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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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14
Jun10

Mundial / Port Elizabeth / Bartolomeu Dias / Descobrimentos

bomsensoamiguinhos

RTP

2010-06-13

22:07:58

 

Port Elizabeth

foi posta no mapa por

Bartolomeu Dias

À cidade chega amanhã a selecção portuguesa de futebol. No entanto, já hoje recebia emigrantes portugueses que chegam para assistir ao jogo com a Costa do Marfim.

 


 

 

Rota da viagem de Bartomoleu Dias (1487-88)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_Dias

 

 

 

20
Fev09

Reis de Portugal - Apresentação

bomsensoamiguinhos

 

 Vídeo

Apresentação da Colecção

Reis de Portugal

 

 

 

 

 

Magnífica série em 36 DVD, com assinatura do Prof. Veríssimo Serrão, comentários de D. Duarte de Bragança e uma apaixonante apresentação do Coronel Fernandes Henriques. Uma colecção obrigatória editada pela Filmes Unimundos II.
 

 

 

 ♦♦♦

 

 

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Portugal - Guimarães - Berço de Portugal

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Vídeo - Historia de Portugal em 7 minutos
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
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Evora, Alentejo 

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18
Fev09

Presidente da República na Cerimónia de Homenagem ao Almirante Gago Coutinho

bomsensoamiguinhos

 

Cerimónia de homenagem

Cerimónia de homenagem
 

 

Discurso do Presidente da República na

Cerimónia de Homenagem ao Almirante Gago Coutinho

 

 

Sociedade de Geografia de Lisboa, 17 de Fevereiro de 2009
Senhor Presidente da Sociedade de Geografia,
Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
Senhor Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas,
Senhor Chefe do Estado-Maior da Armada,
Senhor Professor Doutor José Pereira Osório,
Minhas Senhoras e meus Senhores,
 
A Sociedade de Geografia de Lisboa tomou a louvável iniciativa de homenagear a insigne figura do almirante Gago Coutinho no dia em que se completam cento e quarenta anos sobre o seu nascimento.

Como Presidente da República, como Presidente de Honra da Sociedade de Geografia de Lisboa e, acima de tudo, como português, associo-me com todo o gosto a esta celebração.

O almirante Gago Coutinho foi um português de singular destino: o nosso grande sábio-marinheiro veio a alcançar a fama como navegador de avião num único voo.

É justo, no entanto, afirmar que Gago Coutinho merece ser recordado por muito mais do que a travessia do Atlântico Sul.

A instituição centenária em que nos encontramos é o local privilegiado para que possamos apreciar toda a dimensão do contributo de Gago Coutinho para a ciência e a cultura portuguesas.

É na Sociedade de Geografia de Lisboa, de que o homenageado foi sócio durante cinquenta e sete anos, que se celebra, anualmente, através da atribuição do Prémio Internacional Gago Coutinho, a memória do grande cientista.

Foi aqui recolhida a sua biblioteca e o seu espólio, os quais nos dão a imagem multifacetada de um distinto oficial que dedicou anos da sua longa vida ao estudo da história dos Descobrimentos e, em particular, da técnica náutica que os portugueses desenvolveram.

Neste local histórico sentem-se ainda os ecos das muitas conferências científicas que Gago Coutinho aqui proferiu.

Recordo, por exemplo, aquela ocasião, em 1902, em que a Sala Portugal da Sociedade de Geografia de Lisboa assistiu à exposição de um jovem oficial de marinha sobre um tema inovador: a telegrafia sem fios. Pioneiro também nesse domínio, o orador não hesitou, decerto para espanto de muitos, ao proclamar que aí estaria o meio de comunicação do futuro.

Ainda nesta sala, em 1920, Gago Coutinho apresentou aos sócios da Sociedade de Geografia de Lisboa - instituição estatutariamente vinculada à promoção da geografia como ciência -, a proposta de criação em Portugal de um curso de engenharia geográfica.

Gago Coutinho foi o primeiro entre nós a destacar o papel do engenheiro geógrafo, considerando ser o mesmo “necessário à tarefa geográfica secular que temos diante de nós”.

O engenheiro geógrafo é, sobretudo, um especialista no domínio do posicionamento. A sua melhor qualidade técnica é a de saber onde se está com precisão infinitesimal.

Eis uma qualidade unanimemente reconhecida ao almirante Gago Coutinho: ele sempre soube onde estava e sempre soube qual era o seu destino.

Em Timor, em Moçambique, em Angola, em S. Tomé, efectuou levantamentos geodésicos e topográficos, fixou fronteiras. Com meios relativamente rudimentares, realizou prodígios de exactidão.

