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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

13
Out10

Prós e Contras com 3 ex-Presidentes da República

bomsensoamiguinhos

RTP

2010-10-11

 



http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/

RAMALHO EANES. MÁRIO SOARES. JORGE SAMPAIO.


A voz dos presidentes no momento crítico da vida do país.

O Prós e Contras entra na Universidade de Lisboa na comemoração do seu Centenário.

O Reitor António Nóvoa, o Concelho Geral, Alunos e Professores juntam-se ao maior debate da televisão portuguesa.

A Política.

A Sociedade.

A importância do Ensino Superior e da Investigação 
na formação de lideranças e cidadania.

por: Equipa Prós e Contras.


28
Mai10

Estudo do cérebro facilita compreensão das escolhas económicas - Investigação: Nova ciência

bomsensoamiguinhos

May 24, 2010 by Inovação & Marketing

Investigação:

Nova ciência de estudo do cérebro

facilita compreensão das escolhas económicas

 

Inovação, Marketing, Tecnologia, Empreendedorismo, Gestão, Portal, Blog

As decisões económicas são imprevisíveis porque a racionalidade é limitada, mas a neuroeconomia pode ajudar a compreender melhor o que está na base de determinados comportamentos e tendências, estudando os mecanismos cerebrais.
Esta ciência está ainda a dar os primeiros passos, mas pode vir a tornar-se uma ferramenta muito útil, defendeu o investigador e autor do livro “Neuroeconomia – Ensaio sobre a sociobiologia do comportamento”, José Eduardo Carvalho, em entrevista à Lusa.
Os estudos neuroeconómicos revelam o papel das emoções nas escolhas estratégicas e podem contribuir para ajustar os modelos económicos a uma nova realidade.
Recorrendo a áreas científicas como a cromotografia, a microeletrónica e a nanotecnologia, os neurocientistas dispõem de “um conjunto de instrumentos que permitem ver em tempo real como é que as pessoas reagem, em termos hormonais, se forem estimuladas”.
“O que as pessoas dizem nem sempre corresponde à realidade”, sublinhou o professor universitário. “Hoje, é possível ver isso e estes instrumentos podem optimizar a informação de que os economistas hoje dispõem”.
No entanto, a nova ciência está a ser mais aproveitada pelos “homens do marketing” do que pelos economistas.
A neurociência descobriu que há zonas do cérebro que são estimuladas quando uma pessoa é confrontada com um dado objecto, mas nem sempre funcionam de forma racional.
“A estimulação é visível numa determinada zona e depois há outra zona que faz a aferição do preço, por exemplo, mas se houver uma deficiência do funcionamento cerebral, essa zona não se “acende” e o indivíduo pode endividar-se para comprar um bem de que não necessita”.
A explicação para o sobreendividamento pode ter também a ver com outra descoberta: “Temos uma componente genética que nos pode fazer desenvolver uma certa propensão para o consumo, mas também há uma componente cultural, que resulta de uma aprendizagem e que se transmite através de gerações”, explicou o economista.
Os comportamentos económicos reflectem crenças e valores, salientou.
Ao contrário do que acontecia há décadas, em que os pobres se resignavam e não ambicionavam chegar a uma classe superior, hoje as pessoas com menores rendimentos “são constantemente estimuladas para o consumo, pelos anúncios e pelas telenovelas e vão interiorizando estes padrões”.
José Eduardo Carvalho defende que “as tradições e a política contribuem cada vez menos para a formação da identidade” e que esse papel tem vindo a ser assumido pelo consumo.

 

Fonte: Económico

 

♦ ♦ ♦

 

VER:

 

http://inovacaomarketing.com/

21
Mai10

Primeira Célula Artificial Viva

bomsensoamiguinhos

RTP

Saúde

Cientistas Norte-Americanos

Criam Primeira

Célula Artificial Viva

 

Cientistas americanos criaram a primeira célula artificial. A investigação genética demorou 15 anos e foi agora anunciada na revista Science.

O projecto de 16 milhões de euros foi liderado pelo cientista Craig Venter que há 10 anos obteve o mapa do genoma humano.

17
Mai10

Cancro da Mama - Portugueses descobrem mecanismo que pode combater reincidência

bomsensoamiguinhos

SIC

15-05-2010

10:24

Portugueses

Descobrem Mecanismo

que pode combater

Reincidência do Cancro da Mama

Uma equipa de investigadores liderada pelo açoriano André Albergaria descobriu o mecanismo que permite às células, em determinadas condições, reagir ao tratamento contra o cancro da mama, abrindo uma nova oportunidade para o combate à reincidência do tumor



A investigação, realizada no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) com base em análises a doentes do Hospital de Ponta Delgada, foi publicada na última edição da revista 'Human Molecular Genetics'.

Em causa está o facto de cerca de 25 por cento das mulheres com tumores da mama dependentes de estrogénio apresentarem reincidência da doença depois de cinco anos de tratamento com terapia endócrina.

