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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

01
Jan10

Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo

bomsensoamiguinhos

 

Presidente da República

aponta motivos de

Preocupação Económica

 

 

 

O desemprego, os efeitos da crise económica, os gastos do país e o desequilíbrio das contas públicas poderão levar Portugal para uma "situação explosiva", afirmou o Presidente da República, Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo.
2010-01-01 21:34:08
 
 
Discurso de Cavaco Silva:



Boa noite,

No início deste novo ano, saúdo todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, e desejo-lhes as maiores felicidades para 2010.

Há precisamente um ano, quando falei ao País, referi que 2009 iria ser um ano muito difícil.

Acrescentei, na altura, que receava o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social.

E disse também que Portugal gastava em cada ano muito mais do que aquilo que produzia.

Quando proferi estas palavras, não o fiz com um propósito político. Enquanto Presidente da República estou acima do combate político e partidário.

Falo aos Portugueses quando entendo que o interesse do País o justifica e faço-o sempre com um imperativo: nunca vender ilusões nem esconder a realidade do País.

Em nome da verdade, tenho a obrigação de alertar os Portugueses para a situação difícil em que o País se encontra e para os desafios que colectivamente enfrentamos.

Ao longo do último ano, o desemprego subiu acentuadamente, atingindo, no terceiro trimestre, 548 mil pessoas. Quase 20% dos jovens estavam desempregados.

A todos aqueles que, no último ano, perderam o seu emprego ou não conseguiram retomar uma actividade profissional, quero deixar uma palavra de conforto, mas também de esperança. Não percam a coragem.

Mas o desemprego não é o único motivo de preocupação.

A dívida do Estado tem vindo a crescer a ritmo acentuado e aproxima-se de um nível perigoso.

O endividamento do País ao estrangeiro tem vindo a aumentar de forma muito rápida, atingindo já níveis preocupantes.

Acresce que o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim.

Se o desequilíbrio das nossas contas externas continuar ao ritmo dos últimos anos, o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, ficará seriamente hipotecado.

Quando gastamos mais do que produzimos, há sempre um momento em que alguém tem de pagar a factura.

Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva.

Portugal tem de juntar todas as suas forças para inverter esta situação.

Não podemos continuar a ser ultrapassados, em termos de nível de desenvolvimento, por outros países da União Europeia.

De acordo com os indicadores mais recentes, Portugal já baixou para a 19ª posição, estando apenas à frente de oito países da Europa de Leste que aderiram há poucos anos à União.

Tempos difíceis são tempos de maior exigência e de elevada responsabilidade. Para todos, é certo, mas ainda de maior exigência e responsabilidade para os detentores de cargos públicos.

O exemplo deve vir de cima.

O País real, que quer trabalhar, que quer uma vida melhor, espera que os agentes políticos deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas.

É tempo de nos concentrarmos naquilo que é essencial, com destaque para o combate ao desemprego.

Não é tempo de inventarmos desculpas para deixarmos de fazer o que deve ser feito.
Estamos perante uma das encruzilhadas mais decisivas da nossa história recente. É por isso que, em consciência, não posso ficar calado.

Em face da gravidade da situação, é preciso fazer escolhas, temos de estabelecer com clareza as nossas prioridades.

Os dinheiros públicos não chegam para tudo e não nos podemos dar ao luxo de os desperdiçar.

Recordo o que tenho vindo insistentemente a defender.

Nas circunstâncias actuais, considero que o caminho do nosso futuro tem de assentar em duas prioridades fundamentais.

Por um lado, o reforço da competitividade externa das nossas empresas e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira.

Por outro lado, o apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise.

É uma ficção pensar que é possível conseguir uma melhoria duradoura do nível de vida dos portugueses sem o aumento da produtividade e da competitividade da nossa economia.

O reforço da competitividade depende, desde logo, da confiança e da credibilidade das nossas instituições, nomeadamente do sistema de justiça e da Administração Pública.

Devemos apostar, por outro lado, em políticas públicas que promovam uma educação exigente e uma formação profissional de qualidade, que fomentem a inovação, que incentivem os investimentos das empresas no sector dos bens e serviços que concorrem com a produção externa.

