "no caso de irmãos, verifica-se que um acaba por desistir ou nem sequer inscrever-se".
 
Rita Nunes garante que a crise está a afectar profundamente a classe média. "São pessoas que tinham uma vida estável, que contraíram despesas com base numa promessa de estabilidade e que, de repente, vêem-se a braços com bastantes dificuldades", explica.
 
Já na Escola de Música da Foz, no Porto, não se verificam problemas desses. "Estamos ao lado dos grandes colégios privados. A classe A não sofre com a crise", justifica o director Moz Barbosa.
 
Desistem por falta de dinheiro
Actividades como a dança ou o futebol também estão a perder procura. Alexandre Silva, director desportivo da "Mr Foot", uma escola de futebol para crianças em Almada, diz que este ano teve "um decréscimo de 20 a 25%".
 
No distrito do Porto, as escolas de dança passam pelo mesmo. Na cidade, na Academia de Dança Joana Reis "verificam-se algumas desistências por falta de dinheiro, embora as pessoas não assumam isso imediatamente", conta um dos funcionários. Na periferia, na Escola de Dança de Ermesinde, por exemplo, "as famílias começam a queixar-se e a ponderar muito", confessa a directora Edite Santos.

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Provérbio Popular

 

"Para

Grandes Males,

Grandes Remédios"

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 15:30
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Desemprego - Mais de 70 mil despedimentos anunciados em apenas um dia

 TSF

27-01-2009

 

Mais de 70 mil despedimentos anunciados em
apenas um dia
 
Ontem às 20:52

 

 

Uma série de grandes empresas de todo o mundo anunciaram, esta segunda-feira, novas medidas de suspensão de postos de trabalho, para enfrentar um ano 2009 que se anuncia particularmente difícil.
 
No total, são esperados mais de 70 mil despedimentos
.
A empresa norte-americana de fabrico de automóveis General Motors anunciou, esta segunda-feira, o despedimento de duas mil pessoas em duas fábricas nos Estados Unidos.
 
A farmacêutica Pfizer vai reduzir a sua força total de trabalho em 15 por cento, o que significa 19 mil trabalhadores no desemprego, e o encerramento de cinco fábricas. Também nos Estados Unidos, a loja de  bricolage Home Depot anunciou que vai dispensar sete mil trabalhadores.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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CRISE: Empresários alertam Presidente para «miséria nunca vista»

SOL

3a-feira, 27 Janeiro 2009  

  

 
Empresários alertam Presidente para
 
 «miséria nunca vista»
 

ONTEM

Beira Interior
 
 
Uma associação de empresários da Beira Interior alertou hoje, numa carta enviada ao Presidente da República, primeiro-ministro e governador civil de Coimbra, para «situações de desemprego e miséria nunca vistas» e apresentou propostas para atenuar a crise.
...
Na missiva, os empresários alertam para «situações de desemprego e miséria nunca vistas», que vêm dos mais diversos sectores, alertando para «perdas de postos de trabalho de forma irrecuperável».

Esta associação propõe a criação de um Gabinete de Crise em cada Concelho, «pois parece que ao Governo não chega a informação nua e crua sobre a situação real», pode ler-se na carta.
 
...
 
A carta termina recomendando «o bom senso dos homens, pois os políticos e outros altos dirigentes, de há muito anos a esta parte, não se têm preocupado com as empresas do interior».
 
Lusa/SOL
 
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Opinião - Baptista Bastos - O pesadelo acabou

 Jonal de Notícias Online

Publicado 23 Janeiro 2009  13:00

 

Baptista Bastos

b.bastos@netcabo.pt

 

O pesadelo acabou

 

 
O alvoroço com que o mundo recebeu a eleição de Barack Obama tem mais a ver com a ruína moral, social, cultural e económica do mundo do que, exclusivamente, com a vitória em si mesma.
 

 

O novo presidente é um homem simpático, elegante, atraente, bom dialecta e, ao que tenho lido, sério, informado e lido. O contraste com George W. Bush é gritante.
 
cont... www.jornaldenegocios.pt/index.php
Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Foi há 207 anos, sem computadores, estatísticas, análises de mercado, etc.etc.

 

 Foi há 207 anos,

sem computadores, estatísticas, análises de mercado, etc.etc. 
      


    
«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»


Thomas Jefferson, 1802

 

I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around [the banks] will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered. The issuing power should be taken from the banks and restored to the people, to whom it properly belongs.”

