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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

 

PORTUGAL

 

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

 

 

Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

Palácio de Belém, 26 de Janeiro de 2008
 
 
 
O rápido desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação coloca-nos constantemente novos desafios. São disponibilizados novos meios para melhor dialogarmos nas sociedades modernas.
 
Temos de estar atentos para responder a esses desafios e encontrar novas soluções para as necessidades de comunicação que todos partilhamos.
Temos de saber aproveitar as ferramentas tecnológicas inovadoras colocadas ao nosso dispor.
 
Como sabem, valorizo muito estas novas formas de comunicação e o desenvolvimento das tecnologias que as suportam.
 
É neste contexto que a Presidência da República Portuguesa, com uma presença já firme na Internet, passa agora a estar acessível num maior número de comunidades de divulgação informativa, nomeadamente através do audiovisual.
 
Agenda, actualidade, intervenções, mensagens, boletins informativos, fotografias e vídeos passam a estar ainda mais disponíveis para todos os utilizadores que queiram ficar a par das actividades do Presidente da República.
 
A partir de agora, oferecemos a todos vós a possibilidade de aproveitarem as novas janelas abertas sobre o mundo pelas Tecnologias da Informação e Comunicação para acompanharem, sempre que o desejem, a Presidência da República de Portugal.
 
Obrigado pela vossa visita e serão sempre bem-vindos.
 
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

CM - Opinião - Obama, a esperança - Emídio Rangel

Correio da Manhã

24 Janeiro 2009 - 09h00 
 

 
Coisas do Circo
Obama, a esperança
 

Por mais que custe aos cépticos e aos profetas da desgraça, a verdade é que começou mesmo uma nova era nos Estados Unidos com a entrada de Barack Obama para a Casa Branca. O país da liberdade e dos direitos humanos já merecia um presidente assim.

Barack Obama não é um génio nem um homem providencial. Mas viu-se ao longo dos últimos meses que se trata de uma personalidade invulgar, de rara inteligência, um homem de grande cultura que fala claro, que se exprime com enorme frontalidade, que não se presta a jogos florentinos, que fala a verdade e só a verdade, que respeita o seu semelhante na América e em todo o Mundo, uma pessoa de princípios com um elevado sentido de humildade.

 

Obama leva para a Presidência dos Estados Unidos o pragmatismo nascido na América mas também o sonho de África, que sempre emerge quando os olhos se estendem pelas imensas e únicas savanas. Obama é, obviamente, um dirigente orgulhoso da sua América mas é um cidadão do Mundo. Não confunde o Quénia ou a Zâmbia com qualquer país asiático, como fazia Bush, um inculto que levou até ao fim dois mandatos e deixa uma herança de pesadelo ao sucessor. A América vai regenerar-se, e isso é um bem para o Mundo. A América vai continuar a ser a pátria das liberdades, o país das diversidades, o terreno da criatividade e da livre iniciativa.
 
No seu discurso de posse, Obama falava da nação de cristãos e muçulmanos, de judeus e hindus, e também de uma nação dos não crentes; Obama convidava os americanos a erguerem-se para reconstruir a América, e interpelava: "Como pode prosperar uma nação que só favorece os prósperos?" Obama rejeitou a excessiva influência dos ‘lobbyes’ e proclamou o princípio da transparência da Administração, contra todas as arbitrariedades.
 
Obama não desiludiu, como dizem certos ‘opinion-makers’. Foi igual a si próprio e, no primeiro dia de acção da Casa Branca, mostrou que a política tem de ser exercida com verdade, com seriedade, com persistência e com sentido da palavra de honra. Acabou o recurso à tortura nos interrogatórios dos prisioneiros ‘de guerra’, que têm de ser tratados de acordo com as regras de Genebra. Fechou o centro de detenção militar de Guantanamo e todas as prisões da CIA no estrangeiro. Inverteu-se o ciclo imbecil da era Bush.
 
A luta contra o terrorismo e a violência vai continuar mas, disse Obama, "queremos ganhá-la nos nossos próprios termos". Obama recusou a herança imperialista e arrogante da América – e o Mundo aplaude a coragem e sente que, afinal, tudo pode mudar em todas as latitudes.
 
Emídio Rangel, Jornalista

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 12:00
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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Opinião - Baptista-Bastos - O afastamento das pessoas da política e do acto cívico...

 

"O afastamento das pessoas da política e do acto cívico resulta do facto de os dirigentes não se distinguirem uns dos outros - a não ser no modo de vestir."


