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O MUNDO É PEQUENO

Bem Vindo a este Espaço :-)

Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Diz-me com quem andas, dir-te-ei que genes tens!

 

2011-01-18

Estudo sugere que Amizades

Têm Base Genética

 

É do senso comum que os seres humanos tendem a relacionar-se com aqueles com quem compartilham algo ou que têm características semelhantes. No entanto, um estudo recentemente publicado na  revista “Proceedings of National Academy of Sciences" (PNAS) vai mais além e mostra que as amizades têm uma base genética, pelo que as pessoas escolhem os amigos tendo em conta as características contidas no seu ADN.

 

Os cientistas analisaram marcadores genéticos específicos dentro das relações sociais de cada indivíduo e constataram que os seres humanos tendem a criar amizades com pessoas que compartilham pelo menos dois dos seis indicadores testados.

Os resultados do estudo mostraram que a união dos grupos humanos de acordo com sua base genética excede o que seria de esperar apenas por critérios de estratificação da população local ou na mesma área geográfica.

 

 

 

James Fowler liderou o estudo

 

 

 

Gene do álcool cria amizades

 

Indivíduos portadores do gene DRD2 - associado ao alcoolismo - tendem a ser amigos  de pessoas que também o têm, enquanto que aqueles que não  o possuem  estabelecem relações de amizade com pessoas na mesma condição.

Por outro lado, pessoas que têm um gene associado a uma personalidade extrovertida criam laços de amizade com outras que não o têm, enquanto aqueles geneticamente predispostas para serem líderes , tendem a juntar-se com os indivíduos cujo ADN os torna seguidores.

Embora ainda não saibam explicar por que a genética “atrai” e outros “repele” indivíduos com perfis semelhantes, James Fowler e a sua equipa dizem que os genes formam o ambiente social, o que pode afectar o comportamento humano .

 

Pelo que indicam no estudo, a influência genética sobre as relações sociais pode ser relevante no futuro da evolução humana.

 

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:21
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Sábado, 6 de Novembro de 2010

Estudo: Ocidentais têm Dificuldade em Distinguir Orientais

 

 

 

 

 

 

 

2010-11-02

 

Estudo explica por que ocidentais têm dificuldade 
em distinguir orientais

 

Investigadores de Glasgow explicam estudo na «PNAS»

 

 

É necessário misturarmo-nos socialmente

 

 

Os japoneses não são todos iguais! Uma equipa de investigadores explica o software de reconhecimento facial do cérebro e as suas limitações, especialmente quando se depara com um rosto de etnia diferente. O estudo foi trabalho publicado na revista científica «PNAS».

Para o efeito, centraram o estudo numa experiência realizada num grupo de 20 voluntários, metade da Europa e a outra da Ásia. Os investigadores mostraram-lhes faces genéricas de orientais e ocidentais, enquanto observavam a actividade cerebral dos participantes.

 

A equipa de estudo percebeu que os grupos decoravam facilmente os rostos daqueles que tinham a mesma etnia, mas quando um europeu começava a observar faces orientais acabava por se perder e já não saber se era um novo ou não. Ao observar aquilo que se passava no cérebro do europeu, quando se tentava lembrar se o chinês era ou não o mesmo, os cientistas notaram um significativo aumento da actividade neural.

É como se o cérebro do voluntário exigisse mais do 'processador', sendo forçado a trabalhar mais para tentar encontrar alguma forma de conseguir reconhecer determinada cara. Esse fenómeno é perceptível especialmente em algumas áreas do cérebro ligadas ao reconhecimento facial, como o córtex extra estriado.
Assim, um japonês que nunca saiu do seu país, ao desembarcar, por exemplo, na Alemanha, iria provavelmente considerar todos os loiros muito parecidos e questionar-se sobre como é que estes conseguem distinguir-se entre eles no dia-a-dia.

A explicação evolutiva mais simples para esse ‘bug’ cerebral é apontada como sendo a falta de socialização intercultural, ou seja, fazer amigos pelo mundo é uma coisa recente. Durante dezenas de milhares de anos, encontros entre diferentes etnias eram muito raros. E como era apenas necessário identificar gente parecida, o cérebro moldou-se para isso.

Roberto Caldara, neurocientista italiano-da Universidade de Glasgow (Escócia) e autor do estudo, diz que é interessante perceber como é que um cérebro limitado se adapta às grandes cidades cosmopolitas do presente, com pessoas de todo tipo de etnias nas ruas.

