Outubro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
31

ARQUIVO

PESQUISAR NO BLOG:

 

POST RECENTES

Tomada de Posse do Presid...

O mistério dos cadernos e...

Contas da Campanha Presid...

"Escrevi há sete anos sob...

Primeiro dia da visita of...

Prós e Contras com 3 ex-P...

12 DE JUNHO - AS HISTÓRIA...

Cerimónia dos 25 anos de ...

Cavaco Silva Defende Valo...

Cavaco Silva: Portugal te...

Mulheres Empreendedoras -...

Preocupação de Cavaco Sil...

Cavaco Silva, realçou hoj...

Presidente da República, ...

Cimeira Ibero-Americana -...

Cavaco Silva falou sobre ...

TVI tem várias leituras p...

Laboratório Ibérico de Na...

Parabéns Senhor President...

TC - Tribunal de Contas -...

Presidente critica falta ...

Presidente da República a...

Presidente da Républica d...

Presidente da Républica d...

Presidente da República -...

Presidente da República -...

Presidente da República -...

Presidente da República n...

Gago Coutinho - President...

Jorge Sampaio Analisa a C...

Obama escreve a Cavaco, q...

Cavaco Silva quer aposta ...

Os alertas de Mário Soare...

Portugal pode conhecer a ...

Ramalho Eanes denunciou e...

Crise - «Não é fácil olha...

CRISE: Empresários alerta...

Portugal - Presidente da ...

Portugal - Presidente da ...

Portugal - Presidente da ...

Portugal - Presidente da ...

Portugal - Presidente da ...

Portugal - Presidente da ...

LINKS

PESQUISAR NO BLOG:

 

Outubro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
31
Sábado, 7 de Março de 2009

Presidente da República - Visita de Estado à Alemanha

 

Mensagem

 

Presidente da República

 

Início da Visita de Estado

 

Alemanha

 

 

Berlim, 2 de Março de 2009 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

Presidente da República - "Necessitamos de mais Médicos"

 

Presidente da República

 

"Necessitamos de mais Médicos"

 

 

 

 Alerta do Presidente da República no Congresso da comunidade médica

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Presidente da República na Cerimónia de Homenagem ao Almirante Gago Coutinho

 

Cerimónia de homenagem

Cerimónia de homenagem
 

 

Discurso do Presidente da República na

Cerimónia de Homenagem ao Almirante Gago Coutinho

 

 

Sociedade de Geografia de Lisboa, 17 de Fevereiro de 2009
Senhor Presidente da Sociedade de Geografia,
Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
Senhor Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas,
Senhor Chefe do Estado-Maior da Armada,
Senhor Professor Doutor José Pereira Osório,
Minhas Senhoras e meus Senhores,
 
A Sociedade de Geografia de Lisboa tomou a louvável iniciativa de homenagear a insigne figura do almirante Gago Coutinho no dia em que se completam cento e quarenta anos sobre o seu nascimento.

Como Presidente da República, como Presidente de Honra da Sociedade de Geografia de Lisboa e, acima de tudo, como português, associo-me com todo o gosto a esta celebração.

O almirante Gago Coutinho foi um português de singular destino: o nosso grande sábio-marinheiro veio a alcançar a fama como navegador de avião num único voo.

É justo, no entanto, afirmar que Gago Coutinho merece ser recordado por muito mais do que a travessia do Atlântico Sul.

A instituição centenária em que nos encontramos é o local privilegiado para que possamos apreciar toda a dimensão do contributo de Gago Coutinho para a ciência e a cultura portuguesas.

É na Sociedade de Geografia de Lisboa, de que o homenageado foi sócio durante cinquenta e sete anos, que se celebra, anualmente, através da atribuição do Prémio Internacional Gago Coutinho, a memória do grande cientista.

Foi aqui recolhida a sua biblioteca e o seu espólio, os quais nos dão a imagem multifacetada de um distinto oficial que dedicou anos da sua longa vida ao estudo da história dos Descobrimentos e, em particular, da técnica náutica que os portugueses desenvolveram.

Neste local histórico sentem-se ainda os ecos das muitas conferências científicas que Gago Coutinho aqui proferiu.

Recordo, por exemplo, aquela ocasião, em 1902, em que a Sala Portugal da Sociedade de Geografia de Lisboa assistiu à exposição de um jovem oficial de marinha sobre um tema inovador: a telegrafia sem fios. Pioneiro também nesse domínio, o orador não hesitou, decerto para espanto de muitos, ao proclamar que aí estaria o meio de comunicação do futuro.

Ainda nesta sala, em 1920, Gago Coutinho apresentou aos sócios da Sociedade de Geografia de Lisboa - instituição estatutariamente vinculada à promoção da geografia como ciência -, a proposta de criação em Portugal de um curso de engenharia geográfica.

Gago Coutinho foi o primeiro entre nós a destacar o papel do engenheiro geógrafo, considerando ser o mesmo “necessário à tarefa geográfica secular que temos diante de nós”.

O engenheiro geógrafo é, sobretudo, um especialista no domínio do posicionamento. A sua melhor qualidade técnica é a de saber onde se está com precisão infinitesimal.

Eis uma qualidade unanimemente reconhecida ao almirante Gago Coutinho: ele sempre soube onde estava e sempre soube qual era o seu destino.

Em Timor, em Moçambique, em Angola, em S. Tomé, efectuou levantamentos geodésicos e topográficos, fixou fronteiras. Com meios relativamente rudimentares, realizou prodígios de exactidão.

A sua primeira obra como engenheiro geógrafo, realizada em Timor nos últimos anos do século XIX, foi recentemente utilizada, com grande proveito, na demarcação da fronteira entre a República Democrática de Timor-Leste e a República da Indonésia.

