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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

“New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

 

Público

13.04.2011 - 12:36

Por Paulo Miguel Madeira

 

Artigo no “New York Times” alerta sobre riscos para as democracias

 

Pressão “injusta” dos mercados

obrigou Portugal

a pedir ajuda de que não precisava

 

 

 

 

Portugal não necessitaria de um resgate se não tivesse ficado sob uma pressão “injusta a arbitrária” dos mercados, afirma o sociólogo Robert M. Fishman, da Universidade de Notre Dame, nos EUA.

 

Esta ideia é defendida na coluna de opinião de Fishman desta semana no New York Times, onde diz também que o pedido de ajuda de Portugal à União Europeia e ao FMI deve ser visto como “um aviso às democracias em todo o lado”.

Robert M. Fishman, cuja actividade de investigação se dedica a tópicos como democracia e práticas democráticas ou as consequências da desigualdade, o pedido de ajuda de Portugal “não é na verdade por causa da dívida”.

Apesar de o país ter apresentado “um forte desempenho económico nos anos 1990 e estar a gerir a sua recuperação da recessão global melhor do que vários outros países na Europa”, ficou sob a pressão “injusta a arbitrária dos negociantes de obrigações, especuladores e analistas de crédito”, que “por vistas curtas ou razões ideológicas” conseguiram “fazer cair um governo eleito democraticamente e potencialmente atar as mãos do próximo”.

Fishman sublinha que a crise em Portugal é “completamente diferente” das vividas pela Grécia e pela Irlanda, e que as “instituições e políticas económicas” tinham “alcançado um sucesso notável” antes de o país ter sido “sujeito a ataques sucessivos dos negociantes de obrigações”.

Nota que a dívida pública é bastante inferior à italiana e que o défice orçamental foi inferior ao de várias outras economias europeias e avança duas hipóteses para o comportamento dos “mercados”: cepticismo ideológico dobre o modelo de economia mista (publica e privada) vigente até agora em Portugal e/ou falta de perspectiva histórica.

“Os fundamentalistas do mercado detestam as intervenções de tipo keynesiano em áreas da política de habitação em Portugal – que evitou uma bolha e preservou a disponibilidade de rendas urbanas de baixo custo – e o rendimento assistencial aos pobres”, diz ainda Fisherman no seu texto, intitulado “O resgate desnecessário a Portugal”.

Neste cenário, acusa as agências de notação de crédito (rating) de, ao “distorcerem as percepções do mercado sobre a estabilidade de Portugal”, terem “minado quer a sua recuperação económica, quer a sua liberdade política”.

E conclui que o destino de Portugal deve constituir “um claro aviso para outros países, incluindo os Estados Unidos”, pois é possível que o ano em curso marque o início de uma fase de “usurpação a democracia por mercados desregulados”, e em que as próximas vítimas potenciais são a Espanha, a Itália ou a Bélgica, num contexto em que os governos têm “deixado tudo aos caprichos dos mercados de obrigações e das agências de notação de crédito”.

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 17:03
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Fórum Económico Mundial - Soluções para a Crise da Dívida na Europa

SIC

26/01/2011

 

 

Fórum Económico Mundial arrancou em Davos com crise da moeda única na agenda

 

A reunião de 2011 do Fórum Económico Mundial arrancou hoje na estância de inverno suíça de Davos. É um local de reflexão sobre soluções para a crise da dívida na Europa, as guerras cambiais e o risco de convulsões sociais.

 

O Fórum de Davos teve hoje início com o debate das novas dinâmicas do poder na economia global, que, no entender da organização e dos participantes, está a deslocar-se para o Oriente e para os países do Sul.

"O que está a acontecer, na realidade, é um desacelerar do mundo Ocidental ao mesmo tempo que os mercados emergentes estão a crescer. É uma mudança completa nos equilíbrios de poder", disse Azim Premji, presidente da tecnológica indiana Wipro.

"Em dez anos, a economia dos países emergentes será igual ou um pouco maior que a economia dos Estados Unidos", acrescentou.