  

“their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered”…

 

” Written by Jefferson in a letter to the Secretary of the Treasury Albert Gallatin (1802).”…

 

www.geocities.com/northstarzone/FED.html

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

CM - Opinião - Obama, a esperança - Emídio Rangel

Correio da Manhã

24 Janeiro 2009 - 09h00 
 

 
Coisas do Circo
Obama, a esperança
 

Por mais que custe aos cépticos e aos profetas da desgraça, a verdade é que começou mesmo uma nova era nos Estados Unidos com a entrada de Barack Obama para a Casa Branca. O país da liberdade e dos direitos humanos já merecia um presidente assim.

Barack Obama não é um génio nem um homem providencial. Mas viu-se ao longo dos últimos meses que se trata de uma personalidade invulgar, de rara inteligência, um homem de grande cultura que fala claro, que se exprime com enorme frontalidade, que não se presta a jogos florentinos, que fala a verdade e só a verdade, que respeita o seu semelhante na América e em todo o Mundo, uma pessoa de princípios com um elevado sentido de humildade.

 

Obama leva para a Presidência dos Estados Unidos o pragmatismo nascido na América mas também o sonho de África, que sempre emerge quando os olhos se estendem pelas imensas e únicas savanas. Obama é, obviamente, um dirigente orgulhoso da sua América mas é um cidadão do Mundo. Não confunde o Quénia ou a Zâmbia com qualquer país asiático, como fazia Bush, um inculto que levou até ao fim dois mandatos e deixa uma herança de pesadelo ao sucessor. A América vai regenerar-se, e isso é um bem para o Mundo. A América vai continuar a ser a pátria das liberdades, o país das diversidades, o terreno da criatividade e da livre iniciativa.
 
No seu discurso de posse, Obama falava da nação de cristãos e muçulmanos, de judeus e hindus, e também de uma nação dos não crentes; Obama convidava os americanos a erguerem-se para reconstruir a América, e interpelava: "Como pode prosperar uma nação que só favorece os prósperos?" Obama rejeitou a excessiva influência dos ‘lobbyes’ e proclamou o princípio da transparência da Administração, contra todas as arbitrariedades.
 
Obama não desiludiu, como dizem certos ‘opinion-makers’. Foi igual a si próprio e, no primeiro dia de acção da Casa Branca, mostrou que a política tem de ser exercida com verdade, com seriedade, com persistência e com sentido da palavra de honra. Acabou o recurso à tortura nos interrogatórios dos prisioneiros ‘de guerra’, que têm de ser tratados de acordo com as regras de Genebra. Fechou o centro de detenção militar de Guantanamo e todas as prisões da CIA no estrangeiro. Inverteu-se o ciclo imbecil da era Bush.
 
A luta contra o terrorismo e a violência vai continuar mas, disse Obama, "queremos ganhá-la nos nossos próprios termos". Obama recusou a herança imperialista e arrogante da América – e o Mundo aplaude a coragem e sente que, afinal, tudo pode mudar em todas as latitudes.
 
Emídio Rangel, Jornalista

 

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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

DN - ÉTICA E RELIGIÃO NA ECONOMIA

DIÁRIO DE NOTICIAS

Sábado, 24 de Janeiro de 2009
Edição Papel

 

 

ÉTICA E RELIGIÃO NA ECONOMIA


Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia

 

 

Perante o estrondo da crise financeira, que está a chegar, avassaladora, à economia real, há da parte de muitos um enorme apelo à ética e aos valores na finança, na empresa e na economia em geral.

Há vantagens nisso, como diz Josef Wieland, professor de Ética: os valores éticos trazem enormes bens à empresa, como, por exemplo, a segurança jurídica; "a reputação da empresa aumenta e ela acaba por receber os melhores e mais motivados colaboradores". É preciso ter em conta que a corrupção vai recuar e "as regras éticas defendem em todo o mundo os empresários da prisão".

Não é por acaso que são esperados quatro mil participantes no sexto congresso cristão de empresários e gestores, que se realiza em Düsseldorf, Alemanha, de 26 a 28 de Fevereiro próximo, sob o lema Avançar para a Chefia com Valores. Isto não significa de modo nenhum que a ética empresarial seja um exclusivo dos crentes, mas a fé tem de ter influência no mundo dos negócios.

