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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

15
Ago09

Gripe Espanhola matou tanta gente entre setembro de 1918 e abril de 1919

bomsensoamiguinhos

 

http://209.85.229.132/search?q=cache:gU82GrphNggJ:veja.abril.com.br/181006/p_116.html+h1n1&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt&lr=lang_pt

Medicina

Edição 1978 . 18 de outubro de 2006
 


Letal por natureza

Pesquisadores americanos descobrem por que o
 
 
Vírus da Gripe Espanhola
matou tanta gente

 

 

 

 

Giuliana Bergamo

Al Grillo/AP
 

Os pesquisadores Hultin e Taubenberger visitam o cemitério no Alasca onde encontraram amostras do H1N1 nos pulmões de uma mulher morta pela gripe espanhola

 


Pesquisadores americanos deram um grande passo na elucidação de um dos maiores enigmas da medicina do século XX – o que fez do influenza H1N1 um vírus tão letal, responsável pela pior pandemia da história, a gripe espanhola. Entre setembro de 1918 e abril de 1919, 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, o equivalente a quase 4% da população mundial de então. Só no Rio de Janeiro a gripe fez 15.000 vítimas fatais em apenas um mês, entre elas o presidente Rodrigues Alves. "Com o tempo, formou-se a convicção de que o vírus matou tanta gente porque encontrou uma população abatida pela I Guerra Mundial, desnutrida, sem hospitais ou medicamentos adequados", diz o virologista Edison Durigon, professor da Universidade de São Paulo. Esse cenário facilitou, é obvio, a disseminação da doença. Mas o que se descobriu agora é que o H1N1, não importam as circunstâncias, tem mesmo um alto poder de destruição. Isso porque a resposta imunológica deflagrada pelo vírus é tão severa que o próprio organismo passa a atacar e destruir todas as suas células. O mistério de tanta agressividade, no entanto, ainda não foi totalmente desvendado. Falta entender quais os mecanismos bioquímicos envolvidos nesse processo.

No experimento levado a cabo pelos americanos, ratos de laboratório morreram apenas seis dias depois de infectados pelo vírus. Foi constatado que nos pulmões dos animais havia uma quantidade de vírus dez vezes maior que a encontrada nos dos camundongos contaminados com as versões mais comuns do influenza. Esse fato explica por que os doentes de 1918 morriam com os pulmões congestionados e enrijecidos. Sem oxigenação, ficavam tão arroxeados que era difícil distinguir o cadáver de um branco do de um negro. "A morte chega em poucas horas. Os doentes morrem sufocados. É horrível ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas", lê-se num relato médico escrito na ocasião.

 

Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1. Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.

 

As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.

 

O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito. "Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente", diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.

 

Há 146 tipos de vírus influenza. De todos, o H1N1 permanece o mais agressivo. Com o seu seqüenciamento genético, foi possível determinar que ele pulou diretamente de seu hospedeiro natural (as aves) para os seres humanos. O outro único influenza com essa característica é o H5N1, causador da gripe aviária. Recentemente, a iminência de um alastramento dessa doença entre seres humanos colocou o mundo de prontidão. O avanço das pesquisas sobre o vírus da gripe espanhola deve auxiliar na decifração do mecanismo de ação do H5N1.

 

Os pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1 em laboratório e infectaram ratos. Os principais achados dessa experiência foram:

A resposta imunológica deflagrada pelo vírus da gripe espanhola foi muito severa, o que levou o organismo dos animais à falência

Entre o primeiro e o terceiro dias de infecção, a quantidade de partículas do vírus nos pulmões dos ratos contaminados era 10 vezes maior do que nos dos animais infectados por outros tipos de vírus da gripe

As cobaias contaminadas pelo H1N1 perderam 13% do peso corporal em dois dias de infecção

100% dos ratos infectados pelo vírus da gripe espanhola morreram no sexto dia de infecção

Fontes: revista Nature, Edison Durigon, virologista,
e Luiz Jacintho da Silva, infectologista

 

Segurança máxima

Além do vírus da gripe espanhola, outros microrganismos altamente letais estão guardados em laboratórios de biossegurança máxima – de níveis 3 e 4. Nos laboratórios de nível 3, os pesquisadores usam máscaras com filtros de ar e o ar ambiente é reciclado no mínimo doze vezes a cada hora. Nos laboratórios de nível 4, eles vestem um macacão especial que isola o corpo do ambiente. Ninguém pode permanecer no local por mais de três horas

