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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Como manter as Contas do seu Orçamento Familiar em Ordem

 Económico
Domingo, 16 de Agosto 09
 
 Saiba como Gerir o Dinheiro
para Evitar o Endividamento
 Bárbara Barroso  
12/08/09 07:55

 

 

 As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento.

As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento.

 

 

O Diário Económico mostra-lhe como conseguir manter as contas do seu orçamento familiar em ordem e evitar entrar em ruptura financeira.

 

Há cada vez mais famílias portuguesas em situação de sobreendividamento. Embora cada caso deva ser analisado individualmente, existem algumas medidas que pode tomar. O Diário Económico mostra-lhe como conseguir avaliar e fugir de uma situação de ruptura.

 

1. Qual a diferença entre uma pessoa endividada e um sobreendividado?


Muitas vezes existe uma confusão entre endividado e sobreendividado. Endividados são todas as pessoas que têm dívidas, mas que ainda conseguem cumprir o seu pagamento. Os sobreendividados são todos aqueles que já não conseguem fazer face às suas dívidas e, por isso, já se encontram numa situação de incumprimento.

 

2. Qual a melhor forma para organizar as contas do orçamento familiar?


Fazer uma mapa de receitas e despesas vai ajudá-lo a compreender para onde está a ir o seu dinheiro, e identificar gastos supérfluos. Por isso, deve anotar diariamente as suas despesas no seu mapa e verificar quanto é que cada despesa pesa no seu orçamento. Deve esperar conseguir pelo menos poupar 10% do que ganha. Mesmo que ainda não consiga, estabeleça esse objectivo e assuma-o como uma fatia do seu orçamento familiar.

 

3. No máximo, quanto é que as despesas da habitação devem representar no orçamento familiar?


Embora o orçamento varie de família para família, segundo uma especialistas norte-americana, as despesas com à habitação não devem pesar mais do que 35% do orçamento. E nas despesas da casa incluem-se: o empréstimo, juros e seguro, despesas como água, luz, gás, telefone internet, etc.

 

4. Qual o peso máximo ideal que a totalidade dos créditos deve ter no orçamento?


Cada família é um caso. No entanto, idealmente, se aglomerar todos os créditos, a soma destes não deve ultrapassar 40% do seu orçamento. Se prevê que esse valor aumente, tenha atenção, porque está na zona vermelha. Inicie uma dieta de dívidas e comece por eliminar as dívidas com as taxas de juro mais elevadas.

 

5. Alargar o prazo do empréstimo é uma boa opção?


Ao aumentar o prazo do empréstimo, mantendo o mesmo montante de dívida, irá conseguir pagar menos de prestação mensal. No entanto, estará também a aumentar o período de pagamento de juros e, no final do prazo, acaba por pagar mais pelo empréstimo da casa. Por exemplo, num crédito à habitação de 100 mil euros a 30 anos, aumentar o prazo do empréstimo para 40 anos(partindo do princípio que prestação se mantém sempre fixa) iria baixar-lhe a prestação mensal em 66 euros. No entanto, ao fim de 40 anos teria pago quase mais 14 mil euros, simplesmente por ter dilatado o prazo em dez anos.

 

6. Consolidar todos os empréstimos numa única prestação é uma boa opção?


Juntar todos os créditos numa só prestação pode representar uma poupança mensal de até 60%. No entanto, no final do prazo acabará por pagar mais, uma vez que créditos de curto prazo, como o caso do crédito automóvel ou o cartão de crédito, são diluídos no tempo. Apenas devem recorrer à consolidação as famílias cujo orçamento já esteja esgotado e os rendimentos não sejam suficientes para fazer face às dívidas. Os casos devem, por isso, ser analisados individualmente, pois se compensa para umas famílias o mesmo não acontece para outras.

 

7. Vale a pena amortizar um empréstimo, ou é melhor investir esse dinheiro?


Se tiver algum dinheiro de parte, ou conseguir constituir uma poupança aproveite para amortizar os créditos, começando pelos que têm o juro mais elevado. Isto porque, mesmo que esteja a ganhar 4% ao ano num depósito, se tiver uma dívida com juros de 20%, está a perder dinheiro, uma vez que está a pagar um juro mais elevado do que o banco o remunera a si.

 

8. Quais os cuidados a ter com o cartão de crédito?


Um dos cuidados a ter é a modalidade de pagamento do cartão. Pode pagar o total da dívida a 100% ou apenas uma parcela. Os consumidores que escolham a primeira opção beneficiam da isenção de juros, enquanto na segunda hipótese terão de pagar juros sobre o valor que não liquidaram. Um dos problemas é o pagamento mínimo. Por exemplo, caso tenha uma dívida de 1.000 euros no cartão de crédito e optar por pagar 10% da mesma, tendo em conta uma Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) de 21,03%, mesmo que não utilize mais o cartão, irá demorar cerca de três anos a saldar a dívida.

