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21
Jul11

Cimeira de Líderes da Zona EURO - Juros do empréstimo europeu a Portugal podem descer até à taxa de 3,5%

bomsensoamiguinhos

ECONÓMICO

 Quinta, 21 de Julho 11 

 

Reacção

Juros dos prazos mais curtos dos periféricos caem a pique

 

 

As ‘yields’ das obrigações de Portugal, da Grécia e da Irlanda estão em forte queda, com as novidades que estão a sair da cimeira do euro.

A cimeira de líderes da zona euro prepara-se para adoptar um corte dos juros sobre os empréstimos do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) concedidos à Grécia, à Irlanda e Portugal, que pode chegar a 3,5%, e aumentar a média das maturidades das ajudas de 7,5 para 15 anos.

Além disso, o FEEF vai poder comprar dívida no mercado secundário a título excepcional e com base numa avaliação do Banco Central Europeu (BCE).

As novidades sobre o plano para resolver a crise de dívida europeia, que constam do projecto de conclusões da cimeira extraordinária da zona euro, estão a provocar uma forte queda nos indicadores de risco de Portugal, da Grécia e da Irlanda.

O juro das obrigações do Tesouro (OT) gregas a dois anos, por exemplo, afunda mais de 400 pontos para 34,005%, depois de esta manhã ter superado os 40%, próximo de um recorde desde a entrada na zona euro. A taxa a cinco anos alivia mais de 100 pontos para 19,775%. Com uma descida menos acentuada, o juro das OT a dez anos recua 84 pontos para 16,492%.

Na mesma linha, a 'yield' dos títulos de dívida da Irlanda a um ano desce mais de 200 pontos para 12,277%, ao mesmo tempo que as taxas das maturidades a dois e três anos recuam mais de 160 pontos para 20,180% e 18,774%, respectivamente.

No caso de Portugal, os juros a dois e três anos perdem 150 pontos para 17,120% e 18,001%, respectivamente. Já a taxa da maturidade a dez anos recua apenas 27 pontos para 11,636%.

Risco de bancarrota afunda

O alívio da tensão sobre Portugal, Grécia e Irlanda é também visível nos preços dos CDS, que funcionam como uma espécie de seguro que os investidores pagam para se protegerem de um cenário de incumprimento por parte de um país.

No que toca à Grécia, o preço dos CDS sobre OT a cinco anos está hoje a diminuir 355 pontos base para 2.027 pontos. É a descida mais expressiva, segundo o monitor da Bloomberg que acompanha a actividade de 59 países.

No mesmo sentido, os preços dos CDS da Irlanda e de Portugal aliviam mais de 150 pontos base para 912 e 946 pontos, respectivamente.

29
Nov10

Krugman: "Os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro".

bomsensoamiguinhos

Económico com Lusa
29/11/10 16:20

 

 

 

Krugman

Grécia, Irlanda e Portugal são meras "tapas",

Espanha é o prato principal


 

"Os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro"

 

 

O Prémio Nobel da Economia diz que Portugal, Irlanda e Grécia não podem, por si só, provocar grandes estragos às perspectivas europeias


 

O economista, referindo-se à crise da dívida pública na zona euro, diz que a Espanha é "o prato principal", enquanto que os outros países (Grécia, Irlanda e Portugal) são meras "tapas".


Krugman refere também que as perspectivas de crescimento da economia espanhola são fracas nos próximos anos e diz que a ausência de cooperação económica se traduz "em incerteza" sobre o futuro das receitas fiscais no maior país da Península Ibérica.


Por isso o economista defende uma "desvalorização interna" dos preços e dos salários para que a economia espanhola recupere a competitividade, realçando ainda que a Espanha teria menos problemas se não tivesse aderido ao euro.


Na sua coluna de opinião no "The New York Times", o Nobel da Economia explica que, em boa parte, os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro, que levou o país à crise da dívida sem poder recorrer a uma desvalorização cambial da sua moeda.


"Deveria a Espanha abandonar o euro e regressar à sua própria moeda? Fá-lo-á? A resposta a ambas as questões é provavelmente não!", diz Krugman.


No entanto, o Nobel da Economia não deixa de alertar para o facto de, actualmente, a Espanha estar "prisioneira" do euro e não ter "nenhuma boa opção" em termos de política económica (desvalorização cambial da moeda) à sua disposição.


Deste modo, Krugman explica que não pode desvalorizar a sua moeda, como no caso dos Estados Unidos e o Reino Unido, a Espanha deve realizar uma "desvalorização interna", mediante o corte dos salários e dos preços.


No entanto, "uma desvalorização interna é uma matéria feia por uma razão: é lenta", adverte o economista, que explica tratar-se de um processo que requer normalmente vários anos de desemprego para baixar os salários, o que representa uma menor entrada de impostos nos cofres do Estado, enquanto que a dívida segue ao mesmo nível, piorando os problemas do sector privado.

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