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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

16
Abr11

“Movimento 12 de Março – M12M” - “Geração à Rasca

bomsensoamiguinhos

Público

15.04.2011 - 12:07 

Por Romana Borja-Santos

 

 

“Geração à Rasca”

já é uma marca registada e dá lugar ao

“Movimento 12 de Março”

O protesto do passado mês de Março juntou cerca de 300 mil pessoas nas ruas de todo o país (Foto: Paulo Pimenta/arquivo)

 

 O protesto do passado mês de Março

juntou cerca de 300 mil pessoas

nas ruas de todo o país 

(Foto: Paulo Pimenta/arquivo)


 

Principais iniciativas serão avançadas dia 20 de Abril

 

 

Para todos aqueles que temiam ou que acreditavam que o protesto “Geração à Rasca”, que encheu no passado mês várias ruas do país, tinha os dias contados e morreria por si próprio, chegou uma resposta: os criadores do protesto acabam de fundar o “Movimento 12 de Março – M12M”.

 

 

Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil, o grupo de amigos que deu origem no Facebook ao protesto “Geração à Rasca”, avançou agora para o M12M, um movimento que descrevem como “um colectivo informal”, mas que “promete ser uma voz activa na promoção e defesa da democracia”. O grupo decidiu, também, registar a expressão “Geração à Rasca” como marca – uma iniciativa que pretende “evitar utilizações abusivas, nomeadamente em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento”.

João Labrincha, em declarações ao PÚBLICO, insistiu que o “Movimento 12 de Março” será mesmo “um colectivo informal”, assegurando que nunca sentiram qualquer necessidade de “ter uma hierarquia ou uma estrutura”. Questionado sobre o porquê do novo nome, o também responsável pelo repto que culminou no passado dia 12 de Março com mais de 200 mil pessoas nas ruas de Lisboa e mais de 80 mil no Porto, justificou que o nome “Geração à Rasca” acabava por ser “um pouco redutor”, uma vez que “várias gerações” foram contagiadas e saíram à rua.

Labrincha espera que o movimento continue a contribuir para a “consciencialização das pessoas” e que consiga ser um espaço de “consubstanciação de vontades”, com a capacidade de envolver todos os que assim entenderem na vida pública e numa “melhor democracia”. No que diz respeito ao facto de o exemplo do protesto português estar já a ser replicado noutros países, entende este alastrar como “um sinal de vitória” e lembra que “só uma resposta conjunta permitirá encontrar soluções para os problemas que são globais”.

Os objectivos do M12M, a sua imagem e próximas iniciativas serão apresentadas publicamente em frente ao Museu do Fado na próxima quarta-feira, dia 20 de Abril, às 11h00.

O protesto do passado dia 12 de Março juntou mais de 300 mil pessoas nas ruas, sendo que quase 67 mil confirmações de adesão foram feitas através da página da “Geração à Rasca” no Facebook. Velhos, novos, desempregados, trabalhadores precários e mesmo pessoas com a vida estabilizada saíram à rua para protestar contra a actual crise e as condições de vida em Portugal.

A página original do movimento acabou por desaparecer após o protesto para dar origem a uma outra designada “Fórum das Geração12/3 e o Futuro”, que pretendia prolongar o debate e não deixar morrer o “potencial” que se criou. Conta neste momento com quase 20 mil seguidores.

15
Abr11

“New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

bomsensoamiguinhos

 

Público

13.04.2011 - 12:36

Por Paulo Miguel Madeira

 

Artigo no “New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

 

Pressão “injusta” dos mercados

obrigou Portugal

a pedir ajuda de que não precisava

 

 

 

 

Portugal não necessitaria de um resgate se não tivesse ficado sob uma pressão “injusta a arbitrária” dos mercados, afirma o sociólogo Robert M. Fishman, da Universidade de Notre Dame, nos EUA.

 

Esta ideia é defendida na coluna de opinião de Fishman desta semana no New York Times, onde diz também que o pedido de ajuda de Portugal à União Europeia e ao FMI deve ser visto como “um aviso às democracias em todo o lado”.

Robert M. Fishman, cuja actividade de investigação se dedica a tópicos como democracia e práticas democráticas ou as consequências da desigualdade, o pedido de ajuda de Portugal “não é na verdade por causa da dívida”.