No mesmo painel, o mais alto funcionário chinês no Fundo Monetário Internacional, Zhu Min, defendeu que a recuperação económica mundial está a ser conduzida sobretudo pela China e pela Índia.

"Para os mercados emergentes, o crescimento é muito forte. A China ainda vai conseguir ter cerca de nove por cento, a Índia terá cerca de oito por cento", acrescentou Zhu, antigo vice-governador do banco central chinês.

Martin Sorrell, presidente executivo da WPP, o segundo maior grupo publicitário mundial, resumiu a posição do painel: "Não é só uma passagem de poder do Ocidente para o Oriente, mas também" do Ocidente para o hemisfério Sul.

"Esta é década da América Latina, com o Brasil a organizar o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. E, na Ásia, não é só a Índia e a China, mas também países como o Paquistão, o Bangladesh e a Tailândia".

Fórum arranca à sombra dos atentados de Moscovo

O presidente da Federação Russa, Dmitri Medvedev, afirmou hoje que os organizadores do atentado de segunda-feira no aeroporto de Moscovo pretendiam colocar a Rússia "de joelhos" e frustrar a sua pretensão de captar investimento estrangeiro direto. 

 

 

Mas, "calcularam mal" disse Medvedev ao fazer o discurso de abertura da reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça.

O Presidente russo disse aos líderes governamentais e empresariais reunidos na estância de inverno que o ataque "apenas reforça a vontade (da Rússia) de encontrar uma efetiva proteção internacional contra o terrorismo".

O ataque bombista no aeroporto Domodedovo, o maior dos três que servem a capital russa, matou 35 pessoas e feriu mais de 100 e levou os investidores estrangeiros a questionarem-se ao sublinhar os persistentes problemas de segurança na Federação Russa.

Medvedev enumerou razões pelas quais os investidores devem investir no maior pais do mundo, em termos de território, apesar de a economia se confrontar com corrupção e uma grande dependência do petróleo e dos recursos naturais.

"Estou convencido de que a democracia continuará a desenvolver-se, graças à modernização económica", considerou.

Medvedev admitiu que algumas das críticas da comunidade empresarial internacional feitas à Federação Russa eram "merecidas", enquanto outras eram mal dirigidas.

"Estamos dispostos a receber conselhos amigos, mas não precisamos de lições", acrescentou.

O encontro de Davos, com o tema "Normas Partilhadas para uma Nova Realidade", decorre entre 26 e 30 de janeiro.

 

 


 

Reunião em Davos

destaca importância dos países emergentes

para o crescimento global

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 04:51
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Vídeo: Como proteger as suas poupanças em época de crise

Jornal de Negócio

24 Maio 2010

20:28

 

Jornal de Negócios  Online
negocios@negocios.pt

 

 

 

Está preocupado com a crise financeira e o impacto nas suas contas pessoais?

 

 

Sabe como as proteger?


 

 

 

O programa "A Cor do Dinheiro" fala de poupanças seguras.

Veja aqui o vídeo

 

♦♦♦


 

Imagem de moedas de euro

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 21:01
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Preocupação de Cavaco Silva: "Defender os Interesses dos Portugueses"

 

 

O presidente da Republica fundamenta-se nos conhecimentos que tem em economia, da macroeconomia, do funcionamento dos mercados... para alertar para o facto da enorme dívida externa e para o elevado número de desempregados... empenhando-se em defender os interesses actuais e futuros dos portugueses...

 

Deu exemplos:

  • empreendedorismo na criação de empregos
  • empresas de produtos típicos locais como em Barrancos... o presunto... o porco de raça alentejana tão apreciada no estrangeiro...


