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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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18
Abr11

Economistas denunciam agências de "rating" por crime de manipulação de mercado

bomsensoamiguinhos

Negócios Online

 

 

Economistas denunciam

agências de "rating"

por crime de manipulação de mercado

 

 


“Neste momento, as três mais importantes agências de notação financeira (...) noticiam e divulgam, diariamente, classificações de ‘rating’ que, com manifesto exagero e sem bases rigorosamente objectivas, penalizam os interesses portugueses, estimulando uma subida constante dos juros da dívida soberana”. Daqui decorrem “comportamentos presumivelmente criminais”, indiciadores, nomeadamente, do crime de manipulação do mercado.

O alerta vem de quatro economistas - José Reis e José Manuel Pureza, da Universidade de Coimbra, e Manuela Silva e Manuel Brandão, do ISEG – que vão apresentar uma denúncia ao Procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, no início da próxima semana. Os alvos são a Moody’s, a Fitch e a Standard and Poor’s.

O documento, a que o Negócios teve acesso, sustenta que “a actuação destas agências de notação financeira tem configurado violações ao dever de apresentação objectiva e imparcial de recomendações de investimento a que estão obrigadas”. E enuncia alguns exemplos, entre as várias descidas de ‘rating’ dos últimos tempos, em que “a actuação destas agências de notação financeira tem configurado violações ao dever de apresentação objectiva e imparcial de recomendações de investimento a que estão obrigadas”.

O objectivo da denúncia, explica José Reis em declarações ao Negócios, é alertar o PGR. Afinal ”há que ter em conta que se as taxas de juro não são justas, mas sim influenciadas, daqui decorre um poderoso mecanismo de transferência de recursos dos cidadãos nacionais para investidores internacionais”.

Sendo que, lembra o economista, pelo menos duas das agências de ‘rating’ em causa são detidas por um mesmo fundo de investimento. E, prossegue a denúncia, “não pode permitir-se que ajam de forma a alterar o preço dos juros, direccionando o mercado para situações em que elas próprias ou os seus clientes tenham interesse e retirem benefícios”.

Os economistas consideram que há “um conflito de interesses na actividade destas agências de notação financeira, em particular quando baixam os ratings a estes países [Portugal, EspanhaGrécia ou Irlanda, entre outros], fazendo aumentar os juros das suas dívidas e influenciando a evolução de um mercado em que actuam os fundos financeiros que são seus proprietários”.

Em Espanha e nos Estados Unidos foram também já desencadeados processos semelhantes, mas ainda não há qualquer decisão judicial transitada em julgado. A actuação das agências de ‘rating’ tem sido, aliás, alvo de várias polémicas, tendo o próprio FMI alertado já para o facto de que “estas agências usam e abusam do poder que têm”

Ainda que sublinhando que, feita a denúncia, os procedimentos que eventualmente venham a desenvolver-se cabem à PGR, José Reis não exclui a possibilidade de ser pedido um “ressarcimento de danos” às três agências de ‘rating’.

Recebida a denúncia, Pinto Monteiro decidirá se há ou não matéria de facto que justifique a abertura de um inquérito. 

 

25
Fev11

Mundo Muçulmano em Protestos e Confrontos pela Mudança

bomsensoamiguinhos

  

 

Revolta no Mundo Muçulmano

Protestos e confrontos pela mudança

 

 

  

 

Diário Digital / Lusa 

sexta-feira,

18-Fev-2011

18:27

 Vaga de contestação

continua a agitar mundo muçulmano 

 

 

A vaga de contestação social e política sem precedentes em países muçulmanos continua a marcar a atualidade internacional.


Milhares de pessoas estão a sair à rua para contestar regimes autoritários e reivindicar reformas políticas e sociais, mas os relatos de repressão, em alguns casos com derramamento de sangue, são cada vez mais frequentes.

 

 

Principais protestos e factos ocorridos nos últimos dias e previstos para esta semana:

 

Argélia:

 

- A Coordenadora Nacional para a Mudança e Democracia (CNCD), a principal frente da oposição argelina, continua determinada em sair à rua este sábado, numa nova grande manifestação, para exigir a mudança do regime argelino.

