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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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25
Mar11

Crise portuguesa / Conselho Europeu / Passos Coelho

bomsensoamiguinhos

 

 

SIC

 

 

Pedro Passos Coelho em entrevista à SIC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RTP

Crise portuguesa abala Conselho Europeu

 

Já é indesmentível que a crise política em Portugal abalou o Conselho Europeu que está a decorrer em Bruxelas. Mas os líderes dos 27 ficaram mais tranquilos perante o compromisso assumido por José Sócrates e Pedro Passos Coelho de que as metas do défice são mesmo para cumprir.

 

 

 

 

 

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Crise-portuguesa-abala-Conselho-Europeu.rtp&headline=20&visual=9&article=427536&tm=7

 

 

 

 SIC

 

José Sócrates reafirma que Portugal não precisa de ajuda

 

O primeiro-ministro José Sócrates reafirmou esta manhã em Bruxelas que Portugal não precisa de ajuda externa. O editor de economia da RTP, Paulo Ferreira, considera, no entanto, que o nosso país pode ser obrigado a pedir ajuda já nos próximos dias. 

2011-03-25

 

 

 

 

 http://ww1.rtp.pt/noticias/?t=Jose-Socrates-reafirma-que-Portugal-nao-precisa-de-ajuda.rtp&headline=20&visual=9&article=427546&tm=6

 

 

 

19
Fev11

Portugal pode ou não entrar em bancarrota?

bomsensoamiguinhos

O Emigrante / Mundo Português

 

 

 

 

Segunda-Feira, 18 Janeiro de 2010

 

Afinal Portugal pode ou não

entrar em bancarrota?

 

 

Quando um Estado gasta mais do que aquilo que obtém com as suas receitas gera-se nas suas contas aquilo que se chama um défice.

 

Para equilibrar as suas contas e poder continuar a garantir um certo nível de bem estar aos seus cidadãos, tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, como fazem os particulares os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis são atractivos porque rendem a quem os compra uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se um determinado banco ganha o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.


Entretanto, há um mercado activo onde todos os dias o comprador de obrigações pode vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.

O espectro da bancarrota

É por esta razão que as taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações.

 

Existem dois riscos numa dívida do Estado.

 

Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece muito raramente.


Portugal, por exemplo, declarou bancarrota apenas em 1892 e de então para cá tem sido um estado exemplar a cumprir as suas dívidas. A Grécia teve uma bacarrota em 1893 e a Alemanha em 1932. Nessas alturas os Estados deixam de cumprir as suas obrigações com as consequências daí inerentes.


Em segundo lugar, outro risco grande existe quando o Estado para fazer face às suas obrigações resolve imprimir dinheiro, acabando por gerar inflacção. Embora a quantia a pagar pelos produtos seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia-o frequentemente, e por isso, quando o Estado português pedia dinheiro emprestado (ao FMI por exemplo), acabava por pagar uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada a outros países.

Uma questão de confiança

Um dos grandes problemas é que a economia das nações, tal como a das pessoas hoje em dia, assenta na confiança e naquilo que “os investidores pensam” que possa vir a acontecer, e o que é facto é que a partir de 2008 os investidores internacionais punham uma probabilidade séria de Portugal poder via a entrar entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar dinheiro a Portugal, o que forçaria medidas “terríveis” para eliminar totalmente o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos da despesa, tendo que reduzir drasticamente os salários dos funcionários públicos, e segundo mesmo alguns economistas o rendimento social de inserção. Ora isto são de todo medidas altamente impopulares do ponto de vista político que nenhum governo ousa tomar por iniciativa própria.

Crise financeira e contágio

Embora Portugal não esteja a viver um cenário real de bancarrota, nem nas previsões mais pessimistas, os riscos existem sempre e para já fazemos parte de um conjunto de países a enfrentar algumas dificuldades acrescidas por via do aumento da dívida externa. Somos aqui companheiros da Espanha, Irlanda e da Grécia.


Ora ao falarmos de bancarrota o “primeiro candidato” seria precisamente a Grécia que tem, apesar de tudo, uma dívida pública maior do que Portugal em grande parte devido ao descontrolo das contas públicas por causa dos Jogos Olímpicos e a construção do novo aeroporto de Atenas, que endividaram o país em grande ritmo.


Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal.


Pode prever-se com toda a certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio.

