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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

24
Mai10

Vídeo: Como proteger as suas poupanças em época de crise

bomsensoamiguinhos

Jornal de Negócio

24 Maio 2010

20:28

 

Jornal de Negócios  Online
negocios@negocios.pt

 

 

 

Está preocupado com a crise financeira e o impacto nas suas contas pessoais?

 

 

Sabe como as proteger?


 

 

 

O programa "A Cor do Dinheiro" fala de poupanças seguras.

Veja aqui o vídeo

 

♦♦♦


 

Imagem de moedas de euro

03
Mai10

Preocupação de Cavaco Silva: "Defender os Interesses dos Portugueses"

bomsensoamiguinhos

 

 

O presidente da Republica fundamenta-se nos conhecimentos que tem em economia, da macroeconomia, do funcionamento dos mercados... para alertar para o facto da enorme dívida externa e para o elevado número de desempregados... empenhando-se em defender os interesses actuais e futuros dos portugueses...

 

Deu exemplos:

  • empreendedorismo na criação de empregos
  • empresas de produtos típicos locais como em Barrancos... o presunto... o porco de raça alentejana tão apreciada no estrangeiro...


"Isso aumenta as nossas exportações"


"reduz a nossa dívida externa"


"Não são só as Grandes Empresas"


"Não são só as Grandes Cidades"


" Cada parte do nosso País há-de ajudar a defender as dificuldades"


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Bomsensoamiguinhos

 

RTP

2010-05-02 13:45:37
Política

Cavaco Silva Afirma que

a sua Preocupação

"é Defender

os Interesses dos Portugueses"

O Presidente da República está hoje em Barrancos onde inaugurou esta manhã um Parque Empresarial. Quanto à questão da eventual suspensão das grandes obras públicas, uma matéria que tem divido a presidência da República e o Governo, Cavaco Silva afirmou que a sua "preocupação é defender os interesses dos portugueses" e que a sua tarefa é "ajudar à recuperação económica do país"

02
Jan10

Dívida externa 'custa' 396 dias

bomsensoamiguinhos

DN

Economia

02 Jan 2010

Hipotecados
Dívida externa 'custa' 396 dias

por Rudolfo Rebêlo
 
Dívida externa 'custa' 396 dias
 
 
Os portugueses precisavam de trabalhar, em Setembro do ano passado, um ano e 31 dias para liquidar a totalidade da dívida do País ao estrangeiro. Mais dois meses do que em igual mês do ano anterior. Ou seja, Portugal está cada vez mais "hipotecado" e vive à custa de poupanças externas, já que os empréstimos pedidos ao estrangeiro excedem em 8,6% o produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo país.

A culpa para o endividamento está, sobretudo, nos excessos de gastos do Estado, mas também das famílias e empresas, que estão sobreendividadas. Nos primeiros nove meses de 2009, a dívida externa era de 108,6% do PIB, utilizando cálculos conservadores. Ou seja a factura ascende a 177,3 mil milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal, contraída na forma de empréstimos e em títulos do Estado, adquiridos pela banca internacional.

Os gastos
Como foi possível chegar a este estado de coisas?
 
Nos últimos anos, o apetite voraz das famílias pelos empréstimos para consumo (carros e equipamento) e compra de habitação levou a um excesso de endividamento das famílias. Em média, o total da dívida dos consumidores contraída à banca significa 135% do salário anual, já descontados os impostos. Sem poupanças internas, este volume de empréstimos obrigou a banca a pedir dinheiro ao exterior - a outros bancos.

Em Setembro último, a dívida da banca ao estrangeiro era igual a 47% do PIB, uma redução face aos 55% observados em igual mês de 2008. Um corte explicado pela crise - mais desempregados, menos rendimentos e menor confiança no futuro - e maior exigência da banca na concessão de créditos.

Também as empresas, obrigadas a emitir títulos no exterior, estão a contribuir para o aumento da dívida ao estrangeiro. Devem 20 mil milhões de euros, quando em 2008 o saldo externo era positivo em 700 milhões de euros.

Mas se as famílias já estão a moderar o consumo e empréstimos - o défice externo caiu para 6,8% do PIB graças à queda das importações e do défice da balança de rendimentos -, o Estado está a pressionar cada vez mais as contas externas em alta. O motivo é o mesmo: a crise obrigou a aumentar o défice orçamental. Os apoios sociais, combate ao desemprego e os estímulos à economia levaram a mais despesas, enquanto, do lado das receitas, a anemia económica trava as receitas de impostos.

 Nos primeiros três trimestres do ano, as necessidades de financiamento do Estado atingiram os 8,6% do PIB. Um défice que vai pressionar a dívida pública , obrigando a contrair mais empréstimos externos. No total, em Setembro, a administração pública já devia 86,4 mil milhões de euros ao estrangeiro, 53% do PIB, um aumento de 16% em relação a 2008.

