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Sábado, 26 de Março de 2011

E depois da demissão? financiamento do Estado Português?

Negócios da Semana

Publicação: 24-03-2011 00:11 

 

 

E depois da demissão?

 

Condições de financiamento do Estado Português


 

 

 

 

 

 

Com a demissão do Primeiro-Ministro fica em aberto o cenário de eleições antecipadas, mas também o agravamento das condições de financiamento do Estado Português. 


Com as subidas das taxas de juro do mercado, um pedido de ajuda externa será praticamente inevitável e tudo isto acontece numa altura em que os bancos vão ser sujeitos a novos testes de resistência muito mais rigorosos que os anteriores.


Temas em análise nesta edição, com António de Sousa, Presidente da Associação Portuguesa de Bancos.

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 00:32
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Portugal pode ou não entrar em bancarrota?

O Emigrante / Mundo Português

 

 

 

 

Segunda-Feira, 18 Janeiro de 2010

 

Afinal Portugal pode ou não

entrar em bancarrota?

 

 

Quando um Estado gasta mais do que aquilo que obtém com as suas receitas gera-se nas suas contas aquilo que se chama um défice.

 

Para equilibrar as suas contas e poder continuar a garantir um certo nível de bem estar aos seus cidadãos, tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, como fazem os particulares os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis são atractivos porque rendem a quem os compra uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se um determinado banco ganha o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.


Entretanto, há um mercado activo onde todos os dias o comprador de obrigações pode vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.

O espectro da bancarrota

É por esta razão que as taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações.

 

Existem dois riscos numa dívida do Estado.

 

Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece muito raramente.


Portugal, por exemplo, declarou bancarrota apenas em 1892 e de então para cá tem sido um estado exemplar a cumprir as suas dívidas. A Grécia teve uma bacarrota em 1893 e a Alemanha em 1932. Nessas alturas os Estados deixam de cumprir as suas obrigações com as consequências daí inerentes.


Em segundo lugar, outro risco grande existe quando o Estado para fazer face às suas obrigações resolve imprimir dinheiro, acabando por gerar inflacção. Embora a quantia a pagar pelos produtos seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia-o frequentemente, e por isso, quando o Estado português pedia dinheiro emprestado (ao FMI por exemplo), acabava por pagar uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada a outros países.

Uma questão de confiança

Um dos grandes problemas é que a economia das nações, tal como a das pessoas hoje em dia, assenta na confiança e naquilo que “os investidores pensam” que possa vir a acontecer, e o que é facto é que a partir de 2008 os investidores internacionais punham uma probabilidade séria de Portugal poder via a entrar entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar dinheiro a Portugal, o que forçaria medidas “terríveis” para eliminar totalmente o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos da despesa, tendo que reduzir drasticamente os salários dos funcionários públicos, e segundo mesmo alguns economistas o rendimento social de inserção. Ora isto são de todo medidas altamente impopulares do ponto de vista político que nenhum governo ousa tomar por iniciativa própria.

Crise financeira e contágio

Embora Portugal não esteja a viver um cenário real de bancarrota, nem nas previsões mais pessimistas, os riscos existem sempre e para já fazemos parte de um conjunto de países a enfrentar algumas dificuldades acrescidas por via do aumento da dívida externa. Somos aqui companheiros da Espanha, Irlanda e da Grécia.


Ora ao falarmos de bancarrota o “primeiro candidato” seria precisamente a Grécia que tem, apesar de tudo, uma dívida pública maior do que Portugal em grande parte devido ao descontrolo das contas públicas por causa dos Jogos Olímpicos e a construção do novo aeroporto de Atenas, que endividaram o país em grande ritmo.


Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal.


Pode prever-se com toda a certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio.

Varrer o lixo para debaixo do tapete

Como sempre, quando o problema é sério, surge sempre alguém a varrer o lixo para debaixo da tapete, assobiar para o ar e fingir que não é nada. Grave é quando é o próprio governo a fazer isto e a dar aos cidadãos um optimismo fácil mas falso. Claro que Portugal sendo um país da zona euro, os ricos poderão vir sempre em nosso socorro financeiro, mas isso não permite concluir que os riscos não existam. Se os alemães ou os franceses pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão certamente sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe como são e como custam as medidas para pôr as contas em ordem.