VARÍOLA
Em 1977, o vírus da varíola foi erradicado. No ano seguinte, porém, no laboratório de uma universidade inglesa, deixaram que ele escapasse pelos dutos do ar-condicionado. Uma pesquisadora morreu contaminada. Na época, não havia normas de segurança para o manejo de agentes infecciosos. Hoje, oficialmente
apenas os Estados Unidos e a Rússia têm amostras do vírus. Elas estão guardadas em laboratórios de nível 4

EBOLA
O vírus ebola mata 90% dos infectados em três dias, em média. A infecção causa hemorragia generalizada. Passados trinta anos desde que o ebola infectou humanos pela primeira vez, no Congo e no Sudão, a ciência descobriu muito pouco sobre ele. Ainda não se conhece seu hospedeiro, por exemplo. Amostras do vírus são estudadas em laboratórios de biossegurança de nível 4

SARS
Em 2003, o vírus causador da sars, a síndrome respiratória aguda grave, em apenas duas semanas fez vítimas em dezesseis países, sobretudo
na China. Em menos de um ano, 10 000 pessoas foram contaminadas e 774 morreram. Hoje, exemplares do micróbio estão guardados em laboratórios de segurança de nível 3, onde se estuda a criação de remédios contra a doença

Fontes: Edison Durigon, virologista, e Luiz Jacintho da Silva, infectologista

 

 

15
Ago09

Gripe A - H1N1 - Dr Leonard Horowitz fala sobre Vírus A fabricado em Laboratório

bomsensoamiguinhos

 

"From:
Date: 2009/8/14
Subject: FW:Gripe Suina.

To: bomsensoamiguinhos@sapo.pt

 

Ver antes que retirem do youtube!!!

 

 

 

 

 

Ver:

 

 

Vírus da Gripe Suína - Subtipo H1N1 - Perguntas e Respostas

http://bomsensoamiguinhos.blogs.sapo.pt/127658.html

 

 

 

01
Mai09

H1N1 - Gripe A -Infarmed aperta regras de venda

bomsensoamiguinhos

 

 

 Infarmed aperta regras de venda do medicamento contra a gripe A

 

 

 

 

 

 
A partir de agora, as farmácias são obrigadas a guardar uma cópia das receitas.
 
Esta exigência surge depois de o bastonário da Ordem dos Médicos ter denunciado a existência de vendas sistemáticas destes medicamentos sem receita médica.
 
 

 

30
Abr09

Vírus da Gripe Suína - Subtipo H1N1 - Perguntas e Respostas

bomsensoamiguinhos

  

Virus - Gripe Suína

  

Science Daily

 

This is an H1N1 strain of influenza A. (Credit: Dr. E. Palmer; R.E. Bates) 

Colorized transmission electron micrograph depicting the A/New Jersey/76 (Hsw1N1) virus, while in the virus’ first developmental passage through a chicken egg.
 
Cause Of Flu Epidemics Uncovered
 
 
ScienceDaily (Mar. 7, 2008) — The exchange of genetic material between two closely related strains of the influenza A virus may have caused the 1947 and 1951 human flu epidemics, according to biologists. The findings could help explain why some strains cause major pandemics and others lead to seasonal epidemics.

www.sciencedaily.com/releases/2008/03/080304105825.htm

 

 

 

 

♦  

 

 

 

 

 Perguntas e Respostas

 

 

O que é a Gripe Suína?

 

A gripe suína é uma doença respiratória dos porcos causada por vírus influenza tipo A que originam surtos regulares de gripe nos porcos.

 

A maioria dos vírus isolados mais recentemente é do subtipo H1N1.

 

Os humanos podem contrair gripe suína?

Os vírus da gripe suína habitualmente não infectam o homem. No entanto têm ocorrido infecções humanas esporadicamente em pessoas em contacto directo com porcos.

 

O vírus da gripe suína é contagioso?

O vírus influenza A H1N1 suíno é contagioso e transmite-se de pessoa a pessoa, mas actualmente ainda não se sabe com que facilidade se dissemina.

 

Quais são os sintomas da gripe suína em humanos?