Esta profunda ligação ao espaço de língua portuguesa, que marca o seu trajecto como militar e como cientista, foi também evidenciada na travessia do Atlântico Sul.

O inspirado voo, realizado no ano do centenário da independência do Brasil, avivou a fraternidade entre as pátrias irmãs, como o demonstra a triunfal recepção que os aeronautas aí tiveram.

Recordar hoje o almirante Gago Coutinho é, por isso, também homenagear a unidade do mundo que fala português.

Sendo bem verdade que, como comecei por referir, o legado do almirante Gago Coutinho ultrapassa em muito a memória da travessia aérea do Atlântico Sul, não é menos verdade que esse voo foi a expressão culminante da sabedoria e da inventiva de um grande homem de ciência.

O empreendimento, vencendo ares nunca dantes navegados, foi arrojado. Feitos de igual valia já tinham sido completados por outros pioneiros da aviação. Mas nunca se fora tão longe no voo científico.

No seu diário de bordo, Sacadura Cabral, descrevendo o momento mais dramático da travessia, deixou claro o verdadeiro móbil dos aeronautas portugueses: se a gasolina acabasse e se vissem forçados a pousar, ao acaso, no meio do oceano, “ficaria por demonstrar aquilo que pretendíamos provar, isto é, que a navegação aérea é susceptível da mesma precisão que a navegação marítima”.

Foi, portanto, uma demonstração científica que os levou a arriscar tudo, incluindo a própria vida, naquele voo entre a Cidade da Praia, em Cabo Verde, e os penedos de S. Pedro e S. Paulo. Aí, após mais de onze horas sem beneficiar de quaisquer referências à superfície, num avião pequeno e demasiado lento, com a gasolina a esgotar-se no tanque, tiveram de descobrir na imensidão do Atlântico um minúsculo penedo com duzentos metros de comprimento.

Os cálculos do imperturbável Gago Coutinho não podiam falhar, sob pena de tudo terminar ingloriamente. Como de costume, não falharam. Feito extraordinário no momento em que a aeronavegação dava os primeiros passos.

Como foi possível? “Nós não fomos heróis” - explicou Gago Coutinho, dando nota da sua proverbial simplicidade – “Usámos de manhas de geógrafos, que se orientam pelo Sol e pelas estrelas”.

Manhas, talvez. Mas o certo é que ninguém antes se lembrara de as usar. Tratava-se, afinal, de inovações científicas. Inovações que permitiram um passo de gigante na história da aviação.

A travessia foi realizada com certeza antecipada quanto ao rumo seguido. A navegação depende do conhecimento exacto da posição em cada momento e da direcção e distância ao ponto de destino. Pois ao longo do caminho, Gago Coutinho e Sacadura Cabral sempre souberam exactamente onde estavam e qual o rumo e a distância até ao objectivo que tinham traçado.

Gago Coutinho serviu-se de um sistema integrado de navegação aérea que criou e aperfeiçoou. Sistema composto pelo famoso sextante de horizonte artificial, a que gostava de chamar astrolábio de precisão.

Sistema que também incluía métodos inéditos de cálculo e de pré-cálculo de tal forma apurados que em três minutos – e isto sem computador e sem calculadora electrónica - permitiam ao navegador Gago Coutinho registar no Diário de Navegação o local preciso onde se encontravam.

Assim dotados, os aviadores chegaram com absoluta precisão ao seu destino. Deste modo, para além da aventura humana assistiu-se a um prodígio científico. O grande pioneiro da aviação, o brasileiro Santos Dumont, bem o disse: “… o raid de Coutinho e Sacadura foi matematicamente realizado”.

O almirante Gago Coutinho era um espírito positivo, racional e matemático. Acreditava no método científico que desenvolveu a tal ponto que nele confiou serenamente a sua vida e a do seu companheiro de viagem.

O homem de ciência que homenageamos ensinou-nos que, para termos confiança em nós, precisamos de saber onde estamos e para onde vamos. Eis a mais profunda lição do eminente engenheiro geógrafo que foi o almirante Gago Coutinho.

Presto homenagem à memória de um grande português.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos

Gago Coutinho - Presidente da República - a mais profunda lição do eminente engenheiro geógrafo que foi o almirante Gago Coutinho", afirmou Cavaco Silva.

 

Sapo Noticias

 

Lusa

 

PR: Cavaco recorda
lição de Gago Coutinho para
 
"termos confiança em nós"
17 de Fevereiro de 2009, 18:59
 
Lisboa, 17 Fev (Lusa) -- O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, recordou hoje o contributo para a ciência e cultura portuguesa de Gago Coutinho, o almirante que ensinou que para "termos confiança em nós, precisamos saber onde estamos e para onde vamos".
 
"O homem de ciência que homenageamos ensinou-nos que, para termos confiança em nós, precisamos de saber onde estamos e para onde vamos.
 
Eis a mais profunda lição do eminente engenheiro geógrafo que foi o almirante Gago Coutinho", afirmou Cavaco Silva.
 
Numa intervenção na cerimónia comemorativa dos 140 anos do nascimento do almirante Gago Coutinho, realizada na Sociedade de Geografia de Lisboa, o chefe de Estado recordou a vida do "grande sábio-marinheiro" que "alcançou a fama como navegador de avião num único voo" e que "merece ser recordado por muito mais do que a travessia do Atlântico Sul".
 
"O almirante Gago Coutinho era um espírito positivo, racional e matemático", sublinhou, lembrando a "dimensão do contributo do almirante para a ciência e cultura portuguesas", cuja biblioteca e espólio se encontram recolhidos na Sociedade de Geografia de Lisboa.
 
