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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Crise - Cultura - Presidente da Fundação de Serralves propõe ao Governo aposta na cultura para combater a crise

RTP

Quinta, 29 de Janeiro 2009

 

Cultura

 

Presidente da Fundação de Serralves propõe ao Governo aposta na cultura para combater a crise

 
Porto, 29 Jan (Lusa) - O presidente da Fundação de Serralves, António Gomes de Pinho, propõs ao Governo a "criação urgente de um plano anti-crise baseado nas potencialidades do sector cultural e das indústrias criativas".

 

 

 

Em comunicado hoje distribuído, no Porto, aquele responsável defendeu que "a cultura tem um papel fulcral nos momentos de crise" e considera que "o pacote de medidas que propõe não ultrapassará um custo de 50 milhões de euros".
 

 

O presidente da Fundação de Serralves adiantava, nesse documento o conteúdo da proposta que defendeu hoje, num jantar-debate organizado pela Associação Portuguesa de Gestão e Engenharia Industrial (APGEI) e realizado na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.
 
Gomes de Pinho defendeu que "as enormes potencialidades reveladas por iniciativas recentes a que a Fundação de Serralves esteve associada permitiram detectar algumas centenas de projectos economicamente viáveis e de rápida concretização".
 
Revelou que entre o pacote de medidas se inclui a isenção de taxação de direitos de autor por um prazo de três anos e o apoio à reconversão de espaços fabris encerrados, para instalação de núcleos de empresas criativas, em colaboração com as autarquias.
 
Advoga também a facilitação do acesso ao capital de risco e ao crédito, dentro de determinados valores.
 
Gomes de Pinho pretende também "a criação de um passe cultural nacional, para facilitar o acesso da população às manifestações culturais, apoiando deste modo as instituições culturais".
 
Defendeu também a criação de um programa de inventário e restauro de bens culturais móveis e imóveis, em colaboração com os museus, a igreja e as autarquias.
 
A criação de um programa intensivo de formação em gestão empresarial para jovens candidatos à criação de empresas culturais, em colaboração com as escolas de gestão e as instituições culturais mais relevantes do país é outra das propostas incluído por Gomes de Pinho neste pacote de medidas de aposta no desenvolvimento da contra a crise.
 
Gomes de Pinho considera que "este plano terá, no curto prazo, um forte impacto na criação de emprego qualificado para as camadas mais jovens e contribuirá, a médio prazo, para a reconversão do tecido empresarial português, conferindo-lhe maior competitividade e inovação".
PF.
Lusa/Fim
Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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"Crise" foi a palavra mais vezes escrita no ano passado

Jornal de Negócios Online

Sexta, 30 Janeiro 2009

 Catarina  Carneiro de Brito

catarinabrito@mediafin.pt


 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imprensa 
 
 
 
 
"Crise"
foi a palavra mais vezes escrita no ano passado
 
 
A palavra "crise" inundou a imprensa nacional no ano passado. De acordo com um estudo divulgado ontem pela Cision, a palavra "crise" foi a que mais vezes foi repetida entre a imprensa escrita, excluindo a desportiva.

 

A palavra "crise" inundou a imprensa nacional no ano passado. De acordo com um estudo divulgado ontem pela Cision, a palavra "crise" foi a que mais vezes foi repetida entre a imprensa escrita, excluindo a desportiva.

De acordo com o mesmo estudo, entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2008, a palavra "crise" foi repetida quase 91 mil vezes. Caso se inclua os jornais desportivos, este número aumenta para 96 mil vezes e a "crise" deixa de ter a mesma importância. O "futebol" passa a ser a palavra mais escrita: 154 mil vezes.

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Imagem - pobreza

 

 

Imagem retirada da Internet

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Desemprego - Mais de 70 mil despedimentos anunciados em apenas um dia

 TSF

27-01-2009

 

Mais de 70 mil despedimentos anunciados em
apenas um dia
 
Ontem às 20:52

 

 

Uma série de grandes empresas de todo o mundo anunciaram, esta segunda-feira, novas medidas de suspensão de postos de trabalho, para enfrentar um ano 2009 que se anuncia particularmente difícil.
 
No total, são esperados mais de 70 mil despedimentos
.
A empresa norte-americana de fabrico de automóveis General Motors anunciou, esta segunda-feira, o despedimento de duas mil pessoas em duas fábricas nos Estados Unidos.
 
A farmacêutica Pfizer vai reduzir a sua força total de trabalho em 15 por cento, o que significa 19 mil trabalhadores no desemprego, e o encerramento de cinco fábricas. Também nos Estados Unidos, a loja de  bricolage Home Depot anunciou que vai dispensar sete mil trabalhadores.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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CRISE: Empresários alertam Presidente para «miséria nunca vista»

SOL

3a-feira, 27 Janeiro 2009  

  

 
Empresários alertam Presidente para
 
 «miséria nunca vista»
 

ONTEM

Beira Interior
 
 
Uma associação de empresários da Beira Interior alertou hoje, numa carta enviada ao Presidente da República, primeiro-ministro e governador civil de Coimbra, para «situações de desemprego e miséria nunca vistas» e apresentou propostas para atenuar a crise.
...
Na missiva, os empresários alertam para «situações de desemprego e miséria nunca vistas», que vêm dos mais diversos sectores, alertando para «perdas de postos de trabalho de forma irrecuperável».

