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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

05-04-2010 12:44

 

 

Blogger

 

 

 

 

 

Agências de "rating" o escandalo financeiro da década

Paulo Pinto

 

 

O “rating” de Portugal baixou. Quem teve poder para isso foi a Fitch que o passou de AA+ para AA-. Através do seu responsável para os Mercados Emergentes, a Fitch afirmara recentemente que a comparação entre Portugal e a Grécia era demasiado simplista e o “rating” de Portugal significativamente superior.

 

As grandes agências de “rating” são americanas mas a Fitch é controlada pelos franceses da Fimalac.

 

As agências de “rating” já ameaçaram os Estados Unidos, como o fizeram com Portugal e outros países da Europa, mas com os EUA vão ficar só pelos ameaços. O que as agências de “rating” pedem aos Estados Unidos é o mesmo que pedem a Portugal, ou seja, que gastem menos.

 

Imagino que os países que compram a incessantemente crescente divida americana, e assim se tornam seus credores, também devem querer que os Estados Unidos gastem menos. A pergunta que fica é: porque é que então os Estados Unidos não gastam menos e ao contrário cada vez gastam mais?

 

Como cidadão responsável, gostaria de não ter que ver uma baixa no “rating” dos Estados Unidos porque isso traria certamente o caos aos mercados financeiros. Os EUA são o maior devedor do mundo. Devem, inclusive, mais que todos os outros países juntos. Os impactos colaterais são incalculáveis, talvez o fim do mundo como o conhecemos, mas estar dependentes das agências de rating... A notoriedade e relevância das agências de “rating” é totalmente imerecida, pelo que não é uma questão de regulamentação que pode resolver o problema, dado que é todo o modelo de negócio que é malicioso muitos dirão corrupto.

 

Os escândalos começaram no início do milénio com a Enron, a empresa que a revista “Fortune” apelidou de “a companhia americana mais inovadora”, durante seis anos consecutivos. Em 2000, cotava a 84 dólares, e um ano depois estava a 26 cêntimos. Foi à época a maior falência da história da América com activos de 65 mil milhões. As agências de “rating” foram acusadas de serem muito lentas a actuar, porque só o fizeram no último mês de vida da empresa, tendo argumentado com o factor “prudência”.

 

E foram-no em 2002 quando se deu o caso Worldcom, a segunda maior empresa de telecomunicações dos Estados Unidos. Em Abril, as agências de “rating” começaram a falar; em Maio, começaram a baixar o “rating”; em Julho, estava falida. Estava batido o recorde da maior falência da história com 104 mil milhões de activos.

 

Ainda em 2002, as agências de “rating” fizeram uma alteração aos seus conceitos-base, que se tornou muito importante na análise aos bancos.

 

Passou a ser considerado como valor para os bancos a noção de que os governos e os bancos centrais  (com a designação de intervenção externa)  não poderiam deixar cair os bancos mais importantes. Nesta peugada, os bancos dos diferentes países viram o seu “rating” melhorado. Nem tudo o que fizeram foi errado, porque, neste ponto, como se sabe estiveram absolutamente certas, houve efectivamente intervenção dos Governos. Onde estiveram erradas foi ao não terem previsto que alguns bancos poderiam vir a ser maiores que os bancos centrais dos respectivos países. Tal resultou na falência, por exemplo, do Banco Kaupthing Islandês, que era bem maior que o Banco Central da Islândia. Não serviu de nada o Kaupthing ter o maior “rating” possível AAA, a falência foi o caminho.

 

2003 foi o ano em que as agências de “rating” descobriram a verdadeira mina que era o “subprime”, ao colocar o seu selo de “aprovado”,  enquanto transformavam produtos financeiros medíocres em produtos AAA. O prémio Nobel Joseph Stiglitz, professor na Universidade da Columbia, chegou a afirmar que via as agências de “rating” como o factor principal da crise produzindo a alquimia necessária para transformar produtos de investimento modestos em produtos de “qualidade”. Segundo ele, os bancos não poderiam ter feito o que fizeram sem a cumplicidade das agências de “rating”.''