No discurso, o Presidente da República lembrou ainda algumas das conferências científicas que Gago Coutinho proferiu precisamente na Sociedade de Geografia de Lisboa, como aquela, em 1902, em que falou sobre a telegrafia sem fios, ou, anos mais tarde, quando propôs a criação em Portugal de um curso de engenharia geográfica.
 
"O engenheiro geógrafo é, sobretudo, um especialista no domínio do posicionamento. A sua melhor qualidade técnica é a de saber onde se está com precisão infinitesimal. Eis uma qualidade unanimemente reconhecida ao almirante Gago Coutinho: ele sempre soube onde estava e sempre soube qual era o seu destino", referiu, recordando os levantamentos geodésicos e topográficos que realizou em Timor, Moçambique, Angola e São Tomé.
 
"Com meios relativamente rudimentares, realizou prodígios de exactidão", sublinhou, considerando que esta "profunda ligação ao espaço de língua portuguesa, que marca o seu trajecto como militar e como cientista, foi também evidenciada na travessia do Atlântico Sul".
 
"O inspirado voo, realizado no ano do centenário da independência do Brasil, avivou a fraternidade entre as pátrias irmãs, como o demonstra a triunfal recepção que os aeronautas aí tiveram. Recordar hoje o almirante Gago Coutinho é, por isso, também homenagear a unidade do mundo que fala português", acrescentou, classificando como "arrojado" o empreendimento de "vencer ares nunca dantes navegados".
 
Porque, referiu, a travessia aérea do Atlântico Sul foi "a expressão culminante da sabedoria e da inventiva de um grande homem de ciência", mas, ao mesmo tempo, uma demonstração científica que levou Gago Coutinho e Sacadura Cabral "a arriscar tudo, incluindo a própria vida".
 
"Os cálculos do imperturbável Gago Coutinho não podiam falhar, sob pena de tudo terminar ingloriamente. Como de costume, não falharam. Feito extraordinário no momento em que a aeronavegação dava os primeiros passos", disse Cavaco Silva.
 
VAM.
Lusa/fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Jorge Sampaio Analisa a Crise

SIC

 

Jorge Sampaio analisa a crise

 

 

 

Jorge Sampaio fala da crise na UE

 

 

 

Ex-PR diz que há risco de “destruirmos o que construímos nos últimos 50 anosA estabilidade do sistema financeiro internacional passa pela realização de uma nova Conferência de Bretton Woods, para que dessa iniciativa saia um "novo quadro institucional", defendeu hoje em Lisboa o ex-Presidente da República Jorge Sampaio

 

O "novo quadro institucional" que deverá sair da conferência "deverá reflectir de forma apropriada os interesses dos países industrializados e também das economias emergentes e das populações mais nobres e que garanta o efectivo apoio ao desenvolvimento", salientou Sampaio, que exerce actualmente funções de Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

As conferências de Bretton Woods estabeleceram em Julho de 1944 as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo, tendo em 1946 sido estabelecidos o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

Jorge Sampaio, que intervinha na conferência de encerramento das celebrações do 25 aniversário do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP), da Universidade Católica Portuguesa, citou o discurso que o vice-Presidente norte-americano Joseph Biden proferiu sábado em Munique, Alemanha, para sustentar que, "sem desenvolvimento para todos, não há paz nem segurança sustentáveis no mundo".

"Por isso, mais do que nunca, importa prosseguir na via do multilateralismo porque enfrentamos problemas de dimensão global que só podem ser resolvidos através de mais e melhor cooperação internacional", disse.

A opção pelo multilateralismo visa aproveitar as "lições da história".

"Tal como em outros episódios passados de recessão, as opiniões associadas ao nacionalismo e ao populismo parecem ganhar novo fulgor e força", alertou.

Jorge Sampaio, que intitulou a sua conferência de "Sinais dos Tempos", sustentou que na actual crise, ao apostar-se no "reforço da cooperação" e na "concertação multilateral", importa começar pela construção europeia, "sob pena de destruirmos o que construímos nos últimos 50 anos".

"De facto, neste tempo de crise aguda, é necessário, mais do que nunca, que os governos não secundarizem as políticas de boa governação da diversidade cultural sob pena de estarmos a criar condições para uma explosão social de consequências políticas imprevisíveis", frisou.

A conferência de Jorge Sampaio encerrou as comemorações do CEPCEP, iniciadas em Fevereiro de 2008 com o cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e prosseguiram em Dezembro passado com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

Com Lusa

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Obama escreve a Cavaco, quer trabalhar em conjunto para edificar "mundo mais seguro"

SAPO NOTÍCIAS

 
 
PR: Obama escreve a Cavaco,
quer trabalhar em conjunto para edificar
"mundo mais seguro"
 
15 de Fevereiro de 2009, 13:37

 

Lisboa, 15 Fev (Lusa)
 
O Presidente da República recebeu esta semana uma mensagem do Presidente dos Estados Unidos, em que Barack Obama reconhece a importância do relacionamento com Portugal e manifesta o desejo de trabalhar com Cavaco Silva para
 
"edificar um mundo mais seguro".
 
"Estou confiante em que poderemos trabalhar em conjunto, nos próximos quatro anos, num espírito de paz e amizade, com vista a edificar um mundo mais seguro. É meu desejo trabalhar com Vossa Excelência nesse esforço e na promoção das boas relações entre os nossos países", lê-se na missiva a que a Lusa teve hoje acesso.
 
Na mensagem, Barack Obama agradece também as felicitações enviadas por Cavaco Silva a 05 de Novembro, quando o novo Presidente dos Estados Unidos foi eleito, manifestando-se muito sensibilizado com a missiva que apreciou "particularmente".
 
Na carta agora enviada ao chefe de Estado português, Barack Obama reconhece ainda existir "um quadro de desafios", que poderão ser melhor enfrentados em conjunto.
 