Esta associação propõe a criação de um Gabinete de Crise em cada Concelho, «pois parece que ao Governo não chega a informação nua e crua sobre a situação real», pode ler-se na carta.
 
...
 
A carta termina recomendando «o bom senso dos homens, pois os políticos e outros altos dirigentes, de há muito anos a esta parte, não se têm preocupado com as empresas do interior».
 
Lusa/SOL
 
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

DN - ÉTICA E RELIGIÃO NA ECONOMIA

DIÁRIO DE NOTICIAS

Sábado, 24 de Janeiro de 2009
Edição Papel

 

 

ÉTICA E RELIGIÃO NA ECONOMIA


Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia

 

 

Perante o estrondo da crise financeira, que está a chegar, avassaladora, à economia real, há da parte de muitos um enorme apelo à ética e aos valores na finança, na empresa e na economia em geral.

Há vantagens nisso, como diz Josef Wieland, professor de Ética: os valores éticos trazem enormes bens à empresa, como, por exemplo, a segurança jurídica; "a reputação da empresa aumenta e ela acaba por receber os melhores e mais motivados colaboradores". É preciso ter em conta que a corrupção vai recuar e "as regras éticas defendem em todo o mundo os empresários da prisão".

Não é por acaso que são esperados quatro mil participantes no sexto congresso cristão de empresários e gestores, que se realiza em Düsseldorf, Alemanha, de 26 a 28 de Fevereiro próximo, sob o lema Avançar para a Chefia com Valores. Isto não significa de modo nenhum que a ética empresarial seja um exclusivo dos crentes, mas a fé tem de ter influência no mundo dos negócios.

Na Alemanha, 66% dos empresários dizem acreditar pessoalmente em Deus e, segundo impulse, revista para empresários, no seu número de Janeiro, a união de empresários católicos atingiu o número histórico de mais de 1200 membros e, no caso dos empresários protestantes, o número multiplicou-se em poucos anos por dez, sendo agora 600.

Segundo uma sondagem da Forsa, as normas éticas e morais desempenham um grande papel para 50% dos empresários alemães, sendo interessante verificar que essa normas são mais importantes para os empresários protestantes (58%) do que para os católicos (47%). Segundo a mesma sondagem, da fé derivam deveres: responsabilidade pelos trabalhadores (71%), sinceridade, justiça, lealdade (31%), decisões socialmente compatíveis (18%) e há limites morais para o rendimento pessoal: católicos (62%), protestantes (42%), sem confissão religiosa (56%), empresários em geral (52%).

Haverá contradição entre a fé em Deus e a maximização do lucro? Os crentes em geral respondem: sim (28%), não (68%). Os passos da Bíblia mais citados pelos empresários crentes são: "ama o teu próximo como a ti mesmo", ,,,

 

Cont... dn.sapo.pt/2009/01/24/opiniao/etica_e_religiao_economia.html

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

O que é a Ética?

 
Os principais colaboradores de Barack Obama receberam directrizes no sentido do uso de transparência e ética no desempenho do serviço público...

 

O que é a Ética?

 

Trata-se de um tema que me tem despertado muito interesse há uns anos a esta parte... na medida em que sentia que a sociedade se estava a reger por valores bem diferentes daqueles em que acredito.

 

Poderia dar vários exemplos. Contudo, basta enumerar o caso dos pais e avós que são depositados e abandonados em lares, hospitais... casos que se passam dentro das próprias famílias... quanto mais fora das mesmas...

 

Tentei entender  o que é de facto ética para a definir correctamente e transmitir a gente um pouco mais jovem. Confesso, tive dificuldade!

 

Felizmente já se dá estes temas duma forma interessada nas escolas e universidades deste país.

 

 

 

Em relação a OBAMA,

 

José Saramago no "caderno de Saramago" dizia:

 

"Donde saiu este homem?...

... Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar."

 

 

É dificil prever o defecho de todo este entusiasmo ... depositado a nível global...  num HOMEM que aparentemente sem artificialidades... transmite  mensagens de esperança, cheio de Boas Intenções... e determinado! 
 
Muito se tem falado... e muito se contibuará a falar... 
sobre este fenómeno OBAMA! 
 
 
Saramago, tem razão!
 
 
"Donde saiu este homem?..."

 

 

 Bomsensoamiguinhos

⇔⇔⇔

 

 Wikipedia

 

A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral.)[1]. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.
 

 

pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica

 

 

 

 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 06:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Obama - Directizes sobre Tranparência e Ética e Congelamento de Salários dos Colaboradores

 

Barack Obama,

 

Iniciou hoje dia 21 de Janeiro de 2009, o percurso  à frente da Casa Branca, transmitindo directrizes claras  aos seus principais colaboradores no sentido do uso de transparência e ética no desempenho do serviço público... o congelamento dos seus salários, neste momento em que os norte-americanos têm que "apertar os cintos"...

Bomsenso

 

⇔⇔⇔

 

CNN

 

Vowing transparency, Obama OKs ethics guidelines

 

 

Embedded video from CNN Video

 

 

 

WASHINGTON (CNN) -- Promising "a new era of openness in our country," President Obama signed executive orders Wednesday relating to ethics guidelines for staff members of his administration.
 