Apesar de o país ter apresentado “um forte desempenho económico nos anos 1990 e estar a gerir a sua recuperação da recessão global melhor do que vários outros países na Europa”, ficou sob a pressão “injusta a arbitrária dos negociantes de obrigações, especuladores e analistas de crédito”, que “por vistas curtas ou razões ideológicas” conseguiram “fazer cair um governo eleito democraticamente e potencialmente atar as mãos do próximo”.

Fishman sublinha que a crise em Portugal é “completamente diferente” das vividas pela Grécia e pela Irlanda, e que as “instituições e políticas económicas” tinham “alcançado um sucesso notável” antes de o país ter sido “sujeito a ataques sucessivos dos negociantes de obrigações”.

Nota que a dívida pública é bastante inferior à italiana e que o défice orçamental foi inferior ao de várias outras economias europeias e avança duas hipóteses para o comportamento dos “mercados”: cepticismo ideológico dobre o modelo de economia mista (publica e privada) vigente até agora em Portugal e/ou falta de perspectiva histórica.

“Os fundamentalistas do mercado detestam as intervenções de tipo keynesiano em áreas da política de habitação em Portugal – que evitou uma bolha e preservou a disponibilidade de rendas urbanas de baixo custo – e o rendimento assistencial aos pobres”, diz ainda Fisherman no seu texto, intitulado “O resgate desnecessário a Portugal”.

Neste cenário, acusa as agências de notação de crédito (rating) de, ao “distorcerem as percepções do mercado sobre a estabilidade de Portugal”, terem “minado quer a sua recuperação económica, quer a sua liberdade política”.

E conclui que o destino de Portugal deve constituir “um claro aviso para outros países, incluindo os Estados Unidos”, pois é possível que o ano em curso marque o início de uma fase de “usurpação a democracia por mercados desregulados”, e em que as próximas vítimas potenciais são a Espanha, a Itália ou a Bélgica, num contexto em que os governos têm “deixado tudo aos caprichos dos mercados de obrigações e das agências de notação de crédito”.

 

 

 

15
Mar11

"Geração à rasca" quer traduzir o protesto em resultados concretos

bomsensoamiguinhos
RTP
2011-03-13 21:06:42

 

 

 

"Geração à rasca"

apela a contacto de manifestantes

pela internet

 

Video:

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Geracao-a-rasca-apela-a-contacto-de-manifestantes-pela-internet.rtp&headline=20&visual=9&article=423977&tm=8

 

 

A organização das manifestações realizadas ontem por todo o país quer traduzir o protesto em resultados concretos.

Por isso todos os que tiverem reclamações ou sugestões para mudar o país devem fazê-las chegar a este grupo que nasceu na internet.

O objectivo é entregar as propostas depois na Assembleia da Republica.

 

13
Mar11

"Geração à rasca" no Facebook deu lugar a "Fórum das Gerações"

bomsensoamiguinhos

  Forum das Gerações

 

http://www.facebook.com/forum.das.geracoes

 

"Geração à rasca"

no Facebook deu lugar a

"Fórum das Gerações"

 

O protesto da "Geração à rasca", que reuniu cerca de 300 mil pessoas em todo o país, tem desde o início da tarde no facebook um novo espaço de debate ""Fórum das Gerações - 12/3 e o Futuro" ao qual já aderiram mais de três mil pessoas.

 

Depois da manifestação que levou para as ruas milhares de portugueses, a organização do protesto encerrou oficialmente o evento no facebook às 15:30 e criou uma nova página permanente para debate de soluções para o país. 


Em pouco tempo, este novo espaço recebeu já dezenas de comentários. 

Em declarações à Lusa, Paula Gil, da organização do protesto, explicou que o fórum pretende reunir as pessoas que participaram ativamente, contribuindo assim "para uma democracia mais participativa". 

O objetivo do protesto de sábado, explicou, era esse mesmo, levar as pessoas a contribuir de uma forma positiva e ativa para a criação de soluções. 

Paralelamente, adiantou Paula Gil, a organização apela a todos os que não entregaram durante a manifestação do dia 12 a folha A4 com uma solução ou um conjunto de soluções para a resolução dos problemas do país, que o façam agora para o email geracaoarascagmail.com. 

"Ficamos a espera que nos enviem soluções que considerem positivas", disse. 