Por outro lado, salienta ainda o Presidente dos Estados Unidos, também existem "excelentes oportunidades que, se abordadas com eficácia, poderão contribuir para promover os objectivos da nossa aliança".
 
"Ao darmos início à nossa colaboração, estou absolutamente convicto da importância fundamental do nosso relacionamento", acrescenta ainda Barack Obama.
 
Na mensagem enviada por ocasião da eleição de Barack Obama como Presidente dos Estados Unidos, Cavaco Silva tinha também manifestado a convicção de que os "laços de amizade" que unem Portugal e os Estados Unidos e a "estreita cooperação" que caracteriza a relação bilateral entre os dois países nos mais diversos domínios "encontrarão novas oportunidades para se reforçarem e expandirem".
 
Na missiva que enviou no início do Novembro, o Presidente da República tinha igualmente sublinhado o "papel da significativa comunidade de portugueses e luso-descendentes residentes nos Estados Unidos da América", considerando tratar-se de um importante elo de ligação entre os dois países.
 
"Estou certo de que a acção de Vossa Excelência constituirá um contributo determinante para a necessária coordenação de esforços a nível internacional a que obrigam os desafios com que o mundo se confronta. Só assim seremos capazes de ultrapassar os problemas que se nos colocam e de tirar partido das oportunidades que se nos oferecem", lia-se ainda na mensagem enviada por Cavaco Silva ao Presidente dos Estados Unidos.
 
Desde que tomou posse como Presidente da República, em Março de 2006, Cavaco Silva esteve nos Estados Unidos duas vezes: em Setembro de 2008, em Nova Iorque, por ocasião da Abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, e em Junho de 2007, quando abriu em Washington a exposição "Abraçando o Globo: Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII".
 
Nesta altura, em 2007, o chefe de Estado deslocou-se a Boston, Massachusetts, onde se encontrou com o Governador Deval Patrick, reuniu-se com a secção dos EUA do Conselho das Comunidades Portuguesas e visitou as comunidades lusas em Hudson, Fall River e New Bedford (todas no estado de Massachusetts) e, ainda, em Newark, no estado de Nova Iorque.
 
Enquanto primeiro-ministro, Cavaco Silva esteve na Casa Branca, no âmbito de visitas oficiais aos EUA, a convite de três Presidentes norte-americanos: Ronald Reagan, George H. Bush e Bill Clinton.
 
O encontro com Bill Clinton aconteceu pouco tempo antes de os representantes da comunidade luso-americana terem, pela primeira vez, sido recebidos na Casa Branca por um Presidente norte-americano.
 
VAM.
Lusa/fim
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:30
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Cavaco Silva quer aposta nos jovens

RTP

Vídeo Economia
2009-02-13 13:29:28

Cavaco Silva
quer aposta nos jovens

 

 

 

Cavaco Silva já reagiu aos numeros da economia em Portugal.



O Presidente da República quer uma maior aposta na inovação e nos jovens empreendedores para vencer a crise.

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos

Os alertas de Mário Soares

RTP

2009-02-11 13:28:00

 

Os Alertas de Mário Soares

 

 

 

 

Vídeo Politica
 
 
Mário Soares
considera que sem transparência no País,
em especial no sector da banca,
Portugal poderá viver momentos de grande instabilidade.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Portugal pode conhecer a prazo clima de revolta, diz Mário Soares

TSF

 

 

Portugal
 
pode conhecer a prazo clima de revolta,
diz Mário Soares

 

 

 

Mário Soares considera que sem transparência no País, em especial no sector da banca, Portugal poderá conhecer a prazo um clima de revolta.

 

O ex-presidente da República afirma que é preciso esclarecer o que se passou no Banco Português de Negócios (BPN) e no Banco Privado Português (BPP).

 

AUDIO

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos

Ramalho Eanes denunciou existência de um clima de medo crónico

 

TSF

 Ramalho Eanes

 

 

O general Ramalho Eanes denunciou, esta terça-feira, a existência de um clima de medo crónico de criticar para não ser prejudicado e de arriscar.
 
O antigo Presidente da República pediu ainda aos políticos que informem sempre os portugueses da verdade.

 

 

O general Ramalho Eanes, que participava numa conferência sobre defesa nacional, no âmbito de um ciclo cujos trabalhos são presididos pelo ministro Severiano Reixeira, disse que Portugal necessita de mudanças profundas e de uma sociedade mais unida.

 
O antigo Presidente da República considerou também que os partidos políticos devem aproveitar o período eleitoral que se aproxima para falar a verdade aos portugueses.
 
O antigo Chefe de Estado defendeu que, durante a campanha eleitoral, «se evite o folclore partidário habitual e se aproveite para consciencializar os portugueses da situação de impossível manutenção em que nos encontramos e que não se entre num jogo de atribuição de culpas».
 
Na opinião do general, só conhecendo a verdade se pode fortalecer a opinião pública e acabar com um clima de medo, afirmando que na sociedade actual existem vários medos como o «com medo do presente, do futuro, pelos filhos, pela sorte dos pais, pelo emprego e medo dos poderes políticos».
 
Para Ramalho Eanes, falta noção da realidade na sociedade actual que, perante a « impavidez política dos governos», se entregou à realidade incontornável do consumo.

 

 

AUDIO

 

www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx

 

 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Crise - «Não é fácil olhar para o futuro com confiança», diz Sampaio

TSF

Há 10 mins

 

Jorge Sampaio

 

«Não é fácil olhar para o futuro com confiança»,

diz Sampaio

 

 

Jorge Sampaio confessou, esta quinta-feira, durante uma palestra, em Lisboa, que não vai ser fácil encontrar o rumo certo nos próximos meses para responder à actual crise internacional, frisando que 2009 será um «ano conturbado».

