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Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

Auxiliar de Memória de Acontecimentos do Mundo onde Vivemos

03
Mai10

DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

bomsensoamiguinhos

 

Declaração+Universal+II.gif (275×250)

 

Ao consultar o "site" da Comissão Nacional da UNESCO podemos ler que a liberdade de expressão é um "direito humano fundamental garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos" e que "Promover a liberdade de expressão implica promover a liberdade de imprensa, a independência e o pluralismo dos media, a democracia, a paz e a tolerância"

Comissão Nacional da UNESCO
Rua Latino Coelho 1,
Edifício Aviz - Bloco A1-10º
1050 - 132 Lisboa
tel: 213 566 310
fax: 213 566 319
cnu@unesco.pt

http://www.unesco.pt/cgi-bin/home.php

 

Da página

 

http://www.unesco.pt/cgi-bin/comunicacao/noticias/com_noticia.php?idn=25


retirei parte do artigo que

faz referência ao


Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

3 de Maio de 2010

 

"DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA
3 de Maio 2007


O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa constitui a ocasião para relembrar ao mundo quão importante é proteger o direito fundamental da pessoa humana que é a liberdade de expressão, direito este inscrito no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Tendo em conta que a violência para com os profissionais dos media é hoje uma das principais ameaças à liberdade de expressão, decidi consagrar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa 2007 ao tema da segurança dos jornalistas.

Ao longo dos últimos dez anos, assistimos a uma escalada dramática da violência para com os jornalistas, profissionais dos media e pessoal associado. Em muitos países do mundo, os profissionais dos media são perseguidos, agredidos, presos e mesmo assassinados. Segundo as organizações profissionais, 2006 foi o ano mais mortífero, com mais de 150 profissionais dos media mortos. Centenas foram capturados, ameaçados ou agredidos devido à sua profissão. Nunca foi tão perigoso ser jornalista.

...


Este dia representa também a ocasião para avaliar os progressos realizados em matéria de protecção da liberdade de imprensa. A UNESCO congratula-se com a recente resolução das Nações Unidas que condena os ataques perpetrados contra jornalistas, em período de conflito. Esta resolução representa uma vitória na campanha contra a impunidade e para aqueles que estão empenhados na protecção da independência e dos direitos dos trabalhadores dos media. Temos que aproveitar este momento para instaurar uma cultura da segurança no sector dos media.

A celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa dá-nos oportunidade para reflectirmos sobre os meios de difusão dos valores que respeitam o papel essencial que os media desempenham na promoção de uma paz duradoura, da democracia e do desenvolvimento. Prestemos homenagem aos profissionais dos media que perderam a vida e saudemos aqueles que nos fornecem a informação apesar dos riscos e dos perigos. Estejamos, antes de mais, bem conscientes de que existe uma ligação estreita entre a garantia da segurança dos jornalistas e o exercício das nossas próprias liberdades. Para podermos agir como cidadãos do mundo informados, é necessário que os media possam trabalhar livremente e com toda a segurança. "

 

http://www.unesco.pt/cgi-bin/comunicacao/noticias/com_noticia.php?idn=25

 


Ver:

 

Whats Human Rights?

Do you know what Human Rights are?


O que é Direitos Humanos?

Você sabe o que são Direitos Humanos?

 

 

"When human rights are not well known by people, abuses such as discrimination, intolerance, injustice, oppression and slavery can arise"

 

"Quando os direitos humanos não são bem conhecidos pelas pessoas, abusos como a discriminação, a intolerância, a injustiça, a opressão ea escravidão podem surgir"

 

 

 

Declaração Universal dos Direitos Humanos


 

Universal Declaration of Human Rights

On December 10, 1948, the General Assembly of the United Nations adopted and proclaimed the Universal Declaration of Human Rights, the full text of which appears in the following pages. Following this historic act, the Assembly called upon all Member countries to publicize the text of the Declaration and “to cause it to be disseminated, displayed, read and expounded principally in schools and other educational institutions, without distinction based on the political status of countries or territories.”