Relativamente ao protesto de sábado em várias cidades do país, Paula Gil explicou que superou todas as expetativas e que permitiu a consciencialização coletiva da dimensão da precariedade em Portugal. 

"Se calhar não havia uma consciencialização de que atingia tanta gente. Só pelo facto de percebermos que pelo menos metade da população ativa portuguesa está desempregada ou precária e que o problema afeta toda a gente já valeu a pena", frisou. 

O protesto "Geração à rasca", adiantou, demonstrou que este é um fenómeno transversal que afeta mães, pais, avós, filhos e netos. 

Lusa

27
Jan11

Fórum Económico Mundial - Soluções para a Crise da Dívida na Europa

bomsensoamiguinhos

SIC

26/01/2011

 

 

Fórum Económico Mundial arrancou em Davos com crise da moeda única na agenda

 

A reunião de 2011 do Fórum Económico Mundial arrancou hoje na estância de inverno suíça de Davos. É um local de reflexão sobre soluções para a crise da dívida na Europa, as guerras cambiais e o risco de convulsões sociais.

 

O Fórum de Davos teve hoje início com o debate das novas dinâmicas do poder na economia global, que, no entender da organização e dos participantes, está a deslocar-se para o Oriente e para os países do Sul.

"O que está a acontecer, na realidade, é um desacelerar do mundo Ocidental ao mesmo tempo que os mercados emergentes estão a crescer. É uma mudança completa nos equilíbrios de poder", disse Azim Premji, presidente da tecnológica indiana Wipro.

"Em dez anos, a economia dos países emergentes será igual ou um pouco maior que a economia dos Estados Unidos", acrescentou.

No mesmo painel, o mais alto funcionário chinês no Fundo Monetário Internacional, Zhu Min, defendeu que a recuperação económica mundial está a ser conduzida sobretudo pela China e pela Índia.

"Para os mercados emergentes, o crescimento é muito forte. A China ainda vai conseguir ter cerca de nove por cento, a Índia terá cerca de oito por cento", acrescentou Zhu, antigo vice-governador do banco central chinês.

Martin Sorrell, presidente executivo da WPP, o segundo maior grupo publicitário mundial, resumiu a posição do painel: "Não é só uma passagem de poder do Ocidente para o Oriente, mas também" do Ocidente para o hemisfério Sul.

"Esta é década da América Latina, com o Brasil a organizar o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. E, na Ásia, não é só a Índia e a China, mas também países como o Paquistão, o Bangladesh e a Tailândia".

Fórum arranca à sombra dos atentados de Moscovo

O presidente da Federação Russa, Dmitri Medvedev, afirmou hoje que os organizadores do atentado de segunda-feira no aeroporto de Moscovo pretendiam colocar a Rússia "de joelhos" e frustrar a sua pretensão de captar investimento estrangeiro direto. 

 

 

Mas, "calcularam mal" disse Medvedev ao fazer o discurso de abertura da reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça.

O Presidente russo disse aos líderes governamentais e empresariais reunidos na estância de inverno que o ataque "apenas reforça a vontade (da Rússia) de encontrar uma efetiva proteção internacional contra o terrorismo".

O ataque bombista no aeroporto Domodedovo, o maior dos três que servem a capital russa, matou 35 pessoas e feriu mais de 100 e levou os investidores estrangeiros a questionarem-se ao sublinhar os persistentes problemas de segurança na Federação Russa.

Medvedev enumerou razões pelas quais os investidores devem investir no maior pais do mundo, em termos de território, apesar de a economia se confrontar com corrupção e uma grande dependência do petróleo e dos recursos naturais.

"Estou convencido de que a democracia continuará a desenvolver-se, graças à modernização económica", considerou.

Medvedev admitiu que algumas das críticas da comunidade empresarial internacional feitas à Federação Russa eram "merecidas", enquanto outras eram mal dirigidas.

"Estamos dispostos a receber conselhos amigos, mas não precisamos de lições", acrescentou.

O encontro de Davos, com o tema "Normas Partilhadas para uma Nova Realidade", decorre entre 26 e 30 de janeiro.