Veja a notícia na CNN:
edition.cnn.com/2009/POLITICS/01/21/obama.business/index.html#cnnSTCText
 
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise

SAPO NOTÍCIAS

Página gerada às 13:57h, segunda-feira 19 de Janeiro

 
 
UE/Ajudas de estado: Bruxelas autoriza regime português para conceder 500 mil euros a PME afectadas pela crise
19 de Janeiro de 2009, 12:12
 
Bruxelas, 19 Jan (Lusa) - A Comissão Europeia decidiu hoje autorizar o regime português de ajudas de Estado, até 500 mil euros, às pequenas e médias empresas que estão numa situação de "dificuldade" por causa da actual crise económica.
 
"A medida irá contribuir para atenuar as dificuldades das empresas em Portugal afectadas pela conjuntura actual, acautelando as situações de distorção desproporcionada na concorrência", disse a comissária europeia responsável pela Concorrência, Neelie Kroes.
 
O executivo comunitário explica que também podem beneficiar da ajuda de Estado em 2009 e 2010 as PME que tenham problemas de financiamento devido às condições "mais apertadas" de crédito.
 
Só em condições particulares é que os governos nacionais são autorizados a conceder "auxílios de Estado", para impedir situações de favorecimento de um sector ou empresa no grande mercado interno dos 27.
 
Portugal é o terceiro Estado-membro que vê o seu regime temporário de ajudas de estado aprovado, depois da Alemanha e da França.
 
O regime é temporário e limitado a um montante máximo de 500 mil euros por empresa e só se aplica às empresas que estão em dificuldade depois de 01 de Julho de 2008.
 
FPB.
Lusa/Fim

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:30
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Opinião - DN - Manuel Queiroz - NOVOS PODERES PARA NOVOS TEMPOS?

 

 

NOVOS PODERES PARA NOVOS TEMPOS?



Manuel Queiroz
Jornalista

 

Enquanto o mundo discute o que será o pós-capitalismo, uma parte disso está na capa do Wall Street Journal de ontem, onde se lê "Citigroup pronto a reduzir-se a um terço".

 

 

O conglomerado financeiro americano apresta-se para voltar ao tamanho que tinha antes de grandes aquisições tornando-se uma companhia, outra vez, com o que se poderia chamar um rosto humano.

 

O simbolismo do Citigroup é enorme como grupo global, tanto mais que o New York afiança também que o Estado americano vai ter de meter mais dinheiro nos seus principais bancos.

 

cont. dn.sapo.pt/2009/01/15/opiniao/novos_poderes_para_novos_tempos.html

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

10.01.09

 

Economia
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado.

 

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Sábado, 17 de Janeiro de 2009

JN - 5 Passos para se Proteger da Crise

Jornal de Negócios Online

Sábado, 17 Janeiro 2009

 

Sara  Antunes
saraantunes@mediafin.pt
André  Veríssimo
averissimo@mediafin.pt

 

Dinheiro 

 

5 passos para se proteger da crise

 

  
A recessão impõe cautela na gestão do dinheiro, até porque o grau que ela vai assumir é ainda uma incerteza. Porque o melhor é prevenir, o Negócios sugere um plano, em cinco passos, para defender as suas finanças.

 


 
1. Orçamento mensal
    Assuma o controlo das suas despesas


2. Poupanças
    Constitua um fundo de emergência

 
3. Depósitos
    São a melhor aplicação de baixo risco
 
4. Reduzir a prestação da casa
    Alargar prazo do crédito ou adiar pagamento de capital
 
5. Dívidas
    Amortizar e evitar fazer novos empréstimos

 Artigo completo em www.jornaldenegocios.pt/index.php

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:00
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Bomsenso - Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?

 

ÉTICA E MENTIRA

A mentira é geralmente aceite de forma inconsciente. No entanto, é de forma consciente que mais tarde se detectam... talvez por isso se diz que:

"A MENTIRA TEM PERNA CURTA"

 

Nos últimos tempos,

sinto que alguns sectores da sociedade já estão a despertar para as questões da ÉTICA.

Porque será que a sociedade...o povo em geral...está a sentir alguma desconfiança em relação várias áreas da vida Social, Económica, Política, Financeira ... ?

O caso Madoff, de certa forma, é um dos casos extremos...

  • Qual o limite para a  mentir?

Se "os mentirosos habilidosos são frequentemente mais bem sucedidos na vida do que aqueles que mentem menos ou com menos eficácia."

Se "os que são capazes de mentir melhor são geralmente mais populares, têm os melhores empregos e mais sucesso com o sexo oposto... porque são capazes de manipular as percepções dos outros sobre si."

Se "os que se regem por alguma verdade são considerados ingénuos"...

  • Que valores transmitir às nossas crianças?
  • Dizemos-lhes:

"...Filhotes uma mentirinha não faz mal a ninguém..."

"... Vale mais Parecer do que Ser ..."

"... a Verdade é Bonita mas é Dura e Não Compensa..."

  • É Éticamente Correcto utilizar a Mentira?

     

MENTIRA E ÉTICA

QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?

13 de Janeiro de 2009

Bonsensoamiguinhos

Publicado por bomsensoamiguinhos às 07:30
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Crises - Humanitárias - Médicos Sem Fronteiras divulgam

Jornal Digital

 

 

Médicos Sem Fronteiras divulgam:

 

10 crises humanitárias

mais negligenciadas pelos meios de comunicação

 

2009-01-12 15:27:42

 


 

Bruxelas - A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) divulgou no passado mês de Dezembro a lista das 10 crises humanitárias mais negligenciadas pelos meios de comunicação.
«Com a divulgação desta lista anual esperamos centrar a atenção sobre os milhões de pessoas que estão presas em situações de conflito e guerra, afectadas por crises médicas, cujas necessidades imediatas e essenciais de saúde são negligenciados, e cuja situação muitas vezes passa despercebida», afirmou o presidente do Conselho Internacional do grupo, Cristophe Fournier.