 

Poderíamos falar da Fannie Mae, da Freddy Mack, empresas que segundo a Reserva Federal estavam bem capitalizadas em Julho de 2008 e ‘’nacionalizadas’’ a 8 de Setembro, mês e meio depois. A seguradora AIG foi o episódio seguinte.

 

Não deixa de ser surpreendente que depois de mais de dois anos a tentar encontrar remédios para a crise em que vivemos nada ainda tenha acontecido a estas empresas de “rating”. Não deixa de ser surpreendente que desde o início do ano retomem um protagonismo despudorado com incidência na divida soberana Europeia.

 

A pergunta que se deve fazer, creio, é simples: estamos todos preparados para o futuro que nos espera sem o contributo das agências de “rating”, ou seremos complacentes o suficiente para continuar a ser vítimas de sociedades de “rating”, que vivem de um estatuto que claramente não merecem, independentemente do que nos possam dizer?

 

Subilnhado / negrito

do Bomsensoamiguinhos

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:45
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

A crise e o ouro

DIF Broker

http://www.difbroker.com/web/pt_pt/home

 

Blogger Paulo Pinto - Blog

A crise e o ouro

05-02-2010 11:28

 

O ouro foi catalogado como protecção contra a inflação nos anos 70 e 80, mas creio que este é um atributo errado. O ouro não é uma protecção contra a inflação, é antes uma protecção em relação à desconfiança nos governos. Porque muito se fala de “Grécias” e Portugal e Espanha como sendo importantes na desgraça mundial, convirá referir agora que este comentário incide sobre todos os países, mas é o Estados Unidos que fará a diferença nos seus actos e práticas.


O cidadão é, normalmente, complacente enquanto as coisas correm bem, mas rapidamente deixa de o ser quando correm mal. Estão na memória de todos os exemplos recentes dos distúrbios em França e ainda mais recentes na Grécia, e estes são demonstrativos da linha ténue que separa a conduta civilizada da arruaça.
Quando as pessoas deixam de ter acesso aos padrões mínimos da sociedade a que pertencem o risco torna-se latente.


Os governos tornaram-se o maior perigo para o estilo de vida dos respectivos povos ao não saberem governar-se com os meios apropriados e endividando as gerações futuras. Não parece haver neste momento ainda ninguém na disposição de impedir este suicídio económico colectivo, mas como nos exemplos da França e da Grécia a continuarmos assim, o motivo para a arruaça será só uma desculpa.


''Um governo nunca paga as dívidas do Estado'' (Adam Smith em 1776), e não existe nenhum tribunal para recorrer de uma eventual falência, mas o pior é os governos nunca reconhecerem que são parte do problema, porque acreditam serem os únicos com a solução. Porque somos o nosso pior inimigo, não se vislumbra ser possível evitar problemas com as dívidas existentes.


Em 1931 quase todos os países Europeus tiveram incumprimentos das suas dívidas, naquilo que foi uma guerra económica antecessora da segunda guerra mundial. No final desta guerra os Estados Unidos tinham 76% das reservas mundiais em ouro, o que lhes permitiu ter o dólar como moeda de reserva mundial. O endividamento criado pela guerra não foi bom para a estabilidade económica dos países europeus. Esta foi a única razão porque os Estados Unidos foram beneficiados. O que temos neste momento é os Estados Unidos com ainda 2 guerras e uma divida real e outra oculta que coloca em perigo a estabilidade mundial.


O ouro estava a 20 USD em 1932 e chegou aos 875 em 1980, uma subida de 4370%, comparada à subida de 2500% verificada no índice Dow Jones no mesmo período De 1980 para cá o Dow ganhou 1000% mas já esteve a ganhar 1400% enquanto o ouro valorizou 27% e, no seu valor máximo (1225), esteve a valorizar 40%.

