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Bom Senso "É conservar uma Atitude Harmonizada em momentos decisão..., conflito..., possuir a capacidade de evitar a prática de acções ou actos impensados no intuito de posteriormente não se sentir embaraço, arrependimento..." Bomsenso

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13
Fev09

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

bomsensoamiguinhos

RTP

Sexta, 13 de Fevereiro 2009

 

 

 

Violência doméstica em Portugal
aumenta quase seis por cento

 

 

 

Imagem de cartaz sobre Violência Doméstica que aumenta em Portugal

DR Violência doméstica aumentou em Portugal

 

 

A violência doméstica em Portugal aumentou no ano de 2007 mais de seis por cento relativamente ao ano anterior. Os dados são de um relatório de segurança interna que dá conta de quase 22 mil crimes registados pela PSP e GNR só no ano passado.

 

 

No ano passado PSP e GNR registaram em Portugal 21907 casos de violência doméstica, o que corresponde a um aumento global de mais de seis por cento relativamente ao ano passado.

Os dados agora divulgados fazem parte de um relatório de segurança interna que o Gabinete Coordenador de Segurança está a preparar para entregar ao Governo e que será apresentado na Assembleia da República no próximo mês de Abril.

No relatório pode ler-se ainda que as mulheres são as maiores vítimas e que a áreas urbanas registam mais casos do que as rurais. Na área abrangida pela PSP foram registados 13050 casos, o que dá mais 1412 do que no ano passado, e que corresponde a uma subida de 10,8 por cento.

Já no território abrangido pela GNR foram registados 8857 casos contra os 8957 de 2006, o que dá menos 100 casos e uma descida de 1, 1 por cento.

Estes dados confirmam o que já tinha sido anunciado na passada semana relativamente ao aumento da violência doméstica, uma das excepções aos dados gerais da violência em Portugal que dão conta de uma baixa em 2007.

As áreas urbanas de Lisboa e Porto são as que registam um maior número de ocorrências com Lisboa (29,8%) a suplantar o Porto (26,7%) na área abrangida pela PSP, enquanto no que se refere à GNR o Porto aparece em primeiro lugar e Lisboa em segundo surgindo logo a seguir as cidades de Braga e Aveiro.

Como já era esperado o relatório dá conta de que as mulheres constituem o maior grupo de vítimas, com mais de 80 por cento, enquanto os homens não atingem ainda os 15 por cento de casos em que são as vítimas, mas surgem como agressores em quase 90 por cento das situações.

Uma nota de destaque para os idosos já que este relatório dá conta de que estes “têm cada vez mais noção dos seus direitos e já denunciaram os maus tratos de que são alvo”.

A PSP lidera as detenções de agressores por violência doméstica no ano de 2007 com um total de 62, enquanto a GNR efectuou apenas 12, mas desde o ano de 2000 e até ao ano passado PSP e GNR contabilizaram mais de um milhar de detenções.
RTP
2008-03-13 10:51:12

 

 

 

VÍDEO

 

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

 

   

 

 

 
20
Jan09

VIOLÊNCIA INFANTIL - Risco é maior em famílias reconstruídas

bomsensoamiguinhos

DESTAK

 

 

Foto: 123RF

123RF

 

VIOLÊNCIA INFANTIL
 
Risco é maior em famílias reconstruídas
 
19 | 01 | 2009   12.50H
 
O risco de casos de violência infantil em ambiente familiar é mais frequente em famílias reconstruídas do que em famílias nucleares, conclui um estudo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), hoje divulgado
 

 

 

15
Jan09

Vítimas de violência doméstica - 132 mil em 8 anos

bomsensoamiguinhos

Diário Digtal

diariodigital.sapo.pt/news.asp

 

quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009 | 17:26
   

 
Registadas 132 mil vítimas de
violência doméstica em 8 anos
 


A secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação revelou hoje, na Guarda, que nos últimos oito anos foram registados 132 mil casos de vítimas de violência doméstica” em Portugal, admitindo que os dados corresponderão a “30 por cento da realidade”.

“Este é um número que, para além de mera estatística, nos deve levar a fazer uma reflexão, porque representa 52 vítimas por dia e duas por hora”, disse Idália Moniz à Agência Lusa, no final da cerimónia da assinatura de um protocolo para criação de um Núcleo de Atendimento às Vitimas de Violência Doméstica na Guarda, onde também esteve o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Jorge Lacão.

“Não podemos tolerar nem coabitar com esta realidade, temos que denunciá-la e encontrar respostas responsáveis, rápidas e eficazes para estas vítimas de violência”, acrescentou.

Idália Moniz adiantou que na actual legislatura foi feita uma aposta nesta área, ficando o território nacional, a partir de quinta-feira com a criação do Núcleo de Portalegre, dotado com uma rede nacional de 18 núcleos, o que equivale à existência de uma estrutura por cada distrito.