 

02
Jan10

Politólogos destacam "coerência" do discurso de Cavaco Silva

bomsensoamiguinhos

 Lisboa, 02 Jan (Lusa)

 

 

Politólogos destacam

"coerência"

do discurso de Cavaco Silva  

 

 

A "coerência" dos alertas feitos pelo Presidente da República na mensagem de Ano Novo é o ponto destacado hoje por alguns politólogos, que são unânimes em concordar que as críticas de Cavaco Silva dirigem-se à totalidade da classe política.

 

Politólogos destacam "coerência" do discurso de Cavaco Silva

 
"Acho que foi um discurso dentro das expectativas.
O Presidente da República marcou a sua posição, tornou a falar da questão do endividamento do país, mas recusou a ideia de entrar na luta política. O Presidente foi coerente com aquilo que sempre tem dito", considerou André Freire, politólogo e professor no ISCTE.
 
O Presidente da República afirmou na sexta-feira, na tradicional mensagem de Ano Novo, que o desemprego, o endividamento ao estrangeiro e o desequilíbrio das contas externas constituem alguns dos principais problemas do país o que, em seu entender, significa que Portugal poderá estar "a caminhar para uma situação explosiva.
18
Jan09

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

bomsensoamiguinhos

SOL

10.01.09

 

Economia
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado.

 

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

 

 

 

10
Jan09

DÉFICE - Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010

bomsensoamiguinhos

SOL

Sábado, 10 Janeiro 2009   8º C Máx   Lisboa

 

 

Economia

 
 
 
Défice externo vai consumir todo o PIB em 2010
 

 

 
Por Luís Reis Ribeiro
 
A evolução da dívida externa portuguesa indica que em 2010 o seu valor igualará o PIB, ficando o país totalmente hipotecado ao estrangeiro. A dívida ao exterior tem vindo a subir continuamente, passando de 7,4% do PIB em 1996 para 90% no ano passado
 

 

 

 

♦♦♦

 

 

Veja

 

Pensamentos do Momento 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/27137.html

 

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

 

 

VIDEO

 

Fedorentos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/31712.html

 

 

 

 

 

ARTIGO

de

Ricardo Araújo Pereira

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/29582.html

 

 

ou

 

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03
Jan09

Bomsenso - Dívida Externa - Pensamento do Momento

bomsensoamiguinhos

 

Neste fase da história de Portugal, 

 

seria indispensável que o país se encontrasse economicamente estável... bem estruturado... ter alguma capacidade para suportar os momentos difíceis que se avizinham ... provocado pela crise financeira que teve origem nos EUA... que com um efeito tipo dominó fez grandes estragos a nível mundial.

 

 

Contudo, lamentavelmente,

não soubemos aproveitar todas as oportunidades que tivemos ao nosso alcance nos últimos tempos.

 

Desde 1997

a dívida externa passou de 18,5% do PIB (produto internos bruto) para 89,6% em 2007...

 

É de facto preocupante.

Estamos a comprometer o futuro das nossas gerações

 

atendendo que provavelmente os nossos netos ainda sentirão os efeitos das dividas que deixámos para as gerações futuras.

  

Será que a maioria dos portugueses

  • tem consciência das engenharias financeiras criadas por ilustres personagens que terão como consequência uma enorme factura? 
  • Factura essa que será entregue aos seus filhos e netos que estão agora a nascer?

 

 

Nos últimos anos tivemos

juros a taxas reduzidas como nunca...

 

No entanto,

em vez de o aproveitar para investir bem na educação, ciência, tecnologia, ... reestruturar a economia... relançar o país...
 
Gastou-se muito...
investiu-se muito pouco...
produziu-se menos do que seria possível...
 
Não temos propriamente o  problema cambial que tivemos noutros tempos uma vez que estamos sob a protecção do EURO, mas temos outros problemas suficientemente graves... como é o caso da retracção no crescimento económico nacional.
 
Nos próximos tempos é inevitável que o desemprego aumente...
daí surgirão outros problemas sociais, de segurança, económicos...
 
que certamente serão resolvidos por ilustres personagens que ficarão para a história como aconteceu com o Rei D. João I, Mestre de Avis e a Ínclita Geração, como ficou conhecida a geração de Avis.
 
Entrada de D. João I na cidade do Porto para celebrar o seu casamento com Filipa de Lencastre (azulejos de Jorge Colaço (1864-1942) na Estação de São Bento, Porto)
 

  Foto: pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre

 

 

 

 3 de Janeiro de 2009, 01:17
 Anilady
 

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