Baptista-Bastos, Diário de Notícias, em 20090121
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:00
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

OBAMA - Opinião Audio - Fernando Alves (TSF) - Cinismo

Fernando Alves

 

Sinais

 

Os "Sinais" nas manhãs da TSF,

 

 

Cinismo
Ontem
 
www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx
 
Audio
 
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Cimeira Luso-Espanhola - ligações de TGV a Vigo e Madrid para 2013

Notícias SAPO 

 

Cimeira Luso-Espanhola

 

Jornal de Notícias

 

Governo confirma ligações de TGV a Vigo e Madrid para 2013
 
11h25m
Alexandra Figueira, em Zamora
 
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações confirmou ao JN que as linhas de TGV Porto-Vigo e Lisboa-Madrid vão entrar em funcionamento em 2013. Mário Lino adiantou também que a linha Porto-Lisboa vai estar pronta em 2015.      

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

SARAMAGO - OBAMA - Donde saiu este homem?

 

O CADERNO DE SARAMAGO

 

 

« Obama
Donde?

By José Saramago

 

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 
This entry was posted on Janeiro 20, 2009 at 8:39 pm and is filed under O Caderno de Saramago.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 09:00
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Obama - Tomada de Posse em Washington - Vídeo - DISCURSO DE OBAMA NA ÍNTEGRA

 

Terça-Feira, 20 de Janeiro de 2009

 

OBAMA

O Primeiro Presidente Afro-Americano 

Embedded video from CNN Video

 

 

Embedded video from CNN Video

 

The 1861 Lincoln Inaugural Bible against the backdrop of the Main Reading Room of the Library of Congress.

The 1861 Lincoln Inaugural Bible against the backdrop of the Main Reading Room of the Library of Congress.

 

 

 

DISCURSO DE OBAMA NA ÍNTEGRA

 

(VERSÃO EM INGLÊS)

 

Embedded video from CNN Video

 

 
'My fellow citizens:
 
I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and cooperation he has shown throughout this transition. Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace.
 
Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents. So it has been. So it must be with this generation of Americans. That we are in the midst of crisis is now well understood.
Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet. These are the indicators of crisis, subject to data and statistics.
 
Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights. Today I say to you that the challenges we face are real.
 
They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met. On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord. On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics. We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things.
 
The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.
 
In reaffirming the greatness of our nation, we understand that greatness is never a given. It must be earned. Our journey has never been one of short-cuts or settling for less. It has not been the path for the faint-hearted - for those who prefer leisure over work, or seek only the pleasures of riches and fame. Rather, it has been the risk-takers, the doers, the makers of things - some celebrated but more often men and women obscure in their labor, who have carried us up the long, rugged path towards prosperity and freedom.
 
For us, they packed up their few worldly possessions and traveled across oceans in search of a new life. For us, they toiled in sweatshops and settled the West; endured the lash of the whip and plowed the hard earth. For us, they fought and died, in places like Concord and Gettysburg; Normandy and Khe Sahn. Time and again these men and women struggled and sacrificed and worked till their hands were raw so that we might live a better life. They saw America as bigger than the sum of our individual ambitions; greater than all the differences of birth or wealth or faction.
 
This is the journey we continue today. We remain the most prosperous, powerful nation on Earth. Our workers are no less productive than when this crisis began. Our minds are no less inventive, our goods and services no less needed than they were last week or last month or last year. Our capacity remains undiminished. But our time of standing pat, of protecting narrow interests and putting off unpleasant decisions - that time has surely passed. Starting today, we must pick ourselves up, dust ourselves off, and begin again the work of remaking America. For everywhere we look, there is work to be done.
 
The state of the economy calls for action, bold and swift, and we will act - not only to create new jobs, but to lay a new foundation for growth. We will build the roads and bridges, the electric grids and digital lines that feed our commerce and bind us together. We will restore science to its rightful place, and wield technology's wonders to raise health care's quality and lower its cost. We will harness the sun and the winds and the soil to fuel our cars and run our factories. And we will transform our schools and colleges and universities to meet the demands of a new age. All this we can do. And all this we will do.
 
Now, there are some who question the scale of our ambitions - who suggest that our system cannot tolerate too many big plans.
 

 

Their memories are short. For they have forgotten what this country has already done; what free men and women can achieve when imagination is joined to common purpose, and necessity to courage. What the cynics fail to understand is that the ground has shifted beneath them - that the stale political arguments that have consumed us for so long no longer apply.
 
The question we ask today is not whether our government is too big or too small, but whether it works - whether it helps families find jobs at a decent wage, care they can afford, a retirement that is dignified. Where the answer is yes, we intend to move forward. Where the answer is no, programs will end. And those of us who manage the public's dollars will be held to account - to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day - because only then can we restore the vital trust between a people and their government. Nor is the question before us whether the market is a force for good or ill.
 
