Outubro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
31

ARQUIVO

PESQUISAR NO BLOG:

 

POST RECENTES

Crise portuguesa / Consel...

Próximo governo terá pela...

Assalariados e pensionist...

Plano Inclinado: Programa...

José Sócrates Contra o Ne...

LINKS

PESQUISAR NO BLOG:

 

Outubro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
31
Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Crise portuguesa / Conselho Europeu / Passos Coelho

 

 

SIC

 

 

Pedro Passos Coelho em entrevista à SIC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RTP

Crise portuguesa abala Conselho Europeu

 

Já é indesmentível que a crise política em Portugal abalou o Conselho Europeu que está a decorrer em Bruxelas. Mas os líderes dos 27 ficaram mais tranquilos perante o compromisso assumido por José Sócrates e Pedro Passos Coelho de que as metas do défice são mesmo para cumprir.

 

 

 

 

 

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Crise-portuguesa-abala-Conselho-Europeu.rtp&headline=20&visual=9&article=427536&tm=7

 

 

 

 SIC

 

José Sócrates reafirma que Portugal não precisa de ajuda

 

O primeiro-ministro José Sócrates reafirmou esta manhã em Bruxelas que Portugal não precisa de ajuda externa. O editor de economia da RTP, Paulo Ferreira, considera, no entanto, que o nosso país pode ser obrigado a pedir ajuda já nos próximos dias. 

2011-03-25

 

 

 

 

 http://ww1.rtp.pt/noticias/?t=Jose-Socrates-reafirma-que-Portugal-nao-precisa-de-ajuda.rtp&headline=20&visual=9&article=427546&tm=6

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Próximo governo terá pela frente uma pesada herança

 

 

 

 

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:55
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Assalariados e pensionistas vão pagar a conta

Público

 

Assalariados e pensionistas vão pagar a conta

Quinze anos de combate a sério à evasão fiscal tornariam PEC "evitável"

13.10.2010 - 08:19 Por João Ramos de Almeida

 

 

<p>Vários estudos passaram pelas Finanças sem aplicação prática</p>
Vários estudos passaram pelas Finanças sem aplicação prática

(Pedro Cunha)

 

 

Os números oficiais mostram que o Programa e Estabilidade e Crescimento (PEC) anunciado está mal repartido entre grupos sociais.

 

 

O investidor Joe Berardo já assumiu que não será tocado. Os cortes nos benefícios fiscais (BF) das empresas pouco contribuem. Pouco se sabe ainda sobre o imposto sobre a banca. 

Muito do desequilíbrio advém da urgência. O Governo - sob pressão externa - cortou na massa de contribuintes. Mas será possível encontrar outras fontes de receita que evitassem os cortes nos grandes montantes orçamentais da função pública, das despesas sociais e dos impostos indirectos que recaem sobre toda a população? 

A resposta é afirmativa. Os dados da DGCI mostram que a evasão e fraude fiscal esconde elevados montantes por tributar e que os sucessivos governos perderam década e meia para combatê-las. Cortar os meios de fuga poderia ter evitado grande parte do PEC anunciado, caso tivesse havido vontade para avançar por aí. 

Tributação do património

Em Abril de 1999, António Guterres incumbiu Medina Carreira de apresentar uma reforma da tributação do património, mobiliário e imobiliário. Mas Guterres recuou e apenas aceitou a tributação dos prédios urbanos. Mas nem isso avançou.

 

Em 2003, o Governo PSD aprovou a reavaliação apenas dos imóveis urbanos vendidos. Os 11 milhões de prédios rústicos ficaram de fora e até agora apenas uma parte dos 6 milhões de imóveis urbanos foi reavaliada. A actualização das matrizes prediais não foi feita e não será cumprida a meta de 2013. O Governo está contra tributar as grandes fortunas. Mas por pressão do PP, um Governo PS acabou com o imposto sucessório e substituiu-o por imposto de selo. Resultado: grande parte da riqueza não é tributada.