Cerca de noventa e cinco por cento das nossas empresas têm menos de vinte trabalhadores.

Sendo esta a estrutura do nosso tecido produtivo, o contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País.

Às instituições financeiras, por seu lado, exige-se que apoiem de forma adequada o fortalecimento da capacidade das pequenas e médias empresas para enfrentarem a concorrência externa.

Se o Estado tem a responsabilidade de garantir a estabilidade do sistema financeiro em períodos de turbulência, os bancos têm a responsabilidade social de garantir que o crédito chega às empresas.

Nos últimos tempos, temos ouvido muitos apelos para que o Presidente da República intervenha activamente na vida política.

No entanto, na lógica do nosso sistema constitucional, não compete ao Presidente da República intervir naquilo que é o domínio exclusivo do Governo ou naquilo que é a actividade própria da oposição.

Portugal dispõe de um Governo com todas as condições de legitimidade para governar, um Governo assente numa maioria relativa conquistada em eleições ainda há pouco realizadas.

O novo quadro parlamentar, aliado à grave situação económica e social que o País vive, exige especial capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa, a que deve corresponder, por parte da oposição, uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade.

Os Portugueses compreenderiam mal que os diversos líderes políticos não se concentrassem na resolução dos problemas das pessoas e que não empenhassem o máximo do seu esforço na realização de entendimentos interpartidários.

Neste contexto, a difícil situação das nossas contas públicas lança um desafio de regime aos partidos representados no Parlamento.

Os custos da correcção de um desequilíbrio das finanças públicas podem ser dramáticos, como o demonstram os exemplos de outros países da União Europeia.

Importa ter presente que Portugal tem já um nível de despesa pública e de impostos que é desproporcionado face ao seu nível de desenvolvimento.

Assim, seria absolutamente desejável que os partidos políticos desenvolvessem uma negociação séria e chegassem a um entendimento sobre um plano credível para o médio prazo, de modo a colocar o défice do sector público e a dívida pública numa trajectória de sustentabilidade.

O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política, que, com sentido de responsabilidade de todas as partes, sirva o interesse nacional.

Não devemos esperar que sejam os outros a impor a resolução dos nossos problemas.


Portugueses,

Neste ano de 2010, iremos celebrar o centenário da República.

Vamos fazê-lo numa conjuntura que é de grandes dificuldades. Mas, precisamente por isso, temos de perceber que a nossa crise não é apenas económica.

É, também, uma crise de valores.

Há que recuperar o valor da família. O esbatimento dos laços familiares tem sido um dos factores que mais contribuem para agravar as dificuldades que muitos atravessam.

Devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana. A ética nos negócios, nos mercados e na vida empresarial, mas também na vida pública, tem de ser um princípio de conduta para todos.

Temos também de restaurar o valor da confiança nas instituições e na justiça. Os Portugueses têm de acreditar que existe justiça no seu País, que ninguém está acima da lei.

Sei que a grande maioria dos magistrados se empenha, séria e discretamente, em fazer bem o seu trabalho.

Neste primeiro dia do ano, importa reafirmar o valor da esperança. Repito aos Portugueses o que lhes disse há precisamente um ano: não tenham medo.

Possuímos uma longa História de que nos orgulhamos, porque no passado não tivemos medo.

E aqui estamos hoje, um Estado democrático que faz parte de uma Europa Unida.

Aqui estamos hoje, em 2010, porque acreditámos em nós próprios e num destino chamado futuro.

Em nome desse futuro, temos de continuar a lutar.

O combate que travamos por Portugal é feito em nosso nome e em nome dos nossos filhos.

Eu acredito em Portugal. Por isso, continuarei a lutar pelo futuro desta nossa terra.

No meio de tantas incertezas, os Portugueses podem ter uma certeza: pela minha parte, não desistirei e nunca me afastarei dos meus deveres e dos meus compromissos.

A todos, um Bom Ano de 2010.
 
