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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Portugal - Presidente da República -Discurso do Presidente da República

 PÁGINA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

  www.presidencia.pt/

 

 

Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático
Presidente falou aos membros do Corpo Diplomático

 

 

 

Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal

 

Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
 
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
 
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
 
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
 
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
 
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
 
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
 
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
 
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
 
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
 
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
 
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
 
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
 
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
 
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
 
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
 
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
 
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
 
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
 
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
 
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
 
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
 
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
 
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
 
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.

Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
 
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
 
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
 
Obrigado.

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:30
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Gaza: Manifestações em Todo o Mundo

 

 

 

 aeiou.expresso.pt/gaza:_ofensiva_israelita_provoca_manifestacoes_em_todo_o_mundo=f489916

 

 Actualidade

Gaza: Ofensiva israelita provoca manifestações em todo o mundo
 
A ofensiva terrestre de Israel na Faixa de Gaza provocou hoje reacções de preocupação e apelos ao cessar-fogo oriundos de todo o mundo, a par de manifestações populares em vários países.
 
Lusa
22:48 Domingo, 4 de Jan de 2009

 

A ofensiva terrestre das Forças de Defesa de Israel (IDF) na Faixa de Gaza provocou hoje reacções de preocupação e apelos ao cessar-fogo oriundos de todo o mundo, a par de manifestações populares em vários países.
 
Várias manifestações contra o ataque israelita tiveram lugar em Rabat (Marrocos), Tripoli (Líbia), Sidney e Melbourne (Austrália), Montreal (Canadá), Istambul (Turquia), Beirute (Líbano), Kerbala (Iraque) e Indonésia.
 
Em França, onde reside a maior comunidade judaica da Europa, vários milhares de pessoas manifestaram-se hoje para mostrar o seu apoio à "acção de autodefesa de Israel" contra o Hamas, grupo islamista que controla Gaza. Entretanto, vários governos mundiais apelaram a um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
 
Os Estados Unidos, que são aliados indefectíveis de Israel, pediram um "cessar-fogo duradouro", mas frisando que isso não deve significar um regresso ao 'status quo' anterior à ofensiva das IDF, quando Israel era constantemente alvo de ataques de 'rockets' enviados pelo Hamas.
 
Também o Canadá apelou a um cessar-fogo "viável e duradouro", que deve começar pelo fim do lançamento de 'rockets' sobre Israel por parte do Hamas.
 
A delegação europeia liderada pelo chefe da diplomacia checa Karel Schwarzenberg, que partiu hoje para o Médio Oriente, apelou também à cessação das hostilidades. "Vamos trabalhar por um cessar-fogo", assegurou a comissária europeia para os Assuntos Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, que integra a missão europeia, antes da partida para o Médio Oriente.
 
O Papa Bento XVI apelou também a uma acção imediata para pôr fim à actual "situação trágica", ao passo que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, exigiu o fim imediato da ofensiva israelita.
 
Por sua vez, a França, cujo presidente, Nicolas Sarkozy, parte segunda-feira para a região, condenou a ofensiva terrestre israelita, bem como a continuação do lançamento de 'rockets' pelo Hamas.
 
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, considerou o actual momento "muito perigoso" e afirmou que é necessário "trabalhar ainda mais para um cessar-fogo imediato".
 
A Alemanha, por seu turno, defendeu um cessar-fogo que garanta "a segurança a longo prazo de Israel", nomeadamente pondo fim aos ataques do Hamas.
 
A Dinamarca, que reconhece o direito de Israel a defender-se contra os ataques do Hamas, lamentou o uso de "uma força destruidora e exagerada", bem como a Islândia, que reclamou o envio de uma força de manutenção de paz para a região.
 
A Espanha exortou Israel a pôr fim à ofensiva terrestre, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros, Miguel Angel Moratinos, apelou à comunidade internacional para "não ficar de braços cruzados".
 
O chefe de governo da Holanda, Jan Peter Balkenende, afirmou por sua vez que "condenar Israel não leva a nada, porque há dois lados nesta questão". "Enquanto os ataques com 'rockets' continuarem, os israelitas dirão sempre: "não podemos aceitar isto". E eu compreendo-os", afirmou Balkenende, citado pela agência AFP.
 
A Rússia, que faz parte do Quarteto para o Médio Oriente, mostrou-se "extremamente preocupada" e enviou hoje um emissário para a região, para mediar um cessar-fogo.
 
O governo português apelou também a um cessar-fogo entre as duas partes em conflito. "Portugal apela uma vez mais à contenção de ambas as partes, considerando imperioso o estabelecimento de um cessar-fogo que ponha fim ao conflito e ao agravamento da situação humanitária", refere um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
 
Os países muçulmanos foram os mais duros nas posições assumidas em relação a Israel, na linha do que tem sido habitual nas últimas décadas.
 
O Egipto condenou "nos termos mais fortes" a entrada de forças terrestres israelitas em Gaza, propondo a abertura de corredores humanitários para acudir à população civil.
 