 

O primeiro-ministro argelino Ahmed Ouyahia assumiu nos últimos dias o compromisso de tomar medidas necessárias para responder às reivindicações dos argelinos, bem como suspender o estado de emergência no país até ao final deste mês.

 

No sábado passado, várias centenas de manifestantes concentraram-se em Argel para reivindicar uma "mudança de sistema", mas a ação de protesto foi impedida pela polícia. Cerca de 400 pessoas foram detidas.

 

Bahrein:

 

- Várias centenas de pessoas assistiram hoje ao funeral de uma das vítimas da repressão do movimento reformista. Durante as cerimónias fúnebres, as pessoas gritaram frases contra a monarquia sunita que governa o país.

 

Pelo menos três pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas nos confrontos, que ficaram marcados pela presença de tanques do exército.


Os protestos iniciaram-se esta semana em prol de reformas políticas, mas parece estarem a tornar-se numa tentativa dos xiitas de derrubarem a liderança sunita.

 

Egipto:

 

- Uma semana depois da renúncia do Presidente Hosni Mubarak, milhares de pessoas regressaram à praça Tahrir, o epicentro da revolta popular, para celebrar a queda do regime e manter a pressão sobre as Forças Armadas, que tomaram as rédeas do poder.

 

Nos últimos dias, o país tem sido afetado por greves, paralisações e concentrações, tanto no sector público como no privado. Os trabalhadores egípcios exigem aumentos salariais e melhoria das condições de trabalho.

 

Líbia:

 

- Pelo menos 14 pessoas foram mortas na quinta-feira em confrontos entre forças de segurança e manifestantes anti-regime em Benghazi, a segunda maior cidade da Líbia, segundo um balanço fornecido por fontes médicas locais.

A organização norte-americana Human Rights Watch afirmou hoje que pelo menos 24 pessoas morreram nos confrontos, das quais oito em Benghazi.

Os protestos na Líbia começaram na terça-feira, existindo relatos de confrontos, detenções e destruição de edifícios estatais.

 

Marrocos:

 

- Um grupo de jovens marroquinos está a convocar através da rede social Facebook uma "manifestação pacífica" para 20 de fevereiro para reclamar "uma ampla reforma política" no país magrebino.

 

"Apelamos a todos os marroquinos para se manifestarem em 20 de fevereiro pela dignidade do povo e por reformas democráticas", indica a "plataforma" presente na rede social, que também sugere uma reforma da Constituição, a demissão do atual Governo e a dissolução do Parlamento.

 

Irão:

 

- Milhares de pessoas concentraram-se hoje na Universidade de Teerão para exigir a morte dos líderes da oposição ao regime, antes da oração semanal e de uma grande manifestação de "ódio e ira" contra os dois opositores.

 

Mir Hossein Mussavi e Mehdi Karubi estão sob vigilância policial há vários dias, depois de terem convocado uma manifestação ilegal contra o regime. Duas pessoas morreram e várias ficaram feridas nesse protesto.

 

Iraque:

 

- Dois jovens morreram durante uma manifestação contra o governo regional do Curdistão iraquiano, realizada na quinta-feira.

Na mesma região, em duas cidades controladas pelas forças do Presidente Massoud Barzani, os escritórios de dissidentes foram pilhados e destruídos.

 

Tunísia:


- O ex-Presidente Zine El Abidine Ben Ali, 74 anos, que fugiu da Tunísia a 14 de janeiro, está internado e "em coma" num hospital em Jeddah, Arábia Saudita, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral.

 

Ben Ali, que esteve no poder durante 23 anos, não resistiu a um movimento de contestação sem precedentes no país durante quase um mês.

 

Iémen:

 

- Três pessoas morreram e 19 ficaram feridas durante violentos confrontos ocorridos na quinta-feira entre manifestantes e elementos das forças de segurança em Aden, a principal cidade do sul do país.

 

Os manifestantes envolveram-se em confrontos com a polícia, que disparou para dispersar os milhares de pessoas que exigiam a demissão do Presidente Ali Abdallah Saleh.