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010

Dívida do Estado

 SIC

07/01/2010

 

 Dívida do Estado


Especialistas garantem

que endividamento público atinge já

120% do PIB

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Dívida externa 'custa' 396 dias

DN

Economia

02 Jan 2010

Hipotecados
Dívida externa 'custa' 396 dias

por Rudolfo Rebêlo
 
Dívida externa 'custa' 396 dias
 
 
Os portugueses precisavam de trabalhar, em Setembro do ano passado, um ano e 31 dias para liquidar a totalidade da dívida do País ao estrangeiro. Mais dois meses do que em igual mês do ano anterior. Ou seja, Portugal está cada vez mais "hipotecado" e vive à custa de poupanças externas, já que os empréstimos pedidos ao estrangeiro excedem em 8,6% o produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo país.

A culpa para o endividamento está, sobretudo, nos excessos de gastos do Estado, mas também das famílias e empresas, que estão sobreendividadas. Nos primeiros nove meses de 2009, a dívida externa era de 108,6% do PIB, utilizando cálculos conservadores. Ou seja a factura ascende a 177,3 mil milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal, contraída na forma de empréstimos e em títulos do Estado, adquiridos pela banca internacional.

Os gastos
Como foi possível chegar a este estado de coisas?
 
Nos últimos anos, o apetite voraz das famílias pelos empréstimos para consumo (carros e equipamento) e compra de habitação levou a um excesso de endividamento das famílias. Em média, o total da dívida dos consumidores contraída à banca significa 135% do salário anual, já descontados os impostos. Sem poupanças internas, este volume de empréstimos obrigou a banca a pedir dinheiro ao exterior - a outros bancos.

Em Setembro último, a dívida da banca ao estrangeiro era igual a 47% do PIB, uma redução face aos 55% observados em igual mês de 2008. Um corte explicado pela crise - mais desempregados, menos rendimentos e menor confiança no futuro - e maior exigência da banca na concessão de créditos.

Também as empresas, obrigadas a emitir títulos no exterior, estão a contribuir para o aumento da dívida ao estrangeiro. Devem 20 mil milhões de euros, quando em 2008 o saldo externo era positivo em 700 milhões de euros.

Mas se as famílias já estão a moderar o consumo e empréstimos - o défice externo caiu para 6,8% do PIB graças à queda das importações e do défice da balança de rendimentos -, o Estado está a pressionar cada vez mais as contas externas em alta. O motivo é o mesmo: a crise obrigou a aumentar o défice orçamental. Os apoios sociais, combate ao desemprego e os estímulos à economia levaram a mais despesas, enquanto, do lado das receitas, a anemia económica trava as receitas de impostos.

 Nos primeiros três trimestres do ano, as necessidades de financiamento do Estado atingiram os 8,6% do PIB. Um défice que vai pressionar a dívida pública , obrigando a contrair mais empréstimos externos. No total, em Setembro, a administração pública já devia 86,4 mil milhões de euros ao estrangeiro, 53% do PIB, um aumento de 16% em relação a 2008.

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 16:00
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Politólogos destacam "coerência" do discurso de Cavaco Silva

 Lisboa, 02 Jan (Lusa)

 

 

Politólogos destacam

"coerência"

do discurso de Cavaco Silva  

 

 

A "coerência" dos alertas feitos pelo Presidente da República na mensagem de Ano Novo é o ponto destacado hoje por alguns politólogos, que são unânimes em concordar que as críticas de Cavaco Silva dirigem-se à totalidade da classe política.

 

Politólogos destacam "coerência" do discurso de Cavaco Silva

 
"Acho que foi um discurso dentro das expectativas.
O Presidente da República marcou a sua posição, tornou a falar da questão do endividamento do país, mas recusou a ideia de entrar na luta política. O Presidente foi coerente com aquilo que sempre tem dito", considerou André Freire, politólogo e professor no ISCTE.
 