Em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou e proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o texto integral do que aparece nas páginas seguintes. Após este ato histórico, a Assembleia exortou todos os países-membros para divulgar o texto da Declaração e do "para fazer com que seja disseminado, mostrado, lido e exposto principalmente em escolas e outras instituições educacionais, sem distinção baseada no estatuto político dos países ou territórios. "

 

http://www.youthforhumanrights.org/introduction/udhr_full.html

 

http://www.digesto.gov.pt/comum/html/legis/dudh.html


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Bomsensoamiguinhos


Imagens retiradas da "net"

25
Abr09

Portugal - Cravos - 25 de Abril de 1974

bomsensoamiguinhos

 

 O 25 de Abril

 

 

 

 

♦♦♦

 

HISTÓRIA DOS CRAVOS DE ABRIL

 

 

25 DE ABRIL SEMPRE!

A flor que deu o nome à Revolução
«Um cravo oferece-se a qualquer pessoa»

Texto de Isabel Araújo Branco



Todos conhecem os cravos, poucos as mãos de onde saíram. A história mais divulgada sobre o aparecimento dos cravos no 25 de Abril foi protagonizada por Celeste Caeiro.

 

O cravo transformou-se num símbolo de Portugal para o mundo, a insígnia mais marcante do nosso país no século XX, juntando o regime fascista e a libertação revolucionária. Existem três versões sobre o aparecimento dos cravos no dia da Revolução, todas elas simultâneas, independentes e credíveis.


De acordo com a primeira, as flores surgiram devido a um casamento marcado para o dia 25 que não se pôde realizar por as conservatórias estarem fechadas. A segunda conta que uma empresa de exportação de flores tinha um carregamento de cravos para enviar para o estrangeiro, mas, com o aeroporto encerrado, as flores foram mandadas para o Rossio.


A terceira versão é a mais conhecida e apresenta-se com um rosto que conta a história na primeira pessoa. A protagonista é Celeste Martins Caeiro, hoje prestes a fazer 67 anos, reformada e militante do PCP há seis anos. Tudo foi fruto de coincidências, de «acasos felizes», como ela diz.

 

A história

 

Habituada a contar como tudo se passou, Celeste repete mais uma vez o que aconteceu na manhã do 25 de Abril. «Eu trabalhava num restaurante na Rua Braancamp. A casa fazia um ano nesse dia e os patrões queriam fazer uma festa. O gerente comprou flores para dar às senhoras, enquanto que aos cavalheiros se daria um porto. Nesse dia, quando chegámos, o patrão explicou que não ia abrir o restaurante, porque não sabia o que estava a acontecer, e disse-nos para levarmos as flores connosco. Chegámos ao armazém e vimos que eram cravos vermelhos e brancos. Cada um levou um molhe.»


De regresso a casa, Celeste apanhou o metro para o Rossio e dirigiu-se ao Chiado. Deparou-se de imediato com os tanques.

 

«Era um aparato! Quando vi aquilo... Bem, não há palavras. Sabia que alguma coisa se ia dar. E para bem, eu sentia que era alguma coisa para bem», diz.


«Cheguei ao pé do tanque e perguntei o que é que se passava. E um soldado respondeu-me:

 

"Nós vamos para o Carmo para deter o Marcelo Caetano. Isto é uma revolução!"

 

"Então, e já estão aqui há muito tempo?", perguntei eu.

 

"Estamos desde as duas ou três horas da manhã. A senhora não tem um cigarrinho?"

 

"Não, eu não fumo. Se tivesse alguma coisa aberta, comprava-vos qualquer coisa para comer, mas está tudo fechado. O que eu tenho são estes cravos. Se quiser tome, um cravo oferece-se a qualquer pessoa."

 

Ele aceitou e pôs o cravo no cano da espingarda. Depois dei a outro e a outro, até ao pé da Igreja dos Mártires. Foi lindo..


«Correu tudo muito bem», diz Celeste. «Tinha de correr, pois os cravos estavam nas espingardas e elas assim não podiam disparar...».

 

 

A cor vermelha


Se a iniciativa original de distribuir flores aos soldados não tinha um objectivo político consciente, cedo o ganhou. Os cravos transformaram-se de imediato numa palavra de ordem visual, numa expressão da vontade popular de tornar o movimento militar numa revolução pacífica, à semelhança do que havia acontecido noutros países como o Chile e a França.

 

«O facto de ocorrerem vários casos simultaneamente aumenta o valor do cravo ser um símbolo da ligação do povo aos soldados. É um sinal de identificação entre o movimento militar e as aspirações das pessoas. Só se dá cravos aos amigos», refere Aurélio Santos, dirigente do PCP.