O tratamento inicial permite reduzir o tumor, o que possibilita a sua extração ao fim de cerca de um ano, prosseguindo depois para evitar a reincidência, mas, em alguns casos, ele acaba por reincidir ao fim de alguns anos.

"Já não se trata do tumor primário, que foi extraído por cirurgia, mas um que aparece noutro local do corpo", salientou André Albergaria, em declarações à Lusa, frisando que foram estes casos de reincidência que originaram a investigação.

Os investigadores estavam intrigados com o que "leva as células do tumor, ao fim de cinco anos de tratamento, a começar outra vez a invadir o corpo e a criar metástases".

"A célula adapta-se ao tratamento, resiste à droga e cria novas vias de sobrevivência. O que nós descobrimos foi esse mecanismo de adaptação, essa capacidade de a célula reagir ao tratamento", afirmou.

O estudo envolveu a análise de cerca de duas centenas de casos, a maioria dos quais doentes do Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, nos Açores.

A investigação permitiu identificar o fármaco antiestrogénico que pode desencadear o mecanismo que ativa o gene denominado 'P-Caderina', que faz com que a célula se torne mais invasiva.

André Albergaria frisou, no entanto, que não estão em causa as terapias, que "são eficazes", salientando que "o fármaco em causa faz ativar genes muito importantes para combater o cancro".

Nesse sentido, os investigadores pretendem agora "identificar os efeitos secundários para conseguir controlar a doença". "Não podemos evitar que os genes sejam ativados, mas podemos atuar sobre eles", afirmou.

Por essa razão, o próximo passo da investigação pretende determinar "se a reincidência apenas depende deste gene e se, bloqueando este gene, a doença pode ser novamente controlada".

"Podemos abrir uma janela para uma nova fórmula de tratamento para doentes com terapia endócrina", afirmou o investigador.

(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

Lusa

03
Out09

ARDI - Fóssil de antepassado humano revelado

bomsensoamiguinhos

 

 

 

DN

02-10-2009

 

ARDI

 

 

Fóssil de antepassado humano revelado

 

 

Catalogação do esqueleto encontrado na Etiópia demorou 17 anos, mas esta pode ser a chave para compreender melhor a evolução humana.
 
Tem 4,4 milhões de anos, chama- -se Ardipithecus ramidus e pode ser mais um dos antepassados do homem, diz a equipa de investigadores da Universidade da Califórinia que estudou o fóssil na Etiópia.
 
Apesar de não estar directamente na linha evolutiva do homem, o Ardi ( nome dado ao esqueleto parcial de uma fêmea) oferece novas informações sobre a forma como a espécie humana evoluiu do antepassado que partilha com o chimpanzé, dizem os investigadores.
 
O fóssil do Ardipithecus ramidus foi encontrado pela primeira vez na Etiópia em 1992, mas foram precisos mais 17 anos para compreender a sua importância. A equipa internacional recolheu ossos importantes, como o crânio com dentes, braços, mãos, pélvis, pernas e pés. Também foram encontrados outros fragmentos de osso que pertencem a 36 indivíduos diferentes, incluindo jovens, machos e fêmeas.
 
"Demoramos muitos anos a limpar os ossos no Museu Nacional da Etiópia e depois a restaurar o esqueleto para as suas dimensões e forma original", diz Tim White, da Universidade da Califórnia, citado pela BBC, que demorou algum tempo a "comparar os fósseis com outro encontrados em África".
 
Algumas das características do animal são próprias do homem moderno (caminhava em dois pés) mas outras são encontradas no chimpanzé (tinha os pés chatos o que não lhe permitia percorrer longas distâncias).
 
"Este não é um fóssil qualquer. Não é um chimpanzé. Não é um humano. Mostra-nos como costumávamos ser", terminou.

 

 

 

 

02
Ago09

STRESS - Conclusão de Estudo de Portugueses Consta das Páginas da Conceituada Revista Science

bomsensoamiguinhos

 RTP

2009-07-31 14:08:59

 

 

A exposição crónica ao stress
influencia a tomada de decisões
 
 
 
 
Há uma conclusão portuguesa que hoje consta das páginas da conceituada revista Science.
  
Uma equipa do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde, da Universidade do Minho fez um estudo.
 
 

 

24
Jul09

Ciência - Abelhas esterilizam as suas colmeias que lhes garante imunidade

bomsensoamiguinhos

DN - Ciência

 

 

 

 
 
Abelhas
 
Esterilizam as suas Colmeias
 
 
Ao fundar uma nova colónia, as abelhas revestem a colmeia com uma resina que lhes garante imunidade a várias bactérias. A substância pode ter propriedades importantes para combater doenças nos seres humanos.
 
As abelhas não são os únicos insectos que revestem os seus domínios, mas até agora não fora questionada a hipótese desta resina contribuir para reforçar as defesas dos animais.
 
 
A substância tem o nome de própolis e é também usada pelas abelhas para alisar a superfície das colmeias, reparar brechas ou reduzir o tamanho das entradas, prevenindo intrusos de maiores dimensões.
 