A sua primeira obra como engenheiro geógrafo, realizada em Timor nos últimos anos do século XIX, foi recentemente utilizada, com grande proveito, na demarcação da fronteira entre a República Democrática de Timor-Leste e a República da Indonésia.

Esta profunda ligação ao espaço de língua portuguesa, que marca o seu trajecto como militar e como cientista, foi também evidenciada na travessia do Atlântico Sul.

O inspirado voo, realizado no ano do centenário da independência do Brasil, avivou a fraternidade entre as pátrias irmãs, como o demonstra a triunfal recepção que os aeronautas aí tiveram.

Recordar hoje o almirante Gago Coutinho é, por isso, também homenagear a unidade do mundo que fala português.

Sendo bem verdade que, como comecei por referir, o legado do almirante Gago Coutinho ultrapassa em muito a memória da travessia aérea do Atlântico Sul, não é menos verdade que esse voo foi a expressão culminante da sabedoria e da inventiva de um grande homem de ciência.

O empreendimento, vencendo ares nunca dantes navegados, foi arrojado. Feitos de igual valia já tinham sido completados por outros pioneiros da aviação. Mas nunca se fora tão longe no voo científico.

No seu diário de bordo, Sacadura Cabral, descrevendo o momento mais dramático da travessia, deixou claro o verdadeiro móbil dos aeronautas portugueses: se a gasolina acabasse e se vissem forçados a pousar, ao acaso, no meio do oceano, “ficaria por demonstrar aquilo que pretendíamos provar, isto é, que a navegação aérea é susceptível da mesma precisão que a navegação marítima”.

Foi, portanto, uma demonstração científica que os levou a arriscar tudo, incluindo a própria vida, naquele voo entre a Cidade da Praia, em Cabo Verde, e os penedos de S. Pedro e S. Paulo. Aí, após mais de onze horas sem beneficiar de quaisquer referências à superfície, num avião pequeno e demasiado lento, com a gasolina a esgotar-se no tanque, tiveram de descobrir na imensidão do Atlântico um minúsculo penedo com duzentos metros de comprimento.

Os cálculos do imperturbável Gago Coutinho não podiam falhar, sob pena de tudo terminar ingloriamente. Como de costume, não falharam. Feito extraordinário no momento em que a aeronavegação dava os primeiros passos.

Como foi possível? “Nós não fomos heróis” - explicou Gago Coutinho, dando nota da sua proverbial simplicidade – “Usámos de manhas de geógrafos, que se orientam pelo Sol e pelas estrelas”.

Manhas, talvez. Mas o certo é que ninguém antes se lembrara de as usar. Tratava-se, afinal, de inovações científicas. Inovações que permitiram um passo de gigante na história da aviação.

A travessia foi realizada com certeza antecipada quanto ao rumo seguido. A navegação depende do conhecimento exacto da posição em cada momento e da direcção e distância ao ponto de destino. Pois ao longo do caminho, Gago Coutinho e Sacadura Cabral sempre souberam exactamente onde estavam e qual o rumo e a distância até ao objectivo que tinham traçado.

Gago Coutinho serviu-se de um sistema integrado de navegação aérea que criou e aperfeiçoou. Sistema composto pelo famoso sextante de horizonte artificial, a que gostava de chamar astrolábio de precisão.

Sistema que também incluía métodos inéditos de cálculo e de pré-cálculo de tal forma apurados que em três minutos – e isto sem computador e sem calculadora electrónica - permitiam ao navegador Gago Coutinho registar no Diário de Navegação o local preciso onde se encontravam.

Assim dotados, os aviadores chegaram com absoluta precisão ao seu destino. Deste modo, para além da aventura humana assistiu-se a um prodígio científico. O grande pioneiro da aviação, o brasileiro Santos Dumont, bem o disse: “… o raid de Coutinho e Sacadura foi matematicamente realizado”.

O almirante Gago Coutinho era um espírito positivo, racional e matemático. Acreditava no método científico que desenvolveu a tal ponto que nele confiou serenamente a sua vida e a do seu companheiro de viagem.

O homem de ciência que homenageamos ensinou-nos que, para termos confiança em nós, precisamos de saber onde estamos e para onde vamos. Eis a mais profunda lição do eminente engenheiro geógrafo que foi o almirante Gago Coutinho.

Presto homenagem à memória de um grande português.