O relatório mostra as grandes dificuldades em levar assistência a pessoas afectadas por conflitos. A falta de atenção internacional ao prevalecimento crescente da co-infecção HIV-tuberculose e a necessidade crítica de esforços globais para prevenir e tratar a desnutrição infantil, a causa da morte de quase cinco milhões de crianças ao ano, também estão incluídas na lista.

«Trabalhando nas frentes de batalha de zonas de crise no mundo, as equipas de saúde da MSF testemunham em primeira mão as consequências médicas e psicológicas da violência extrema, deslocamento, doenças negligenciadas – porém tratáveis – e das necessidades médicas», disse Fournier. «Em alguns desses lugares, a MSF é uma das únicas organizações independentes que leva assistência humanitária, então temos uma responsabilidade enorme não só tratando os pacientes, mas também como testemunhas, de falar sobre o sofrimento intolerável e as necessidades básicas dessas pessoas. Necessidades que são frequentemente ignoradas.»

As 10 maiores crises humanitárias de 2008, segundo a MSF são:

Somália

«Com pouco ou nenhum acesso aos mais básicos serviços de saúde, os somalis vivem alguns dos piores contextos de violência em mais de uma década em 2008, com pessoas nas partes central e sul do país vivendo sob condições humanitárias cada vez mais críticas.»

Mianmar

«Estima-se que 75 mil pessoas precisem urgentemente de terapia anti-retroviral (ARV), mas menos de 20 por cento delas têm acesso ao tratamento. A MSF oferece cerca de 80% por cento do tratamento ARV grátis disponível no país (para mais de 11 mil pessoas), uma situação inaceitável e insustentável. Assim, a organização precisou tomar a difícil decisão de restringir severamente as admissões ao seu programa de HIV/Aids, enquanto advoga e defende fortemente que o governo de Mianmar e a comunidade internacional aumentem o tratamento ARV com urgência e rapidez. HIV é apenas uma das muitas epidemias tratáveis que fazem com que Mianmar tenha alguns dos piores indicadores de saúde no sudeste da Ásia. A malária continua a ser a que mais mata – as vítimas no país equivalem a mais da metade de todas as vítimas do sudeste da Ásia. Além disso, mais de 80 mil novos casos de tuberculose são detectados por ano, configurando uma das maiores taxas do mundo, e a tuberculose multi resistente também cresce.»


Desnutrição infantil

«A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que haja 178 milhões de crianças sofrendo de desnutrição ao redor do mundo. Dito isso, por ano, essa condição contribui para a morte de entre 3,5milhões e 5 milhões de crianças com menos de cinco anos.»

Sudão

«Ao longo de 2008, os 1,5 mil profissionais da MSF no sul do Sudão ofereceram atendimento médico na região onde, além dos violentos ataques em curso, a desnutrição é prevalente; as taxas de mortalidade maternal continuam entre as mais altas do mundo; tuberculose e kala azar são problemas constantes; e grandes surtos de meningite, sarampo, cólera e malária são incessantes. No meio de tudo isso, a ajuda humanitária era visivelmente insuficiente, com alguns dos maiores doadores tendo que redireccionar seus fundos e algumas agências humanitárias reduzindo seus trabalhos devido à falta de recursos.»

República Democrática do Congo

«Enquanto a atenção dos meios de comunicação se focou nos conflitos na província dos Kivus Norte e Sul, civis vivendo no distrito de Haut-Uele tornaram-se vítimas de uma série de ataques entre fronteiras pelo grupo rebelde Exército da Resistência do Senhor, desde Outubro. Os conflitos em Setembro forçaram cerca de 50 mil pessoas a fugirem de suas casas. E a população congolesa em outras regiões do país sofre uma constante falta de acesso à saúde e epidemias recorrentes, como o surto de cólera que deixou mais de quatro mil pessoas doentes em Lubumbashi e Likasi, na província de Katanga, e o surto de sarampo que MSF respondeu com uma campanha de vacinação que chegou a 225 mil crianças com idade entre seis meses e 15 anos.»

Região somali da Etiópia

«Devido aos perigos e às restrições associadas a artigos importados para a região, a disponibilidade de alimento e outros itens essenciais em mercados locais caiu drasticamente e o aumento repentino dos preços fez com que produtos básicos se tornassem completamente inacessíveis. Ao mesmo tempo, restrições severas à movimentação em certas zonas aumentou significativamente a vulnerabilidade das populações nómadas, que são incapazes de procurar por água ou comida para seus animais. As pessoas viram as suas colheitas, stocks de comida, pastos e criações de animais destruídos por uma combinação de seca e resultados do conflito. Alguns foram directamente expostos à violência.»

Zimbabué

«Mesmo com o país em crise há anos, a situação atingiu os níveis mais alarmantes já vistos, com inflação de 231 milhões%, falta de artigos essenciais, repressão de oposicionistas e ainda restrições a organizações humanitárias, culminando com a contestação das eleições em Junho.
(…)
De acordo com as Nações Unidas, a expectativa de vida no Zimbabué caiu para apenas 34 anos de idade, como resultado de uma pandemia de HIV/Aids.
(…)
O pior surto de cólera em anos começou em Agosto e espalhou-se rapidamente, como resultado da infra-estrutura em ruínas do país. O surto, que tem se centralizado em Harare, foi declarado uma emergência nacional no começo de Dezembro.»