IRS mantém concentração

Em 1996, os rendimentos dos assalariados e pensionistas pagavam 86 por cento da receita do IRS. Os independentes, os agrícolas, industriais, comerciantes, donos de prédios, de capitais e mais-valias pagavam os restantes 14 por cento. Em 2008, a concentração agravou-se: os assalariados e pensionistas já pagam 92 por cento de todo o IRS. Apenas este ano se aceitou tributar as mais-valias mobiliárias. Resultado: todo o rendimento além dos salários e pensões consegue facilmente fugir à tributação.

IRC esburacado pela evasão

Em 1994, só um terço das 200 mil sociedades pagava IRC. Em 2007, apenas 36 por cento das 379 mil empresas declararam actividade para pagar IRC. Mas cerca de 15 por cento pagaram o famoso pagamento especial por conta. Ou seja, mesmo com o pagamento especial, metade das empresas nada pagou. Em 1994, metade da receita de IRC foi paga por 123 empresas e, em 1995, quase 96 por cento das 200 mil sociedades (até 500 mil contos de facturação) pagaram 17 por cento da receita de IRC. Mas em 2007, os mesmos 96 por cento das empresas (até 2,5 milhões de euros de proveitos) pagaram 21 por cento da receita do IRC. Cresce o número de empresas com prejuízos, repercutindo-se nos lucros futuros. Entre 1989 e 1996, foram 35 mil milhões de euros de prejuízos fiscais (78 por cento do lucro tributável). De 1997 a 2002, mais 52,9 mil milhões (56 por cento do lucro tributável). E só nos cinco anos de 2003 a 2007 somaram 44 mil milhões (37 por cento do lucro tributável). Só este ano o Parlamento reduziu de 6 para 4 anos o número de exercícios em que se pode abater aos resultados. Resultado: um universo significativo das empresas não paga imposto, mas continua a existir.

Sinais exteriores de riqueza

Após dez anos de aplicação da Lei 30-G que penaliza as manifestações de fortuna, o Fisco continua sem acesso directo à informação que permite aplicá-la. A IGF criticou o Governo por nunca ter estabelecido a ligação directa entre o Fisco e as conservatórias do registo predial e do automóvel. O controlo dos barcos e aviões particulares é defeituoso. A própria lei dificulta a cobrança e o Fisco não fiscaliza - por ordem superior - barcos ou aeronaves. Resultado: nem as fortunas manifestadas no consumo são acompanhadas.

Métodos indiciários

Se a empresa omite facturação, o Fisco pode estimar a actividade por métodos indirectos, através dos "indicadores objectivos de base técnico-científica". Foram sugeridos pela comissão Silva Lopes em 1996, à semelhança de outros países. Estão na Lei Geral Tributária desde 1998, mas nunca foram aplicados, por pressão dos empresários. PS e PSD foram hesitando e adiando. O actual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, admitiu que o OE de 2011 trará novidades. Resultado: elevados rendimentos não foram tributados por falta de métodos de tributação. 

Benefícios fiscais

Sousa Franco, ex-ministro das Finanças de Guterres, criticou os governos por cederem à pressão dos lobbies nos BF. Passados 15 anos, os dirigentes do Fisco queixam-se do desvirtuamento dos BF, sem que a lei mude. A própria IGF tem feito auditorias e concluiu que os BF e isenções fiscais (SGPS, por exemplo) são usados apenas por grupos económicos (em 2007, os fundos de investimento movimentaram 39 mil milhões de euros e pagaram de imposto 242 milhões de euros). As medidas de combate ao planeamento fiscal agressivo de 2007 foram frouxas, o Governo cedeu às pressões e Sérgio Vasques afirma-se insatisfeito. Resultado: milhares de milhões de euros conseguem evitar a tributação.