 

O ex-Presidente da República começou por dizer que em Janeiro contactou pessoas de vários sítios do mundo e não encontrou «ninguém com uma direcção muito clara sobre o que aí vem, nem sobre o que fazer».

 

«Não nos é fácil olhar para o futuro com confiança, não só por causa da grave crise económica e financeira que atravessamos», mas também porque «a situação internacional está na realidade cheia de incógnitas», acrescentou.
 
Audio
www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

CRISE: Empresários alertam Presidente para «miséria nunca vista»

SOL

3a-feira, 27 Janeiro 2009  

  

 
Empresários alertam Presidente para
 
 «miséria nunca vista»
 

ONTEM

Beira Interior
 
 
Uma associação de empresários da Beira Interior alertou hoje, numa carta enviada ao Presidente da República, primeiro-ministro e governador civil de Coimbra, para «situações de desemprego e miséria nunca vistas» e apresentou propostas para atenuar a crise.
...
Na missiva, os empresários alertam para «situações de desemprego e miséria nunca vistas», que vêm dos mais diversos sectores, alertando para «perdas de postos de trabalho de forma irrecuperável».

Esta associação propõe a criação de um Gabinete de Crise em cada Concelho, «pois parece que ao Governo não chega a informação nua e crua sobre a situação real», pode ler-se na carta.
 
...
 
A carta termina recomendando «o bom senso dos homens, pois os políticos e outros altos dirigentes, de há muito anos a esta parte, não se têm preocupado com as empresas do interior».
 
Lusa/SOL
 
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | VER COMENTÁRIOS (2) | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

 

PORTUGAL

 

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

 

 

Mensagem do Presidente da República a propósito dos novos canais da Presidência nas comunidades de informação e divulgação na Internet

 

Palácio de Belém, 26 de Janeiro de 2008
 
 
 
O rápido desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação coloca-nos constantemente novos desafios. São disponibilizados novos meios para melhor dialogarmos nas sociedades modernas.
 
Temos de estar atentos para responder a esses desafios e encontrar novas soluções para as necessidades de comunicação que todos partilhamos.
Temos de saber aproveitar as ferramentas tecnológicas inovadoras colocadas ao nosso dispor.
 
Como sabem, valorizo muito estas novas formas de comunicação e o desenvolvimento das tecnologias que as suportam.
 
É neste contexto que a Presidência da República Portuguesa, com uma presença já firme na Internet, passa agora a estar acessível num maior número de comunidades de divulgação informativa, nomeadamente através do audiovisual.
 
Agenda, actualidade, intervenções, mensagens, boletins informativos, fotografias e vídeos passam a estar ainda mais disponíveis para todos os utilizadores que queiram ficar a par das actividades do Presidente da República.
 
A partir de agora, oferecemos a todos vós a possibilidade de aproveitarem as novas janelas abertas sobre o mundo pelas Tecnologias da Informação e Comunicação para acompanharem, sempre que o desejem, a Presidência da República de Portugal.
 
Obrigado pela vossa visita e serão sempre bem-vindos.
 
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República -Discurso do Presidente da República

 PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

  www.presidencia.pt/

 

 

Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático
Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático

 

 

 

Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal

 

Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
 
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
 
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
 
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
 
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
 
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
 
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
 
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
 
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
 
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
 
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
 
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
 
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
 
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
 
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
 
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
 
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
 
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
 
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
 
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
 
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
 
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
 
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
 
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.

Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
 
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
 
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
 
Obrigado.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República - Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

 

 

 

 

 

www.presidencia.pt/

 

Boa Noite,
 
No início deste novo ano, dirijo a todos os Portugueses, onde quer que estejam, uma saudação calorosa e os melhores votos para 2009.
 
Quero começar por dirigir uma palavra especial de solidariedade a todos os que se encontram em situações particularmente difíceis, porque sofreram uma redução inesperada dos seus rendimentos.
 
A estes homens e a estas mulheres, que sofrem em silêncio, e que até há pouco tempo nem sequer imaginavam poder vir a encontrar-se na situação que agora atravessam, quero dizer-lhes, muito simplesmente: não se deixem abater pelo desânimo.
 
O mesmo digo aos jovens que, tendo terminado os seus estudos, vivem a angústia de não conseguirem um primeiro emprego: acreditem nas vossas capacidades, não percam a vontade de vencer.
 
Quero também lembrar dois outros grupos da nossa sociedade que são frequentemente esquecidos e que vivem tempos difíceis.
 
Os pequenos comerciantes, que travam uma luta diária pela sobrevivência. O pequeno comércio deve merecer uma atenção especial porque constitui a única base de rendimento de muitas famílias.
 
Os agricultores, aqueles que trabalham a terra, que enfrentam a subida do preço dos adubos, das rações e de outros factores de produção.
 
Sentem-se penalizados face aos outros agricultores europeus por não beneficiarem da totalidade dos apoios disponibilizados pela União Europeia.
 
O mundo rural faz parte das raízes da nossa identidade colectiva. A sua preservação é fundamental para travar o despovoamento do interior e para garantir a coesão territorial do País.

Portugueses,
Não devo esconder que 2009 vai ser um ano muito difícil.
Receio o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.
Devo falar verdade.
 
A verdade é essencial para a existência de um clima de confiança entre os cidadãos e os governantes.
 
É sabendo a verdade, e não com ilusões, que os portugueses podem ser mobilizados para enfrentar as exigências que o futuro lhes coloca.
 
A crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias.
 