Iraque

«Um dos grande desafios enfrentados pela acção humanitária independente hoje é alcançar os civis encurralados pela guerra e pelos conflitos armados. Em nenhum lugar isso é ilustrado de forma tão frustrante quanto no Iraque.»

Co-infecção de HIV/TB

«Todos os anos, a tuberculose (TB) mata cerca de 1,7 milhão de pessoas, enquanto nove milhões desenvolvem a doença. TB está a aumentar em países com altas taxas de HIV, particularmente no sul da África, que tem os maiores índices da doença. Tuberculose é uma das causas que mais leva pessoas que vivem com HIV/Aids à morte e, nos últimos 15 anos, novos casos de TB triplicaram em países com alta prevalência de HIV.»

Paquistão

«Em Outubro, um aumento repentino da violência enviou milhares em massa para regiões vizinhas em um espaço de poucos dias. Fugindo dos ataques e bombardeios, muito encontraram refúgio em residências, mesquitas, escolas e campos provisórios. Durante o surto de diarreia nos campos, a MSF ajudou com água e saneamento enquanto as autoridades de saúde locais ofereciam atendimento de saúde básica.»

A organização Médicos Sem Fronteiras foi criada em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários no Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava a ser destruída por uma guerra civil brutal. O sentimento de frustração desse grupo e a vontade de assistir às populações mais necessitadas de modo rápido e eficiente deram origem à MSF.

A organização surgiu com o objectivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade.
(c) PNN Portuguese News Network

 

 

 

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

SOL

Sábado, 10 Janeiro 2009   8º C Máx   Lisboa

 

 

Economia

 
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 

 

 
Por Luís Reis Ribeiro
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado
 

 

 

 

♦♦♦

 

 

Veja

 

Pensamentos do Momento 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html

 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

VIDEO

 

Fedorentos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/31712.html

 

 

 

 

 

ARTIGO

de

Ricardo Araújo Pereira

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/29582.html

 

 

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Crises - O suicídio do respeitado industrial alemão Adolf Merckle, de 74 anos,

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

08.01.09

 

AS VÍTIMAS DA CRISE

Manuel Queiroz Jornalista

 

O suicídio do respeitado industrial alemão Adolf Merckle, de 74 anos, dono de um império que incluía a farmacêutica Ratiopharm, recorda-nos fatalmente os relatos e os filmes sobre os tempos da Grande Depressão dos anos 30. O Sudwest Press e o Financial Times Deutschland são dois dos muitos jornais, alemães e não só, que têm a foto do malogrado empresário nas capas sob títulos como "Merckle suicida-se".

 

Cont. opiniao/as_vitimas_crise.html">dn.sapo.pt/2009/01/08/opiniao/as_vitimas_crise.html

 

 

 

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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Obama - Discurso - Transcript of Obama speech on economy

 

 

Headlines
Top News
pub1.bravenet.com/news/46267533/243148/1
Transcript of Obama speech on economy
FAIRFAX, Va., Jan. 8 (UPI) --

 

President-elect Barack Obama unveiled his American Recovery and Reinvestment Plan at George Mason University in Fairfax, Va. Here is the text:
 
"Thank you so much. Let me begin by thanking George Mason University for their extraordinary hospitality and to thank all the great friends, the governors, the mayors who are in attendance here today. Throughout America's history, there have been some years that simply rolled into the next without much notice or fanfare. And then there are the years that come along once in a generation, the kind that mark a clean break from a troubled past and set a new course for our nation. This is one of those years.
 
"We start 2009 in the midst of a crisis unlike any we have seen in our lifetime, a crisis that has only deepened over the last few weeks.
 

 

"Nearly 2 million jobs have been now lost. And on Friday, we're likely to learn that we lost more jobs last year than at any time since World War II. Just in the past year, another 2.8 million Americans who want and need full-time work have had to settle for part-time jobs.
 
"Manufacturing has hit a 28-year low. Many businesses cannot borrow or make payroll. Many families cannot pay their bills or their mortgage. Many workers are watching their life savings disappear. And many, many Americans are both anxious and uncertain of what the future will hold.
 
"Now, I don't believe it's too late to change course, but it will be if we don't take dramatic action as soon as possible. If nothing is done, this recession could linger for years.
 
"The unemployment rate could reach double digits. Our economy could fall $1 trillion short of its full capacity, which translates into more than $12,000 in lost income for a family of four.
 
"We could lose a generation of potential and promise as more young Americans are forced to forego dreams of college or the chance to train for the jobs of the future. And our nation could lose the competitive edge that has served as a foundation for our strength and our standing in the world.
 
In short, a bad situation could become dramatically worse.
 
"This crisis did not happen solely by some accident of history or normal turn of the business cycle. And we won't get out of it by simply waiting for a better day to come or relying on the worn-out dogmas of the past.
 
"We arrived at this point due to an era of profound irresponsibility that stretched from corporate board rooms to the halls of power in Washington, D.C.
 
"For years, too many Wall Street executives made imprudent and dangerous decisions, seeking profits with too little regard for risk, too little regulatory scrutiny, and too little accountability. Banks made loans without concern for whether borrowers could repay them, and some borrowers took advantage of cheap credit to take on debt they couldn't afford.
 