 

 


 

Reunião em Davos

destaca importância dos países emergentes

para o crescimento global

 

 

31
Mai10

Identificador nos Automóveis Obrigatório

bomsensoamiguinhos

 

Auto-estradas

Identificador nos automóveis obrigatório a partir de 1 de Julho

Económico com Lusa
28/05/10 17:00

 



 

O secretário de Estado das Obras Públicas anunciou hoje que vai ser obrigatório usar identificadores nos automóveis a partir de 1 de Julho.

De acordo com Paulo Campos, existirá um ano de transição e só após esse período a obrigatoriedade do uso de identificadores se tornará efectiva.
"Essa obrigatoriedade passa a ser efectiva ao fim de um ano. Ela será necessária ou efectiva para os carros que circulem nas estradas onde se irá cobrar portagens, nomeadamente nas três auto-estradas [do norte do país] que irão passar a cobrar portagens", declarou o secretário de Estado à Lusa, à margem do 16º Congresso da Federação Rodoviária Internacional.
Paulo Campos adiantou que este será um dos sistemas para que se possa fazer o pagamento nas três SCUT (Costa de Prata, Norte Litoral e Grande Porto), mas também haverá "mecanismos de transição para que não haja problemas nos primeiros dias".
O governante salientou que se trata de uma matéria "de grande complexidade tecnológica" e que "a questão que se coloca é articular [o sistema] com todas as concessionárias e assegurar que o sistema funciona na perfeição, nomeadamente com as novas metodologias de pagamento".
O secretário de Estado afirmou que a partir de 1 de Julho estarão disponíveis novas modalidades de pagamentos nas auto-estradas, nomeadamente o pré-pagamento, através do carregamento de um cartão, e de pós-pagamento que permite pagar depois de circular na auto-estrada.

http://economico.sapo.pt/noticias/identificador-nos-automoveis-obrigatorio-a-partir-de-1-de-julho_90912.html

 

 


 

 

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DEMOCRACIA

 

Indignação:

 

 

O assunto relacionado com esta Noticia publicada no Económico tem provocado indignação... para exemplo, se analisarmos alguns dos comentários ligados à página do "Económico" verificamos que estes nos revelam alguns sinais:

 

http://economico.sapo.pt/noticias/identificador-nos-automoveis-obrigatorio-a-partir-de-1-de-julho_90912.html


 

"

Claudio, | 29/05/10 00:26

 

A nova PIDE agora já não precisa de ir para o terreno, basta 1 chip nos nossos carros para fazer o mesmo serviço que nos tempos de Salazar.


Claudio, | 29/05/10 00:21
É a isto que chamam liberdade? so falta nos meterem 1 chip no corpo para nos controlar como acontece aos prisioneiros de pulseira electronica.
Isto já está a ficar pior do que nos tempos de Salazar em todos os aspectos, se nada for feito, se não for feito um novo 25 de abril pelo o povo as liberdades vâo-se perder.


luis, Porto | 28/05/10 23:53
Cidadãos, eu também tenho dois filhos e quero que cresçam com as mesmas oportunidades dos filhos dos cabrões que nos governam. o que eles estão fazendo é criar uma elite, e os nossos filhos serem os vassalos e empregados baratos deles.
pela primeira vez na história, estamos a perder direitos, com as histórias que eles inventam.
isto já lá não vai com palavras. eu estou pronto para a luta.

 

 

jaime N, Braga | 28/05/10 22:52
Proponho um encontro com o objectivo de criar um movimento de apoio à causa que referi à pouco. Mobilizar o Povo para a cooperação e exigirmos democracia concreta em troca.

O elegermos um lider temos que ter primeiro um Povo. Não Há lider sem Povo.
Dizia Mahatma Gandhi "A liderança é um elemento essencial na resistência das massas civis, cada resistente é seu próprio líder.
Aguardo propostas e digam de onde são "

 

 

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Quem Explica

a Verdadeira Intenção...?


Diz a nossa

Constituição da República Portuguesa

 

PARTE I - Direitos e deveres fundamentais

 

Artigos 24.º a 47.º

 

 

TÍTULO II
Direitos, liberdades e garantias

 

CAPÍTULO I
Direitos, liberdades e garantias pessoais


Artigo 24.º

(Direito à vida)

1. A vida humana é inviolável.

2. Em caso algum haverá pena de morte.

 

Artigo 25.º

(Direito à integridade pessoal)

1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.

2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanos.

 

Artigo 26.º
(Outros direitos pessoais)


1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.