A crise chegou quando Portugal regista oito anos consecutivos de afastamento em relação ao desenvolvimento médio dos seus parceiros europeus.
Há uma verdade que deve ser dita: Portugal gasta em cada ano muito mais do que aquilo que produz.
 
Portugal não pode continuar, durante muito mais tempo, a endividar-se no estrangeiro ao ritmo dos últimos anos.
 
Para quem ainda tivesse dúvidas, a crise financeira encarregou-se de desfazê-las.
Como é sabido, quando a possibilidade de endividamento de um País se esgota, só resta a venda dos bens e das empresas nacionais aos estrangeiros.
 
Os portugueses devem também estar conscientes de que dependemos muito das relações económicas com o exterior.
 
Não são apenas as exportações e as importações de bens.
 
São as remessas dos nossos emigrantes, o turismo, os apoios da União Europeia, o investimento estrangeiro, os empréstimos externos que Portugal tem de contrair anualmente.
 
Para tudo isto, é importante a credibilidade que merece a nossa política interna, as perspectivas futuras do País, a confiança que o exterior tem em nós.
 
Devemos, por isso, ser exigentes e rigorosos connosco próprios, cuidar da imagem do País que projectamos no mundo.
 
Caso contrário, tudo será mais difícil.
 
Não escondo a verdade da situação difícil em que o País se encontra.
 
Mas também não escondo a minha firme e profunda convicção de que há um caminho para Portugal sair da quase estagnação económica em que tem estado mergulhado.
 
O caminho é estreito, mas existe. E está ao nosso alcance.
 
Para ele tenho insistentemente chamado a atenção.
 
O reforço da capacidade competitiva das nossas empresas a nível internacional e o investimento nos sectores vocacionados para a exportação têm de ser uma prioridade estratégica da política nacional.
 
Sem isso, é pura ilusão imaginar que haverá verdadeiro progresso económico e social, criação duradoura de emprego e melhoria do poder de compra dos salários.
 
Sem isso, não conseguiremos pôr fim ao crescimento explosivo da dívida externa.
 
As ilusões pagam-se caras.
 
Por outro lado, temos de reduzir a ineficiência e a dependência do exterior em matéria de energia.
 
Assim como temos de alterar a estrutura da produção nacional, no sentido de mais qualidade, inovação e conteúdo tecnológico.
 
Os dinheiros públicos têm de ser utilizados com rigor e eficiência.
 
Há que prestar uma atenção acrescida à relação custo-benefício dos serviços e investimentos públicos.
 
Para que o nosso futuro seja melhor, para que os nossos filhos e netos não recebam uma herança demasiado pesada, exige-se a todos trabalho e determinação, sentido de responsabilidade, ponderação nas decisões e prudência nas escolhas.
 
Há que enfrentar as dificuldades do presente com visão de futuro, olhando para além do ano de 2009.

Portugueses,
Conheço os desafios que Portugal enfrenta e quero contribuir para a construção de um futuro melhor.
 
Tenho percorrido o País e contactado directamente com as pessoas.
 
Tenho procurado mobilizar os portugueses, apelando à união de esforços, incutindo confiança e vontade de vencer, apontando caminhos e oportunidades que sempre existem em tempo de crise.
 
Tenho insistido na atenção especial que deve ser prestada aos cidadãos mais atingidos pelo abrandamento da actividade económica.
 
Tenho apelado ao espírito de entreajuda em relação aos mais desfavorecidos.
 
Aos Portugueses, pede-se muito neste ano que agora começa.
 
Mas, na situação em que o País se encontra, especiais responsabilidades impendem sobre as forças políticas.
Os portugueses gostariam de perceber que a agenda da classe política está, de facto, centrada no combate à crise.
 
As dificuldades que o País enfrenta exigem que os agentes políticos deixem de lado as querelas que em nada contribuem para melhorar a vida dos que perderam o emprego, dos que não conseguem suportar os encargos da prestação das suas casas ou da educação dos seus filhos, daqueles que são obrigados a pedir ajuda para as necessidades básicas da família.
 
Não é com conflitos desnecessários que se resolvem os problemas das pessoas.
 
Nesta fase da vida do País, devemos evitar divisões inúteis.
 
Vamos precisar muito uns dos outros.

Portugueses,
Já passámos por outras situações bem difíceis. Não nos resignámos e fomos capazes de vencer.
 
O mesmo vai acontecer agora. Tenho esperança e digo-o com sinceridade.
 
Cada um deve confiar nas suas competências, nas suas aptidões e capacidades.
 
Este é o tempo de resistir às dificuldades, aos obstáculos, às ameaças com que cada um pode ser confrontado.
 
Não tenham medo.
 
O futuro é mais do que o ano que temos pela frente.
 
O futuro será 2009, mas também os anos que a seguir vierem.
 
Acredito num futuro melhor e mais justo para Portugal, porque acredito na vontade e no querer do nosso povo.
 
Para todos, Bom Ano de 2009.

 

www.presidencia.pt/

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:24
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Portugal - Presidente da República - Intervenção - Estatuto Politico-Administrativo dos Açores

 

PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

www.presidencia.pt/

 

 

Imagem ampliada

 

Declaração do Presidente da República

sobre a

Promulgação do

Estatuto Político-Administrativo dos Açores

 

 

 
Palácio de Belém, 29 de Dezembro de 2008
 
 
A lei que aprovou a revisão do Estatuto dos Açores, que tinha sido por mim vetada, foi, no passado dia 19, confirmada pela Assembleia da República sem qualquer alteração.
 
Isto é, não foram acolhidas, pela maioria dos deputados, as duas objecções que por mim tinham sido suscitadas.
 
É muito importante que os portugueses compreendam o que está em causa neste processo.
 
Este não é um problema do actual Presidente da República.
Não é tão-pouco uma questão de maior ou menor relevo da autonomia regional.
 