 

Bancarrota: sim ou não?

Provavelmente não entrará mesmo, no entanto é bom que os portugueses tenham consciência que há uns anos atrás a probabilidade de isso poder acontecer era pouco superior a zero e hoje já é bastante mais alta e já estamos publicamente a discutir o assunto.


Quando uma pessoa está afogada em dívidas restam-lhe dois caminhos. Ou passa a ganhar mais dinheiro para pagar as dívidas, ou passa a gastar menos para ficar com mais rendimento disponível para fazer face aos seus compromissos. Ora com os países passa-se a mesma coisa, mas no caso português ganhar mais dinheiro não parece ser solução viável porque há uma década que Portugal não cresce. Também não parece fácil o caminho do simples corte na despesa, mas é o caminho possível para já.


Uma coisa é certa não vale a pena gritar que a culpa tem de ver com os desmandos dos últimos vinte anos. O que tem de ser feito imediatamente é dar um sinal visível que tranquilize os nossos credores, com medidas claras de controlo das finanças e se possível medidas que promovam também o crescimento económico. A não ser assim todos terão de entender que permaneceremos à beira do precipício já a levantar o pé para o “grande e decisivo passo em frente”.



José Manuel Duarte
jduarte@mundoportugues.org

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 14:00
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Domingo, 17 de Outubro de 2010

PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO EM ANÁLISE

SIC

Data 16/10/10

 

PROPOSTA

DE ORÇAMENTO DO ESTADO

EM ANÁLISE

 

 

 

 

 

 


 

Económico

 

Reacção

Medina Carreira pede intervenção do FMI

Mafalda Aguilar
17/10/10 15:44

 

 

Medina Carreira defende intervenção do FMI em Portugal.

 

O ex-ministro das Finanças diz que sem a intervenção do FMI "não há condição, nem como o PS, nem com o PSD, nem com os dois juntos".


O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro e o ex-ministro das Finanças Medina Carreira defendem a intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Portugal.


"Sem uma intervenção do FMI não há condição, nem com o PS nem com o PSD, nem com os dois juntos, porque aquilo que vai ser preciso fazer para pôr algum futuro neste país vai ter que ser muito duro, de alguém que não fica cá a viver", afirmou ontem Medina Carreira, no programa ‘Plano Inclinado', da SIC Notícias, numa reacção à apresentação do documento que vai ditar o destino do país no próximo ano.


Também Caiado Guerreiro considerou, no mesmo programa, que "se calhar é melhor não aprovar o Orçamento e vir para cá o FMI, que realmente faz um trabalho muito mais competente".


"É um orçamento verdadeiramente mau, que ataca quem trabalha e as empresas. Não faz sentido nenhum", afirmou o fiscalista.


Com este Orçamento, continuou Caiado Guerreiro, "o que nós estamos a dizer às famílias é que é melhor viverem do subsídio de desemprego e do rendimento social de inserção".


"Já nos tiraram o dinheiro do bolso. Agora já nos tiraram a gravata e o casaco. Eu acho que este Orçamento já quase que nos tira as calças. Por isso, acho que vamos ter que andar de tanga", concluiu

 

 


SIC

Data 15/10/08

 

 

Medina Carreira,

entrevistado por Mário Crespo,

comenta OE2009

 

http://videos.sapo.pt/9ImZYhQ0TYBDir5czym2

 


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Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:59
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

José Saramago: Falsa Democracia

 

 

Economía contra Democracia

 

José Saramago - falsa democracia


:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:25
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Mercados Financeiros: Especulador / Investidor

Opinião

bomsensoamiguinhos

 



Hoje consulte os meios de informação sobre o tema da actualidade: Crise, agências de rating, investimento especulativo...