Varrer o lixo para debaixo do tapete

Como sempre, quando o problema é sério, surge sempre alguém a varrer o lixo para debaixo da tapete, assobiar para o ar e fingir que não é nada. Grave é quando é o próprio governo a fazer isto e a dar aos cidadãos um optimismo fácil mas falso. Claro que Portugal sendo um país da zona euro, os ricos poderão vir sempre em nosso socorro financeiro, mas isso não permite concluir que os riscos não existam. Se os alemães ou os franceses pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão certamente sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe como são e como custam as medidas para pôr as contas em ordem.

 

Bancarrota: sim ou não?

Provavelmente não entrará mesmo, no entanto é bom que os portugueses tenham consciência que há uns anos atrás a probabilidade de isso poder acontecer era pouco superior a zero e hoje já é bastante mais alta e já estamos publicamente a discutir o assunto.


Quando uma pessoa está afogada em dívidas restam-lhe dois caminhos. Ou passa a ganhar mais dinheiro para pagar as dívidas, ou passa a gastar menos para ficar com mais rendimento disponível para fazer face aos seus compromissos. Ora com os países passa-se a mesma coisa, mas no caso português ganhar mais dinheiro não parece ser solução viável porque há uma década que Portugal não cresce. Também não parece fácil o caminho do simples corte na despesa, mas é o caminho possível para já.


Uma coisa é certa não vale a pena gritar que a culpa tem de ver com os desmandos dos últimos vinte anos. O que tem de ser feito imediatamente é dar um sinal visível que tranquilize os nossos credores, com medidas claras de controlo das finanças e se possível medidas que promovam também o crescimento económico. A não ser assim todos terão de entender que permaneceremos à beira do precipício já a levantar o pé para o “grande e decisivo passo em frente”.



José Manuel Duarte
jduarte@mundoportugues.org

 

11
Jan10

Situação de Portugal "não tem comparação com a da Grécia"

bomsensoamiguinhos

 JN

Segunda, 11 Janeiro 2010

BarCap
 
 
Situação de Portugal
"não tem comparação com a da Grécia"
 
O Barclays Capital, em reacção à ameaça da Moody s de rever em baixa o "rating" da dívida pública portuguesa, salienta que a situação de Portugal "não tem comparação com a da Grécia", país que recentemente recebeu várias "reprimendas" das agências de notação financeira devido ao excessivo défice e dívida pública.

 

Carla Pedro
cpedro@negocios.pt

 

O Barclays Capital, em reacção à ameaça da Moody’s de rever em baixa o “rating” da dívida pública portuguesa, salienta que a situação de Portugal “não tem comparação com a da Grécia”, país que recentemente recebeu várias “reprimendas” das agências de notação financeira devido ao excessivo défice e dívida pública.

O banco de investimento britânico analisa a entrevista da Moody’s ao “Financial Times”, onde o seu analista Anthony Thomas avisa sobre o risco de “downgrade” do “rating” da dívida portuguesa.

O BarCap considera contudo que o estado da dívida portuguesa não tem comparação com o da Grécia. No entanto, adverte para a possibilidade de a classificação da dívida soberana portuguesa poder ser revista em baixa se o governo não tomar medidas firmes para reduzir o seu défice orçamental.

A mesma fonte salienta que o défice português em 2009, estimado em 6,6% do PIB, ficará bem abaixo do previsto para a Grécia, sendo que a dívida pública também ficará em níveis inferiores. Por isso considera que a situação portuguesa não é comparável com a da Grécia, quer em termos de magnitude, quer de dinâmica.

Mas apesar de as finanças públicas de Portugal não estarem em boa situação, não há riscos imediatos de sanções a Portugal por parte da União Europeia nem face à elegibilidade para recorrer aos empréstimos do BCE, sublinha a análise do BarCap.

Tanto a Moody’s como a Fitch Ratings colocaram a dívida soberana portuguesa em “outlook” negativo no Outono, uma medida que costuma implicar um possível “downgrade” no período dos 12 a 18 meses seguintes, se bem que no passado recente as agências de notação financeira estejam a ser mais rápidas a proceder aos ajustamentos, sublinha o BarCap.