 

9. No crédito ao consumo, qual a taxa melhor para comparar os custos?

 

Antes de contratar um crédito deverá saber qual é a TAEG. Esta é de indicação obrigatória em qualquer crédito e permite-lhe comparar várias propostas, pois reflecte o custo total e é para esta taxa que deve olhar quando se trata de um crédito ao consumo ou pessoal, ou cartão de crédito. Os consumidores devem estar atentos e evitar endividar-se com empréstimos ao consumo, cuja TAEG pode mesmo chegar quase aos 30%.

 

10. O que fazer caso já esteja numa situação de sobreendividamento?


Caso verifique está a começar a perder o controlo das suas finanças, ou já entrou numa situação de incumprimento, pode sempre recorrer ao Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da DECO. Neste gabinete os casos são analisados individualmente, por especialistas, que irão procurar a melhor solução para cada situação.

 

 

 

Orçamento ideal

 

As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento. Inclui-se empréstimo/renda; seguros, água, luz, gás, Internet, condomínio, etc.

 

Já todas as despesas com transportes devem pesar 15%. Desde prestação do carro, combustível, reparações, estacionamento, transportes públicos, etc.

 

A alimentação inclui-se na categoria de outras despesas. Deve pesar 25% do orçamento e inclui despesas com roupa, entretenimento, etc.

 

Os outros créditos ao consumo devem pesar 15% do orçamento.

 

(Esta notícia foi publicada na edição do Diário Económico do dia 11 de Agosto)

 

 

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sábado, 7 de Março de 2009

Penhoras aos milhares - NO LIMITE DAS DÍVIDAS - DN

 

Diário de Noticias

Sábado,7 de Março de 2009
Edição Papel

 

NO LIMITE DAS DÍVIDAS
ANA TOMÁS RIBEIRO

 

 

Penhoras aos milhares. Os três D, como lhe chamam os solicitadores de execução, doença, desemprego e divórcio, explicam muitas das situações de rotura de famílias endividadas. Mas não justificam a maioria dos casos de penhoras, aos milhares, por dívidas de privados a privados. A maior parte tem por base o não pagamento a operadoras de telecomunicações, a empresas de crédito ao consumo e aos bancos e resultam muitas vezes de passos mal dados, além dos limites das capacidades financeiras. E ainda há os devedores profissionais. Recuperar o que todos devem é que se tornou tarefa cada vez mais difícil.

Quase sempre os devedores ignoram as cartas de aviso
 
 
Continua:
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Crise - Vídeo - Confiança caiu para mínimos históricos

Vídeos RTP

 

Pessimismo

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Portugal tem que evitar tentação da despesa excessiva

Jornal de Negócios

Publicado 19 Fevereiro 2009  00:01

 

Economia

Fórum para a Competitividade

 
Portugal
tem que evitar tentação da
despesa excessiva
 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo.
 
 
A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.
 

Susana  Domingos
sdomingos@negocios.pt


 
 
O país não pode encontrar na crise internacional uma desculpa para embarcar num aumento excessivo da despesa pública que sacrifique o desempenho da economia portuguesa no longo prazo. A posição foi ontem defendida pelos economistas presentes no seminário promovido pelo Fórum para a Competitividade para debater a crise económica.

"Portugal dispõe de um orçamento reduzido e de fraca capacidade de endividamento e, por isso, não deve embarcar em quaisquer aventuras despesistas, tão habituais em anos de eleições", afirmou ontem Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade.

O economista Vítor Bento também se mostra preocupado com a insistência de diversos agentes económicos, sobre a "necessidade de aumentar a despesa". "Temos a ilusão de que é o aumento da despesa que nos vai tirar da crise" e essa ideia "é errada", defendeu .

Para o economista Daniel Bessa, com esta crise "saiu a sorte grande ao Governo", que no curto prazo "tem as costas largas devido à crise internacional" para adoptar medidas que "podem sacrificar a economia no longo prazo". O ex-ministro da Economia, considera contudo que "seria suicidário ter uma política fiscal mais expansionista" e "não deveríamos aceitar uma situação de défice superior à dos outros" países da UE, apesar da margem de manobra concedida por Bruxelas. Nesta crise, "o nosso problema só é maior do que o dos outros porque o nosso défice é muito superior. Por isso, defende, "a prioridade absoluta de Portugal só poderá ser exportar".
 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Provérbio Popular - bolsa despejada

 

 

 "Bolsa Despejada,

 

Casa Amargurada"

 

 

Foto: Internet

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:00
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Crise obriga pais a cortar despesas com os filhos

 

CRISE

 

O empobrecimento das famílias da classe Média

e o agravamento da sua situação económica

está a provocar efeitos nefastos na euducação dos seus filhos. 