Its power to generate wealth and expand freedom is unmatched, but this crisis has reminded us that without a watchful eye, the market can spin out of control - and that a nation cannot prosper long when it favors only the prosperous. The success of our economy has always depended not just on the size of our Gross Domestic Product, but on the reach of our prosperity; on our ability to extend opportunity to every willing heart - not out of charity, but because it is the surest route to our common good. As for our common defense, we reject as false the choice between our safety and our ideals.
 
Our Founding Fathers, faced with perils we can scarcely imagine, drafted a charter to assure the rule of law and the rights of man, a charter expanded by the blood of generations. Those ideals still light the world, and we will not give them up for expedience's sake. And so to all other peoples and governments who are watching today, from the grandest capitals to the small village where my father was born: know that America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity, and that we are ready to lead once more.
 
Recall that earlier generations faced down fascism and communism not just with missiles and tanks, but with sturdy alliances and enduring convictions. They understood that our power alone cannot protect us, nor does it entitle us to do as we please. Instead, they knew that our power grows through its prudent use; our security emanates from the justness of our cause, the force of our example, the tempering qualities of humility and restraint. We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations.
 
We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the specter of a warming planet. We will not apologize for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you. For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness.
 
We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers. We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.
 
To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.
 
To the people of poor nations, we pledge to work alongside you to make your farms flourish and let clean waters flow; to nourish starved bodies and feed hungry minds. And to those nations like ours that enjoy relative plenty, we say we can no longer afford indifference to suffering outside our borders; nor can we consume the world's resources without regard to effect. For the world has changed, and we must change with it.
 
This is the meaning of our liberty and our creed - why men and women and children of every race and every faith can join in celebration across this magnificent mall, and why a man whose father less than sixty years ago might not have been served at a local restaurant can now stand before you to take a most sacred oath. So let us mark this day with remembrance, of who we are and how far we have traveled. In the year of America's birth, in the coldest of months, a small band of patriots huddled by dying campfires on the shores of an icy river. The capital was abandoned. The enemy was advancing. The snow was stained with blood.
 
At a moment when the outcome of our revolution was most in doubt, the father of our nation ordered these words be read to the people:
 
'Let it be told to the future world...that in the depth of winter, when nothing but hope and virtue could survive...that the city and the country, alarmed at one common danger, came forth to meet [it].'
 
America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations.'
 
In his speech Tuesday, President Obama said America must play its role in ushering in a new era of peace.
 
 OBAMA

 

 

Embedded video from CNN Video

 

Embedded video from CNN Video

 

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Obama - Primeiro Presidente que vai usar a mesma Bíblia de Abraham Lincoln

EXPRESSO

aeiou.expresso.pt/obama_vai_usar_a_mesma_biblia_de_abraham_lincoln=f490490

 

 

Obama vai usar a mesma bíblia de Abraham Lincoln
A Bíblia Sagrada de Lincoln é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA. Barack Obama vai ser o primeiro Presidente a usá-la na tomada de posse.
No centro da capa, o exemplar tem uma
chapa banhada a ouro a dizer «Bíblia Sagrada»
Kevin Lamarque/Reuters
 
 
Barack Obama vai fazer o juramento de tomada de posse dos Estados-Unidos com a mão sobre a mesma bíblia que Abraham Lincoln usou na sua cerimónia, em 1861. Mais de 130 anos depois de Lincoln ter abolido a escravidão no país, sobe ao poder o primeiro Presidente negro.
 
Encadernada em veludo púrpura e com as laterais reforçadas em metal banhado a ouro, este exemplar da bíblia é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA.
 
Obama declarou-se "muito honrado" quando recebeu autorização para usar esta peça, que tem 15 centímetros de largura e 4,5 de altura. No meio da capa existe ainda uma placa metálica, também banhada a ouro, onde foi gravada a inscrição: "Bíblia Sagrada".
 
Obama, que será o 44º representante máximo do país, é o primeiro Presidente a usar esta Bíblia desde a tomada de posse de Lincoln, a 4 de Março de 1861.

 

 

VEJA

 

www.youtube.com/watch

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Sócrates Admite Recessão em Portugal e Abre a Porta à Antecipação de Eleições

ECONOMICO

www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

Terça, 06 de Janeiro 09

Entrevista do primeiro-ministro à SIC

 

Sócrates admite recessão em Portugal
Económico 
06/01/09 00:05
 
O primeiro-ministro reconhece que o Governo vai rever as suas previsões para este ano e assume que Portugal deve cair em recessão. Para responder à crise, continua a apostar no investimento e pede nova maioria absoluta.