2. A lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias.

 

3. A lei garantirá a dignidade pessoal e a identidade genética do ser humano, nomeadamente na criação, desenvolvimento e utilização das tecnologias e na experimentação científica.

 

4. A privação da cidadania e as restrições à capacidade civil só podem efectuar-se nos casos e termos previstos na lei, não podendo ter como fundamento motivos políticos.

 

Artigo 27.º
(Direito à liberdade e à segurança)

...

Artigo 28.º
(Prisão preventiva)

.....

Artigo 29.º
(Aplicação da lei criminal)

...

Artigo 30.º
(Limites das penas e das medidas de segurança)

....

Artigo 31.º
(Habeas corpus)

....

Artigo 32.º
(Garantias de processo criminal)

....

Artigo 33.º
(Expulsão, extradição e direito de asilo)

...

Artigo 34.º
(Inviolabilidade do domicílio e da correspondência)

 

1. O domicílio e o sigilo da correspondência e dos outros meios de comunicação privada são invioláveis.

2. A entrada no domicílio dos cidadãos contra a sua vontade só pode ser ordenada pela autoridade judicial competente, nos casos e segundo as formas previstos na lei.

3. Ninguém pode entrar durante a noite no domicílio de qualquer pessoa sem o seu consentimento, salvo em situação de flagrante delito ou mediante autorização judicial em casos de criminalidade especialmente violenta ou altamente organizada, incluindo o terrorismo e o tráfico de pessoas, de armas e de estupefacientes, nos termos previstos na lei.

4. É proibida toda a ingerência das autoridades públicas na correspondência, nas telecomunicações e nos demais meios de comunicação, salvos os casos previstos na lei em matéria de processo criminal.

 

Artigo 35.º
(Utilização da informática)

1. Todos os cidadãos têm o direito de acesso aos dados informatizados que lhes digam respeito, podendo exigir a sua rectificação e actualização, e o direito de conhecer a finalidade a que se destinam, nos termos da lei.

2. A lei define o conceito de dados pessoais, bem como as condições aplicáveis ao seu tratamento automatizado, conexão, transmissão e utilização, e garante a sua protecção, designadamente através de entidade administrativa independente.

3. A informática não pode ser utilizada para tratamento de dados referentes a convicções filosóficas ou políticas, filiação partidária ou sindical, fé religiosa, vida privada e origem étnica, salvo mediante consentimento expresso do titular, autorização prevista por lei com garantias de não discriminação ou para processamento de dados estatísticos não individualmente identificáveis.

4. É proibido o acesso a dados pessoais de terceiros, salvo em casos excepcionais previstos na lei.

5. É proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos.

6. A todos é garantido livre acesso às redes informáticas de uso público, definindo a lei o regime aplicável aos fluxos de dados transfronteiras e as formas adequadas de protecção de dados pessoais e de outros cuja salvaguarda se justifique por razões de interesse nacional.

7. Os dados pessoais constantes de ficheiros manuais gozam de protecção idêntica à prevista nos números anteriores, nos termos da lei.

 

Artigo 36.º
(Família, casamento e filiação)

....

Artigo 37.º
(Liberdade de expressão e informação)

1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.

2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.

3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.

4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.

 

Artigo 38.º
(Liberdade de imprensa e meios de comunicação social)

...

Artigo 39.º
(Regulação da comunicação social)

...

Artigo 40.º
(Direitos de antena, de resposta e de réplica política)

...

Artigo 41.º
(Liberdade de consciência, de religião e de culto)

...

Artigo 42.º
(Liberdade de criação cultural)

...

Artigo 43.º
(Liberdade de aprender e ensinar)

...

Artigo 44.º
(Direito de deslocação e de emigração)

...

Artigo 45.º
(Direito de reunião e de manifestação)

...

Artigo 46.º
(Liberdade de associação)

...

Artigo 47.º
(Liberdade de escolha de profissão e acesso à função pública)

...

 

http://www.portugal.gov.pt/pt/GC17/Portugal/SistemaPolitico/Constituicao/Pages/constituicao_p03.aspx

 

 

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Identificadores nos Automóveis são

Obrigatórios


Porquê...?

...