 
 
 
♦♦♦
 
Ver:
 
Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento
 
 
SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2009

 

01
Abr09

Ética e Mentira - QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS...?

bomsensoamiguinhos

 Post publicado por

bomsemsoamiguinhos

em 14 de Janeiro de 2009

 

ÉTICA E MENTIRA
 
 
A mentira é geralmente aceite de forma inconsciente. No entanto, é de forma consciente que mais tarde se detectam... talvez por isso se diz que:
 
"A MENTIRA TEM PERNA CURTA"
 
 
 
Nos últimos tempos,
sinto que alguns sectores da sociedade já estão a despertar para as questões da ÉTICA.
 
Porque será que a sociedade...o povo em geral...está a sentir alguma desconfiança em relação várias áreas da vida Social, Económica, Política, Financeira ... ?
 
O caso Madoff, de certa forma, é um dos casos extremos...
 
  • Qual o limite para a  mentir?
 
Se "os mentirosos habilidosos são frequentemente mais bem sucedidos na vida do que aqueles que mentem menos ou com menos eficácia."
 
Se "os que são capazes de mentir melhor são geralmente mais populares, têm os melhores empregos e mais sucesso com o sexo oposto... porque são capazes de manipular as percepções dos outros sobre si."
 
Se "os que se regem por alguma verdade são considerados ingénuos"...
 
  • Que valores transmitir às nossas crianças?
  • Dizemos-lhes:
"...Filhotes uma mentirinha não faz mal a ninguém..."
 
"... Vale mais Parecer do que Ser ..."
 
"... a Verdade é Bonita mas é Dura e Não Compensa..."
 
  • Até que limite é Éticamente correcto utilizar a Mentira?
     
 
MENTIRA E ÉTICA
QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS DUAS?
 
 
 
Que Saudades das aulas de Ética.
13 de Janeiro de 2009
Anilady

 

 

 bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/46540.html

 

25
Jan09

CM - Opinião - Obama, a esperança - Emídio Rangel

bomsensoamiguinhos

Correio da Manhã

24 Janeiro 2009 - 09h00 
 

 
Coisas do Circo
Obama, a esperança
 

Por mais que custe aos cépticos e aos profetas da desgraça, a verdade é que começou mesmo uma nova era nos Estados Unidos com a entrada de Barack Obama para a Casa Branca. O país da liberdade e dos direitos humanos já merecia um presidente assim.

Barack Obama não é um génio nem um homem providencial. Mas viu-se ao longo dos últimos meses que se trata de uma personalidade invulgar, de rara inteligência, um homem de grande cultura que fala claro, que se exprime com enorme frontalidade, que não se presta a jogos florentinos, que fala a verdade e só a verdade, que respeita o seu semelhante na América e em todo o Mundo, uma pessoa de princípios com um elevado sentido de humildade.

 

Obama leva para a Presidência dos Estados Unidos o pragmatismo nascido na América mas também o sonho de África, que sempre emerge quando os olhos se estendem pelas imensas e únicas savanas. Obama é, obviamente, um dirigente orgulhoso da sua América mas é um cidadão do Mundo. Não confunde o Quénia ou a Zâmbia com qualquer país asiático, como fazia Bush, um inculto que levou até ao fim dois mandatos e deixa uma herança de pesadelo ao sucessor. A América vai regenerar-se, e isso é um bem para o Mundo. A América vai continuar a ser a pátria das liberdades, o país das diversidades, o terreno da criatividade e da livre iniciativa.
 
No seu discurso de posse, Obama falava da nação de cristãos e muçulmanos, de judeus e hindus, e também de uma nação dos não crentes; Obama convidava os americanos a erguerem-se para reconstruir a América, e interpelava: "Como pode prosperar uma nação que só favorece os prósperos?" Obama rejeitou a excessiva influência dos ‘lobbyes’ e proclamou o princípio da transparência da Administração, contra todas as arbitrariedades.
 