Os sintomas são muito semelhantes aos da gripe sazonal humana, com febre, fadiga, perda de apetite, tosse e dores no corpo e de cabeça. Algumas pessoas também podem apresentar náuseas, vómitos e diarreia.

 

Como se transmite a gripe suína?

A gripe suína pode transmitir-se directamente dos animais às pessoas. A infecção humana é muito mais provável quando existe um contacto próximo com porcos infectados, como em quintas ou mercados.

 

A gripe suína pode ser transmitida entre humanos?

Pensa-se que este vírus se transmite de pessoa a pessoa do mesmo modo que o da gripe humana sazonal, através da tosse ou espirros. As pessoas também se podem infectar ao mexer na boca, nariz ou olhos com as mãos contaminadas.

 

Quando é que uma pessoa com gripe pode transmitir a doença a outra?

 

As pessoas infectadas podem transmitir a doença até cerca de 7 dias após o início da mesma.

 

Como posso evitar ser infectado?

Neste momento ainda não há vacina contra a gripe suína. Há alguns cuidados que podem evitar a transmissão dos microrganismos que causam doenças respiratórias como a gripe e que podem proteger a saúde de cada um:

 

o   Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir ou espirrar e deitar o papel no lixo após usar;

o   Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, sobretudo após tossir ou espirrar; toalhetes com solução alcoólica também são eficazes;

o   Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca;

o   Evitar o contacto próximo com doentes com febre.

 
 

Posso contrair gripe suína por comer carne de porco?

Não. Os vírus da gripe suína não se transmitem pela comida. Não se pode contrair gripe suína comendo carne de porco ou seus derivados.

 

Que devo fazer se acabei de regressar de uma zona do globo afectada pela gripe suína ou se tiver contactado com alguém infectado?

 

Se visitou recentemente uma área em que foram identificados casos de gripe suína, ou se tiver contactado com alguém infectado, é importante monitorizar cuidadosamente a sua saúde por um período de cerca de 7 dias após o regresso.

Desde que esteja bem, não é necessário isolar-se.

 

E se adoecer com sintomas de gripe após regressar de uma zona do globo afectada?

Se, nos cerca de 7 dias após o regresso, desenvolver febre alta acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dificuldade respiratória, dor de cabeça ou dores no corpo, náuseas, vómitos ou diarreia, deve:

 

  • Permanecer em casa e evitar contacto com outras pessoas para não disseminar a doença.
  •  Ligar para a Linha Saúde 24:

 

808 24 24 24

 

 DGS

www.dgs.pt/

28
Abr09

Saúde - Declarado o estado de emergência na Califórnia

bomsensoamiguinhos

 

Califórnia

Decretou

Estado de Emergência

 

 

 

 

Devido à gripe suína a Califórnia decretou o estado de emergência. Ao declarar o estado de emergência, o Governador Arnold Schwarzenegger facilitou a atribuição de verbas adicionais ao departamento de Saúde Pública. A aquisição de equipamentos e materiais no combate à gripe fica igualmente facilitada. Até agora foram confirmados 13 casos de gripe suína na Califórnia, nenhum fatal.
 
2009-04-28 21:48:18
 
28
Abr09

Saúde - RTP na capital mexicana

bomsensoamiguinhos

 

Capital Mexicana

 

Máscaras

 

Utilizadas por Quase Todos os Habitantes

 

 

 

Vítor Gonçalves,

enviado especial da RTP à Cidade do México, constatou que na capital mexicana as máscaras, que tapam o nariz e a boca, são utilizados por quase todos os habitantes.

2009-04-28 20:09:12

 

 

15
Fev09

G7 volta a apelar a estratégia global e reforço do sistema bancário

bomsensoamiguinhos

RTP

Domingo, 15 de Fevereiro 2009

 

 

G7
volta a apelar a estratégia global e
reforço do sistema bancário

 

 

 

Imagem da reunião de Roma, com o presidente do Banco Central Europeu em primeiro plano

Mario de Renzis/EPA

A reunião de Roma do G7 foi desenhada como uma etapa preparatória da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres

 

 

 

O G7 comprometeu-se no comunicado final da cimeira de Roma trabalhar em conjunto para apoiar o crescimento e o emprego e investir num reforço do sistema bancário mundial. O agravamento da crise mundial, responsável pela escalada do desemprego e reflexos proteccionistas, foi o ponto central da agenda dos ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do Mundo, reunidos durante dois dias na capital italiana para definir linhas comuns de acção face à actual conjuntura.