02
Jan10

Dívida externa 'custa' 396 dias

bomsensoamiguinhos

DN

Economia

02 Jan 2010

Hipotecados
Dívida externa 'custa' 396 dias

por Rudolfo Rebêlo
 
Dívida externa 'custa' 396 dias
 
 
Os portugueses precisavam de trabalhar, em Setembro do ano passado, um ano e 31 dias para liquidar a totalidade da dívida do País ao estrangeiro. Mais dois meses do que em igual mês do ano anterior. Ou seja, Portugal está cada vez mais "hipotecado" e vive à custa de poupanças externas, já que os empréstimos pedidos ao estrangeiro excedem em 8,6% o produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo país.

A culpa para o endividamento está, sobretudo, nos excessos de gastos do Estado, mas também das famílias e empresas, que estão sobreendividadas. Nos primeiros nove meses de 2009, a dívida externa era de 108,6% do PIB, utilizando cálculos conservadores. Ou seja a factura ascende a 177,3 mil milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal, contraída na forma de empréstimos e em títulos do Estado, adquiridos pela banca internacional.

Os gastos
Como foi possível chegar a este estado de coisas?
 
Nos últimos anos, o apetite voraz das famílias pelos empréstimos para consumo (carros e equipamento) e compra de habitação levou a um excesso de endividamento das famílias. Em média, o total da dívida dos consumidores contraída à banca significa 135% do salário anual, já descontados os impostos. Sem poupanças internas, este volume de empréstimos obrigou a banca a pedir dinheiro ao exterior - a outros bancos.

Em Setembro último, a dívida da banca ao estrangeiro era igual a 47% do PIB, uma redução face aos 55% observados em igual mês de 2008. Um corte explicado pela crise - mais desempregados, menos rendimentos e menor confiança no futuro - e maior exigência da banca na concessão de créditos.

Também as empresas, obrigadas a emitir títulos no exterior, estão a contribuir para o aumento da dívida ao estrangeiro. Devem 20 mil milhões de euros, quando em 2008 o saldo externo era positivo em 700 milhões de euros.

Mas se as famílias já estão a moderar o consumo e empréstimos - o défice externo caiu para 6,8% do PIB graças à queda das importações e do défice da balança de rendimentos -, o Estado está a pressionar cada vez mais as contas externas em alta. O motivo é o mesmo: a crise obrigou a aumentar o défice orçamental. Os apoios sociais, combate ao desemprego e os estímulos à economia levaram a mais despesas, enquanto, do lado das receitas, a anemia económica trava as receitas de impostos.

 Nos primeiros três trimestres do ano, as necessidades de financiamento do Estado atingiram os 8,6% do PIB. Um défice que vai pressionar a dívida pública , obrigando a contrair mais empréstimos externos. No total, em Setembro, a administração pública já devia 86,4 mil milhões de euros ao estrangeiro, 53% do PIB, um aumento de 16% em relação a 2008.

 

30
Dez09

"Temos um défice assustador"

bomsensoamiguinhos

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

19
Fev09

Portugal tem que evitar tentação da despesa excessiva

bomsensoamiguinhos

Jornal de Negócios

Publicado 19 Fevereiro 2009  00:01

 

Economia

Fórum para a Competitividade

 
Portugal
tem que evitar tentação da
despesa excessiva
 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo.
 
 
A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.
 

Susana  Domingos
sdomingos@negocios.pt


 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo. A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.

"Portugal dispõe de um orçamento reduzido e de fraca capacidade de endividamento e, por isso, não deve embarcar em quaisquer aventuras despesistas, tão habituais em anos de eleições", afirmou ontem Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade.

O economista Vítor Bento também se mostra preocupado com a insistência de diversos agentes económicos, sobre a "necessidade de aumentar a despesa". "Temos a ilusão de que é o aumento da despesa que nos vai tirar da crise" e essa ideia "é errada", defendeu .

Para o economista Daniel Bessa, com esta crise "saiu a sorte grande ao Governo", que no curto prazo "tem as costas largas devido à crise internacional" para adoptar medidas que "podem sacrificar a economia no longo prazo". O ex-ministro da Economia, considera contudo que "seria suicidário ter uma política fiscal mais expansionista" e "não deveríamos aceitar uma situação de défice superior à dos outros" países da UE, apesar da margem de manobra concedida por Bruxelas. Nesta crise, "o nosso problema só é maior do que o dos outros porque o nosso défice é muito superior. Por isso, defende, "a prioridade absoluta de Portugal só poderá ser exportar".
 

 

 

 

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