Obama não desiludiu, como dizem certos ‘opinion-makers’. Foi igual a si próprio e, no primeiro dia de acção da Casa Branca, mostrou que a política tem de ser exercida com verdade, com seriedade, com persistência e com sentido da palavra de honra. Acabou o recurso à tortura nos interrogatórios dos prisioneiros ‘de guerra’, que têm de ser tratados de acordo com as regras de Genebra. Fechou o centro de detenção militar de Guantanamo e todas as prisões da CIA no estrangeiro. Inverteu-se o ciclo imbecil da era Bush.
 
A luta contra o terrorismo e a violência vai continuar mas, disse Obama, "queremos ganhá-la nos nossos próprios termos". Obama recusou a herança imperialista e arrogante da América – e o Mundo aplaude a coragem e sente que, afinal, tudo pode mudar em todas as latitudes.
 
Emídio Rangel, Jornalista

 

22
Jan09

O que é a Ética?

bomsensoamiguinhos
 
Os principais colaboradores de Barack Obama receberam directrizes no sentido do uso de transparência e ética no desempenho do serviço público...

 

O que é a Ética?

 

Trata-se de um tema que me tem despertado muito interesse há uns anos a esta parte... na medida em que sentia que a sociedade se estava a reger por valores bem diferentes daqueles em que acredito.

 

Poderia dar vários exemplos. Contudo, basta enumerar o caso dos pais e avós que são depositados e abandonados em lares, hospitais... casos que se passam dentro das próprias famílias... quanto mais fora das mesmas...

 

Tentei entender  o que é de facto ética para a definir correctamente e transmitir a gente um pouco mais jovem. Confesso, tive dificuldade!

 

Felizmente já se dá estes temas duma forma interessada nas escolas e universidades deste país.

 

 

 

Em relação a OBAMA,

 

José Saramago no "caderno de Saramago" dizia:

 

"Donde saiu este homem?...

... Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar."

 

 

É dificil prever o defecho de todo este entusiasmo ... depositado a nível global...  num HOMEM que aparentemente sem artificialidades... transmite  mensagens de esperança, cheio de Boas Intenções... e determinado! 
 
Muito se tem falado... e muito se contibuará a falar... 
sobre este fenómeno OBAMA! 
 
 
Saramago, tem razão!
 
 
"Donde saiu este homem?..."

 

 

 Bomsensoamiguinhos

⇔⇔⇔

 

 Wikipedia

 

A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral.)[1]. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.
 

 

pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica

 

 

 

 
 
21
Jan09

Obama - Directizes sobre Tranparência e Ética e Congelamento de Salários dos Colaboradores

bomsensoamiguinhos

 

Barack Obama,

 

Iniciou hoje dia 21 de Janeiro de 2009, o percurso  à frente da Casa Branca, transmitindo directrizes claras  aos seus principais colaboradores no sentido do uso de transparência e ética no desempenho do serviço público... o congelamento dos seus salários, neste momento em que os norte-americanos têm que "apertar os cintos"...

Bomsenso

 

⇔⇔⇔

 

CNN

 

Vowing transparency, Obama OKs ethics guidelines

 

 

Embedded video from CNN Video

 

 

 

WASHINGTON (CNN) -- Promising "a new era of openness in our country," President Obama signed executive orders Wednesday relating to ethics guidelines for staff members of his administration.
 
 
 
21
Jan09

SARAMAGO - OBAMA - Donde saiu este homem?

bomsensoamiguinhos

 

O CADERNO DE SARAMAGO

 

 

Donde?

By José Saramago

 

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 
This entry was posted on Janeiro 20, 2009 at 8:39 pm and is filed under O Caderno de Saramago.

 

20
Jan09

VIOLÊNCIA INFANTIL - Risco é maior em famílias reconstruídas

bomsensoamiguinhos

DESTAK

 

 

Foto: 123RF

123RF

 

VIOLÊNCIA INFANTIL
 
Risco é maior em famílias reconstruídas
 
19 | 01 | 2009   12.50H
 
O risco de casos de violência infantil em ambiente familiar é mais frequente em famílias reconstruídas do que em famílias nucleares, conclui um estudo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), hoje divulgado
 

 

 

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