 

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

 

Política

 

Sócrates abre a porta à antecipação de eleições
Económico 
05/01/09 22:19
 
O primeiro-ministro diz estar “preparado para todos os cenários” incluindo o da sua demissão para a convocação antecipada de eleições de forma a poderem coincidir com as eleições Europeias agendadas para Junho. Sócrates é recandidato e pedirá a maioria.
 
O próximo ano de 2009 tem prevista a realização de três eleições, competindo ao Governo a marcação das eleições autárquicas (previstas para entre 22 de Setembro e 14 de Outubro) e ao Presidente a marcação das legislativas (para o intervalo que vai entre 14 de Setembro e 14 de Outubro).

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-abre-a-porta-a-antecipacao-de-eleicoes_263.html

 

 

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Opinião - DN - João Miranda - O QUE NÃO SE VÊ

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Lisboa  27.12.08

dn.sapo.pt/2008/12/27/opiniao/o_nao_ve.html

 

O QUE NÃO SE VÊ

João Miranda
Investigador em biotecnologia - jmirandadn@gmail.com

 

A demonização da classe política faz parte dos rituais democráticos. De acordo com a voz popular, os políticos são incompetentes, demagogos, mentirosos e corruptos. E, no entanto, o eleitorado tem grandes expectativas sobre o papel do Estado na sociedade. O eleitor espera que, perante uma crise, o Governo faça alguma coisa. Espera que o Governo apresente soluções. Paradoxalmente, a crise fez baixar o nível de exigência e reduziu os níveis de cepticismo em relação aos políticos. Como que por magia, a classe política é vista como uma fonte de esperança no futuro, apesar de ser responsável pela crise e de ser considerada incompetente e demagoga.

A obra de Frédéric Bastiat, um economista francês do século XIX, pode ajudar a esclarecer este paradoxo. Bastiat observou que as medidas políticas de carácter económico têm consequências visíveis e consequências invisíveis. Por exemplo, os subsídios à actividade económica têm como efeito visível a criação de emprego pelas empresas receptoras. Têm, no entanto, um efeito invisível que é imperceptível para a maior parte dos eleitores. O Estado só pode pagar subsídios às empresas se cobrar os correspondentes impostos. Logo, o emprego criado pelos subsídios é compensado pelo desemprego criado pelos impostos.

Os políticos centram-se nas medidas com efeitos visíveis positivos, mesmo que os respectivos efeitos negativos invisíveis excedam os positivos. O eleitor comum, que não leu Bastiat, avalia as propostas políticas de acordo com os seus efeitos visíveis. Estará sempre predisposto a acreditar em propostas concretas com efeitos visíveis positivos. O mesmo eleitor poderá estar insatisfeito com o estado geral do País e com a classe política em geral, embora não entenda muito bem porquê. Como o eleitor não se apercebe da contribuição dos efeitos invisíveis para a deterioração do estado geral do País, mantém uma relação esquizofrénica com a política. O eleitor está sempre entusiasmado com as novas medidas e sempre insatisfeito com o resultado global das medidas que o entusiasmaram no passado.

 

dn.sapo.pt/2008/12/27/opiniao/o_nao_ve.html

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:50
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento

 

Neste fase da história de Portugal, 

 

seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.

 

 

Contudo, lamentavelmente,

não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.

 

Desde 1997

a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...

 

É de facto preocupante.

Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações

 

atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.

  

Será que a maioria dos portugueses

  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?

 

 

Nos últimos anos tivemos

juros a taxas reduzidas como nunca...

 

No entanto,

em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)
 

  Foto: pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre

 

 

 

 3 de Janeiro de 2009, 01:17
 Anilady
 
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Portugal - Presidente da República - Intervenção - Estatuto Politico-Administrativo dos Açores

 

PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

www.presidencia.pt/

 

 

Imagem ampliada

 

Declaração do Presidente da República

sobre a

Promulgação do

Estatuto Político-Administrativo dos Açores

 

 

 
Palácio de Belém, 29 de Dezembro de 2008
 
 
A lei que aprovou a revisão do Estatuto dos Açores, que tinha sido por mim vetada, foi, no passado dia 19, confirmada pela Assembleia da República sem qualquer alteração.
 
Isto é, não foram acolhidas, pela maioria dos deputados, as duas objecções que por mim tinham sido suscitadas.
 
É muito importante que os portugueses compreendam o que está em causa neste processo.
 