 

O artigo de Leonor Pereira do Jornal de Notícias de hoje

de que fiz cópia integral

dá-nos uma pequena ideia da situação.

 

Bomsensoamiguinhos

 

imagem da internet

 

 

Jornal de Noticias

05 Fevereiro 2009

 

 

Crise obriga pais a cortar despesas com os filhos
Famílias prescindirem de valências como as
explicações, o Inglês, ou a Música
 
00h30m
LEONOR PAIVA WATSON E GINA PEREIRA
 
As famílias começam a cortar nas actividades extracurriculares das crianças, afectando as explicações, o Inglês e a Música. Estas são as indicações recolhidas pelo JN junto de várias instituições das grandes cidades e suas periferias.
 
A crise instalou-se na classe média e afectou a Educação, vivendo as suas instituições o desafio de a combater. "Opta-se pela não actualização de preços, por descontos a alunos mais antigos, pela redução do número de horas diárias dadas pelos docentes", ilustra Ivone Rocha, directora do centro de explicações do Porto "Letras e Algarismos". Ainda assim, revela a responsável, "há desistências e muito menos inscrições por manifesta incapacidade financeira". Na periferia, em Valongo, o "Sabe Tudo" recebeu "menos alunos depois do Natal, em comparação com o ano passado". As razões são as mesmas, ainda que se opte, igualmente, por facilitar a vida dos pais. "Não se faz actualização de preços", revelou uma das sócias.
 
Mais para sul, em S. João do Estoril, perto de Lisboa, o centro de explicações "Pronto-a-Estudar" tem menos alunos este ano, apesar de a inscrição ser gratuita e de quase não terem aumentado as mensalidades. "As pessoas pensam muito bem na modalidade que escolhem porque isso faz diferença nos gastos mensais", admitiu uma funcionária.
 
Prescinde-se do Inglês e da Música
A crise é igualmente sentida em instituições de ensino de grande dimensão, habitualmente frequentadas pela classe média. "Se os pais pedirem para pagar um bocadinho mais tarde, aceita-se; se os alunos mais antigos se inscreverem mais cedo, têm desconto. E pondera-se, cada vez mais, discutir com o banco a possibilidade de os clientes poderem contrair um empréstimo para pagarem as propinas", avançou Sofia Leitão, membro Instituto Britsh Council.
 
Aquela responsável defende que "os pais sabem a importância da língua inglesa no futuro dos filhos, fazendo o esforço de proporcionarem a sua aprendizagem".
 
A ginástica é igualmente sentida nas escolas mais pequenas, como a "Know-how", em Lisboa. A directora, Maria João Lopo de Carvalho, nota "uma grande retracção e quebra" nos cursos intensivos que habitualmente organiza para as férias e pausas lectivas e admite que os pais estão a optar por alternativas sem custos, como deixar os filhos nos avós.
 
Relativamente à música, uma das actividades extracurriculares mais procuradas nos últimos anos, também são sentidas algumas dificuldades, especialmente na periferia. Que o diga Rita Nunes, directora da Escola "Dó Ré Mi", em Valongo, onde "os pais vão sempre procurando aulas que não os façam gastar muito dinheiro". "Convencem os filhos a aprender guitarra porque poderão mais tarde comprar-lhe uma e tentam dissuadi-los, por exemplo, de piano". Por outro lado, "no caso de irmãos, verifica-se que um acaba por desistir ou nem sequer inscrever-se".
 
Rita Nunes garante que a crise está a afectar profundamente a classe média. "São pessoas que tinham uma vida estável, que contraíram despesas com base numa promessa de estabilidade e que, de repente, vêem-se a braços com bastantes dificuldades", explica.
 
Já na Escola de Música da Foz, no Porto, não se verificam problemas desses. "Estamos ao lado dos grandes colégios privados. A classe A não sofre com a crise", justifica o director Moz Barbosa.
 
Desistem por falta de dinheiro
Actividades como a dança ou o futebol também estão a perder procura. Alexandre Silva, director desportivo da "Mr Foot", uma escola de futebol para crianças em Almada, diz que este ano teve "um decréscimo de 20 a 25%".
 
No distrito do Porto, as escolas de dança passam pelo mesmo. Na cidade, na Academia de Dança Joana Reis "verificam-se algumas desistências por falta de dinheiro, embora as pessoas não assumam isso imediatamente", conta um dos funcionários. Na periferia, na Escola de Dança de Ermesinde, por exemplo, "as famílias começam a queixar-se e a ponderar muito", confessa a directora Edite Santos.

