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05
Jan09

Gaza: Manifestações em Todo o Mundo

bomsensoamiguinhos

 

 

 

 aeiou.expresso.pt/gaza:_ofensiva_israelita_provoca_manifestacoes_em_todo_o_mundo=f489916

 

 Actualidade

Gaza: Ofensiva israelita provoca manifestações em todo o mundo
 
A ofensiva terrestre de Israel na Faixa de Gaza provocou hoje reacções de preocupação e apelos ao cessar-fogo oriundos de todo o mundo, a par de manifestações populares em vários países.
 
Lusa
22:48 Domingo, 4 de Jan de 2009

 

A ofensiva terrestre das Forças de Defesa de Israel (IDF) na Faixa de Gaza provocou hoje reacções de preocupação e apelos ao cessar-fogo oriundos de todo o mundo, a par de manifestações populares em vários países.
 
Várias manifestações contra o ataque israelita tiveram lugar em Rabat (Marrocos), Tripoli (Líbia), Sidney e Melbourne (Austrália), Montreal (Canadá), Istambul (Turquia), Beirute (Líbano), Kerbala (Iraque) e Indonésia.
 
Em França, onde reside a maior comunidade judaica da Europa, vários milhares de pessoas manifestaram-se hoje para mostrar o seu apoio à "acção de autodefesa de Israel" contra o Hamas, grupo islamista que controla Gaza. Entretanto, vários governos mundiais apelaram a um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
 
Os Estados Unidos, que são aliados indefectíveis de Israel, pediram um "cessar-fogo duradouro", mas frisando que isso não deve significar um regresso ao 'status quo' anterior à ofensiva das IDF, quando Israel era constantemente alvo de ataques de 'rockets' enviados pelo Hamas.
 
Também o Canadá apelou a um cessar-fogo "viável e duradouro", que deve começar pelo fim do lançamento de 'rockets' sobre Israel por parte do Hamas.
 
A delegação europeia liderada pelo chefe da diplomacia checa Karel Schwarzenberg, que partiu hoje para o Médio Oriente, apelou também à cessação das hostilidades. "Vamos trabalhar por um cessar-fogo", assegurou a comissária europeia para os Assuntos Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, que integra a missão europeia, antes da partida para o Médio Oriente.
 
O Papa Bento XVI apelou também a uma acção imediata para pôr fim à actual "situação trágica", ao passo que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, exigiu o fim imediato da ofensiva israelita.
 
Por sua vez, a França, cujo presidente, Nicolas Sarkozy, parte segunda-feira para a região, condenou a ofensiva terrestre israelita, bem como a continuação do lançamento de 'rockets' pelo Hamas.
 
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, considerou o actual momento "muito perigoso" e afirmou que é necessário "trabalhar ainda mais para um cessar-fogo imediato".
 
A Alemanha, por seu turno, defendeu um cessar-fogo que garanta "a segurança a longo prazo de Israel", nomeadamente pondo fim aos ataques do Hamas.
 
A Dinamarca, que reconhece o direito de Israel a defender-se contra os ataques do Hamas, lamentou o uso de "uma força destruidora e exagerada", bem como a Islândia, que reclamou o envio de uma força de manutenção de paz para a região.
 
A Espanha exortou Israel a pôr fim à ofensiva terrestre, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros, Miguel Angel Moratinos, apelou à comunidade internacional para "não ficar de braços cruzados".
 
O chefe de governo da Holanda, Jan Peter Balkenende, afirmou por sua vez que "condenar Israel não leva a nada, porque há dois lados nesta questão". "Enquanto os ataques com 'rockets' continuarem, os israelitas dirão sempre: "não podemos aceitar isto". E eu compreendo-os", afirmou Balkenende, citado pela agência AFP.
 
A Rússia, que faz parte do Quarteto para o Médio Oriente, mostrou-se "extremamente preocupada" e enviou hoje um emissário para a região, para mediar um cessar-fogo.
 
O governo português apelou também a um cessar-fogo entre as duas partes em conflito. "Portugal apela uma vez mais à contenção de ambas as partes, considerando imperioso o estabelecimento de um cessar-fogo que ponha fim ao conflito e ao agravamento da situação humanitária", refere um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
 
Os países muçulmanos foram os mais duros nas posições assumidas em relação a Israel, na linha do que tem sido habitual nas últimas décadas.
 
O Egipto condenou "nos termos mais fortes" a entrada de forças terrestres israelitas em Gaza, propondo a abertura de corredores humanitários para acudir à população civil.
 
Também o Koweit exigiu o fim dos "crimes e massacres" israelitas em Gaza, enquanto o rei Abdallah II da Jordânia pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para "fazer cessar a agressão (...) e pôr fim à crise humanitária em Gaza".
 

 

 

05
Jan09

Gaza:Acontecimentos Desde o Início da Operação Militar Israelita

bomsensoamiguinhos

Notícias Sapo

noticias.sapo.pt/info/artigo/906828.html

 Página gerada às 02:11h, segunda-feira 05 de Janeir

 

 Gaza:
Os acontecimentos desde o início da operação militar israelita
 
05 de Janeiro de 2009, 00:07
 

Os acontecimentos desde o início da ofensiva lançada por Israel na Faixa de Gaza, que fez mais de 400 mortos palestinianos, entre eles pelo menos 25% civis, segundo a ONU, e cerca de 2000 feridos.