“Dotámos todo o território nacional de uma resposta integrada” para tratar de casos de violência doméstica, disse Idália Moniz, adiantando que o Ministério do Trabalho e da Solidariedade disponibiliza uma verba de meio milhão de euros para o seu funcionamento.

Por outro lado, referiu que existem em Portugal 29 casas abrigo que, no ano de 2007, acolheram 1.458 vítimas (mulheres e crianças), que são apoiadas com 3,5 milhões de euros pelo Governo.

O Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica do distrito da Guarda irá funcionar no Centro de Formação Assistência e Desenvolvimento (CFAD), como ficou definido no protocolo hoje celebrado.

O seu director, Virgílio Mendes Ardérius, adiantou à Lusa que deverá começar a funcionar “a partir do dia 01 de Fevereiro” com quatro técnicos (assistente social, psicólogo, jurista e administrativo).

A estrutura hoje criada resulta de um protocolo entre Governo Civil, serviços distritais do Instituto da Segurança Social (ISS), Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), GNR, PSP, CFAD, Unidade Local de Saúde da Guarda e Caritas Diocesana.

O serviço terá como atribuições, identificar os principais problemas existentes na região, promover soluções adequadas para os resolver e indicar os casos sinalizados à CIG e ISS.

Para a Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, trata-se de um projecto que irá dar apoio a todas vítimas da violência doméstica existentes no nosso distrito, considerando que “cada vez há mais denúncias”.

Referiu que as instituições que lidavam com estas situações “têm feito esse trabalho de uma maneira muito eficiente” mas, a partir de agora, “a Guarda tem um espaço, com técnicos especializados, para receber essas pessoas”.

Segundo Elza Pais, presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, no ano de 2008, no distrito da Guarda foram feitas “cerca de mil queixas” de violência doméstica junto da PSP e da GNR.

A responsável recordou que as mulheres “são as principais vítimas” mas, nas zonas do interior, “a questão da vergonha coloca-se muito e há muitas vítimas que preferem aguentar o sofrimento a ter que passar pela vergonha de uma ruptura nestas circunstâncias”.

Diário Digital / Lusa
21
Dez08

Portugal - Presidente da República - violência doméstica

bomsensoamiguinhos

NOTICIAS SAPO.PT

Página gerada às 02:46h, domingo 21 de Dezembro

noticias.sapo.pt/lusa/artigo/81bfd1f25fbe2c707c5ba0.html

 

 

Cavaco Silva pede "firme repúdio" social aos casos de violência doméstica
20 de Dezembro de 2008, 18:56

 

 

Lisboa, 20 Dez (Lusa) - O Presidente da República, Cavaco Silva, apelou hoje à sociedade portuguesa para que manifeste um "firme repúdio" em relação aos casos de violência doméstica, considerando tratar-se de uma "chaga social".

 

A declaração do chefe de Estado foi feita após ter recebido nove mulheres vítimas de violência doméstica, que estiveram acompanhadas por 14 técnicos de casas de abrigo de vários pontos distintos do país.

 

Com a iniciativa, Cavaco Silva pretendeu chamar a atenção para um dos grandes flagelos sociais do país e transmitir uma mensagem de solidariedade às vítimas de violência doméstica, assim como o seu reconhecimento em relação aos cidadãos que têm actividades de apoio no âmbito dos casos de violência doméstica.

 

O Presidente da República teve ao seu lado a mulher, Maria Cavaco Silva, a comissária para a Cidadania e Igualdade do Género, Elza Pais, e o assessor presidencial e ex-ministro da Educação David Justino.

 

"A sociedade portuguesa tem de manifestar um firme repúdio, uma rejeição total em relação aos crimes cometidos dentro da família", afirmou o Presidente da República.

 

De acordo com o chefe de Estado, é ainda "extremamente importante ajudar as mulheres [vítimas de violência], que querem começar uma vida nova".

 

"Recebemos aqui testemunhos da dificuldade de estas mulheres, que ainda são vítimas de violência, têm em recomeçar uma vida nova", disse, antes de se referir aos voluntários e dirigentes de associações, que são responsáveis por centros de atendimento e casas de abrigo.

 

"Prestam um auxílio muito valioso às mulheres. Quero manifestar o meu grande apreço pelo trabalho realizado por estas associações, um grande apreço pelos voluntários que, generosamente, se dedicam aos outros", acentuou.

 

O Presidente da República definiu a violência doméstica como "uma chaga social que nos envergonha" e salientou a importância que a comunicação social poderá desempenhar no combate a este flagelo social.

 

As nove melhores recebidas em Belém, que se encontram em casas de abrigo, fazem parte de casos paradigmáticos de violência doméstica, já que, além de terem sofrido agressões físicas, são também ainda perseguidas.

 

Algumas das mulheres estiveram com os seus filhos, que foram convidados a visitar o Palácio de Belém e o Museu da Presidência da República.

 

Duas das crianças que estivem em Belém foram também vítimas de agressões e são também perseguidas pelos seus pais.

 

PMF.

Lusa/fim

 

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