 

No Jornal de Notícias li o seguinte artigo:

 

« Regulador grego proíbe durante dois meses ordens que apostem nas quedas de títulos

<input ... >12h25m

O regulador da bolsa grego anunciou hoje, quarta-feira, a proibição de 'tomada de posições curtas', que equivalem a apostas dos investidores pelas quedas de determinados títulos ('short selling'), até ao próximo dia 28 de Junho.

 

"Tendo em conta as condições no mercado grego, a Comissão do Mercado Helénico de Capitais decidiu proibir as posições curtas sobre as acções cotadas na Bolsa de Atenas, entre 28 de Abril e 28 de Junho de 2010", refere o regulador em comunicado.


Relativamente pouco conhecida do público em geral, 'a posição curta' nos mercados financeiros é assumida quando alguém vende um título que não possui em carteira, sendo esse título emprestado por um terceiro que o possui na carteira para que se dê a liquidação da venda.

Quando se assume uma posição curta ganha-se com a queda desse activo e perde-se com a sua subida.


Na prática refere-se a 'vender' para posteriormente 'comprar' a um preço inferior, antecipando que no futuro essa queda se materialize. »

Ao consultar o Público li:

« 28.04.2010 - 19:06 Por Lusa
O director-geral do fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje que "não se devia acreditar demais" no que dizem as agências de notação financeira rating.
As declarações de Strauss-Kahn ocorrem quando Grécia, Portugal e Espanha acabaram de ver revistas em baixa as notas atribuídas às suas dívidas públicas.

Interrogado sobre o papel das agências de notação e o crédito que merecem as suas opiniões, Strauss-Kahn respondeu que "refletem o que recolhem [como informações] sobre o mercado (...) Não se deve acreditar demasiado no que dizem, apesar de terem alguma utilidade".

Uma das três principais agências de notação, a Standard and Poor's [as outras são a Moody's e a Fitch], reduziu na terça-feira a nota da Grécia, relegando o investimento nos seus títulos de dívida pública para a categoria de 'investimento especulativo'.

No mesmo dia, a agência degradou também a nota atribuída a Portugal e hoje fez o mesmo a Espanha.  »

Outro artigo:

Público

« Europa fechou toda no vermelho

Nova Iorque fecha em alta

28.04.2010 - 21:22 Por José Manuel Rocha

As bolsas de Nova Iorque fecharam hoje em alta, em clara contradição com o que aconteceu na Europa, onde as principais praças financeiras acumularam perdes significativas... »

Sublinhados

/alteração de cor/Negritos

alteração do Bomsensoamiguinhos

Parece uma autêntica confusão de opiniões...

Quem está certo e a ser correcto no meio de toda esta Guerra Financeira?




A área dos mercados financeiros é uma área muito interessante... no entanto, como a imaginação humana é muito fértil o que poderia ser visto como financiamento para as empresa passou a dimensões incalculáveis...

As agências de "rating" não me parecem inocentes... diria mesmo que se aproveitam para "Brincar" com a Informação Económica / Financeira que dispõe em relação aos diversos Estados para jogar com os dados no momento que lhes é oportuno.

 

Especulador / Investidor

Especulador é como que o inverso do Investidor:

Um agente poderoso Especulador através de operações de compra ou venda das acções de uma empresa (grande volume), força uma baixa ou alta dos preços, sentindo estas operações como um autêntico jogo... Se o valor dessas acções inicia um aumento... induz investidores a comprar porque acreditam que os preços podem subir mais...

O Especulador vai manobrando o mercado com a única intenção de obter o lucro rápido... enquanto o investidor aplica as suas economias a médio e longo prazo...

Com estas e outras "manobras"... estabelece-se uma enorme diferença entre o valor esperado das acções e o verdadeiro valor dos activos das empresas cotadas em Bolsa.

Outro conceito: "Bolha financeira" / "A Crise Imobiliária nos Estados Unidos"

Fica para outro dia :-)

28 de Abril de 2010  22:30
Anilady

bomsensoamiguinhos@sapo.pt

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:07
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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