O que está em causa é o superior interesse do Estado português.
 
O Estatuto agora aprovado pela Assembleia da República introduz um precedente muito grave: restringe, por lei ordinária, o exercício das competências políticas do Presidente da República previstas na Constituição.
 
De acordo com uma norma introduzida no Estatuto, o Presidente da República passa a estar sujeito a mais exigências no que toca à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores do que para a dissolução da Assembleia da República.
 
Nos termos da Constituição, a Assembleia da República pode ser dissolvida pelo Presidente da República ouvidos os partidos nela representados e o Conselho de Estado.
 
Para dissolver a Assembleia Legislativa dos Açores, o Presidente da República terá que ouvir, para além dos partidos nela representados e o Conselho de Estado, o Governo Regional dos Açores e a própria Assembleia da Região.
 
Trata-se de uma solução absurda, como foi sublinhado por eminentes juristas.
 
Mas o absurdo não se fica por aqui.
 
A situação agora criada não mais poderá ser corrigida pelos deputados.
Uma outra Assembleia da República que seja chamada, no futuro, a uma nova revisão do Estatuto vai estar impedida de corrigir o que agora se fez.
 
Isto porque foi acrescentada ao Estatuto uma disposição que proíbe a Assembleia da República de alterar as normas que não tenham sido objecto de proposta feita pelo parlamento dos Açores.
 
Quer isto dizer que a actual Assembleia da República aprovou uma disposição segundo a qual os deputados do parlamento nacional, que venham a ser eleitos no futuro, só poderão alterar aquelas normas que os deputados regionais pretendam que sejam alteradas.
 
Os poderes dos deputados da Assembleia da República nesta matéria foram hipotecados para sempre.
 
Como disse, não está em causa qualquer problema do actual Presidente da República.
 
A Assembleia Legislativa dos Açores, em 30 anos de autonomia, nunca foi dissolvida e não prevejo que surjam razões para o fazer no futuro.
 
O que está em causa é uma questão de princípio e de salvaguarda dos fundamentos essenciais que alicerçam o nosso sistema político.
 
E não se trata apenas de uma questão jurídico-constitucional. É muito mais do que isso.
 
Está também em causa uma questão de lealdade no relacionamento entre órgãos de soberania.
 
Será normal e correcto que um órgão de soberania imponha ao Presidente da República a forma como ele deve exercer os poderes que a Constituição lhe confere?
 
Será normal e correcto que a Assembleia da República imponha uma certa interpretação da Constituição para o exercício dos poderes presidenciais?
 
É por isso que o precedente agora aberto, de limitar o exercício dos poderes do Presidente da República por lei ordinária, abala o equilíbrio de poderes e afecta o normal funcionamento das instituições da República.
 
O exercício dos poderes do Presidente da República constantes da Constituição não pode ficar à mercê da contingência da legislação ordinária aprovada pelas maiorias existentes a cada momento.
 
Por que é que a Assembleia da República não alterou o Estatuto apesar de vozes, vindas dos mais variados quadrantes, terem apelado para que o fizesse, considerando que as objecções do Presidente da República tinham toda a razão de ser?
 
Principalmente, quando a atenção dos agentes políticos devia estar concentrada na resolução dos graves problemas que afectam a vida das pessoas?
 
Foram várias as vozes que apontaram razões meramente partidárias para a decisão da Assembleia da República.
 
Pela análise dos comportamentos e das afirmações feitas ao longo do processo e pelas informações que em privado recolhi, restam poucas dúvidas quanto a isso.
 
A ser assim, a qualidade da nossa democracia sofreu um sério revés.
Nos termos da Constituição, se a Assembleia da República confirmar um diploma vetado pelo Presidente da República, este deverá promulgá-lo no prazo de 8 dias.
 
Assim, promulguei hoje o Estatuto Político-Administrativo dos Açores.
Assumi o compromisso de cumprir a Constituição e eu cumpro aquilo que digo.
 
Mas nunca ninguém poderá alguma vez dizer que, confrontado com o grave precedente criado pelo Estatuto dos Açores, não fiz tudo o que estava ao meu alcance para defender os superiores interesses do Estado.
 
Nunca ninguém poderá dizer que não fiz tudo o que estava ao meu alcance para impedir que interesses partidários de ocasião se sobrepusessem aos superiores interesses nacionais.
 
Como Presidente da República fiz, em consciência, o que devia fazer.
 
www.presidencia.pt/
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:06
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Portugal - Presidente da República - violência doméstica

NOTICIAS SAPO.PT

Página gerada às 02:46h, domingo 21 de Dezembro

noticias.sapo.pt/lusa/artigo/81bfd1f25fbe2c707c5ba0.html

 

 

Cavaco Silva pede "firme repúdio" social aos casos de violência doméstica
20 de Dezembro de 2008, 18:56

 

 

Lisboa, 20 Dez (Lusa) - O Presidente da República, Cavaco Silva, apelou hoje à sociedade portuguesa para que manifeste um "firme repúdio" em relação aos casos de violência doméstica, considerando tratar-se de uma "chaga social".

 

A declaração do chefe de Estado foi feita após ter recebido nove mulheres vítimas de violência doméstica, que estiveram acompanhadas por 14 técnicos de casas de abrigo de vários pontos distintos do país.

 

Com a iniciativa, Cavaco Silva pretendeu chamar a atenção para um dos grandes flagelos sociais do país e transmitir uma mensagem de solidariedade às vítimas de violência doméstica, assim como o seu reconhecimento em relação aos cidadãos que têm actividades de apoio no âmbito dos casos de violência doméstica.