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Bomsensoamiguinhos

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Aditamento em

2010-06-09

 

VER:


TERÇA-FEIRA, 1 DE JUNHO DE 2010

Tratados como gado

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/3709765.html?page=1#comentarios

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt

19
Mai10

Professor António Barreto comenta A PORDATA

bomsensoamiguinhos

SIC

Plano Inclinado

17/05/2010

 

 

Mário Crespo, João Duque e Nuno Crato convidam o Professor António Barreto para conversarem sobre a PORDATA.

 

A PORDATA e uma Base de Dados de Portugal Contemporâneo, foi organizada pela FFMS, Fundação Francisco Manuel dos Santos.

 


 

 

Ver:

 

SÁBADO, 31 DE JANEIRO DE 2009


Opinião - António Barreto - Habituámo-nos a Tudo

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/70506.html

 

 

♦ ♦ ♦

 

TERÇA-FEIRA, 23 DE FEVEREIRO DE 2010


Pordata permite perceber a evolução do país nos últimos 50 anos

 

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/172536.html

 

 


 

 

 

Pordata

 

PESQUISE DÉCADAS DE INFORMAÇÃO EM 3 OU MENOS CLIQUES

 

 

http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=12

 

 

 


 

 

 

Quer saber Quem Somos?

 


Consultei as páginas da PORDATA


http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=12

 

 

que constitui uma óptima fonte de informação sobre os mais diversos temas, desde a Saúde, Educação, População, Emprego, Habitação, Justiça, Contas Nacionais e do Estado, Ciência e Tecnologia... que através de Indicadores... Contadores... nos permite conhecer mais sobre Portugal com confiança e rigor.

 

A FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS está de PARABÉNS pelo trabalho de extrema utilidade ali desenvolvido.


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Bomsensoamiguinhos


10
Abr10

Presidente da Polónia, Lech Kaczinski, e mais 131 pessoas morreram em acidente de aviação na Rússia

bomsensoamiguinhos

DN

Hoje

Acidente causou 132 motos e terá sido causado por um alegado erro da tripulação

 

 

Presidente polaco morre em acidente de aviação

 

O presidente da Polónia, Lech Kaczinski, e mais 131 pessoas, incluindo a sua mulher, morreram hoje de manhã na sequência de um acidente de aviação na Rússia, de acordo com informações oficiais.

 

 


 

 

Acidente aéreo

Cavaco Silva envia condolências

 

O Presidente da República lembrou a visita de Estado que fez à Polónia, a convite de Lech Kaczynski


O Presidente da República recebeu hoje com "profunda consternação" a notícia da morte do seu homólogo polaco e sua mulher, num acidente de aviação na Rússia, lembrando que Lech Kaczynski tinha agendada para maio uma visita a Portugal.


"Recordo o presidente como uma personalidade que deu um contributo da maior importância para a consolidação da democracia e do Estado de direito no seu pais, para a construção de uma Polónia moderna integrada na União Europeia", disse Cavaco Silva, à margem do 92º aniversário da batalha de La Lys, na Batalha.


O Presidente da República lembrou a visita de Estado que fez à Polónia, a convite de Lech Kaczynski onde teve oportunidade de "falar muito sobre as relações entre Portugal e a Polónia e sobre o futuro da União Europeia".


"Eu sabia do seu empenho em retribuir esta visita. Estava marcada para o próximo mês de maio. O seu programa já estava totalmente acordado", afirmou.


Cavaco Silva aproveitou para expressar, em seu nome e em nome dos portugueses, "o mais profundo pesar por esta tragédia".


O presidente polaco e a sua esposa e familiares dos oficiais mortos há 70 anos pela polícia de Estaline dirigiam-se a uma floresta em Katyn, perto de Smolensk, para visitar as campas dos familiares assassinados.


Na lista de passageiros do avião está também o presidente do Banco Central polaco, Slawomir Skrzypek, o chefe de Estado-Maior, Franciszek Gagor, o antigo presidente polaco no exílio em Londres, Ryszard Kaczorowski, deputados e historiadores.

 


 

 

 

RTP
2010-04-10 13:28:31

 

Cavaco Silva

Lamenta acidente e Elogia

o Presidente Polaco

 

 

Sabe-se agora que o Presidente polaco tinha uma visita marcada a Portugal já para Maio. Cavaco Silva diz que morreu uma personalidade que ajudou a consolidar a democracia na Polónia.

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