Sigilo bancário e fiscal

Dois tabus que unem os partidos à direita e as associações empresariais, mas que não existem em países como a Suécia. Os governos foram lentamente evoluindo. Desde ser contra, em 1995 - o ministro Sousa Franco foi o autor do sigilo bancário na década de 70 quando o jornal O diário divulgou as dívidas bancárias de Sá Carneiro -, até hoje, em que está previsto um mecanismo de acesso a saldos bancários de todos os contribuintes. No sigilo fiscal, a posição evoluiu de um "não" até se aceitar a divulgação das dívidas fiscais de quem já ultrapassou todas as fases de execução fiscal. Resultado: a evasão fiscal beneficia do sigilo.

 

 

http://economia.publico.pt/Noticia/quinze-anos-de-combate-a-serio-a-evasao-fiscal-tornariam-pec-evitavel_1460724

 

 

 


 

Artigos com interesse

 

FMI, Capítulo 4,

Transmissão da crise financeira dos países riscos para os emergentes

(em inglês, pdf)

http://static.publico.clix.pt/docs/economia/fmic4.pdf

 

FMI, Capítulo 3,

Crise e Recuperação

(em inglês, pdf)

http://static.publico.clix.pt/docs/economia/fmic3.pdf

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 22:33
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Sábado, 18 de Setembro de 2010

Plano Inclinado: Programa de Estabilidade e Crescimento

 

 



 

 

Programa de Estabilidade e Crescimento

 

 

 

Mário Crespo, Medina Carreria e João Duque convidam o Prof. Silva Lopes

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:20
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

José Sócrates Contra o Negativismo / Boletim Económico - Verão 2010

Jornal de Negócios

 

 

 

Sócrates
"A economia portuguesa
foi a que melhor resistiu à crise.

Basta olhar para os números"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro-ministro exultou a revisão em alta do crescimento económico de 0,4% para 0,9% em 2010 por parte do Banco de Portugal, mas desvalorizou o alerta do supervisor em relação ao efeito recessivo que as medidas do PEC podem ter em 2011.


A comunicação social foi a principal visada pelas críticas de José Sócrates por só falar do que se vai passar em 2011 e nada dizer das boas notícias para 2010. O primeiro-ministro deixa mais uma vez como conselho olhar para os números.

A economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise. Basta olhar para os números”, sublinhou.

Sócrates apelidou ainda de ideia “infantil e politiqueira” os que dizem que só Portugal enfrenta uma crise profunda.

 


 

 

 

Boletim Económico - Verão 2010

 

Texto de Política e Situação Económica | Verão 2010

http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Paginas/BoletimEconomico.aspx

 

 

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2010-2011

Projeções para a Economia Portuguesa: 2010-2011
pdf 951 Kb

 

 


DN Economia

Hoje

PREVISÃO

Portugal ameaçado por nova recessão em 2011

Boletim de Verão do Banco de Portugal diz que há mais de 50% de hipótese de o País registar um crescimento negativo

 

 

Há uma hipótese superior a 50% de Portugal voltar a entrar em recessão já em 2011. É esta uma das principais conclusões do Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal (BdP), ontem divulgado, e que revê em baixa a evolução económica do País para 2011, admitindo mesmo um cenário de crescimento negativo. Segundo o documento, as expectativas de crescimento do PIB para o próximo ano fixam-se nos 0,2%, contra os 0,8% avançados pela instituição, agora presidida por Carlos Costa, no Boletim anterior.

 

"Uma variação negativa do PIB em 2010 tem uma probabilidade inferior a 15%, mas sobe para um valor acima de 50% em 2011", pode ler-se no Boletim do BdP, que assinala que há 63% de "probabilidade de o crescimento do PIB ficar abaixo das actuais projecções. Apesar do cenário negro traçado para o próximo ano, o BdP reviu em alta as previsões de crescimento para este ano, de 0,7 para 0,9%.