"Se morarmos num bairro com muitos chineses, vemos rostos orientais todos os dias. Se treinarmos o cérebro para reconhecê-los no nível individual, tendo vários amigos chineses e sabendo diferenciá-los, já não o consideraremos parecidos", refere Caldara. “É necessário misturarmo-nos socialmente”.

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:01
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Sábado, 4 de Setembro de 2010

A economia paralela representa em Portugal 19,7 por cento do PIB oficial

 

Economia paralela de Portugal equivale ao dobro do maior défice de sempre
A economia paralela representa em Portugal 19,7 por cento do PIB oficial, o que equivale a 33,56 mil milhões de euros, ou seja, o dobro do maior défice orçamental alguma vez registado em Portugal

 

Economia paralela de Portugal equivale ao dobro do maior défice de sempre

 

De acordo com um trabalho do professor austríaco Friedrich Schneider, com vários estudos realizados neste tema e que analisou 21 países da Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Económico, em 2010 a Grécia é o país com maior peso da economia informal (25,2 por cento) seguida da Itália e da Espanha, com 22,2 por cento e 19,8 por cento, respectivamente.

Portugal surge no quarto lugar, com a economia paralela a representar 19,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) oficial, acima da média de 14 por cento dos 21 países da OCDE analisados por Schneider.


A confirmar-se a previsão do Governo de que a economia vai crescer este ano 0,7 por cento, com o PIB a atingir 170,4 mil milhões de euros, a economia paralela representará, este ano, 33,6 mil milhões de euros.


Este valor equivale a dois défices orçamentais de 2009, quando foi atingido o mais alto valor de sempre, de 15,5 mil milhões de euros.

A economia paralela, não registada ou informal, designa as actividades que não são declaradas, que fogem ao pagamento de impostos, e que por essa via não são reflectidas aquando da contabilização do PIB.


Nos primeiro anos desta década, segundo Schneider, a economia paralela perdeu peso em Portugal, passando dos 22,7 por cento do PIB em 1999/2000, para 18,7 por cento em 2008, uma tendência que o autor atribui «ao crescimento da economia oficial», o que levou à «queda na economia paralela», disse em declarações à agência Lusa.


Já desde 2008 e até 2010 a economia paralela terá crescido um ponto percentual, de 18,7 para 19,7 por cento, de acordo com o mesmo estudo.


Peso da Economia Informal em Portugal em relação ao PIB oficial

 

1989/90 15,9%

1994/1995 22,1%

1997/98 23,1%

1999/00 22,7%

2001/02 22,5%

2003 22,2%

2004 21,7%

2005 21,2%

2006 20,1%

2007 19,2%

2008 18,7%

2009 19,5%

2010 19,7%

 

 

 

Fonte: Estudo de Friedrich Schneider

 

SOL/Lusa

 

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Península Ibérica tem dias mais quentes que resto do mundo

Económico com Lusa
30/08/10 20:30

Estudo

Na Península Ibérica, os dias estão a ficar mais quentes do que no resto do mundo, concluiu um estudo da Universidade de Salamanca (USAL).

Devido ao impacto que as temperaturas extremas têm na agricultura e na saúde, os investigadores da USAL analisaram as variáveis mais representativas destes extremos térmicos desde 1950 a 2006.

Os resultados revelaram que, para a Península Ibérica, registou-se um aumento dos dias quentes maior do que no resto do mundo. Também foi detectada uma diminuição das noites frias, tendência que acompanhou a descida global. O estudo foi publicado na revista Climatic Change.

São poucos os estudos que se centram nos extremos climáticos e nas alterações que estão a ocorrer nas temperaturas máximas e mínimas ou nas variáveis dias quentes e noites frias.

Até agora, a maioria dos investigadores tinha analisado as alterações da temperatura média à escala global. Estes resultados indicavam que o aumento das temperaturas se deve "mais provavelmente" a fatores antropogénicos.

Esta nova investigação permitiu analisar, do ponto de vista físico, as causas das variações dos extremos climáticos, ou seja, verificar "que alterações se estão a produzir nas massas de ar que chegam à Península Ibérica, bem como na temperatura do mar", segundo explicou ao diário espanhol El Mundo Concépcion Rodríguez, autora principal
do trabalho e investigadora do Departamento de Física Geral e Atmosfera da Universidade de Salamanca.

"A tendência de diminuição de noites frias corresponde com a obtida à escala global, segundo o relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC). No entanto, o crescimento de dias quentes na Península Ibérica é superior ao obtido globalmente para todo o planeta", afirmou.