A questão da cor vermelha foi inicialmente uma coincidência, mas «se fossem de outra cor, não tinha o mesmo significado», diz Aurélio Santos. «Certamente as pessoas foram procurar cravos vermelhos, porque queriam afirmar um movimento revolucionário e porque essa era a cor que correspondia aos seus sentimentos.»

«O vermelho acompanha todos os momentos da evolução revolucionária da humanidade, desde as lutas dos servos na Idade Média à Revolução Russa, passando pela Comuna de Paris. A bandeira vermelha apareceu sempre como um símbolo dos explorados e da luta pelo futuro», sublinha José Casanova, também dirigente do PCP.
A generalização dos cravos foi imediata ao ponto de no estrangeiro o 25 de Abril ser conhecido quase exclusivamente como a Revolução dos Cravos. A resposta a uma procura de cravos em 1974 muito superior à normal só pode ser explicada por um acaso como o impedimento de escoar flores para exportação, como conta uma das versões. 
«Entregar uma flor é sempre uma coisa muito bonita, mas entregar um cravo a um soldado com armas na mão para derrubar um regime fascista é ainda mais bonito», afirma Casanova.

http://www.pcp.pt/avante/1378/7803m4.

 

 

 

 

05
Fev09

Chip electrónico nos automóveis passa a ser obrigatório

bomsensoamiguinhos

 

SIC

 

Publicação: 05-02-2009 18:25

Última actualização: 05-02-2009 19:29

 

 

 

"Este dispositivo permite a detecção e identificação electrónica de todos os veículos para efeitos de cobrança electrónica de portagens em conformidade com o Serviço Electrónico Europeu de Portagem", lê-se no comunicado do Conselho de Ministro, que hoje aprovou o diploma.

Ainda segundo o decreto agora aprovado pelo Governo, será obrigatório instalar o Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) em todos os veículos:

 

 

 

 Chip electrónico nos automóveis

 

 

 

 

 

 

 

 

 Instalação de dispositivo em matrículas passa a ser obrigatória

 

 

 

 

O Governo aprovou hoje o decreto que estabelece a obrigatoriedade de instalação de um dispositivo electrónico de matrícula em todos os veículos motorizados, garantindo estar salvaguardada o "direito à privacidade" e a protecção dos dados pessoais. O Executivo adiantou, entretanto, que o chip vai ser gratuito nos primeiros seis meses.

 

  • automóveis
  • reboques;
  • motociclos;
  • e, triciclos autorizados a circular em auto-estradas ou vias equiparadas.

 ... 

 

Privacidade

Na nota é ainda sublinhado que "a salvaguarda do direito à privacidade dos proprietários e/ou condutores e a protecção dos respectivos dados pessoais não são postas em causa com este sistema, uma vez que o DEM apenas transmite um código e não qualquer elemento de identidade dos proprietários e/ou condutores"....

 

...

 

"Reserva de intimidade da vida privada"

No final de Agosto, quando promulgou o diploma que autorizava o Governo a legislar sobre esta matéria, o Presidente da República alertava precisamente para "dúvidas quanto à limitação à reserva de intimidade da vida privada dos cidadãos que o novo mecanismo de identificação e detecção electrónica de veículos suscita, e que não foram dissipadas durante o debate parlamentar".

...


Numa mensagem então publicada na página da Internet da Presidência da República, o chefe de Estado revelou ainda ter transmitido por escrito ao Governo a necessidade de o decreto-lei que resulte desta autorização legislativa conter "uma adequada densidade normativa e um conjunto de garantias substantivas".

 

 

...

 

Chip gratuito nos primeiros 6 meses

O dispositivo electrónico de matrícula vai ser gratuito nos primeiros seis meses.

Em comunicado, o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações refere que o chip será gratuito nos primeiros seis meses a partir da entrada em vigor da portaria regulamentar, mas não especifica o valor a aplicar após este período.

 

26
Jan09

Foi há 207 anos, sem computadores, estatísticas, análises de mercado, etc.etc.

bomsensoamiguinhos

 

 Foi há 207 anos,

sem computadores, estatísticas, análises de mercado, etc.etc. 
      


    
«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»


Thomas Jefferson, 1802

 

I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around [the banks] will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered. The issuing power should be taken from the banks and restored to the people, to whom it properly belongs.”

  

“their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered”…

 

” Written by Jefferson in a letter to the Secretary of the Treasury Albert Gallatin (1802).”…

 

www.geocities.com/northstarzone/FED.html

 

 

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