 

O Presidente da República teve ao seu lado a mulher, Maria Cavaco Silva, a comissária para a Cidadania e Igualdade do Género, Elza Pais, e o assessor presidencial e ex-ministro da Educação David Justino.

 

"A sociedade portuguesa tem de manifestar um firme repúdio, uma rejeição total em relação aos crimes cometidos dentro da família", afirmou o Presidente da República.

 

De acordo com o chefe de Estado, é ainda "extremamente importante ajudar as mulheres [vítimas de violência], que querem começar uma vida nova".

 

"Recebemos aqui testemunhos da dificuldade de estas mulheres, que ainda são vítimas de violência, têm em recomeçar uma vida nova", disse, antes de se referir aos voluntários e dirigentes de associações, que são responsáveis por centros de atendimento e casas de abrigo.

 

"Prestam um auxílio muito valioso às mulheres. Quero manifestar o meu grande apreço pelo trabalho realizado por estas associações, um grande apreço pelos voluntários que, generosamente, se dedicam aos outros", acentuou.

 

O Presidente da República definiu a violência doméstica como "uma chaga social que nos envergonha" e salientou a importância que a comunicação social poderá desempenhar no combate a este flagelo social.

 

As nove melhores recebidas em Belém, que se encontram em casas de abrigo, fazem parte de casos paradigmáticos de violência doméstica, já que, além de terem sofrido agressões físicas, são também ainda perseguidas.

 

Algumas das mulheres estiveram com os seus filhos, que foram convidados a visitar o Palácio de Belém e o Museu da Presidência da República.

 

Duas das crianças que estivem em Belém foram também vítimas de agressões e são também perseguidas pelos seus pais.

 

PMF.

Lusa/fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 02:53
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Portugal - Presidente da República - Boas Festas ao Presidente

 PÚBLICO                                                                                          ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx

 ÚLTIMA HORA

Rui Gaudêncio (arquivo)
O Presidente disse que "tudo é relativo nos tempos que correm”

 
 
 
 
Assembleia da República apresentou cumprimentos de Boas Festas ao Presidente
 
Cavaco Silva faz votos de “muita tranquilidade institucional” para
2009 
 
 
 18.12.2008 - 13h26 Lusa
 O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, fez hoje votos de “muita tranquilidade institucional” para 2009, considerando que tal será positivo para enfrentar as dificuldades que os portugueses têm pela frente.

Que 2009 seja um ano de tranquilidade institucional, que será positivo para enfrentar as dificuldades que temos pela frente”, afirmou Cavaco Silva, na apresentação de cumprimentos de Boas Festas de uma delegação da Assembleia da República, encabeçada pelo seu presidente, o socialista Jaime Gama.

Numa breve intervenção, o chefe do Estado fez votos de “boa saúde e de um ano tão próspero quanto possível”, porque “tudo é relativo nos tempos que correm”.

Assinalando que se está a entrar na parte final desta sessão legislativa, já que no Outono de 2009 se irão realizar eleições legislativas, Cavaco Silva recordou o tempo que trabalhou “com muita satisfação” com este elenco da Assembleia da República.

O Presidente falava depois da intervenção do presidente da Assembleia da República e disse também ter registado a mensagem de Jaime Gama de “cooperação e lealdade institucional”, lembrando que tem procurado ter a mesma conduta desde o primeiro dia do seu mandato enquanto Presidente da República.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:30
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

ENVIE AS SUAS SUGESTÕES: Bomsensoamiguinhos@sapo.pt

PENSAMENTO DO MOMENTO Anilady

Mercados Financeiros: Esp...

Pensamento - Investir na ...

Foi com Surpresa e Enorme...

Bomsenso - Crise Naciona...

O que é a Ética?

Bomsenso - Ética e Mentir...

Bomsenso - GUERRA - GAZA ...

Bomsenso - Dívida Externa...

TAGS

portugal(252)

actualidade(125)

2010(105)

crise(93)

2009(71)

crise económica(66)

pensamento(65)

economia(61)

portugueses(60)

vídeo(54)

cultura(53)

lisboa(52)

história(50)

crise financeira(49)

ciência(48)

2011(46)

videos(44)

portugal-bem(43)

português(43)

presidente da república(43)

conhecer portugal(40)

provérbio(40)

política(38)

actualidade política(37)

citações(37)

pensamentos(37)

cavaco silva(36)

interesse geral(33)

cavaco(31)

viajar cá dentro(31)

património(30)

turismo(30)

saúde(28)

democracia(27)

conhecimento(26)

foto(26)

frases(26)

música(26)

politicos(26)

recessão(26)

viagens(22)

desemprego(21)

estado da nação(21)

europa(21)

frase(21)

tourist(21)

25 de abril(20)

ética(20)

global(20)

investigação(20)

presidente(20)

arte(19)

obama(19)

actualidade económica(18)

fotos(18)

lisbon(18)

poesia(18)

portuguesa(18)

sociedade(18)

conduta(17)

eua(17)

finanças(17)

histórico(17)

neve(17)

poema(17)

porto(17)

portugueses em destaque(17)

revolução(17)

sismo(17)

ue(17)

barack obama(16)

crise politica(16)

frio(16)

cravos(15)

economia real(15)

educação(15)

escritor(15)

história de portugal(15)

movimento(15)

opinião(15)

revolução dos cravos(15)

terramoto(15)

1974(14)

imprensa(14)

militares(14)

photos(14)

poeta(14)

vermelhos(14)

bomsensoamiguinhos(13)

crianças(13)

défice(13)

desconfiança(13)

eleições(13)

forças armadas(13)

mapa(13)

cinema(12)

guerra(12)

museu(12)

otelo saraiva carvalho(12)

photo(12)

todas as tags

PESQUISAR NO BLOG:

 
blogs SAPO
RSS