"Politicians spent taxpayer money without wisdom or discipline and too often focused on scoring political points instead of problems they were sent here to solve.
 
"The result has been a devastating loss of trust and confidence in our economy, our financial markets, and our government.
 
"Now, the very fact that this crisis is largely of our own making means that it's not beyond our ability to solve. Our problems are rooted in past mistakes, not our capacity for future greatness.
 
It will take time -- perhaps many years -- but we can rebuild that lost trust and confidence. We can restore opportunity and prosperity.
 
"We should never forget that our workers are still more productive than any on Earth. Our universities are still the envy of the world. We are still home to the most brilliant minds, the most creative entrepreneurs, and the most advanced technology and innovation that history has ever known. And we are still the nation that has overcome great fears and improbable odds.
 
"If we act with the urgency and seriousness that this moment requires, I know that we can do it again.
 
That is why I have moved quickly to work with my economic team and leaders of both parties on an American Recovery and Reinvestment Plan that will immediately jump-start job creation and long-term growth. It's a plan that represents not just new policy, but a whole new approach to meeting our most urgent challenges.
 
"For if we hope to end this crisis, we must end the culture of 'anything goes' that helped create it, and this change must begin in Washington.
 
"It's time to trade old habits for a new spirit of responsibility. It's time to finally change the ways of Washington so that we can set a new and better course for America.
 
"There is no doubt that the cost of this plan will be considerable. It will certainly add to the budget deficit in the short term.
 
"But equally certain are the consequences of doing too little or nothing at all, for that will lead to an even greater deficit of jobs, incomes, and confidence in our economy.
 
"It is true that we cannot depend on government alone to create jobs or long-term growth. But at this particular moment, only government can provide the short-term boost necessary to lift us from a recession this deep and severe. Only government can break the cycle that are crippling our economy, where a lack of spending leads to lost jobs, which leads to even less spending, where an inability to lend and borrow stops growth and leads to even less credit.
 
"That's why we need to act boldly and act now to reverse these cycles. That's why we need to put money in the pockets of the American people, create new jobs, and invest in our future. That's why we need to restart the flow of credit and restore the rules of the road that will ensure a crisis like this never happens again.
 
"This plan begins with -- this plan must begin today, a plan I'm confident will save or create at least 3 million jobs over the next few years.
 
"It's not just another public works program. It's a plan that recognizes both the paradox and promise of this moment: the fact that there are millions of Americans trying to find work, even as all around the country there's so much work to be done.
 
"And that's why we'll invest in priorities like energy and education, healthcare and a new infrastructure that are necessary to keep us strong and competitive in the 21st century.
 
That's why the overwhelming majority of the jobs created will be in the private sector, while our plan will save the public sector jobs of teachers, police officers, firefighters, and others who provide vital services.
 
"To finally spark the creation of a clean energy economy, we will double the production of alternative energy in the next three years. We will modernize more than 75 percent of federal buildings and improve the energy efficiency of 2 million American homes, saving consumers and taxpayers billions on our energy bills. In the process, we will put Americans to work in new jobs that pay well and can't be outsourced, jobs building solar panels and wind turbines, constructing fuel-efficient cars and buildings, and developing the new energy technologies that will lead to even more jobs, more savings, and a cleaner, safer planet in the bargain.
 
"To improve the quality of our healthcare while lowering its cost, we will make the immediate investments necessary to ensure that, within five years, all of America's medical records are computerized. This will cut waste, eliminate red tape, and reduce the need to repeat expensive medical tests.
 
"But it just won't save billions of dollars and thousands of jobs; it will save lives by reducing the deadly but preventable medical errors that pervade our health care system.
 
"To give our children the chance to live out their dreams in a world that's never been more competitive, we will equip tens of thousands of schools, community colleges, and public universities with 21st-century classrooms, labs, and libraries. We'll provide new computers, new technology, and new training for teachers so that students in Chicago and Boston can compete with children in Beijing for the high-tech, high-wage jobs of the future.
 
"To build an economy that can lead this future, we will begin to rebuild America. Yes, we'll put people to work repairing crumbling roads, bridges and schools, by eliminating the backlog of well- planned, worthy, and needed infrastructure projects, but we'll also do more to retrofit America for a global economy.
 
"That means updating the way we get our electricity, by starting to build a new smart grid that will save us money, protect our power sources from blackout or attack, and deliver clean, alternative forms of energy to every corner of our nation.
 
"It means expanding broadband lines across America so that a small business in a rural town can connect and compete with their counterparts anywhere in the world.
 
"It means investing in the science, research, and technology that will lead to new medical breakthroughs, new discoveries, and entire new industries.
 
"And, finally, this Recovery and Reinvestment Plan will provide immediate relief to states, workers, and families who are bearing the brunt of this recession. To get people spending again, 95 percent of working families will receive a $1,000 tax cut, the first stage of a middle-class tax cut that I promised during the campaign and will include in our next budget.
 
"To help Americans who have lost their jobs and can't find new ones, we'll continue the bipartisan extension of unemployment insurance and health care coverage to help them through this crisis.
 
Government at every level will have to tighten its belt, but we'll help struggling states avoid harmful budget cuts, as long as they take responsibility and use the money to maintain essential services, like police, fire, education, and health care.
 
"Now, I understand that some might be skeptical of this plan. Our government has already spent a good deal of money, but we haven't yet seen that translate into more jobs, or higher incomes, or renewed confidence in our economy.
 