 

08
Fev09

Lisboa - Ciência - A paleontologia e os fósseis ao virar da esquina

bomsensoamiguinhos

 

 

Diário de Notícias

07.02.09

 

 

A paleontologia

e os fósseis ao virar da esquina

 

 

FILOMENA NAVES

 

 

 

Fósseis. Lisboa está cheia deles. Nas calçadas, nas escadarias, nas fachadas dos edifícios, nos bancos antigos. O liós, a pedra branca que dá aquele toque de luz especial à cidade, tem a marca do Jurássico

Sinais do Jurássico na calçada lisboeta

Estão debaixo dos pés a cada passo, à altura dos olhos nas paredes da cidade, mas nem reparamos neles, quando passamos apressados. Os fósseis estão por todo o lado, em Lisboa, impressos na superfície do liós, a nobre pedra branca da região que serviu de material para a construção que, ao longos dos séculos, deu forma à cidade.

"São fósseis de organismos marinhos extintos há muitos milhões de anos e contam histórias de vida e de morte na calçada lisboeta e nas fachadas dos prédios antigos e históricos da capital", diz o geólogo e paleontólogo Carlos Marques da Silva, do departamento e Centro de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

Foi no seu trajecto habitual entre o seu gabinete, que nos anos 90 ainda era no edifício do Museu Nacional de História Natural, na Rua da Escola Politécnica, e o barco para Almada, no Cais do Sodré, que o professor e investigador de geologia e paleontologia começou a olhar para os fósseis, a cada passo. "A certa altura pensei que era engraçado mostrar aos lisboetas a cidade nesta perspectiva. Com o meu colega Mário Cachão começámos a fazer este passeio, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Ciências Naturais", explica Carlos Marques da Silva. A adesão foi grande. De tal forma que, a partir de 1998, os dois professores da FCUL passaram a fazer estes percursos de forma organizada, no âmbito da programação da Geologia no Verão, do Ciência Viva. E, desde então, continuam a fazê-lo.

"A filosofia desta paleontologia urbana é levar a montanha a Maomé", explica Carlos Marques da Silva. Ou seja, se os lisboetas não saem da cidade para desfrutar do que a geologia e a paleontologia têm para lhes oferecer fora de portas, então podem muito bem começar a olhar para a riqueza que têm, literalmente, debaixo dos pés, quando passeiam, por exemplo, na Baixa. Dessa forma, as pessoas passam a poder reconhecer também os fósseis que estão por todo lado, no pavimento dos passeios, nas escadarias das igrejas ou nas fachadas dos prédios antigos.

O DN fez esta "caminhada paleontológica" guiada por Carlos Marques da Silva, entre o Terreiro do Paço e o Rato, passando pela Rua do Arsenal, o Largo de São Paulo, Rua do Alecrim e, por aí acima, até ao Rato, ao longo da ruas D. Pedro V e da Escola Politécnica. Aprendem-se palavras novas, como os nomes dos fósseis rudistas, recua-se muito tempo, até há 150 milhões de anos, no Jurássico Superior, quando toda a região de Lisboa estava coberta por um mar tropical pouco profundo, cheio de pequenos organismos, como moluscos e bivalves, que já não existem há muito. Esse percurso, e o que fomos vendo, aqui fica. Venha daí.

♦♦♦

 

 

Fotos retiradas  de:

webpages.fc.ul.pt/~cmsilva/Paleourbana/Paleourbana.htm

 

Fósseis ao virar da esquina
Percurso urbano de interpretação paleontológica
 
 

 

 

 

 

 

 

18
Dez08

Portugal - Lisboa - Cultura - Património

bomsensoamiguinhos

SOL

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx

5a-feira, 18 Dezembro 2008
Património
 
Vinte e cinco séculos de história no Castelo S. Jorge
 
Vinte e cinco séculos de história no Castelo S. Jorge
 
 
O Castelo de São Jorge, em Lisboa, terá, a partir de sexta-feira, um núcleo museológico que dará a conhecer 25 séculos de história através de objectos descobertos em investigações arqueológicas naquele monumento
 

«O acervo tem a ver com as escavações que desde 1997 temos vindo a fazer por toda a área do castelo, que inclui a zona monumental e a zona da freguesia onde se fizeram numerosas intervenções arqueológicas», disse à agência Lusa a arqueóloga Ana Gomes.

 

O Núcleo Museológico do Castelo de São Jorge, que abre ao público na sexta-feira, faz parte do projecto de «Musealização da Praça Nova» do castelo da capital, que só estará concluído no primeiro trimestre de 2009, com assinatura do arquitecto Carrilho da Graça.

 

O núcleo, que tem projecto arquitectónico de Victor Mestre, é o resultado de mais de dez anos de escavações arqueológicas, numa parceria entre a autarquia de Lisboa, a EGEAC (Empresa municipal que gere os equipamentos culturais de Lisboa) e o IGESPAR.

 

Continua ... sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx

FONTE: Semanário SOL

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