 

Omã:

 

- Perto de três centenas de pessoas manifestaram-se hoje no centro de Mascate de forma pacífica, para reivindicar aumentos salariais e reformas políticas.

 

Este é o segundo protesto de carácter político e social realizado naquele país no espaço de um mês.

 

Jordânia:

 

- Pelo menos oito pessoas ficaram feridas durante uma manifestação que hoje reuniu várias centenas de jovens em Amã, capital da Jordânia, segundo uma fonte médica e várias testemunhas locais.

 

Os manifestantes, que reivindicavam reformas políticas, foram alvo de um ataque por parte de um grupo de apoiantes do Governo e alguns acabaram por sofrer ferimentos, de acordo com as mesmas fontes.

 

Diário Digital / Lusa 

 

12
Fev11

Festejos no Egito - Noite na praça Tahrir, no Cairo

bomsensoamiguinhos

RTP

 

 

Mundo

Noite foi de festejos no Egito

 

A festa da liberdade durou toda a noite na praça Tahrir, no Cairo.

Milhares de pessoas continuam no local a festejar a queda de Hosni Mubarak.

Os militares começam a retirar as barricadas, os carros incendiados e despojos dos momentos de maior tensão. Aliás, os militares asseguraram que esta revolta não descambasse num banho de sangue.

Ao fim de 18 dias de revolta, a manhã da liberdade marca o princípio de um novo capitulo da historia do Egipto.

Um capitulo ainda muito incerto.

O Conselho Superior das Forças armadas promete assegurar a transição, para a democracia mas o quadro politico e partidário que vai surgir é uma incógnita.

Depois da euforia da festa ficará também claro que os problemas de desemprego e as carências sociais que levaram a esta revolta não ficarão resolvidos .

O Egito terá de começar tudo de novo...

2011-02-12 09:03:08
08
Jan11

"10 milhões não se deixarão ir ao fundo"

bomsensoamiguinhos

 

 

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

O ex-ministro das Finanças disse que Portugal tem solução

António Pedro Ferreira

 

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)

8:00 Terça feira, 4 de Janeiro de 2011

 

A entrevista com Henrique Medina Carreira foi marcada no pressuposto de que se falaria essencialmente dos aspetos positivos do país.

ex-ministro das Finanças aceitou, escudou-se nos números para rebater a fama de pessimista e disse que Portugal tem solução.

http://aeiou.expresso.pt/10-milhoes-nao-se-deixarao-ir-ao-fundo=f623870

30
Dez10

Pedro Lino, CEO da Dif Broker

bomsensoamiguinhos

Jornal de Negócios

 

30 Dezembro 2010 | 10:54

Ana Laranjeiro

alaranjeiro@negocios.pt

 

 

"O principal desafio em 2011

vai ser a emissão de obrigações"

 

 

 

Pedro Lino, CEO da Dif Broker, fala sobre a transacção do petróleo nos mercados internacionais e sobre o comportamento dos juros da dívida pública portuguesa depois do anúncio do IGCP. Veja aqui o vídeo.

 

Pedro Lino defende que o "grande desafio" para o próximo ano "vai ser a emissão de grande parte destas linhas de obrigações".

 

Particularmente, "num ambiente onde vai haver grande concorrência europeia", uma vez que, a Europa "vai emitir cerca de 270 mil milhões de euros" em títulos de dívida.

 

 

 

 

 

admite que "no mercado cambial" a "surpresa vai ser o euro-dólar" sobretudo "a partir do 3º trimestre"

 

 

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=460723

 

http://www.dif.pt/web/pt_pt/home#

13
Out10

Prós e Contras com 3 ex-Presidentes da República

bomsensoamiguinhos

RTP

2010-10-11

 



http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/

RAMALHO EANES. MÁRIO SOARES. JORGE SAMPAIO.


A voz dos presidentes no momento crítico da vida do país.

O Prós e Contras entra na Universidade de Lisboa na comemoração do seu Centenário.

O Reitor António Nóvoa, o Concelho Geral, Alunos e Professores juntam-se ao maior debate da televisão portuguesa.

A Política.

A Sociedade.

A importância do Ensino Superior e da Investigação 
na formação de lideranças e cidadania.

por: Equipa Prós e Contras.


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