O Presidente da República afirmou na sexta-feira, na tradicional mensagem de Ano Novo, que o desemprego, o endividamento ao estrangeiro e o desequilíbrio das contas externas constituem alguns dos principais problemas do país o que, em seu entender, significa que Portugal poderá estar "a caminhar para uma situação explosiva.
Publicado por bomsensoamiguinhos às 15:38
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

"Temos um défice assustador"

Jornal de Negócios

Eva  Gaspar
egaspar@negocios.pt
 
"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.

Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
 

Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.

"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".

“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

 

♦♦♦

 

Ver:

 

Bomsenso - Crise Nacional e Global - Pensamento do Momento

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/24539.html

TERÇA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2008

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Como manter as Contas do seu Orçamento Familiar em Ordem

 Económico
Domingo, 16 de Agosto 09
 
 Saiba como Gerir o Dinheiro
para Evitar o Endividamento
 Bárbara Barroso  
12/08/09 07:55

 

 

 As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento.

As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento.

 

 

O Diário Económico mostra-lhe como conseguir manter as contas do seu orçamento familiar em ordem e evitar entrar em ruptura financeira.

 

Há cada vez mais famílias portuguesas em situação de sobreendividamento. Embora cada caso deva ser analisado individualmente, existem algumas medidas que pode tomar. O Diário Económico mostra-lhe como conseguir avaliar e fugir de uma situação de ruptura.

 

1. Qual a diferença entre uma pessoa endividada e um sobreendividado?


Muitas vezes existe uma confusão entre endividado e sobreendividado. Endividados são todas as pessoas que têm dívidas, mas que ainda conseguem cumprir o seu pagamento. Os sobreendividados são todos aqueles que já não conseguem fazer face às suas dívidas e, por isso, já se encontram numa situação de incumprimento.

 

2. Qual a melhor forma para organizar as contas do orçamento familiar?


Fazer uma mapa de receitas e despesas vai ajudá-lo a compreender para onde está a ir o seu dinheiro, e identificar gastos supérfluos. Por isso, deve anotar diariamente as suas despesas no seu mapa e verificar quanto é que cada despesa pesa no seu orçamento. Deve esperar conseguir pelo menos poupar 10% do que ganha. Mesmo que ainda não consiga, estabeleça esse objectivo e assuma-o como uma fatia do seu orçamento familiar.

 

3. No máximo, quanto é que as despesas da habitação devem representar no orçamento familiar?


Embora o orçamento varie de família para família, segundo uma especialistas norte-americana, as despesas com à habitação não devem pesar mais do que 35% do orçamento. E nas despesas da casa incluem-se: o empréstimo, juros e seguro, despesas como água, luz, gás, telefone internet, etc.

 

4. Qual o peso máximo ideal que a totalidade dos créditos deve ter no orçamento?


Cada família é um caso. No entanto, idealmente, se aglomerar todos os créditos, a soma destes não deve ultrapassar 40% do seu orçamento. Se prevê que esse valor aumente, tenha atenção, porque está na zona vermelha. Inicie uma dieta de dívidas e comece por eliminar as dívidas com as taxas de juro mais elevadas.

 

5. Alargar o prazo do empréstimo é uma boa opção?


Ao aumentar o prazo do empréstimo, mantendo o mesmo montante de dívida, irá conseguir pagar menos de prestação mensal. No entanto, estará também a aumentar o período de pagamento de juros e, no final do prazo, acaba por pagar mais pelo empréstimo da casa. Por exemplo, num crédito à habitação de 100 mil euros a 30 anos, aumentar o prazo do empréstimo para 40 anos(partindo do princípio que prestação se mantém sempre fixa) iria baixar-lhe a prestação mensal em 66 euros. No entanto, ao fim de 40 anos teria pago quase mais 14 mil euros, simplesmente por ter dilatado o prazo em dez anos.