SÁBADO 27 DEZEMBRO

  • Israel lança ofensiva aérea contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos tiros de foguetes do Hamas (operação "chumbo grosso", de amplitude sem precedente nos Territórios palestinos desde 1967).
  • O Egipto abre o terminal de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza, para acolher os palestinos feridos.
  • O chefe do Hamas no exílio, Khaled Mechaal, apela a uma terceira intifada, a revolta.
  • Pelo menos 230 palestinos são mortos, na maioria policias do Hamas (fontes hospitalares palestinas).
  • Apelos internacionais ao fim dos bombardeios e aos lançamentos de foguetes.

DOMINGO 28

  • Sinal verde de Israel para a mobilização de 6500 reservistas. O exército posiciona blindados na fronteira com Gaza.
  • Israel bombardeia 40 túneis usados para o contrabando de armas na fronteira entre Egipto e Gaza.
  • O Egito volta a fechar Rafah depois que palestinianos tentaram forçar a passagem. Um guarda de fronteira egípcio foi morto por tiros provenientes de Gaza. O terminal seguirá aberto ou a fechado, alternativamente.
  • Manifestações na Europa, nos países árabes e na Cisjordânia, contra os bombardeamentos.
  • "A agressão israelita" não permite o prosseguimento das negociações com Israel (Síria).

SEGUNDA-FEIRA 29

  • Israel, comprometido numa "guerra sem cartel" contra o Hamas, decreta o sector de fronteira do território palestino "zona militar fechada".
  • Um quarto israelita é morto por tiros de foguete disparados por palestinianos.

TERÇA-FEIRA 30

  • As forças terrestres israelitas dispõem-se a agir em Gaza (exército).
  • As operações em curso representam "a primeira fase entre várias outras já aprovadas pelo gabinete de segurança" (Israel). Sinal verde para a mobilização de um novo contingente de 2500 reservistas.

QUARTA-FEIRA 31

  • Prosseguimento dos bombardeamentos israelitas. Alguns tiros de foguetes palestinianos atingem até 40 km.
  • 106 camiões de ajuda humanitária internacional transitam de Israel em direcção a Gaza (fonte: Israel).
  • Israel rejeita as propostas de trégua da UE e do Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, UE, Rússia, ONU) e afirma que vai prosseguir as operações.
  • A Liga árabe faz um apelo à reconciliação dos palestinianos.

QUINTA-FEIRA 1 JANEIRO

  • O exército israelita anuncia ter enquadrado 30 alvos do Hamas, entre eles "ministérios", um prédio do Parlamento, túneis de contrabando e oficinas "de fabricação de foguetes".
  • Um dos principais líderes do Hamas, Nizar Rayan, é morto num bombardeamento israelita.
  • Mais de 40 foguetes são atirados de Gaza contra o sul de Israel atingindo principalmente Ashdod e Beersheva.
  • O primeiro-ministro israelita Ehud Olmert afirma não querer uma "guerra longa".
  • O Hamas desmente ter aceite "sob condições" as propostas de trégua da UE.
  • A chefe da diplomacia israelita Tzipi Livni vai a Paris para se encontrar com o presidente francês Nicolas Sarkozy que, por sua vez, deve realizar uma visita pelo Médio Oriente.

SEXTA-FEIRA, 2 JANEIRO

  • "Dia de ira": milhares de palestinianos manifestam-se na Cisjordânia e em Jerusalém, onde os confrontos opõem manifestantes às forças da ordem israelitas.

SÁBADO, 3 JANEIRO

  • Israel lança uma ofensiva terrestre contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos lançamentos de foguetes. A ofensiva israelita custou, até aqui, a vida de pelo menos 460 palestinianos, entre eles 75 crianças e 21 mulheres, e feriu 2350, segundo fontes médicas palestinianas.
  • O Hamas ameaça sequestrar soldados israelitas em caso de ofensiva terrestre de Israel.
  • À noite, o exército israelita anuncia que um "número importante de forças" israelitas participam da "segunda fase" da operação, que começou com a entrada de tropas no interior do território palestino. A ofensiva terrestre está prevista para durar "vários dias". O Hamas ameaça transformar o território palestino em "cemitério" para o exército israelita.

DOMINGO, 4 JANEIRO

  • Tropas israelitas, apoiadas pela artilharia e bombardeamentos, avançam em profundidade em vários sectores de Gaza. Os tanques tomam controlo de vários eixos estratégicos e entram em conflito directo com combatentes do Hamas.
  • 63 palestinianos são mortos, elevando a 512 o número de mortos neste território desde 27 de Dezembro.
  • Um primeiro balanço oficial israelita anuncia um soldado morto e 30 feridos.
  • Manifestações contra a ofensiva israelita e apelos ao cessar-fogo multiplicam-se no mundo.
SAPO/AFP

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