"And that's why the American Recovery and Reinvestment Plan won't just throw money at our problems. We'll invest in what works.
 
"The true test of policies we'll pursue won't be whether they're Democratic or Republican ideas, whether they're conservative or liberal ideas, but whether they create jobs, grow our economy, and put the American dream within the reach of the American people.
 
"Instead of politicians doling out money behind a veil of secrecy, decisions about where we invest will be made transparently and informed by independent experts wherever possible.
 
"Every American will be able to hold Washington accountable for these decisions by going online to see how and where their taxpayer dollars are spent.
 
"And as I announced yesterday, we will launch an unprecedented effort to eliminate unwise and unnecessary spending that has never been more unaffordable for our nation and our children's future than it is right now.
 
We have to make tough choices and smart investments today so that, as the economy recovers, the deficits start coming down. We cannot have a solid recovery if our people and our businesses don't have confidence that we're getting our fiscal house in order.
 
"And that's why our goal is not to create a slew of new government programs, but a foundation for long-term economic growth.
 
"That also means an economic recovery plan that is free from earmarks and pet projects. I understand that every member of Congress has ideas about how to spend money. Many of these projects are worthy; they benefit local communities.
 
"But this emergency legislation must not be the vehicle for those aspirations. This must be a time when leaders in both parties put the urgent needs of our nation above our own narrow interests.
 
"Now, this recovery plan alone will not solve all the problems that led us into this crisis. We must also work with the same sense of urgency to stabilize and repair the financial system we all depend on.
 
"That means using our full arsenal of tools to get credit flowing again to families and businesses, while restoring confidence in our markets. It means launching a sweeping effort to address the foreclosure crisis so that we can keep responsible families in their homes.
 
"It means preventing the catastrophic failure of financial institutions whose collapse could endanger the entire economy, but only with maximum protections for taxpayers and a clear understanding that government support for any company is an extraordinary action that must come with significant restrictions on the firms that receive support.
 
"And it means reforming a weak and outdated regulatory system so that we can better withstand financial shocks and better protect consumers, investors, and businesses from the reckless greed and risk- taking that must never endanger our prosperity again.
 
"No longer can we allow Wall Street wrongdoers to slip through regulatory cracks. No longer can we allow special interests to put their thumbs on the economic scales. No longer can we allow the unscrupulous lending and borrowing that leads only to disruptive cycles of bubble and bust.
 
"It is time to set a new course for this economy, and that change must begin now.
 
"We should have an open and honest discussion about this recovery plan in the days ahead, but I urge Congress to move as quickly as possible on behalf of the American people, for every day we wait or point fingers or drag our feet, more Americans will lose their jobs, more families will lose their savings, more dreams will be deferred and denied, and our nation will sink deeper into a crisis that at some point we may not be able to reverse.
 
"That is not the country I know. It is not a future I accept as president of the United States. A world that depends on the strength of our economy is now watching and waiting for America to lead once more, and that is what we will do.
 
"It will not come easy or happen overnight. And it is altogether likely that things may get worse before they get better.
 
"But that is all the more reason for Congress to act without delay.
 
"I know the scale of this plan is unprecedented, but so is the severity of our situation. We have already tried the wait-and-see approach to our problems, and it is the same approach that helped lead us to this day of reckoning.
 
"And that is why the time has come to build a 21st-century economy in which hard work and responsibility are once again rewarded. That's why I'm asking Congress to work with me and my team day and night -- on weekends, if necessary -- to get the plan passed in the next few weeks.
 
"That's why I'm calling on all Americans, Democrats and Republicans and independents, to put -- to put good ideas ahead of the old ideological battles, a sense of common purpose above the same narrow partisanship, and insist that the first question each of us asks isn't 'What's good for me?' but 'What's good for the country my children will inherit?'
 
"More than any program or policy, it is this spirit that will enable us to confront these challenges with the same spirit that has led previous generations to face down war and depression and fear itself.
 
"And if we do, if we are able to summon that spirit again, if we are able to look out for one another and listen to one another, and do our part for our nation and for posterity, then I have no doubt that, years from now, we will look back on 2009 as one of those years that marked another new and hopeful beginning for the United States of America.
 
"Thank you. God bless you. And may God bless the United States of America."
 
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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:10
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PortoCartoon: World Festival de 2009 - Crise é o tema do festival de 2009

 

Porto Cartoon:

Crise é o tema do festival de 2009

 

 


A 11ª edição do PortoCartoon - World Festival de 2009, vai ter como tema "As Crises", anunciou hoje o Museu Nacional da Imprensa, promotor da iniciativa.

O PortoCartoon 2008 foi dedicado aos Direitos Humanos, para assinalar o 60º aniversário da Declaração Universal, e pela primeira vez foi ganho por um cartunista português, Augusto Cid, de "O Sol".

O Museu Nacional da Imprensa, sediado no Porto, anunciou também que Georges Wolinski, um dos mais famosos cartunistas da actualidade, voltará a ser o presidente do júri do festival.

Em Junho passado, Wolinski integrou o grupo de dez artistas que proclamaram o Porto como «capital do cartoon», descerrando um pequeno monumento desenhado por Siza Vieira e implantado na Avenida dos Aliados, frente à Câmara Municipal..

O PortoCartoon é considerado um dos três mais importantes concursos mundiais de cartoon.

No conjunto das dez edições anteriores participaram mais de 4.000 cartunistas, de cerca de uma centena de países.