Mas vários estudos têm demonstrado que esta espécie de resina pode ter propriedades benéficas para o combate de diversos vírus, bactérias e até células cancerígenas nos seres humanos.
 
Intrigados com a escolha de própolis para forrar as colmeias, investigadores da Universidade de Minnesota decidiram submeter as colónias de abelhas a um teste e prepararam duas colmeias, sendo que uma delas não era revestida com esta camada.
 
Segundo a BBC, ao fim de sete dias descobriram através de testes genéticos que as abelhas recém-nascidas na colmeia com própolis não tinham investido no seu sistema imunitário, por não haver necessidade, já que esta substância garante uma espécie de “imunidade social” a todos os membros da colónia. Resta agora perceber até que ponto o Homem poderá usufruir dos benefícios da própolis, composta por resinas vegetais modificadas pelas secreções das abelhas.
 
A equipa publicou os resultados do seu estudo na revista ‘Evolution’

 

21
Jul09

Ciência - Neurónios - Portugueses descobrem como surgem

bomsensoamiguinhos

DN - Ciência

 

Investigação
 
Portugueses
descobrem como surgem os
Neurónios
 
por Lusa
 
 
 
 
Investigadores portugueses identificaram os mecanismos moleculares envolvidos na geração de neurónios a partir de células estaminais embrionárias, abrindo caminho ao desenvolvimento de novos tratamentos de lesões do sistema nervoso ou de doenças degenerativas.
 
O trabalho - hoje publicado na revista científica norte-americana PLoS ONE - foi realizado por uma equipa da Unidade de Biologia do Desenvolvimento do c(IMM) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa a partir de células estaminais embrionárias de ratinho.
 
"Em vez de recorrer ao embrião em si, usámos um método in vitro que permite obter um grande número de células, ao longo de diferentes etapas, para tentar perceber o que acontece durante o desenvolvimento embrionário", disse Elsa Abranches, primeira autora do estudo.
 
A equipa traçou como objectivo "perceber ao que correspondem essas células no embrião em si, para tentar perceber quais os mecanismos que levam ao aparecimento de neurónios", acrescentou esta engenheira química doutorada em biotecnologia.
 
O estudo descreve, nomeadamente, a organização das células cultivadas in vitro nos grupos em roseta a partir das quais se desenvolvem os neurónios, da mesma forma que ocorre in vivo em animais vertebrados.

 

 

 

21
Jul09

Ciência - Reparação Cerebral Vence Prémio

bomsensoamiguinhos

DN - Ciência

por Lusa

 

 
 
Reparação cerebral vence prémio do MIT-Portugal
 
  
Reparação cerebral vence prémio do
MIT-Portugal
 
 
Uma investigação médica, realizada em Coimbra, que procura conhecer o funcionamento das células e contribuir para o desenvolvimento de novos fármacos que reparem cérebros doentes foi distinguida com um
 
 
Prémio do Programa MIT -- Portugal.
 
A plataforma científica, desenvolvida no Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra "acaba de vencer a competição das Bio-Innovation Teams (Bio-Teams)", promovida pelo Programa MIT -- Portugal, e foi o  terceiro prémio que obteve no espaço de um ano (dois nacionais e um internacional), revela uma nota de imprensa da instituição.
 
João Malva, da Faculdade de Medicina de Coimbra, adiantou à Agência Lusa que a investigação que coordena se desenrola há quatro anos no domínio da reparação cerebral, em torno das propriedades das células e na identificação de novos fármacos.
 
Segundo uma nota de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), o resultado da investigação encontra-se já protegido por cinco patentes internacionais.
 
Além da busca de novos fármacos que reparem as doenças no cérebro, o conhecimento do funcionamento das células, segundo o investigador, poderá vir a possibilitar a "educação das células imaturas" (estaminais) para gerarem neurónios que substituam os que se encontram danificados.
 
"Em resumo, a plataforma permite avaliar, em simultâneo, um gigantesco número e diversidade de células e obter a informação detalhada do comportamento de cada uma", explica o investigador.
 
Estas pesquisas de novas estratégias neuroprotectoras e de reparação cerebral, que João Malva classifica de "investigação pura", poderão ser úteis no tratamento de doenças neurogenerativas, como as doenças de Alzheimer ou de Parkinson.
 
"Explorando a capacidade do cérebro adulto, de gerar novas células do cérebro, esperamos que um dia a ciência consiga utilizar este potencial para curar doenças", conclui João Malva.

 

 

18
Jul09

Laboratório Ibérico de Nanotecnologia - Inauguração em Braga

bomsensoamiguinhos

RTP

 2009-07-17 13:20:32

 

 

Portugal e Espanha juntaram-se em Braga
na inauguração do Laboratório Ibérico de Nanotecnologia
 
 
 
 
O laboratório vai dedicar-se à investigação com prioridade à area da saude, e vai ser ter também um centro de ciência viva, que quer juntar alguns dos maiores cientistas do mundo nesta area. Na cerimónia de abertura estiveram o Presidente da República, o Rei de Espanha, José Sócrates e José Luis Zapatero.

 

  

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