Na Alemanha, 66% dos empresários dizem acreditar pessoalmente em Deus e, segundo impulse, revista para empresários, no seu número de Janeiro, a união de empresários católicos atingiu o número histórico de mais de 1200 membros e, no caso dos empresários protestantes, o número multiplicou-se em poucos anos por dez, sendo agora 600.

Segundo uma sondagem da Forsa, as normas éticas e morais desempenham um grande papel para 50% dos empresários alemães, sendo interessante verificar que essa normas são mais importantes para os empresários protestantes (58%) do que para os católicos (47%). Segundo a mesma sondagem, da fé derivam deveres: responsabilidade pelos trabalhadores (71%), sinceridade, justiça, lealdade (31%), decisões socialmente compatíveis (18%) e há limites morais para o rendimento pessoal: católicos (62%), protestantes (42%), sem confissão religiosa (56%), empresários em geral (52%).

Haverá contradição entre a fé em Deus e a maximização do lucro? Os crentes em geral respondem: sim (28%), não (68%). Os passos da Bíblia mais citados pelos empresários crentes são: "ama o teu próximo como a ti mesmo", ,,,

 

Cont... dn.sapo.pt/2009/01/24/opiniao/etica_e_religiao_economia.html

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Obama - Directizes sobre Tranparência e Ética e Congelamento de Salários dos Colaboradores

 

Barack Obama,

 

Iniciou hoje dia 21 de Janeiro de 2009, o percurso  à frente da Casa Branca, transmitindo directrizes claras  aos seus principais colaboradores no sentido do uso de transparência e ética no desempenho do serviço público... o congelamento dos seus salários, neste momento em que os norte-americanos têm que "apertar os cintos"...

Bomsenso

 

⇔⇔⇔

 

CNN

 

Vowing transparency, Obama OKs ethics guidelines

 

 

Embedded video from CNN Video

 

 

 

WASHINGTON (CNN) -- Promising "a new era of openness in our country," President Obama signed executive orders Wednesday relating to ethics guidelines for staff members of his administration.
 
Veja a notícia na CNN:
edition.cnn.com/2009/POLITICS/01/21/obama.business/index.html#cnnSTCText
 
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise

SAPO NOTÍCIAS

Página gerada às 13:57h, segunda-feira 19 de Janeiro

 
 
UE/Ajudas de estado: Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise
19 de Janeiro de 2009, 12:12
 
Bruxelas, 19 Jan (Lusa) - A Comissão Europeia decidiu hoje autorizar o regime português de ajudas de Estado, até 500 mil euros, às pequenas e médias empresas que estão numa situação de "dificuldade" por causa da actual crise económica.
 
"A medida irá contribuir para atenuar as dificuldades das empresas em Portugal afectadas pela conjuntura actual, acautelando as situações de distorção desproporcionada na concorrência", disse a comissária europeia responsável pela Concorrência, Neelie Kroes.
 
O executivo comunitário explica que também podem beneficiar da ajuda de Estado em 2009 e 2010 as PME que tenham problemas de financiamento devido às condições "mais apertadas" de crédito.
 
Só em condições particulares é que os governos nacionais são autorizados a conceder "auxílios de Estado", para impedir situações de favorecimento de um sector ou empresa no grande mercado interno dos 27.
 
Portugal é o terceiro Estado-membro que vê o seu regime temporário de ajudas de estado aprovado, depois da Alemanha e da França.
 
O regime é temporário e limitado a um montante máximo de 500 mil euros por empresa e só se aplica às empresas que estão em dificuldade depois de 01 de Julho de 2008.
 
FPB.
Lusa/Fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

10.01.09

 

Economia
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado.

 

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República -Discurso do Presidente da República

 PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

  www.presidencia.pt/

 

 

Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático
Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático

 

 

 

Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal

 

Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
 
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
 
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
 
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
 
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
 
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
 
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
 
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
 
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
 
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
 
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
 
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
 
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
 
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
 
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
 
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
 
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
 
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
 
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
 
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
 
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
 
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
 
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
 
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.

Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
 
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
 
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
 
Obrigado.

 

 

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

Sábado, 10 Janeiro 2009   8º C Máx   Lisboa

 

 

Economia

 
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 

 

 
Por Luís Reis Ribeiro
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado
 

 

 

 

♦♦♦

 

 

Veja

 

Pensamentos do Momento 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html

 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

VIDEO

 

Fedorentos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/31712.html

 

 

 

 

 

ARTIGO

de

Ricardo Araújo Pereira

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/29582.html

 

 

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