Lusa
Foto: wikimedia commons
 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Videos - Fedorentos - Ze Carlos - Magazine Economico

 

VIDEO

 

 Gatos Fedorentos

 

 
que me foi sugerido na sequência dos
posts editados nos dias 17 e 18 de Dezembro de 2008 
 
 
 
 
 
♦♦♦
 
envie a suas sugestões para
bomsensoamiguinhos@sapo.pt
 
 
♦♦♦

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00
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Sociedade - Número de sem-abrigo em Lisboa tem vindo a aumentar

DIÁRIO DIGITAL

terça-feira, 6 de Janeiro de 2009 | 21:29

 

 

 
Número de sem-abrigo em Lisboa tem vindo a aumentar


O número de sem-abrigo na capital tem vindo a aumentar, denunciou hoje uma associação de apoio aos mais desfavorecidos que esteve no Terreiro do Paço, em Lisboa, a distribuir alimentos às pessoas que dormem na rua.

 

Cont. diariodigital.sapo.pt/news.asp

 

 

____________________

Publicado por bomsensoamiguinhos às 10:00
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Actualidade - Vários países europeus já não estão a receber gás russo

PÚBLICO

ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx

 

 

Bogdan Cristel/Reuters (arquivo)

Vários países dependem na íntegra das importações de gás russo

 

Situação é mais complicada nos Balcãs
 
Vários países europeus já não estão a receber gás russo 
06.01.2009 - 17h18 AFP, PÚBLICO
 
O braço-de-ferro entre a Ucrânia e Rússia sobre os preço do gás está a afectar a maioria dos países europeus, alguns dos quais deixaram já de receber o combustível que compram à Gazprom.

Ao início da tarde, Macedónia, Sérvia, Croácia, Bósnia e Hungria tinham já confirmado que as entregas de gás russo foram suspensas, juntando-se à Bulgária e Grécia, cujo abastecimento fora cortado a noite passada.

A Turquia deixou de receber o gás importado através dos gasodutos que atravessam a Ucrânia e depois os países balcânicos, mas a Rússia continua a abastecer o país através do “Blue Stream”, conduta que liga os dois países, passando sob o mar do Norte.
Vários outros países denunciaram já quebras acentuadas nas importações, na sequência do diferendo entre a Rússia e a Ucrânia: Eslováquia e República Checa registam uma diminuição de 70 por cento nas suas importações diárias, enquanto na Eslovénia as quebras rondam os 90 por cento – situação semelhante à vivida em Itália, onde, ao contrário de países vizinhos, o gás russo representa apenas 30 por cento das necessidades de consumo.

A Polónia está a receber apenas 15 por cento do gás que entra no país através das condutas que atravessam a Ucrânia, enquanto na Áustria as entregas não vão além dos dez por cento da média habitual.

Também a Alemanha e França registaram quebras acentuadas nas importações (50 e 70 por cento, respectivamente), mas a sua dependência do gás russo é menor do que a de outros países europeus, em particular nos Balcãs, onde alguns países dependem na totalidade do gás russo, importado através da Ucrânia.
Cont. ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx
 
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 07:30
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Sócrates Admite Recessão em Portugal e Abre a Porta à Antecipação de Eleições

ECONOMICO

www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

Terça, 06 de Janeiro 09

Entrevista do primeiro-ministro à SIC

 

Sócrates admite recessão em Portugal
Económico 
06/01/09 00:05
 
O primeiro-ministro reconhece que o Governo vai rever as suas previsões para este ano e assume que Portugal deve cair em recessão. Para responder à crise, continua a apostar no investimento e pede nova maioria absoluta.

 

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-admite-recessao-em-portugal_282.html

 

Política

 

Sócrates abre a porta à antecipação de eleições
Económico 
05/01/09 22:19
 
O primeiro-ministro diz estar “preparado para todos os cenários” incluindo o da sua demissão para a convocação antecipada de eleições de forma a poderem coincidir com as eleições Europeias agendadas para Junho. Sócrates é recandidato e pedirá a maioria.
 
O próximo ano de 2009 tem prevista a realização de três eleições, competindo ao Governo a marcação das eleições autárquicas (previstas para entre 22 de Setembro e 14 de Outubro) e ao Presidente a marcação das legislativas (para o intervalo que vai entre 14 de Setembro e 14 de Outubro).

Cont. www.economico.pt/noticias/socrates-abre-a-porta-a-antecipacao-de-eleicoes_263.html

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:30
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Opinião – Ricardo Araújo Pereira - Boca do Inferno - A Crise Está em Crise

VISÃO

 Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira

 Opinião
A crise está em crise                                                                                                 11-Dez-2008

 

A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado.
 

  ♦♦♦

 Bomsenso
 O conteúdo deste Post foi recebido por mail:  
 
   ♦♦♦
 

 Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.

 

De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.
 
O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
 
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
 
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.
 
Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento

 

Neste fase da história de Portugal, 

 

seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.

 

 

Contudo, lamentavelmente,

não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.

 

Desde 1997

a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...

 

É de facto preocupante.

Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações

 

atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.

  

Será que a maioria dos portugueses

  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?

 

 

Nos últimos anos tivemos

juros a taxas reduzidas como nunca...

 

No entanto,

em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)
 

  Foto: pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre

 

 

 

 3 de Janeiro de 2009, 01:17
 Anilady
 
bomsensoamiguinhos@sapo.pt
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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