Este não é um problema do actual Presidente da República.
Não é tão-pouco uma questão de maior ou menor relevo da autonomia regional.
 
O que está em causa é o superior interesse do Estado português.
 
O Estatuto agora aprovado pela Assembleia da República introduz um precedente muito grave: restringe, por lei ordinária, o exercício das competências políticas do Presidente da República previstas na Constituição.
 
De acordo com uma norma introduzida no Estatuto, o Presidente da República passa a estar sujeito a mais exigências no que toca à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores do que para a dissolução da Assembleia da República.
 
Nos termos da Constituição, a Assembleia da República pode ser dissolvida pelo Presidente da República ouvidos os partidos nela representados e o Conselho de Estado.
 
Para dissolver a Assembleia Legislativa dos Açores, o Presidente da República terá que ouvir, para além dos partidos nela representados e o Conselho de Estado, o Governo Regional dos Açores e a própria Assembleia da Região.
 
Trata-se de uma solução absurda, como foi sublinhado por eminentes juristas.
 
Mas o absurdo não se fica por aqui.
 
A situação agora criada não mais poderá ser corrigida pelos deputados.
Uma outra Assembleia da República que seja chamada, no futuro, a uma nova revisão do Estatuto vai estar impedida de corrigir o que agora se fez.
 
Isto porque foi acrescentada ao Estatuto uma disposição que proíbe a Assembleia da República de alterar as normas que não tenham sido objecto de proposta feita pelo parlamento dos Açores.
 
Quer isto dizer que a actual Assembleia da República aprovou uma disposição segundo a qual os deputados do parlamento nacional, que venham a ser eleitos no futuro, só poderão alterar aquelas normas que os deputados regionais pretendam que sejam alteradas.
 
Os poderes dos deputados da Assembleia da República nesta matéria foram hipotecados para sempre.
 
Como disse, não está em causa qualquer problema do actual Presidente da República.
 
A Assembleia Legislativa dos Açores, em 30 anos de autonomia, nunca foi dissolvida e não prevejo que surjam razões para o fazer no futuro.
 
O que está em causa é uma questão de princípio e de salvaguarda dos fundamentos essenciais que alicerçam o nosso sistema político.
 
E não se trata apenas de uma questão jurídico-constitucional. É muito mais do que isso.
 
Está também em causa uma questão de lealdade no relacionamento entre órgãos de soberania.
 
Será normal e correcto que um órgão de soberania imponha ao Presidente da República a forma como ele deve exercer os poderes que a Constituição lhe confere?
 
Será normal e correcto que a Assembleia da República imponha uma certa interpretação da Constituição para o exercício dos poderes presidenciais?
 
É por isso que o precedente agora aberto, de limitar o exercício dos poderes do Presidente da República por lei ordinária, abala o equilíbrio de poderes e afecta o normal funcionamento das instituições da República.
 
O exercício dos poderes do Presidente da República constantes da Constituição não pode ficar à mercê da contingência da legislação ordinária aprovada pelas maiorias existentes a cada momento.
 
Por que é que a Assembleia da República não alterou o Estatuto apesar de vozes, vindas dos mais variados quadrantes, terem apelado para que o fizesse, considerando que as objecções do Presidente da República tinham toda a razão de ser?
 
Principalmente, quando a atenção dos agentes políticos devia estar concentrada na resolução dos graves problemas que afectam a vida das pessoas?
 
Foram várias as vozes que apontaram razões meramente partidárias para a decisão da Assembleia da República.
 
Pela análise dos comportamentos e das afirmações feitas ao longo do processo e pelas informações que em privado recolhi, restam poucas dúvidas quanto a isso.
 
A ser assim, a qualidade da nossa democracia sofreu um sério revés.
Nos termos da Constituição, se a Assembleia da República confirmar um diploma vetado pelo Presidente da República, este deverá promulgá-lo no prazo de 8 dias.
 
Assim, promulguei hoje o Estatuto Político-Administrativo dos Açores.
Assumi o compromisso de cumprir a Constituição e eu cumpro aquilo que digo.
 
Mas nunca ninguém poderá alguma vez dizer que, confrontado com o grave precedente criado pelo Estatuto dos Açores, não fiz tudo o que estava ao meu alcance para defender os superiores interesses do Estado.
 
Nunca ninguém poderá dizer que não fiz tudo o que estava ao meu alcance para impedir que interesses partidários de ocasião se sobrepusessem aos superiores interesses nacionais.
 
Como Presidente da República fiz, em consciência, o que devia fazer.
 
www.presidencia.pt/
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:06
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