 

Segundo o Boletim de Verão, o aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA deverá aumentar a inflação em 0,4% em 2010 e 2011. "Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais", esclarece o banco central no primeiro estudo emitido sob a liderança de Carlos Costa. As contas da instituição central apontam para que, em 2011, a maioria das variáveis do PIB analisadas esteja em terrenos negativos: o consumo deve cair (-0,9%), assim como investimento (-1,6%). Já as exportações deverão crescer, mas ainda assim irão perder força face às estimativas adiantadas para 2010, avançando apenas 3,7% em 2011, reflectindo um arrefecimento generalizado da procura externa relevante dirigida ao País.

 

No documento, o Banco de Portugal adianta ainda que o rendimento disponível real das famílias deverá cair 1,3% já este ano e abrandar para 0,8% em 2011. Isto após se ter verificado um aumento de 1,9% no ano passado. De acordo com a instituição, esta queda do rendimento disponível real deverá ser provocada por um "ajustamento dos salários reais às condições adversas no mercado de trabalho".

 

 


 

OJE

ECONOMIA

12/07/10, 15:04
OJE/Lusa

 

 

Primeiro boletim económico de Carlos Costa

sai na terça-feira

 

 

O Banco de Portugal divulga esta terça-feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois de o Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

No último boletim económico o ex-governador e agora vice-presidente do Banco Central Europeu reviu em baixa as perspectivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.

 

 

As estimativas do banco em Março apontavam para um crescimento de 0,4% este ano e de 0,8% no próximo.


Esta revisão vinha em linha com as declarações de Vítor Constâncio, por ocasião da divulgação do Boletim Económico de Inverno, em que admitiu uma revisão em baixa do crescimento em 2010 para perto de metade dessa previsão.


No Relatório de Orientação da Política Orçamental (ROPO) o Governo manteve a sua previsão de crescimento de 0,7% em 2010, mas reviu em baixa a previsão para 2011, de 0,9 para 0,5%.


O Boletim Económico de Verão que será apresentado esta terça-feira fica ainda marcado por ser o primeiro sob a liderança de Carlos Costa, que tomou posse como governador do banco central no dia 7 de Junho.


O documento, além de revelar as projecções detalhadas para este ano e para o próximo, contém também textos de política e situação económica. Vítor Constâncio recordou antes de sair de governador, mas já com a confirmação do seu novo posto, que quando voltou ao banco, em 2000, teceu duras críticas à política orçamental do Governo da altura, que considerou demasiado expansionista, no último boletim do ano.


As projecções entre as diferentes organizações têm ficado marcadas por um maior contraste no que diz respeito aos números apontados a 2010, sendo mais semelhantes nos respeitantes ao próximo ano.


Para 2010 o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 0,3%, já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) projecta um crescimento de 1%, e a Comissão Europeia de 0,5%.


Para 2011 a variação nas projecções é menor: FMI prevê um crescimento de 0,7%, igual à da Comissão Europeia, e a OCDE de 0,8%.

 

 


Visão

Lusa - Esta notícia foi escrita
nos termos do Acordo Ortográfico
14:04 Segunda feira,
12 de Jul de 2010

 

 

Banco de Portugal: Primeiro boletim económico de Carlos Costa publicado terça feira

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.

 

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- O Banco de Portugal divulga na terça feira o Boletim Económico de Verão, o primeiro com Carlos Costa ao leme da instituição, semana e meia depois do Governo ter revisto em baixa o desempenho da economia em 2011.


No último boletim económico, o ex governador e agora vice presidente do Banco Central Europeu, reviu em baixa as perspetivas da instituição para o desempenho da economia portuguesa em 2010, apresentando um cenário mais negativo que o estimado pelo Governo no Programa de Estabilidade e Crescimento, cujos números no ROPO, relativos a 2010, se mantiveram.


As estimativas do banco em março apontavam para um crescimento de 0,4 por cento este ano e de 0,8 por cento no próximo.

 


 

Exame Expresso

Lusa

9:35 Segunda feira,

7 de Junho de 2010

Carlos Costa assume Banco de Portugal

Economista Carlos Costa deixa a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento para suceder a Vítor Constâncio no cargo de governador do  Banco de Portugal.