 

6. Consolidar todos os empréstimos numa única prestação é uma boa opção?


Juntar todos os créditos numa só prestação pode representar uma poupança mensal de até 60%. No entanto, no final do prazo acabará por pagar mais, uma vez que créditos de curto prazo, como o caso do crédito automóvel ou o cartão de crédito, são diluídos no tempo. Apenas devem recorrer à consolidação as famílias cujo orçamento já esteja esgotado e os rendimentos não sejam suficientes para fazer face às dívidas. Os casos devem, por isso, ser analisados individualmente, pois se compensa para umas famílias o mesmo não acontece para outras.

 

7. Vale a pena amortizar um empréstimo, ou é melhor investir esse dinheiro?


Se tiver algum dinheiro de parte, ou conseguir constituir uma poupança aproveite para amortizar os créditos, começando pelos que têm o juro mais elevado. Isto porque, mesmo que esteja a ganhar 4% ao ano num depósito, se tiver uma dívida com juros de 20%, está a perder dinheiro, uma vez que está a pagar um juro mais elevado do que o banco o remunera a si.

 

8. Quais os cuidados a ter com o cartão de crédito?


Um dos cuidados a ter é a modalidade de pagamento do cartão. Pode pagar o total da dívida a 100% ou apenas uma parcela. Os consumidores que escolham a primeira opção beneficiam da isenção de juros, enquanto na segunda hipótese terão de pagar juros sobre o valor que não liquidaram. Um dos problemas é o pagamento mínimo. Por exemplo, caso tenha uma dívida de 1.000 euros no cartão de crédito e optar por pagar 10% da mesma, tendo em conta uma Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) de 21,03%, mesmo que não utilize mais o cartão, irá demorar cerca de três anos a saldar a dívida.

 

9. No crédito ao consumo, qual a taxa melhor para comparar os custos?

 

Antes de contratar um crédito deverá saber qual é a TAEG. Esta é de indicação obrigatória em qualquer crédito e permite-lhe comparar várias propostas, pois reflecte o custo total e é para esta taxa que deve olhar quando se trata de um crédito ao consumo ou pessoal, ou cartão de crédito. Os consumidores devem estar atentos e evitar endividar-se com empréstimos ao consumo, cuja TAEG pode mesmo chegar quase aos 30%.

 

10. O que fazer caso já esteja numa situação de sobreendividamento?


Caso verifique está a começar a perder o controlo das suas finanças, ou já entrou numa situação de incumprimento, pode sempre recorrer ao Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da DECO. Neste gabinete os casos são analisados individualmente, por especialistas, que irão procurar a melhor solução para cada situação.

 

 

 

Orçamento ideal

 

As despesas com a habitação devem pesar 35% do orçamento. Inclui-se empréstimo/renda; seguros, água, luz, gás, Internet, condomínio, etc.

 

Já todas as despesas com transportes devem pesar 15%. Desde prestação do carro, combustível, reparações, estacionamento, transportes públicos, etc.

 

A alimentação inclui-se na categoria de outras despesas. Deve pesar 25% do orçamento e inclui despesas com roupa, entretenimento, etc.

 

Os outros créditos ao consumo devem pesar 15% do orçamento.

 

(Esta notícia foi publicada na edição do Diário Económico do dia 11 de Agosto)

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 7 de Março de 2009

Penhoras aos milhares - NO LIMITE DAS DÍVIDAS - DN

 

Diário de Noticias

Sábado,7 de Março de 2009
Edição Papel

 

NO LIMITE DAS DÍVIDAS
ANA TOMÁS RIBEIRO

 

 

Penhoras aos milhares. Os três D, como lhe chamam os solicitadores de execução, doença, desemprego e divórcio, explicam muitas das situações de rotura de famílias endividadas. Mas não justificam a maioria dos casos de penhoras, aos milhares, por dívidas de privados a privados. A maior parte tem por base o não pagamento a operadoras de telecomunicações, a empresas de crédito ao consumo e aos bancos e resultam muitas vezes de passos mal dados, além dos limites das capacidades financeiras. E ainda há os devedores profissionais. Recuperar o que todos devem é que se tornou tarefa cada vez mais difícil.

Quase sempre os devedores ignoram as cartas de aviso
 
 
Continua:
 

 

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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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