Também o Koweit exigiu o fim dos "crimes e massacres" israelitas em Gaza, enquanto o rei Abdallah II da Jordânia pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para "fazer cessar a agressão (...) e pôr fim à crise humanitária em Gaza".
 
aeiou.expresso.pt/gaza:_ofensiva_israelita_provoca_manifestacoes_em_todo_o_mundo=f489916

 

 

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Publicado por bomsensoamiguinhos às 12:30
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Gaza:Acontecimentos Desde o Início da Operação Militar Israelita

Notícias Sapo

noticias.sapo.pt/info/artigo/906828.html

 Página gerada às 02:11h, segunda-feira 05 de Janeir

 

 Gaza:
Os acontecimentos desde o início da operação militar israelita
 
05 de Janeiro de 2009, 00:07
 

Os acontecimentos desde o início da ofensiva lançada por Israel na Faixa de Gaza, que fez mais de 400 mortos palestinianos, entre eles pelo menos 25% civis, segundo a ONU, e cerca de 2000 feridos.

SÁBADO 27 DEZEMBRO

  • Israel lança ofensiva aérea contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos tiros de foguetes do Hamas (operação "chumbo grosso", de amplitude sem precedente nos Territórios palestinos desde 1967).
  • O Egipto abre o terminal de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza, para acolher os palestinos feridos.
  • O chefe do Hamas no exílio, Khaled Mechaal, apela a uma terceira intifada, a revolta.
  • Pelo menos 230 palestinos são mortos, na maioria policias do Hamas (fontes hospitalares palestinas).
  • Apelos internacionais ao fim dos bombardeios e aos lançamentos de foguetes.

DOMINGO 28

  • Sinal verde de Israel para a mobilização de 6500 reservistas. O exército posiciona blindados na fronteira com Gaza.
  • Israel bombardeia 40 túneis usados para o contrabando de armas na fronteira entre Egipto e Gaza.
  • O Egito volta a fechar Rafah depois que palestinianos tentaram forçar a passagem. Um guarda de fronteira egípcio foi morto por tiros provenientes de Gaza. O terminal seguirá aberto ou a fechado, alternativamente.
  • Manifestações na Europa, nos países árabes e na Cisjordânia, contra os bombardeamentos.
  • "A agressão israelita" não permite o prosseguimento das negociações com Israel (Síria).

SEGUNDA-FEIRA 29

  • Israel, comprometido numa "guerra sem cartel" contra o Hamas, decreta o sector de fronteira do território palestino "zona militar fechada".
  • Um quarto israelita é morto por tiros de foguete disparados por palestinianos.

TERÇA-FEIRA 30

  • As forças terrestres israelitas dispõem-se a agir em Gaza (exército).
  • As operações em curso representam "a primeira fase entre várias outras já aprovadas pelo gabinete de segurança" (Israel). Sinal verde para a mobilização de um novo contingente de 2500 reservistas.

QUARTA-FEIRA 31

  • Prosseguimento dos bombardeamentos israelitas. Alguns tiros de foguetes palestinianos atingem até 40 km.
  • 106 camiões de ajuda humanitária internacional transitam de Israel em direcção a Gaza (fonte: Israel).
  • Israel rejeita as propostas de trégua da UE e do Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, UE, Rússia, ONU) e afirma que vai prosseguir as operações.
  • A Liga árabe faz um apelo à reconciliação dos palestinianos.

QUINTA-FEIRA 1 JANEIRO

  • O exército israelita anuncia ter enquadrado 30 alvos do Hamas, entre eles "ministérios", um prédio do Parlamento, túneis de contrabando e oficinas "de fabricação de foguetes".
  • Um dos principais líderes do Hamas, Nizar Rayan, é morto num bombardeamento israelita.
  • Mais de 40 foguetes são atirados de Gaza contra o sul de Israel atingindo principalmente Ashdod e Beersheva.
  • O primeiro-ministro israelita Ehud Olmert afirma não querer uma "guerra longa".
  • O Hamas desmente ter aceite "sob condições" as propostas de trégua da UE.
  • A chefe da diplomacia israelita Tzipi Livni vai a Paris para se encontrar com o presidente francês Nicolas Sarkozy que, por sua vez, deve realizar uma visita pelo Médio Oriente.

SEXTA-FEIRA, 2 JANEIRO

  • "Dia de ira": milhares de palestinianos manifestam-se na Cisjordânia e em Jerusalém, onde os confrontos opõem manifestantes às forças da ordem israelitas.

SÁBADO, 3 JANEIRO

  • Israel lança uma ofensiva terrestre contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos lançamentos de foguetes. A ofensiva israelita custou, até aqui, a vida de pelo menos 460 palestinianos, entre eles 75 crianças e 21 mulheres, e feriu 2350, segundo fontes médicas palestinianas.
  • O Hamas ameaça sequestrar soldados israelitas em caso de ofensiva terrestre de Israel.
  • À noite, o exército israelita anuncia que um "número importante de forças" israelitas participam da "segunda fase" da operação, que começou com a entrada de tropas no interior do território palestino. A ofensiva terrestre está prevista para durar "vários dias". O Hamas ameaça transformar o território palestino em "cemitério" para o exército israelita.

DOMINGO, 4 JANEIRO

  • Tropas israelitas, apoiadas pela artilharia e bombardeamentos, avançam em profundidade em vários sectores de Gaza. Os tanques tomam controlo de vários eixos estratégicos e entram em conflito directo com combatentes do Hamas.
  • 63 palestinianos são mortos, elevando a 512 o número de mortos neste território desde 27 de Dezembro.
  • Um primeiro balanço oficial israelita anuncia um soldado morto e 30 feridos.
  • Manifestações contra a ofensiva israelita e apelos ao cessar-fogo multiplicam-se no mundo.
SAPO/AFP
:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 07:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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