 

Carlos Costa sucede a Vítor Constâncio

na liderança do banco de Portugal

Alberto Frias

 

Carlos Costa é hoje indigitado como novo governador do Banco de Portugal pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sucedendo a Vítor Constâncio na liderança do supervisor. A cerimónia de tomada de posse já decorre no salão nobre do Ministério das Finanças.

 

O economista Carlos Costa, que saiu da vice-presidência do Banco Europeu de Investimento onde estava desde outubro de 2006, foi nomeado pelo Governo a 23 de abril para suceder a Vítor Constâncio, que deixou a liderança do Banco de Portugal, depois de 10 anos em funções, para assumir por sua vez a vice-presidência do Banco Central Europeu.

 

Carlos Costa, 60 anos, licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto em 1973, tem uma vasta experiência no setor bancário e na integração de Portugal na Comunidade Europeia.

 

Foi também membro do conselho de administração e diretor executivo da Caixa Geral de Depósitos entre 2004 e 2006 e ocupou idêntico cargo no Banco Nacional Ultramarino (BNU) e no Banco Caixa Geral (Espanha).

:
Publicado por bomsensoamiguinhos às 23:40
Acesso ao Link do post | COMENTE ESTE POST OU SOBRE ESTE TEMA... | Adicionar aos favoritos

Contagem a partir do dia 17 de Dez de 2008

------------------------------

Deixe a Sua Sugestão...Opinião...Mensagem... ! :-)

Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

ENVIE AS SUAS SUGESTÕES: Bomsensoamiguinhos@sapo.pt

PENSAMENTO DO MOMENTO Anilady

Mercados Financeiros: Esp...

Pensamento - Investir na ...

Foi com Surpresa e Enorme...

Bomsenso - Crise Naciona...

O que é a Ética?

Bomsenso - Ética e Mentir...

Bomsenso - GUERRA - GAZA ...

Bomsenso - Dívida Externa...

TAGS

portugal(252)

actualidade(125)

2010(105)

crise(93)

2009(71)

crise económica(66)

pensamento(65)

economia(61)

portugueses(60)

vídeo(54)

cultura(53)

lisboa(52)

história(50)

crise financeira(49)

ciência(48)

2011(46)

videos(44)

portugal-bem(43)

português(43)

presidente da república(43)

conhecer portugal(40)

provérbio(40)

política(38)

actualidade política(37)

citações(37)

pensamentos(37)

cavaco silva(36)

interesse geral(33)

cavaco(31)

viajar cá dentro(31)

património(30)

turismo(30)

saúde(28)

democracia(27)

conhecimento(26)

foto(26)

frases(26)

música(26)

politicos(26)

recessão(26)

viagens(22)

desemprego(21)

estado da nação(21)

europa(21)

frase(21)

tourist(21)

25 de abril(20)

ética(20)

global(20)

investigação(20)

presidente(20)

arte(19)

obama(19)

actualidade económica(18)

fotos(18)

lisbon(18)

poesia(18)

portuguesa(18)

sociedade(18)

conduta(17)

eua(17)

finanças(17)

histórico(17)

neve(17)

poema(17)

porto(17)

portugueses em destaque(17)

revolução(17)

sismo(17)

ue(17)

barack obama(16)

crise politica(16)

frio(16)

cravos(15)

economia real(15)

educação(15)

escritor(15)

história de portugal(15)

movimento(15)

opinião(15)

revolução dos cravos(15)

terramoto(15)

1974(14)

imprensa(14)

militares(14)

photos(14)

poeta(14)

vermelhos(14)

bomsensoamiguinhos(13)

crianças(13)

défice(13)

desconfiança(13)

eleições(13)

forças armadas(13)

mapa(13)

cinema(12)

guerra(12)

museu(12)

otelo saraiva carvalho(12)

photo(12)

todas as tags

PESQUISAR NO BLOG:

 
blogs SAPO
RSS