 

"As economias desenvolvidas estão em forte recessão e não há sinais visíveis sobre a eventualidade de em 2009 poder vir melhorar", alertava na véspera Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI.

No final dos trabalhos, os responsáveis das Finanças dos países mais ricos fizeram eco das palavras do chefe do Fundo Monetário e voltaram a insistir na prossecução de uma estratégia global face à crise internacional.

Nesse sentido, a reunião de Roma do G7, desenhada como uma etapa preparatória antes da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres, sublinhou a necessidade de um consenso no encontro que sentará à mesa os países ricos e as principais economias emergentes em busca das grandes linhas para reformar o sistema financeiro internacional.
 

 

Declaração final sublinha curva descendente em 2009
 

Com a promessa deixada no ar para uma estratégia conjunta de apoio ao crescimento, à criação de emprego e ao reforço do sistema bancário, a declaração final da reunião de Roma não esconde que a situação económica deverá continuar a desenhar-se numa linha descendente durante grande parte deste ano.

"A estabilização da economia global e dos mercados financeiros continua a ser a nossa mais alta prioridade", sublinha a declaração dos mais altos responsáveis das Finanças do G7, que acrescentam uma advertência para a tentação de cada país pôr em prática medidas proteccionistas que colocarão em perigo as economias dos países em desenvolvimento e levará, consequentemente, a que sejam as pessoas mais pobres os principais alvos da crise mundial.

Seria também nesse sentido que, na senda de um duro comunicado emitido pelo G7 no Outono, o grupo lançou um apelo à China para que permita a valorização da sua moeda de forma a amenizar os desequilíbrios comerciais internacionais.

Prioridade para o reforço do sistema bancário internacional

O comunicado desta reunião, que marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, apoia ainda os esforços de recapitalização dos bancos levado a cabo pelas autoridades britânicas e norte-americanas no sentido de reforçar o sistema bancário.

O G7 adverte também que deve ser encontrada uma forma de lidar com os activos tóxicos dos bancos, sem contudo indicar qualquer solução para o problema.

A criação de uma estrutura que pudesse absorver os activos tóxicos dos bancos seria "a solução mais simples entre as várias soluções técnicas" para o problema, afirmou Dominique Strauss-Kahn, director do FMI, depois de o fundo monetário ter definido como uma prioridade estas preocupações com o sistema bancário global.

"Deve explicar-se que é preciso voltar a pôr de pé um sector financeiro que funcione, não certamente para salvar os accionistas mas porque a economia moderna precisa de um sector financeiro que funcione", declarou Strauss-Kahn, para deixar um aviso: "Os bancos que não são viáveis deverão ser tomados por outros ou encerrados".

 

Paulo Alexandre Amaral, RTP
2009-02-14 17:36:41

 

 

27
Jan09

Presidente do Bundesbank - «Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado»,

bomsensoamiguinhos

TSF

 

«Crise está a revelar-se mais grave do que o esperado», afirmou o presidente do Bundesbank
 
Ontem às 12:47
 
A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, revelou o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao jornal alemão, Bild.
 
Em declarações ao jornal Bild, o presidente do banco alemão Bundesbank e membro do conselho dos governadores do Banco Central Europeu (BCE), Alex Weber, revelou estar preocupado por não ter «sido ainda possível conter a crise nos mercados financeiros».
 
O presidente do Bundesbank salientou também as «novas falhas que aparecem regularmente,[e] há mais sectores afectados e novas perdas que conduzem a mais depreciações».
 
Alex Weber acrescentou ainda que «o abrandamento económico é mais pronunciado e mais mundial do que o previsto».
 
Por isso e neste contexto, torna-se essencial que os governos reajam e tomem as medidas necessárias para estabilizar os bancos, que defende Weber são «vitais para o nosso sistema económico».

 

 

21
Jan09

SARAMAGO - OBAMA - Donde saiu este homem?

bomsensoamiguinhos

 

O CADERNO DE SARAMAGO

 

 

Donde?

By José Saramago

 

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 
This entry was posted on Janeiro 20, 2009 at 8:39 pm and is filed under O Caderno de Saramago.

 

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