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:00
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Desemprego - Mais de 70 mil despedimentos anunciados em apenas um dia

 TSF

27-01-2009

 

Mais de 70 mil despedimentos anunciados em
apenas um dia
 
Ontem às 20:52

 

 

Uma série de grandes empresas de todo o mundo anunciaram, esta segunda-feira, novas medidas de suspensão de postos de trabalho, para enfrentar um ano 2009 que se anuncia particularmente difícil.
 
No total, são esperados mais de 70 mil despedimentos
.
A empresa norte-americana de fabrico de automóveis General Motors anunciou, esta segunda-feira, o despedimento de duas mil pessoas em duas fábricas nos Estados Unidos.
 
A farmacêutica Pfizer vai reduzir a sua força total de trabalho em 15 por cento, o que significa 19 mil trabalhadores no desemprego, e o encerramento de cinco fábricas. Também nos Estados Unidos, a loja de  bricolage Home Depot anunciou que vai dispensar sete mil trabalhadores.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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CRISE: Empresários alertam Presidente para «miséria nunca vista»

SOL

3a-feira, 27 Janeiro 2009  

  

 
Empresários alertam Presidente para
 
 «miséria nunca vista»
 

ONTEM

Beira Interior
 
 
Uma associação de empresários da Beira Interior alertou hoje, numa carta enviada ao Presidente da República, primeiro-ministro e governador civil de Coimbra, para «situações de desemprego e miséria nunca vistas» e apresentou propostas para atenuar a crise.
...
Na missiva, os empresários alertam para «situações de desemprego e miséria nunca vistas», que vêm dos mais diversos sectores, alertando para «perdas de postos de trabalho de forma irrecuperável».

Esta associação propõe a criação de um Gabinete de Crise em cada Concelho, «pois parece que ao Governo não chega a informação nua e crua sobre a situação real», pode ler-se na carta.
 
...
 
A carta termina recomendando «o bom senso dos homens, pois os políticos e outros altos dirigentes, de há muito anos a esta parte, não se têm preocupado com as empresas do interior».
 
Lusa/SOL
 
 
 
 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 13:00
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Sociedade - Desemprego

SOL

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 
Trabalho
 
Maior corrida de sempre aos centros de emprego
 
Por Luís Reis Ribeiro
 
Os centros do Ministério do Trabalho receberam mais de 600 mil inscrições de desempregados em 2008, mais 12% do que em 2007.
 
É o valor mais alto de sempre e reflecte o agravamento da crise.
 
Fim de contratos a prazo e despedimento são as principais razões

 

Mais de 50 mil inscrições de desempregados por mês, um total superior a 600 mil casos em 2008: os centros de emprego do Ministério do Trabalho receberam, no ano que terminou, o maior número de sempre de pedidos de apoio (procura de trabalho e de formação, pedidos de subsídio de desemprego), sinal do agravamento veloz de uma crise que deverá assumir proporções ainda mais graves em 2009, referem os principais observadores.

 

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) terá recebido, em 2008, uma média de 50 mil pedidos de desempregados por mês. Principais motivos: a precariedade do contrato e o despedimento. As novas regras (mais exigentes) do subsídio de desemprego,  em vigor desde início de 2007, contribuíram para o acréscimo homólogo, pois reduziram o fluxo de desempregados em 2007. Mas, comparando com 2006, antes das novas regras surtirem efeito, o desemprego já está a subir de forma significativa.
 
sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Preços de produtos brancos crescem três vezes mais

 MARIA JOÃO ESPADINHA     DIÁRIO DE NOTÍCIAS  - 08-12-2008

 

"Comércio. São cada vez mais procurados pelos portugueses, o que se explica por três razões fundamentais: são mais baratos, têm qualidade e estão à mão....

 ...Os preços das marcas brancas ou dos produtos próprios dos hipermercados e supermercados cresceram, nos primeiros seis meses de 2008, três vezes mais do que os restantes produtos, com insígnia própria. Segundo dados da Centromarca - Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca, que através dos seus associados representam mais de 800 insígnias -, assentes num estudo da TNS (empresa que elabora estudos de mercado), o preço médio dos artigos das marcas brancas subiram 14%, enquanto que os restantes produtos, tradicionalmente mais caros, aumentaram 4%. O que significa que a diferença de preço entre os produtos próprios dos hipermercados e os tradicionais é agora mais pequena do que no início do ano..."


Cont.... 
dn.sapo.pt/2008/12/08/economia/precos_produtos_brancos_crescem_tres.html 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 04:19
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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