Para explicar estas diferenças, a equipa científica relacionou o aumento de dias quentes com índices que representam a variação das características da atmosfera e dos oceanos.

Desta forma, "os dias quentes estão relacionados com os padrões atmosféricos, enquanto as noites frias dependem da temperatura do mar [do Atlântico Norte]", explicou a investigadora.

O tempo que traz a massa de ar desde o Norte de África é a principal causa do aumento de dias quentes. "O tipo de tempo que provoca mais noites frias é a depressão sobre o golfo de Génova, que transporta ar seco e frio do Centro da Europa para Espanha", argumenta Concépcion Rodríguez.

A investigadora acrescenta ainda que as alterações no número de dias quentes e de noites frias são mais pronunciadas a sudoeste e noroeste da Península Ibérica e que "uma das causas prováveis destas alterações é a variação da temperatura superficial do mar no Atlântico Oriental".

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 01:25
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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Mohamed Azzim - Impérios e multinacionais desenvolvem-se de forma semelhante

 

2010-07-26

Professor do ISCTE distinguido por estudo sobre multinacionais

Mohamed Azzim recebe prémio Emerald por artigo que compara empresas a impérios

 

Mohamed Azzim é professor no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa)

 

Mohamed Azzim é professor no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa)

 

 

Impérios e multinacionais desenvolvem-se de forma semelhante e apoiam-se fortemente na superioridade dos seus conhecimentos. Este foi o ponto de partida da investigação de Mohamed Azzim, que mereceu um prémio Emerald, atribuído aos artigos mais influentes em economia e gestão.

O trabalho do professor do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), desenvolvido na Universidade de Harvard em parceria com Mark Casson e Peter Buckley, compara os impérios com as empresas multinacionais que exploram os seus conhecimentos para obter vantagens e apropriar-se de territórios ocupados por terceiros.

 

O estudo, explicou à Lusa Mohamed Azzim, debruçou-se sobre a teoria da internalização - que constitui o paradigma dominante de análise das multinacionais - tornando-a mais abrangente.

O artigo «Extending internalisation theory: From the multinational enterprise to the knowledge-based empire» recupera os princípios da teoria da internalização para explicar a existência e declínio dos impérios.

“A base de partida é que evoluem da mesma forma, embora não se possam aplicar todos os princípios da economia clássica porque enquanto as empresas desenvolvem a sua actividade num contexto de mercado organizado, os impérios fazem-no num contexto não organizado. Há guerras para se apropriarem de territórios no exterior e controlá-los.

Os investigadores consideram que o factor decisivo para o sucesso dos impérios é o conhecimento civil e militar, enquanto o declínio surge quando o investimento no desenvolvimento destes conhecimentos fica abaixo do que seria necessário.

As conclusões são suportadas pela análise das causas de ascensão e declínio em 14 impérios, incluindo o português. Neste caso, são apontados como factores de crescimento as capacidades de navegação e construção de navios, a tecnologia de minas e o patrocínio real, enquanto o fraco investimento na defesa e a dimensão do país são considerados factores de declínio.

 

 

 

Azzim analisou as causas de ascensão e declínio em 14 impérios, incluindo o português

 

 

A obsolescência do conhecimento é associada ao declínio e queda dos impérios, seja porque o conhecimento se mantém actual, mas a superioridade é anulada (surgindo imitações, por exemplo), seja porque surgem novos conhecimentos que tornam os anteriores obsoletos.

 

“A queda dos impérios tem sido uma constante ao longo do tempo”, salientou Mohamed Azzim, acrescentando que“normalmente há um conjunto de factores que confluem e que levam à cegueira dos próprios impérios quanto as suas fragilidades”. E isso também acontece às empresas.

 

Apesar de ter sido desenvolvida por economista, a teoria “acaba por ser útil para historiadores, geógrafos e académicos de várias áreas”, considerou o professor do ISCTE.

As aplicações podem estender-se à análise do desenvolvimento dos impérios corporativos, adaptando alguns dos conceitos, já que as multinacionais corporate desenvolvem “actividade num mercado onde existem leis”.

O trabalho de Mohamed Azzim foi publicado na International Business Review e escolhido pela editora científica especializada Emerald entre mais de 15 mil artigos de economia e gestão. Todos os anos, a Emerald seleciona os 50 artigos considerados mais influentes aos quais atribui prémios de citação de excelência.

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 11:45
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Aprender malabarismo aumenta poder do cérebro

 DN

18 Outubro 2009

 

 

 

Neurocientistas registaram

um aumento  de 5% da massa branca

após seis semanas de aulas.