"Isso aumenta as nossas exportações"


"reduz a nossa dívida externa"


"Não são só as Grandes Empresas"


"Não são só as Grandes Cidades"


" Cada parte do nosso País há-de ajudar a defender as dificuldades"


 

Bomsensoamiguinhos

 

RTP

2010-05-02 13:45:37
Política

Cavaco Silva Afirma que

a sua Preocupação

"é Defender

os Interesses dos Portugueses"

O Presidente da República está hoje em Barrancos onde inaugurou esta manhã um Parque Empresarial. Quanto à questão da eventual suspensão das grandes obras públicas, uma matéria que tem divido a presidência da República e o Governo, Cavaco Silva afirmou que a sua "preocupação é defender os interesses dos portugueses" e que a sua tarefa é "ajudar à recuperação económica do país"

Publicado por bomsensoamiguinhos às 18:00
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

G7 volta a apelar a estratégia global e reforço do sistema bancário

RTP

Domingo, 15 de Fevereiro 2009

 

 

G7
volta a apelar a estratégia global e
reforço do sistema bancário

 

 

 

Imagem da reunião de Roma, com o presidente do Banco Central Europeu em primeiro plano

Mario de Renzis/EPA

A reunião de Roma do G7 foi desenhada como uma etapa preparatória da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres

 

 

 

O G7 comprometeu-se no comunicado final da cimeira de Roma trabalhar em conjunto para apoiar o crescimento e o emprego e investir num reforço do sistema bancário mundial. O agravamento da crise mundial, responsável pela escalada do desemprego e reflexos proteccionistas, foi o ponto central da agenda dos ministros das Finanças dos sete países mais industrializados do Mundo, reunidos durante dois dias na capital italiana para definir linhas comuns de acção face à actual conjuntura.

 

"As economias desenvolvidas estão em forte recessão e não há sinais visíveis sobre a eventualidade de em 2009 poder vir melhorar", alertava na véspera Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI.

No final dos trabalhos, os responsáveis das Finanças dos países mais ricos fizeram eco das palavras do chefe do Fundo Monetário e voltaram a insistir na prossecução de uma estratégia global face à crise internacional.

Nesse sentido, a reunião de Roma do G7, desenhada como uma etapa preparatória antes da cimeira do G20, marcada para início de Abril em Londres, sublinhou a necessidade de um consenso no encontro que sentará à mesa os países ricos e as principais economias emergentes em busca das grandes linhas para reformar o sistema financeiro internacional.
 

 

Declaração final sublinha curva descendente em 2009
 

Com a promessa deixada no ar para uma estratégia conjunta de apoio ao crescimento, à criação de emprego e ao reforço do sistema bancário, a declaração final da reunião de Roma não esconde que a situação económica deverá continuar a desenhar-se numa linha descendente durante grande parte deste ano.

"A estabilização da economia global e dos mercados financeiros continua a ser a nossa mais alta prioridade", sublinha a declaração dos mais altos responsáveis das Finanças do G7, que acrescentam uma advertência para a tentação de cada país pôr em prática medidas proteccionistas que colocarão em perigo as economias dos países em desenvolvimento e levará, consequentemente, a que sejam as pessoas mais pobres os principais alvos da crise mundial.

Seria também nesse sentido que, na senda de um duro comunicado emitido pelo G7 no Outono, o grupo lançou um apelo à China para que permita a valorização da sua moeda de forma a amenizar os desequilíbrios comerciais internacionais.

Prioridade para o reforço do sistema bancário internacional

O comunicado desta reunião, que marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, apoia ainda os esforços de recapitalização dos bancos levado a cabo pelas autoridades britânicas e norte-americanas no sentido de reforçar o sistema bancário.

O G7 adverte também que deve ser encontrada uma forma de lidar com os activos tóxicos dos bancos, sem contudo indicar qualquer solução para o problema.

A criação de uma estrutura que pudesse absorver os activos tóxicos dos bancos seria "a solução mais simples entre as várias soluções técnicas" para o problema, afirmou Dominique Strauss-Kahn, director do FMI, depois de o fundo monetário ter definido como uma prioridade estas preocupações com o sistema bancário global.

"Deve explicar-se que é preciso voltar a pôr de pé um sector financeiro que funcione, não certamente para salvar os accionistas mas porque a economia moderna precisa de um sector financeiro que funcione", declarou Strauss-Kahn, para deixar um aviso: "Os bancos que não são viáveis deverão ser tomados por outros ou encerrados".

 

Paulo Alexandre Amaral, RTP
2009-02-14 17:36:41

 

 

Publicado por bomsensoamiguinhos às 08:00
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Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

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