 

Uma equipa de neurocientistas da Universidade de Oxford descobriu que aprender a fazer malabarismo provoca alterações na massa branca - as fibras nervosas que ajudam as diferentes partes do cérebro a comunicar umas com as outras.

 

Mudanças na massa cinzenta (as células neuronais) já tinham sido demonstradas. Segundo os cientistas, as alterações na massa branca significam que o cérebro se mantém "plástico", isto é adaptável, para lá da infância.

 

O estudo foi simples. Os cientistas pegaram em 48 jovens adultos que não sabiam fazer malabarismo e mapearam o seu cérebro com uma ressonância magnética. Depois, metade dos voluntários teve aulas durante seis semanas para aprender a fazer malabarismo com três bolas, sendo ainda aconselhados a praticar 30 minutos por dia. No final, uma nova ressonância magnética mostrou um aumento de 5% na massa branca.

 

A chamada massa branca é constituída por fibras nervosas de cor branca (feixes de axónios envolvidos em mielina), sendo responsável pela troca de informações entre as diversas áreas do córtex cerebral. Ou seja, pelas ligações. "Mostrámos que é possível que o cérebro condicione o seu próprio sistema de ligações de forma a operá-lo de forma mais eficiente", disse uma das autoras do estudo, Heidi Johansen-Berg. 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 20:12
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Ensino Superior - Famílias portuguesas são das que mais pagam...

Ensino
 
Tese de Doutoramento
 
"O Financiamento do Ensino Superior - A partilha de Custos" 
Luísa Cerdeira,
Administradora da Universidade de Lisboa
 
 
Diário de Notícias
3-Maio-2009
 
Famílias Portuguesas
são das que
Mais Pagam pelo Superior
 
por CARLA AGUIAR

 

Portugueses gastam 11% do PIB 'per capita' para frequentarem a universidade, mais do dobro do valor de vários países europeus. Mas são os que menos apoios recebem face aos gastos com o ensino.

 

Tese de doutoramento revela que o superior é "elitista" e tem "sérias deficiências" de equidade.

 

Os portugueses são os que mais esforço financeiro têm de fazer, a seguir aos ingleses, para pagar uma educação superior, segundo um estudo que compara Portugal com dez países europeus mais ricos. ...

... a autora da tese, defendida há poucos dias, a considerar ao DN, que

 

"o sistema universitário português tem um pendor elitista".

  

A autora diz mesmo que existe uma "séria deficiência", no que respeita à equidade e à acessibilidade ao sistema de ensino.

 

Não só a maioria dos alunos inquiridos no estudo é de estratos de rendimentos médio (78%) ou médio/alto (12,5%), como "os pais dos universitários têm habilitações significativamente mais elevadas do que o do conjunto da população portuguesa com idade análoga".

 

Comparando os resultados apurados no seu estudo com o da OCDE "Education at Glance", de 2007, Luísa Cerdeira concluiu que "Portugal, no conjunto dos países abrangidos, apresenta o resultado mais desfavorável". Isto porque o desnível entre os pais de alunos universitários e não universitários é o maior nos dez países, sendo mais de três vezes superior, contra apenas um diferencial de 1,5 em Espanha, ou 1,7 em Itália.

  ...

O estudo identificou o custo médio anual total da frequencia no ensino público, estimando-o em 5310 euros. E concluiu que os alunos do ensino privado pagam mais 53% do que os do ensino público. 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:00
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

"Crise" foi a palavra mais vezes escrita no ano passado

Jornal de Negócios Online

Sexta, 30 Janeiro 2009

 Catarina  Carneiro de Brito

catarinabrito@mediafin.pt


 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imprensa 
 
 
 
 
"Crise"
foi a palavra mais vezes escrita no ano passado
 
 
A palavra "crise" inundou a imprensa nacional no ano passado. De acordo com um estudo divulgado ontem pela Cision, a palavra "crise" foi a que mais vezes foi repetida entre a imprensa escrita, excluindo a desportiva.

 

A palavra "crise" inundou a imprensa nacional no ano passado. De acordo com um estudo divulgado ontem pela Cision, a palavra "crise" foi a que mais vezes foi repetida entre a imprensa escrita, excluindo a desportiva.

De acordo com o mesmo estudo, entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2008, a palavra "crise" foi repetida quase 91 mil vezes. Caso se inclua os jornais desportivos, este número aumenta para 96 mil vezes e a "crise" deixa de ter a mesma importância. O "futebol" passa a ser a palavra mais escrita: 154 mil vezes.

 

 

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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